Investir em Dólar: Como Começar e Diversificar seu Patrimônio

Aprenda como investir em Dólar: renda fixa, ações, ETFs e REITs. Vantagens, riscos e como começar com a Nomad.

Resumo
  • Investir em dólar oferece diversificação e proteção do patrimônio contra a desvalorização do real, com opções em renda fixa (Treasuries, CDs, Bonds), ações, ETFs e REITs.
  • Antes de investir em dólar, é essencial avaliar perfil de investidor, objetivos, impacto da variação cambial e custos como taxas de conversão, corretagem e tributação.
  • Cada produto tem características próprias: renda fixa traz previsibilidade, ETFs oferecem diversificação instantânea de baixo custo, e ações permitem exposição direta a empresas líderes globais.
  • Não existe momento perfeito para investir em dólar; fatores como inflação, políticas monetárias e situações geopolíticas influenciam a cotação, mas uma estratégia consistente é mais relevante que acertar o timing.

por

Gabriela Lima

Tempo de leitura

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Publicado em

6/8/2026

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Em tempos de incertezas econômicas, proteger o seu patrimônio é uma preocupação válida, e investir em dólar é uma das formas mais buscadas por brasileiros para isso. Saber que você pode obter rendimentos a partir dos seus investimentos e criar um patrimônio em moeda forte pode trazer mais previsibilidade ao planejamento financeiro.

Mas o que está por trás de investir no dólar norte-americano? Vale a pena comprar moeda em espécie e esperar o momento certo de aplicar? É preciso saber como investir diretamente em dólar na Bolsa de Valores ou existem outras alternativas?

Essas são algumas perguntas que pretendemos responder a seguir.

O que considerar antes de investir em dólar

Investir em dólar pode ser uma excelente estratégia para diversificar seu portfólio e proteger seu patrimônio, mas é preciso considerar alguns fatores para garantir um investimento sólido e alinhado com seus objetivos.

Perfil de investidor

Identifique sua tolerância ao risco. Para perfis conservadores, títulos de renda fixa dos EUA podem ser uma opção. Já para os mais arrojados, ações, ETFs e REITs são alternativas com maior potencial de retorno, mas também com riscos maiores.

Quer conhecer o seu perfil de investidor e entender quais tipos de investimento podem fazer sentido para você? Clique aqui e faça o teste.

Objetivos

Defina se você busca proteção contra a inflação, diversificação de portfólio ou maior potencial de retorno. Também considere o prazo do investimento, curto, médio ou longo, já que cada período exige uma estratégia diferente.

Impacto da variação do dólar

É importante entender que a valorização ou desvalorização do real frente ao dólar pode afetar seus ganhos. Por isso, fique atento à variação da moeda e à inflação, tanto no Brasil quanto nos EUA. Para acompanhar o valor atualizado, você pode consultar a cotação do dólar hoje sempre que precisar.

Custos envolvidos

Taxas de conversão, corretagem e impostos devem ser levados em conta na hora de investir em moeda estrangeira, já que a tributação sobre investimentos em dólar varia. Se você já investe ou está perto de declarar o Imposto de Renda, vale entender como declarar investimentos no exterior antes de começar. De toda forma, procure sempre informações com especialistas e profissionais sobre o assunto.

Vantagens e desvantagens de investir em dólar

Como investimentos e aplicações financeiras impactam diretamente seu futuro, é importante entender os prós e contras de investir em dólar antes de tomar qualquer decisão.

Uma das desvantagens é que ativos atrelados a moedas estrangeiras tendem a apresentar risco de médio a alto, já que fatores macroeconômicos podem causar oscilações no valor da moeda, afetando o desempenho dos investimentos.

No entanto, focar apenas nessas flutuações pode limitar suas oportunidades. A vantagem de investir em dólar é que se trata de uma reserva de valor, com histórico e tendência de valorização no longo prazo em relação ao real, atua como proteção em crises locais e globais, além de trazer diversificação para sua carteira de investimentos.

