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Como tirar o passaporte? Veja nosso guia com 6 passos rápidos

Precisa tirar o seu passaporte e não sabe por onde começar? Veja neste post o passo a passo para emitir o documento e continuar os seus planos de viagem!

Por:
Nomad
10/11/2023
10 min de leitura
10/11/2023

Onde tirar passaporte?

O órgão responsável pela emissão do passaporte é a Polícia Federal, que tem postos espalhados pelas principais cidades do país. O serviço é agendado, mas, antes de comparecer à seção, o solicitante deve preencher um formulário online e pagar a taxa por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da União (GRU).

Como tirar o passaporte?  Um passo a passo simples e prático

Quando se fala em emitir documentação, a primeira coisa que nos vem à cabeça é a burocracia. Mas, algumas vezes, esse processo é relativamente simples, como o de tirar o passaporte, por exemplo. Como mencionado, boa parte do processo pode ser feita pela internet, o que otimiza o tempo. 

São poucas etapas e, dentro de algumas semanas, você já tem o seu passaporte em mãos. Então, confira o passo a passo para tirar passaporte que preparamos a seguir: 

Passo 1: separe os documentos

De acordo com a lista disponibilizada no site da Polícia Federal, os documentos relacionados a seguir devem ser apresentados na hora de solicitar o passaporte:

  • Documento de identificação: identidade, CNH, carteira de trabalho
  • Passaporte anterior ou comprovação de ocorrência: para cancelamento e emissão da novo documento
  • Autorização para menor: menores de 18 anos necessitam de autorização específica
  • Comprovação da emancipação: menores entre 16 e 18 anos que tiveram antecipação da capacidade civil plena podem obter o passaporte sem a autorização dos pais
  • Documentação do indígena não integrado: o indígena não integrado deve ser assistido por um representante tutor com autorização da FUNAI
  • Certificado de naturalização ou portaria: para emissão do primeiro passaporte, o brasileiro naturalizado deve apresentar o documento correspondente
  • Certidão que demonstre alteração de nome: para emissão do primeiro passaporte, todos os nomes adotados até então devem ser demonstrados
  • Comprovação do sexo: informação impressa no passaporte que deve ser comprovada pela Certidão de Nascimento, de Casamento ou documento de identificação em que conste a informação
  • Fotografia 5 x 7 para menor de 5 anos: fotografia recente, com fundo branco, olhos abertos e rosto nítido
  • Certificar-se de sua regularidade eleitoral: brasileiro alfabetizado entre 18 e 70 anos na última eleição deve estar regular como eleitor dos dois turnos
  • Certificar-se de sua regularidade com o serviço militar obrigatório: brasileiro do sexo masculino entre 19 e 45 anos (até 31 de dezembro do ano corrente) deve estar em situação regular
  • Outros documentos: em caso de divergência no cadastro, omissão de informações ou situação que justifique a solicitação

Ao entrar no site da Polícia Federal, você tem acesso à lista dos documentos necessários para a emissão do passaporte. Porém, eles podem variar, uma vez que dependem do perfil do solicitante.

Com a lista de documentos em mãos, certifique-se de estar com todas as vias originais. Não tem como tirar passaporte com cópias dos documentos, mesmo que estejam autenticadas.

A documentação não pode ter rasuras e deve estar atualizada. Caso você tenha perdido algum dos seus documentos, é permitido apresentar um Boletim de Ocorrência que comprove o extravio.

Passo 2: preencha o formulário

Após a apresentação dos documentos levados na etapa presencial, é preciso preencher um formulário com informações básicas, como: 

  • dados pessoais
  • número dos documentos
  • profissão
  • endereços físicos e eletrônicos para contato

Com a confirmação das informações fornecidas, são disponibilizados dois arquivos PDF: o protocolo de solicitação do passaporte e a guia de pagamento da taxa GRU.

Passo 3: pague a taxa GRU

O valor para tirar o passaporte (taxa GRU), em 2022, é de R$ 257,25. Essa taxa pode ser paga em qualquer banco (inclusive via app ou internet banking) ou casa lotérica. Nesta etapa,, é preciso se atentar à data de vencimento do boleto e também à compensação do pagamento. 

O agendamento para as etapas presenciais da emissão do passaporte só é liberado após a compensação desse valor. 

Para emissão emergencial do passaporte, será adicionado o valor de R$ 77,17 (gerado durante o atendimento), totalizando R$ 334,42.

Em caso de o passaporte anterior válido ter sido extraviado ou perdido, a taxa (gerada durante o atendimento) é duplicada, totalizando R$ 514,50.

Passo 4: agende a ida até um posto da PF

Os próximos passos de como tirar o passaporte devem ser presenciais, pois é quando se assina documentos e se tira a foto do passaporte, além de coletar as digitais e apresentar os documentos mencionados no passo 1. 

Há postos da Polícia Federal em todo o Brasil, portanto, escolha o mais próximo. Isso porque, depois dessa etapa, você precisa voltar a esse posto para retirar seu passaporte e finalizar todo o processo. Há um prazo de até seis dias úteis para a emissão do documento. 

Passo 5: acompanhe a emissão do passaporte 

O acompanhamento da emissão do passaporte pode ser feito na página da Polícia Federal mediante informação do protocolo gerado no atendimento presencial e CPF. O passaporte somente estará disponível para entrega quando no status da pesquisa aparecer a mesma mensagem.

Passo 6: retire o seu passaporte

A entrega  do passaporte é feita apenas ao titular, mediante apresentação de documento de identificação. No caso de menores de idade, os pais ou responsáveis devem acompanhar o titular para retirada.

Observação:  o  passaporte solicitado e não retirado dentro do prazo de 90 (noventa) dias, contados a partir da data do atendimento, são CANCELADOS, como determinado pelo artigo 29 do Decreto 5.978 de 2006, não sendo possível a devolução da taxa paga anteriormente.

Para não esquecer de nada, faça uma pequena lista das etapas e garanta que cada uma seja cumprida antes de avançar para o próximo passo:

  1. Confira seus documentos
  2. Preencha os dados do formulário
  3. Pague a taxa na Guia de Recolhimento da União (GRU)
  4. Agende seu horário no posto autorizado da Polícia Federal
  5. Acompanhe o status da emissão
  6. Retire seu passaporte

O que é preciso para tirar o passaporte pela primeira vez?

Na primeira emissão do passaporte, será preciso apresentar os seguintes documentos: 

  • Documento de identificação – carteira de identidade, carteira de trabalho ou carteira de motorista ou outro documento que comprove local de nascimento (menores de 12 anos podem apresentar certidão de nascimento como documento de identificação)
  • CPF
  • Autorização para menores de 18 anos
  • Comprovante de pagamento da GRU
  • Certidão de quitação eleitoral
  • Documento que comprove a quitação com o serviço militar para homens entre 19 e 45 anos

Quanto tempo leva a emissão do passaporte?

Há um prazo entre seis e dez dias úteis para a emissão do passaporte e a liberação de retirada pelo titular do documento.

Qual a validade do passaporte?

Após todo esse processo, a dúvida seguinte é sobre a validade do passaporte. Comumente ouvimos que ele vale por 10 anos, mas isso varia de acordo com a idade do dono do documento: 

  • até 1 ano de idade: válido por um ano
  • até 2 anos de idade: válido por dois anos
  • até 4 anos de idade: válido por quatro anos
  • até 18 anos de idade: válido por cinco anos
  • mais de 18 anos: válido por 10 anos

Quais países não precisam de passaporte para entrar?

Embora ter um passaporte válido seja essencial para quem pensa em viajar pelo mundo, alguns países não exigem o documento de viajantes brasileiros.

Graças aos acordos diplomáticos do Mercosul, a lista é grande:

  • Uruguai
  • Colômbia
  • Chile
  • Bolívia
  • Peru
  • Equador
  • Paraguai
  • Argentina

Embora o passaporte não seja obrigatório, o viajante que queira entrar em algum desses territórios precisa apresentar um documento oficial com foto, como RG ou CNH, válido.

Para quais países os brasileiros podem viajar sem visto?