Antes de tomar qualquer decisão de investimento, é fundamental estudar o ativo, os riscos associados, a oscilação, entre outros fatores. Alinhamento de expectativa é a chave para evitar sustos desnecessários. Todo investimento envolve algum nível de risco, e rendimentos passados não são indicativos de rendimentos futuros.

Como investir em dólar: 7 formas de fazer isso

Decidiu começar a investir em dólar? Ótima escolha! Agora é hora de entender as diversas opções disponíveis no mercado e descobrir como cada uma delas funciona.

O mercado americano oferece uma variedade de produtos financeiros e, para facilitar sua jornada, selecionamos alguns dos mais populares e acessíveis para investidores brasileiros, disponíveis pela Conta Investimentos Nomad.

Abaixo, você tem um guia prático com informações detalhadas sobre cada tipo de investimento, suas características, vantagens, desvantagens e riscos, para que você possa tomar decisões conscientes e construir um portfólio em dólar sólido e diversificado.

7 formas de investir em dólar

Conheça as alternativas disponíveis para investir no exterior

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Renda fixa em dólar

Você empresta dinheiro a governos ou empresas dos EUA e recebe juros em troca. Em alguns casos, também há pagamento periódico de juros.

ETFs

Uma cesta que reúne vários ativos, como ações ou títulos, negociada na bolsa americana. Com uma única compra, você pode ganhar exposição a um conjunto diversificado de empresas ou setores.

REITs

Empresas que investem em imóveis nos EUA, como galpões logísticos e data centers. Ao investir, você pode se tornar sócio desse mercado imobiliário sem comprar um imóvel físico.

Fundos internacionais

Fundos geridos por especialistas que reúnem o dinheiro de vários investidores para aplicar em ativos no exterior, de acordo com uma estratégia definida.

Fundos cambiais

Fundos que buscam acompanhar a variação de uma moeda estrangeira, como o dólar, podendo ajudar a proteger seu patrimônio da valorização ou desvalorização do real.

BDR

BDRs

Um recibo negociado na bolsa brasileira que representa ações de empresas estrangeiras, como Amazon (AMZN), Apple (AAPL) ou Microsoft (MSFT). Permite investir no exterior sem sair do Brasil.

Ações americanas

Uma fração da propriedade de empresas listadas nos EUA, como Google (GOOG), Amazon (AMZN) e Tesla (TSLA). Ao comprar, você pode se tornar acionista dessas companhias e participar dos seus resultados.

Renda fixa em dólar

A renda fixa nos Estados Unidos é parecida com a do Brasil: o investidor "empresta" dinheiro a uma entidade, seja ela uma empresa, instituição financeira ou até o governo. Em contrapartida, recebe o montante acrescido de juros na data de vencimento do título. Em alguns casos, também há pagamento periódico de juros, que pode ocorrer de forma semestral ou anual, dependendo das condições do título.

Entre as principais alternativas de renda fixa no exterior estão os títulos do Tesouro americano, certificados de depósito (CDs) e bonds de empresas. Também é possível investir em ETFs que reúnem ativos de renda fixa. Para investir com mais transparência e respaldo regulatório, é fundamental escolher uma instituição que ofereça acesso direto ao mercado americano e conte com a proteção do SIPC, como a Nomad Investment Services, corretora registrada na SEC e membro FINRA/SIPC.

Os títulos do Tesouro dos EUA, chamados de Treasuries, são amplamente reconhecidos por apresentarem um dos menores riscos de crédito do mercado, contando com respaldo do Departamento do Tesouro americano.

Outra alternativa são os Certificados de Depósito, ou CDs, investimentos em renda fixa muito comuns nos EUA, semelhantes aos CDBs no Brasil. Emitidos por bancos, os CDs costumam ter prazos mais curtos e, em geral, apresentam menor risco em comparação a bonds corporativos.

Os Bonds, também conhecidos como títulos de dívida ou obrigações, são instrumentos financeiros de renda fixa emitidos por governos, empresas ou entidades financeiras. Eles são respaldados pela capacidade de pagamento do emissor e oferecem uma maneira estável de investir e diversificar uma carteira, sendo uma opção popular para investidores que buscam previsibilidade de rendimento no longo prazo.