Aqui vai a lista dos mais de 160 países que não exigem visto, em que o viajante pode entrar usando apenas o passaporte:

Europa

  • Albânia
  • Andorra
  • Áustria
  • Bielorrússia
  • Bélgica
  • Bósnia e Herzegovina
  • Bulgária
  • Croácia
  • Chipre
  • República Tcheca
  • Dinamarca
  • Estônia
  • Ilhas Faroe
  • Finlândia
  • França
  • Geórgia
  • Alemanha
  • Gibraltar
  • Grécia
  • Groenlândia
  • Hungria
  • Islândia
  • Irlanda
  • Itália
  • Kosovo
  • Letônia
  • Liechtenstein
  • Lituânia
  • Luxemburgo
  • Malta
  • Moldávia
  • Mônaco
  • Montenegro
  • Holanda
  • Macedônia do Norte
  • Noruega
  • Polônia
  • Portugal
  • Romênia
  • Federação Russa
  • San Marino
  • Sérvia
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Suécia
  • Suíça
  • Turquia
  • Ucrânia
  • Reino Unido
  • Vaticano

Américas

  • Anguila
  • Antígua e Barbuda
  •  Aruba
  • Bahamas
  • Barbados
  • Bonaire; Santo Eustáquio e Saba
  • Belize
  • Bermudas
  • Caribe
  • Costa Rica
  • El Salvador
  • Ilhas Malvinas
  • Guatemala
  • Guiana
  • Honduras
  • Nicarágua
  • Panamá
  •  Venezuela
  • Ilhas Virgens Britânicas
  • Ilhas Cayman
  • Curaçao
  • Dominica
  • República Dominicana
  • Índias Ocidentais Francesas
  • Granada
  • Haiti
  • Jamaica
  • Montserrat
  • São Cristóvão e Nevis
  • Santa Lúcia
  • Maarten
  • São Vicente e Granadinas
  • Trindade e Tobago
  • Ilhas Turcas e Caicos

Ásia

  • Camboja *
  • Hong Kong
  • Indonésia *
  • Cazaquistão
  • Quirguistão *
  • Laos *
  • Macau
  • Malásia
  • Maldivas *
  • Mongólia
  • Nepal *
  • Filipinas
  • Singapura
  • Coreia do Sul **
  • Sri Lanka **
  • Tadjiquistão *
  • Tailândia
  • Timor-Leste *
  • Uzbequistão

Oceania

  •  Ilhas Cook
  • Fiji
  • Polinésia Francesa
  • Ilhas Marshall *
  • Micronésia
  • Nova Caledônia
  • Nova Zelândia**
  • Niue
  • Ilhas Palau*
  • Papua Nova Guiné*
  • Samoa*
  • Ilhas Solomon*
  • Tonga*
  • Tuvalu*
  • Vanuatu

África

  • Botsuana
  • Burkina Faso *
  • Burundi *
  • Ilhas de Cabo Verde *
  • Ilhas Comores *
  • Egito *
  • Eswatini
  • Etiópia *
  • Gabão *
  • Guiné-Bissau *
  • Madagáscar *
  • Malaui *
  • Mauritânia *
  • Mauritius
  • Maiote
  • Marrocos
  • Moçambique *
  • Namíbia
  •  Reunião
  • Ruanda *
  • São Tomé e Príncipe
  • Senegal
  • Seicheles *
  • Serra Leoa *
  • Somália *
  • África do Sul
  • Santa Helena *
  • Tanzânia *
  • Togo *
  • Tunísia
  • Uganda *
  • Zâmbia *
  • Zimbábue *

Oriente médio

  • Armênia
  • Bahrein*
  • Catar
  • Emirados Árabes
  • Irã *
  • Israel
  • Jordânia*
  • Líbano*
  • Omã
  • Palestina

* Países com emissão do visto na chegada do viajante

** Países com exigência da Autorização Eletrônica de Viagem

Passaporte na mão? Hora de planejar a sua viagem internacional!

Agora que você já sabe como tirar passaporte, que tal planejar a sua próxima viagem internacional? Aproveite para ler o nosso checklist completo com o que não pode faltar na sua mala.

Viagens

O que são milhas aéreas? Como acumular e resgatar viagens e produtos

Quer economizar ainda mais nas suas próximas viagens? Descubra o que são milhas aéreas e como trocar seus pontos por passagens aéreas e outros benefícios.

Por:
Nomad
10/11/2023
10 min de leitura
10/11/2023

O que são milhas aéreas?

As milhas aéreas são uma forma de bonificação oferecidas por programas de fidelidade de alguns bancos e instituições financeiras. Ao acumular certo valor, você pode trocar por passagens aéreas ou por desconto no valor da passagem.

Muitos cartões de crédito são associados a programas de recompensas que geram pontos conforme você os utiliza. Os pontos podem ser acumulados a cada dólar ou real gasto. Por isso, quanto mais você compra, mais pontos pode acumular.

Esses pontos podem ser trocados por vários benefícios, como serviços, produtos ou milhas aéreas. Estas são uma retribuição das companhias aéreas e das empresas de cartões pelo uso dos serviços, como uma moeda de troca.

Quanto mais vantagens ou serviços adquiridos, mais milhas acumuladas, que podem ser trocadas por descontos cumulativos em passagens aéreas e hospedagens em hotéis parceiros, além de outros serviços exclusivos.

Qual a diferença entre pontos e milhas?

Embora muitas vezes usados como sinônimos, é crucial entender que pontos e milhas têm suas próprias vantagens e restrições.

A principal diferença entre pontos e milhas aéreas é que, apesar de ambos serem programas de fidelidade, atendem a necessidades diferentes. Milhas são a escolha de ouro para viajantes frequentes, geralmente oferecidas por companhias aéreas através de cartões de crédito e dentro dos seus programas de fidelidade, como Latam Pass, Smiles, etc. 

Pontos, por outro lado, são a moeda de fidelidade universal, usada principalmente por bancos e fintechs. Podem ser trocados por produtos, como eletrodomésticos ou até mesmo por cupons de desconto em lojas parceiras.

Como acumular milhas?

As milhas podem ser usadas para a troca de passagens aéreas, descontos em viagens e serviços, produtos de empresas parceiras e muito mais!

Os benefícios variam de acordo com o programa de fidelidade. Separamos os detalhes das principais plataformas para você entender melhor como acumular pontos e trocar por benefícios.

Para começar a acumular milhas e poder viajar com elas, primeiramente, centralize todas as suas compras e pagamentos de contas em um único cartão de crédito, preferencialmente aquele com o programa de pontos mais vantajoso. Isso não apenas simplifica o gerenciamento das suas finanças, mas também acelera o acúmulo de milhas ou pontos.

Aproveite ao máximo as parcerias do seu programa de fidelidade. Quando fizer compras, opte por lojas parceiras, pois estas geralmente oferecem oportunidades de pontuação em dobro. Isso significa que cada real gasto rende mais em termos de milhas ou pontos. 

Por último, mas não menos importante, considere fazer um upgrade no seu plano de milhas com as companhias aéreas. Muitas vezes, essas empresas oferecem bonificações mais generosas para incentivar os clientes a migrarem para planos mais premium. 

Essas bonificações podem ser uma maneira rápida e eficaz de conseguir mais milhas, com prêmios mensais e cupons de desconto exclusivos. Com essas dicas, em breve você terá o suficiente para uma viagem à Disney ou outro destino que tanto deseja visitar.

Veja também: Qual o melhor cartão de crédito internacional? Confira aqui.

Como vender milhas?

Além de acumular e trocar por passagens aéreas, outra forma de ganhar algo com as milhas é vendendo em sites especializados de compra e venda de milhas. 

No mercado brasileiro, há várias empresas atuando como intermediárias, facilitando  a busca de vendedores e compradores, oferecendo cotações competitivas em que ambas as partes saiam ganhando.

Mas é seguro vender milhas? Sim, contanto que você opte por plataformas com reputação sólida. Antes de fechar qualquer negócio, confira a política de segurança da empresa e as medidas que ela toma para prevenir fraudes. 

Um extra: consulte avaliações em sites de consumidores, como o Reclame Aqui, e considere experiências de outros usuários para garantir uma transação tranquila e rentável.

Como saber se tenho milhas no meu CPF?

Para saber se você tem milhas, primeiro é preciso verificar se está cadastrado em um programa de fidelidade da sua empresa de cartão de crédito ou em um programa de milhas de alguma companhia aérea.