Já os ETFs merecem um tópico à parte e você pode conferir mais informações logo abaixo.

ETFs

Os Exchange Traded Funds são fundos de investimento compostos por diversos ativos que podem seguir um índice de bolsa de valores, como o S&P 500 ou o Nasdaq, ou uma estratégia específica ou temática. As decisões sobre o que comprar ou vender são tomadas pelo gestor do fundo.

Os ETFs são populares por oferecerem uma forma prática de diversificar investimentos com baixo custo. Entre as principais vantagens estão a alta liquidez, a transparência na composição da carteira e a facilidade de negociação, já que podem ser comprados e vendidos como ações. Não à toa, os ETFs vêm ganhando popularidade globalmente nos últimos anos.

É importante que os ETFs escolhidos façam sentido para a carteira e o perfil de cada pessoa investidora. Ou seja: pode não fazer sentido para alguém com perfil mais moderado investir em ETFs de renda variável, já que as oscilações de mercado fazem parte desse tipo de ativo. Antes de investir em um ETF, considere seus objetivos de investimento, riscos, taxas e despesas, e leia com atenção o prospecto do fundo.

Leitura recomendada: ETFs americanos pagam dividendos?

REITs

Outra opção para investir em dólar são os Real Estate Investment Trusts (REITs). Eles são semelhantes aos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) brasileiros e foram criados inspirados nos fundos mútuos.

Unindo o capital de vários investidores, os REITs permitem que esses investidores desfrutem dos dividendos de investimentos imobiliários sem a necessidade de comprar, administrar ou financiar propriedades.

Os REITs oferecem um fluxo de renda estável, proveniente da distribuição periódica de lucros, embora seu potencial de valorização de capital seja, em geral, mais limitado do que o de ações tradicionais. A maioria dos REITs é negociada publicamente, garantindo liquidez, ao contrário de investimentos diretos em imóveis.

Os REITs oferecem a oportunidade para qualquer pessoa deter cotas em uma variedade de ativos imobiliários nos EUA com liquidez e investimento inicial baixo. Os rendimentos provêm tanto da valorização das cotas quanto dos aluguéis pagos pelos inquilinos.

Fundos de investimento internacionais

Os fundos de investimentos internacionais são geridos por profissionais especializados, supervisionados pelas entidades financeiras do país de origem. Semelhantes aos fundos existentes no Brasil, a principal distinção está nas regras aplicáveis: enquanto fundos nacionais seguem as normas brasileiras, os internacionais seguem as diretrizes do país em que são estabelecidos.

Assim como os fundos brasileiros, os fundos internacionais podem ser integrados em uma carteira de investimentos. É importante entender que todos os fundos seguem regras estritas, garantindo o profissionalismo esperado pelos investidores e alinhando-se à política de investimentos descrita nos documentos legais de cada fundo.

Algumas das vantagens incluem acesso a produtos exclusivamente disponíveis fora do Brasil, economia em taxas e custos administrativos, nuances no tratamento tributário e limites distintos em relação aos investimentos ancorados no Brasil.

Fundos cambiais

Os fundos cambiais são uma das formas mais populares de se expor ao dólar no Brasil. Eles buscam acompanhar as variações da moeda americana em relação ao real, funcionando como uma proteção contra a instabilidade econômica local.

Embora o dólar seja a referência de desempenho desse tipo de fundo, a aplicação em fundos cambiais é feita em real.

Para ser classificado como fundo cambial, a regulamentação exige que pelo menos 80% da carteira esteja exposta à variação de moedas estrangeiras, como o dólar. Essa exposição pode ser feita por meio de investimentos diretos no exterior, contratos derivativos ou títulos atrelados à moeda. Os 20% restantes da carteira podem ser aplicados em ativos mais conservadores, como renda fixa, para garantir liquidez e estabilidade.

Outro ponto de atenção para os fundos cambiais é que existem taxas atreladas à remuneração das instituições que fazem parte da operação. Essas taxas podem influenciar o retorno da aplicação, então vale um cuidado extra enquanto estiver analisando essa possibilidade de investimento.