Os cartões de crédito não acumulam milhas diretamente, mas sim pontos de programas de fidelidade. Para ganhar milhas, você precisa transferir os pontos desses programas para o de milhas da companhia aérea. Para saber se você já está cadastrado em algum programa de fidelidade do cartão, é só checar no seu aplicativo ou diretamente com o banco.

Se você participa de algum plano, é possível transferir os pontos para os programas de milhas aéreas. Para isso, também é necessário ter cadastro em um programa de milhas de alguma companhia.

Você pode consultar as milhas pelo seu CPF, com o cadastro de uma companhia aérea que já tenha usado. Caso tenha milhas, você será informado pelo site da empresa. Se não tiver, você pode fazer o cadastro para consultar se tem direito a milhas.

Quais são os melhores programas de milhas? 7 opções

As milhas podem ser usadas para a troca de passagens aéreas, descontos em viagens e serviços, produtos de empresas parceiras e muito mais!

Os benefícios variam de acordo com o programa de fidelidade. Separamos os detalhes das principais plataformas para você entender melhor como acumular pontos e trocar por benefícios.

1. Latam Pass

A LATAM tem o programa de milhas LATAM Pass, que possibilita que você ganhe pontos ao voar, realizar compras online, se hospedar, ou comprar produtos de empresas parceiras, como Casas Bahia, PontoStore, Avent, Intelbras e muitas outras.

Além disso, o LATAM Pass permite troca de pontos dos cartões Itaucard, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Esfera. Para acessar o programa e conferir se você tem milhas disponíveis é só:

  • Entrar no site do LATAM Pass;
  • Criar uma conta;
  • Conferir seus dados pessoais e a quantidade de milhas disponíveis.

Se você tiver pontos acumulados, pode viajar para destinos no mundo todo com milhas do LATAM Pass.

2. Smiles

O Smiles é o programa de fidelidade da empresa aérea GOL e parceiras. Para acumular milhas voando, basta se cadastrar na Smiles e informar o seu número no momento da compra da passagem.

Você também pode acumular milhas usando o cartão GOL Smiles, que transforma todos os gastos em pontos. Inclusive, você pode trocar suas milhas em passagens de linhas aéreas internacionais, como a TAP de Portugal.

Além disso, a Smiles tem parceria com mais de 30 empresas de cartão de crédito. Assim, você transforma as compras do dia a dia na sua próxima viagem.

3. TudoAzul

Com o TudoAzul, programa de fidelidade da companhia Azul Linhas Aéreas, você pode ganhar milhas de várias maneiras. A cada R$ 1,00 gasto em passagens, é possível ganhar até 6 pontos, com a vantagem de pontuar em voos realizados até um ano antes.

Já os pontos gerados com cartão de crédito podem ser transferidos para o TudoAzul ou usados para pontuar diretamente no cartão Azul Itaú. As compras online também geram pontos, assim como o Clube TudoAzul, para assinantes mensais.

Ao se cadastrar no site ou aplicativo da Azul Linhas Aéreas, é criado um número de acesso ao TudoAzul, onde você pode conferir os voos que geraram pontos. A partir de 3.000 pontos já é possível fazer a conversão para milhas aéreas na compra de passagens com destino nacional e internacional.

4. iupp

O iupp é a nova plataforma de compras com programa de pontos do Itaú. Para pontuar, é simples: basta se cadastrar e começar a usar o cartão.

Todas as compras feitas no iupp valem pontos que podem ser usados para comprar produtos, adquirir serviços ou até mesmo transferir para outros programas parceiros.

Cada real gasto equivale a um ponto, que pode ser transferido para o TudoAzul, Smiles, LATAM Pass, TAP e mais.

5. Livelo

A Livelo é um programa de pontos, que podem ser trocados por milhas e passagens aéreas. Você pode transferir os pontos para programas parceiros, como Latam Pass e Smiles, mas também adquirir passagens dentro da plataforma.

Para acumular pontos com a Livelo, basta se cadastrar no site e utilizá-lo para compras em sites parceiros ou no app. Além disso, você pode cadastrar seu cartão de crédito caso seja uma instituição parceira da Livelo, que irá gerar mais pontos a cada real gasto.