Vale ressaltar que o investimento em fundos cambiais costuma exigir mais experiência para entender sua dinâmica, sendo normalmente associado a perfis mais agressivos dentro da exposição cambial.

Leitura recomendada: Dollar-Cost Averaging: como investir em dólar a longo prazo.

BDRs

A sigla é a abreviação para Brazilian Depositary Receipts. Os BDRs são certificados de depósito que representam ações de empresas estrangeiras. São emitidos no Brasil e negociados na Bolsa de Valores do Brasil (B3).

O que é importante saber sobre o BDR: você não compra uma ação da empresa, mas sim títulos que representam essas ações de fato. é como se você tivesse um certificado que representa essa ação, mas sem comprá-la diretamente no mercado de origem.

Ações na Bolsa americana

Investir no mercado de ações americano é uma opção bastante considerada por investidores com perfil mais arrojado, dado o potencial de retorno e o risco envolvido. Grandes empresas globais, muitas delas líderes em seus mercados de atuação, são listadas nos EUA.

Para ingressar nesse mercado, o ideal é abrir uma conta internacional, como a Nomad, que proporciona acesso direto às ações de algumas das empresas mais inovadoras do mundo, investindo em bolsas como NYSE e Nasdaq.

Investir em ações dos EUA oferece acesso a empresas líderes globais, maior diversidade setorial e exposição a uma economia forte e inovadora. Além disso, o dólar é considerado uma moeda de reserva mundial, o que pode agregar proteção cambial para investidores internacionais, especialmente em economias emergentes como a do Brasil.

Além disso, oferece uma oportunidade única de diversificação, permitindo que os investidores acessem uma vasta gama de empresas que ainda não têm equivalente no Brasil.

Renda fixa x ações x ETFs: qual escolher?

Cada um dos produtos acima atende a um objetivo diferente. Para ajudar na comparação, veja como eles se posicionam entre si em relação a risco, liquidez e forma de tributação.

Produto Valor de entrada Liquidez Risco Onde é negociado Tributação
Renda fixa (CDs, Bonds, Treasuries) Baixo a médio Média Baixo a médio EUA Varia por produto e prazo
ETFs Baixo Alta Médio EUA Varia por tipo de ETF
REITs Baixo Alta Médio EUA Varia conforme distribuição de renda
Fundos internacionais Médio Média Varia com a estratégia EUA Segue regras do país do fundo
Fundos cambiais Baixo Alta Médio Brasil Regras de fundos no Brasil
BDRs Baixo Alta Médio a alto B3 (Brasil) Regras de renda variável no Brasil
Ações americanas Baixo Alta Alto NYSE / Nasdaq Varia conforme ganho de capital e dividendos
Renda fixa (CDs, Bonds, Treasuries)
Valor de entradaBaixo a médio
LiquidezMédia
RiscoBaixo a médio
Onde é negociadoEUA
TributaçãoVaria por produto e prazo
ETFs
Valor de entradaBaixo
LiquidezAlta
RiscoMédio
Onde é negociadoEUA
TributaçãoVaria por tipo de ETF
REITs
Valor de entradaBaixo
LiquidezAlta
RiscoMédio
Onde é negociadoEUA
TributaçãoVaria conforme distribuição de renda
Fundos internacionais
Valor de entradaMédio
LiquidezMédia
RiscoVaria com a estratégia
Onde é negociadoEUA
TributaçãoSegue regras do país do fundo
Fundos cambiais
Valor de entradaBaixo
LiquidezAlta
RiscoMédio
Onde é negociadoBrasil
TributaçãoRegras de fundos no Brasil
BDRs
Valor de entradaBaixo
LiquidezAlta
RiscoMédio a alto
Onde é negociadoB3 (Brasil)
TributaçãoRegras de renda variável no Brasil
Ações americanas
Valor de entradaBaixo
LiquidezAlta
RiscoAlto
Onde é negociadoNYSE / Nasdaq
TributaçãoVaria conforme ganho de capital e dividendos

Valores de entrada, taxas e regras de tributação podem mudar. Confirme as condições atualizadas na Tarifas Nomad e no guia de como declarar investimentos no exterior antes de decidir.

Como regra geral: quem busca previsibilidade tende a olhar primeiro para a renda fixa em dólar; quem busca praticidade e diversificação instantânea costuma recorrer a ETFs; e quem quer exposição direta a empresas específicas, com potencial de retorno maior (e risco maior), busca ações. Os valores mínimos e as taxas podem mudar com o tempo, então vale sempre conferir as condições atualizadas na Tarifas Nomad antes de decidir.

Qual o melhor momento para investir em dólar

Investir em dólar vai além de simplesmente apostar na valorização da moeda. É uma forma de diversificar seu portfólio, reduzindo a exposição aos riscos do mercado local e buscando oportunidades em outras economias. Mas quando escolher o melhor momento para ter investimentos internacionais?

Diversos dados mostram que, mesmo em momentos de alta do dólar, como em 2020, quando a moeda chegou a R$5,73, houve oportunidades de ganhos significativos em investimentos no exterior. Enquanto o dólar se desvalorizou em relação ao real nos anos seguintes, o índice S&P 500, por exemplo, acumulava alta de 16%. Isso demonstra que o foco não deve estar apenas na valorização da moeda, mas também nas oportunidades oferecidas pelos mercados internacionais.

Então, quando começar a investir? Não existe um momento perfeito, mas adotar uma estratégia consistente é mais importante do que tentar acertar o timing.

  • Tendências econômicas: momentos de instabilidade econômica no Brasil, como alta da inflação ou juros elevados, podem tornar o dólar mais atrativo como proteção do patrimônio.
  • Políticas monetárias: decisões dos bancos centrais, como aumentos ou cortes nas taxas de juros, podem influenciar a valorização ou desvalorização do dólar.
  • Situações geopolíticas: eventos globais, como conflitos ou crises políticas, podem gerar volatilidade nos mercados e impactar o valor do dólar.

Por isso, é muito importante acompanhar notícias e dicas de especialistas para encontrar oportunidades para construir sua carteira em dólar. Para receber conteúdos fresquinhos sobre o mercado global, acesse o Update de Mercado Nomad gratuitamente.

Investir em dólar é seguro e vale a pena?

A resposta curta é: contanto que haja alinhamento de expectativa sobre o investimento, pode valer a pena. Assim como qualquer investimento, investir em dólar envolve riscos, e não existe garantia de retorno. Vamos a alguns dados importantes:

  1. Proteção contra a desvalorização do real: o real perdeu grande parte do seu valor frente ao dólar nas últimas três décadas, tornando o dólar uma moeda historicamente mais estável para ajudar a proteger o poder de compra ao longo do tempo.
  2. Acesso a mercados globais maiores: os EUA reúnem, entre NYSE e Nasdaq, milhares de empresas listadas, enquanto o Brasil representa uma fatia bem menor do mercado global.
  3. Diversificação global: investir em dólar permite diversificar seu portfólio não apenas em moeda, mas também em setores estratégicos da economia global, como tecnologia, saúde, consumo e energia. Isso possibilita acesso a empresas líderes mundiais, como Google (GOOG), Amazon (AMZN), Microsoft (MSFT) e Tesla (TSLA), que não estão disponíveis na Bolsa brasileira.
  4. Rendimentos dolarizados: ao investir em títulos de renda fixa ou ações nos EUA, seus rendimentos ficam atrelados ao dólar, uma moeda historicamente mais forte, que pode ajudar a proteger seu patrimônio contra a desvalorização do real.

Investir em dólar como estratégia de diversificação e proteção de patrimônio pode fazer sentido para quem busca guardar parte do seu dinheiro em uma moeda historicamente mais forte que o real. Ainda assim, nenhum investimento é livre de risco, e rendimentos passados não garantem rendimentos futuros.

Qual o perfil de quem investe em dólar

Investir em dólar oferece oportunidades para diversos perfis de investidores, desde os mais conservadores até os que preferem assumir mais riscos. Isso porque existem tanto investimentos em renda fixa, que proporcionam mais segurança e previsibilidade, quanto em renda variável, que pode oferecer maior potencial de retorno, com risco maior.