6. AAdvantage

O AAdvantage é o programa de milhas da American Airlines, que permite o cliente não só viajar com milhas pela American, mas também por outras da Aliança OneWorld, como British Airways, Qatar Airways, Iberia, entre outras.

Não só você acumula milhas ao voar com a American e suas parceiras da Aliança Oneworld, mas também com gastos em hotéis, aluguel de carros e cartões de crédito afiliados.

7. Esfera

Se você é cliente do banco Santander, pode usar seu cartão de crédito em compras do dia a dia e acumular pontos Esfera, que podem ser convertidos em milhas aéreas. 

Os pontos também podem ser transferidos para outros programas, como o AAdvantage da American Airlines, permitindo que você resgate passagens e outros privilégios para sua viagem.

Como trocar pontos por milhas?

Como vimos acima, muitos programas de pontos permitem que você transfira para programas de milhas das companhias aéreas. Cada programa tem suas próprias regras, mas a dica é esperar promoções de transferências, que dão ainda mais milhas para o cliente.

Antes, é importante verificar o saldo de milhas em cada programa e avaliar o que vale mais a pena. Pode ser que você encontre uma passagem mais em conta na GOL, mas tenha mais pontos na LATAM, e com a transferência consiga ter um custo zero.

Veja também se é melhor investir suas milhas na compra de passagens aéreas ou trocar por um prêmio mais interessante. Observe as regras e condições de resgate de cada programa antes de se fidelizar ou trocar suas milhas pelos produtos oferecidos nas companhias.

Como faço para ganhar milhas no cartão de crédito?

Vamos imaginar que você esteja planejando levar toda a família em uma viagem para a Disney no próximo ano. Acumular pontos com o uso de um cartão de crédito que ofereça um bom programa de recompensa, além da adesão a programas de fidelidade, pode acelerar o acúmulo de milhas aéreas.

Nas compras online, dê preferência às lojas que oferecem milhas como recompensa ou que geram pontos para serem trocados nas companhias aéreas. A quantidade de pontos em cada compra varia de acordo com a modalidade do cartão. Então, verifique a possibilidade de ter um cartão de nível Premium, Gold ou Platinum.

Em períodos sazonais, como a Black Friday, os cartões costumam fazer promoções de pontos extras. Programe suas compras para essas épocas e melhore sua pontuação, em média, 50% a 100% mais que o normal.

Programe o pagamento das contas concessionárias, como água, luz e telefone, no cartão de crédito e, assim, acumule mais pontos. Mesmo gastando um pouco a mais por isso, os pontos gerados valem a pena se você pretende viajar de avião em breve.

As milhas aéreas são sinônimo de benefícios, economia e realização de sonhos, já que você pode viajar para qualquer lugar do mundo por um preço mais acessível ou até sem gastar nada com as passagens.

Dicas para usar suas milhas

A forma mais atrativa de utilizar suas milhas é, sem dúvida, na compra de passagens aéreas. Dependendo do seu saldo de milhas, você tem o poder de abater uma parte significativa do custo da passagem ou até mesmo cobrir o valor total, transformando suas milhas em uma viagem dos sonhos sem o peso no bolso. 

Além disso, se você tem um saldo considerável de milhas, tem várias opções à sua disposição:

  • Vender suas milhas para gerar renda extra, especialmente através de plataformas especializadas que garantem transações seguras e rentáveis.
  • Transferir milhas para programas parceiros, possibilitando o acesso a uma gama ainda mais ampla de recompensas e benefícios.
  • Doar suas milhas para familiares e amigos, tornando-se o herói da próxima viagem em grupo ou simplesmente ajudando um ente querido a realizar uma viagem dos sonhos.
  • Trocar por produtos e serviços de alto valor, desde eletrônicos e utensílios domésticos até experiências exclusivas e estadias em hotéis de luxo.

Gostou de saber mais sobre como transformar pontos em milhas para economizar na compra de passagens aéreas? Agora aproveite para conferir mais um conteúdo, dessa vez para saber como vender milhas!