É interessante que a pessoa investidora já tenha uma reserva de emergência consolidada e não dependa exclusivamente dos investimentos na moeda norte-americana como sua principal aplicação financeira.

Perguntas frequentes sobre investir em dólar

Entenda os principais pontos antes de escolher onde investir.

1 Quanto rende investir em dólar?

Não existe um rendimento fixo ou garantido: cada produto (renda fixa, ações, ETFs, REITs, fundos) tem uma lógica própria de retorno, que varia conforme o mercado e o prazo. Rendimentos passados, como os do índice S&P 500 citados acima, não são indicativos de rendimentos futuros. Por isso, o mais importante é alinhar o produto ao seu perfil de investidor e aos seus objetivos.

2 Preciso pagar imposto sobre investimentos em dólar?

Sim, investimentos no exterior podem estar sujeitos à tributação no Brasil e, dependendo do produto, também nos Estados Unidos. As regras variam de acordo com o tipo de investimento e o valor envolvido. Para entender como declarar corretamente, veja o guia como declarar investimentos no exterior.

3 Qual o valor mínimo para começar a investir em dólar?

O valor mínimo varia de acordo com o produto escolhido: ações e ETFs costumam ter valores de entrada mais acessíveis, enquanto alguns bonds e fundos podem exigir aportes maiores. Como esses valores e taxas podem mudar com o tempo, recomendamos consultar as condições atualizadas na página de Tarifas Nomad ou entender quanto custa investir no exterior.

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O conteúdo disponibilizado aqui não constitui ou deve ser considerado como conselho, recomendação ou oferta pela Nomad. Todo investimento envolve algum nível de risco, incluindo o risco de perda do capital principal investido. O investimento em ações norte-americanas ou a manutenção de saldo em dólares implica exposição a risco cambial. O valor dos investimentos e eventuais retornos estarão sujeitos a oscilações no momento da conversão entre moedas. O saldo em dólares não investido não gera juros nem dividendos. Rendimentos passados não são indicativos de rendimentos futuros. Siga sempre o seu perfil de investidor. A Nomad Investment Services, entidade sediada nos Estados Unidos da América (EUA), é uma corretora registrada na Securities Exchange Commission (“SEC”) e membro da Financial Industry Regulatory Authority (“FINRA”)  e da Securities Investor Protection Corporation (“SIPC”). Os valores mobiliários em sua conta são protegidos em até $500.000. A SIPC não protege contra perdas de mercado. Para detalhes, visite www.sipc.org. Produtos e serviços de valores mobiliários não são segurados pelo FDIC, não são garantidos por banco e podem perder valor. Serviços intermediados por Global Investment Services DTVM Ltda. Para saber mais, acesse os Avisos Legais e o documento Parceria Global DTVM em nis.nomadglobal.com/documentos.

Todos os investimentos envolvem risco, e você pode perder dinheiro. É importante diversificar seus investimentos e considerar seus objetivos financeiros individuais e tolerância ao risco. Os principais riscos para diferentes tipos de investimento incluem:

Ações (Equities): Sujeito a flutuações do mercado; seu valor pode diminuir.

Títulos de Dívida (Renda Fixa): Sensível às variações nas taxas de juros e à capacidade de crédito do emissor.

ETFs: Apresentam riscos de mercado semelhantes aos das ações e podem não acompanhar perfeitamente o seu índice. Os ETFs alavancados e inversos podem apresentar riscos mais elevados.

REITs: O valor está atrelado ao mercado imobiliário, e alguns podem ter liquidez limitada.Esta não é uma lista exaustiva de todos os riscos.

Antes de investir, revise todas as informações disponíveis e considere procurar aconselhamento de um profissional financeiro. Para divulgações completas, consulte os Fatores de Risco em nis.nomadglobal.com/documentos.

Gabriela Lima

É consultora de investimentos na Nomad Wealth, com passagem por estágio em inteligência de mercado no CEPEA. Cursa Economia na ESALQ-USP e possui a certificação CEA (Certificação de Especialista em Investimentos ANBIMA).

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