Tenha acesso ao cartão internacional e a diversas vantagens com a Nomad!
Investimentos

Descubra o que são ETFs, como funciona e como começar a investir

Você sabe o que é ETF? ETF e criptomoedas? Se ETF paga dividendos? Saiba detalhes sobre essa opção de investimento!

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

O que é ETF?

ETF é uma sigla para o termo em inglês Exchange Traded Funds, um fundo de ativo que costuma acompanhar ou replicar o desempenho de um determinado índice econômico, podendo seguir também algum segmento de mercado, com renda variável e dívidas (públicas ou privadas).

Na prática, os ETFs funcionam como uma espécie de fundo de investimento, já que são compostos por diferentes ativos selecionados por uma gestora de acordo com o índice seguido. Assim, são um tipo de aplicação diversificada por natureza — quando o investidor adquire um ETF, ele não fica exposto a ações de uma única empresa.

Visto que esse tipo de investimento acompanha um índice, é interessante saber se o seu desempenho seguirá o desse referencial. Ou seja, se o índice subir, o ETF aumentará seu valor. Porém, no caso de desvalorização, a baixa vai acontecer.

A negociação dos ETFs americanos acontece nas bolsas de valores do país, e os ETFs brasileiros são negociados na B3, a bolsa de valores nacional.

Quais são os riscos dos ETFs?

Podemos destacar, sobretudo, os seguintes riscos:

Risco de mercado

Assim como qualquer investimento em ações, os ETFs estão sujeitos ao risco de mercado. O valor das ações subjacentes ao ETF pode flutuar devido a fatores econômicos, políticos e eventos imprevistos.

Risco de liquidez

Embora os ETFs sejam negociados em bolsas de valores, a liquidez costuma variar. Em alguns casos, pode haver falta de compradores ou vendedores dispostos a negociar o ETF a um preço desejado, o que pode levar a spreads (diferença entre os preços de compra e venda) mais amplos. 

Risco de rastreamento

Os ETFs geralmente têm o objetivo de rastrear o desempenho de um índice subjacente. No entanto, devido a taxas, custos de transação e outros fatores, pode haver uma pequena diferença entre o desempenho do ETF e o desempenho do índice.

Risco de concentração

Alguns ETFs se concentram em setores específicos, regiões geográficas ou classes de ativos. Assim, se o setor ou região em que o ETF está focado enfrentar dificuldades, o desempenho do ETF pode ser afetado negativamente.

Riscos de câmbio

Quando você investe em ETFs do mercado americano, também corre riscos de flutuação cambial. Ainda assim, investimentos em dólar são mais estáveis e te protegem nos momentos de crises e incertezas.

Leitura recomendada: Descubra o que é preço sobre lucro (P/L) e como calcular.

E quanto aos benefícios desse investimento?

Aqui, vale falar das seguintes vantagens do ETF:

Diversificação

ETFs têm uma variedade de ativos subjacentes, o que permite aos investidores obter uma diversificação instantânea em uma única transação. Isso reduz o risco associado a um único título ou ação.

Acesso a diferentes mercados

Quando você investe em ETFs, tem a oportunidade de investir em uma ampla variedade de mercados, incluindo ações, títulos, commodities e moedas, sem a necessidade de comprar cada ativo individualmente.

Na prática, isso já traz uma carteira mais variada e facilita, por exemplo, fazer seu Imposto de Renda.

Transparência

A maioria dos ETFs divulga regularmente sua composição, permitindo que os investidores saibam quais ativos estão incluídos no fundo. Dessa forma, existe uma maior transparência em comparação com outros veículos de investimento, como fundos mútuos.

Baixas taxas

Os ETFs vêm com custos operacionais mais baixos do que outros produtos de investimento. Isso se deve ao fato de que os ETFs são projetados para replicar um índice específico, em vez de serem gerenciados ativamente.

Leitura recomendada: Quando comprar ações: vale a pena comprar com o mercado em baixa?

ETFs Pagam Dividendos? Entenda o retorno dos ETFs

Sim, boa parte dos ETFs pagam dividendos. Portanto, se você tem cotas de um ETF, seja no Brasil ou nos Estados Unidos, é possível que receba essa parcela do lucro das empresas que o compõe.

A questão é: se vão fazer o pagamento dos dividendos ou não, tal qual a periodicidade e o valor das distribuições. Por isso, a decisão acaba sendo algo definido de acordo com as políticas de cada ETF.

Quando os ETFs não pagam dividendos é porque alguns podem ser focados em investimentos que não geram dividendos, como títulos de renda fixa ou commodities. Além disso, alguns ETFs podem optar por reinvestir os dividendos automaticamente em vez de distribuí-los aos investidores.

Dessa forma, é importante se informar bem a respeito desses fatores antes de optar por um ETF específico.

A dica aqui é ler atentamente o prospecto e as informações do fundo para entender suas características, incluindo se ele paga dividendos e como eles são tratados. Essas informações podem ser encontradas nos materiais disponibilizados pelo gestor do ETF.

ETF de criptomoedas: um novo horizonte para investidores

ETF de criptomoedas é um fundo de investimento que acompanha o desempenho de um determinado conjunto de criptomoedas. Assim como outros tipos de ETFs, os ETFs de criptomoedas são negociados em bolsas de valores.

Essa opção permite que os investidores obtenham exposição às criptomoedas sem precisar adquirir diretamente os ativos subjacentes. Em vez disso, eles compram cotas do ETF, que representam uma fração do portfólio de criptomoedas do fundo, o que facilita o investimento para quem prefere uma abordagem mais tradicional e regulamentada.

Os ETFs de criptomoedas contam com uma variedade de criptomoedas populares, como Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Ripple e outras. O objetivo é fornecer aos investidores uma exposição ampla ao mercado de criptomoedas, permitindo que se beneficiem de possíveis valorizações dos ativos digitais.

Ao investir em ETFs de criptomoedas, você consegue vantagens como diversificação, liquidez, custódia segura dos ativos digitais e gestão profissional. Fora o fato de serem regulamentados por órgãos governamentais e estarem sujeitos a regras e requisitos específicos, trazendo mais segurança.

Leia mais: Como converter Bitcoin em Real?

Como ganhar dinheiro com ETFs: estratégias de investimento

Siga nossas dicas para saber como ganhar mais dinheiro com os ETFs.

Opte por ETFs americanos

Assim como qualquer investimento em Dólar, os ETFs americanos podem trazer mais margem de lucro.

Os ativos americanos dificilmente sofrem influência negativa quando o Brasil passa por seguidas crises políticas e econômicas. Diferente do mercado financeiro nacional, que é impactado de forma direta.

Fora que a NASDAQ e a NYSE contam com milhares de opções de ETFs, enquanto a B3, bolsa brasileira, tem opções mais limitadas e com taxas maiores.

Investimento de longo prazo

Obtém ganhos com a valorização dos ativos subjacentes ao longo do tempo. É uma estratégia popular entre investidores que acreditam no potencial de crescimento do mercado de forma geral ou de um setor específico.

Investimento setorial

ETFs facilitam seu investimento em setores específicos da economia, como tecnologia, saúde, energia renovável, entre outros. A estratégia consiste em identificar setores que apresentem boas perspectivas de crescimento e escolher ETFs que acompanhem esses setores.

É assim que você pode se beneficiar do desempenho de empresas dentro de um setor específico!

Investimento baseado em índices

Muitos ETFs são projetados para replicar o desempenho de um índice de referência, como o S&P 500 ou o FTSE 100. Essa estratégia consiste em investir em ETFs que acompanham índices amplamente reconhecidos para obter retornos semelhantes ao desempenho desses índices.

Viu só como investir em ETFs pode ser uma forma mais interessante de investir na bolsa e no mercado estrangeiro?

Investimentos

Tesouro Direto: entenda tudo sobre o investimento

Saiba tudo sobre o Tesouro Direto, um investimento de renda fixa indicado para diversos tipos de investidores. Confira como funciona e mais!

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

O que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do governo federal de emissão de títulos públicos. O foco é financiar atividades de infraestrutura, educação, saúde etc. Assim, é como se o investidor emprestasse dinheiro à União e, em contrapartida, recebe uma remuneração, que varia de acordo com o tipo de papel escolhido.

Esse produto financeiro faz parte da renda fixa. Por isso, é bastante seguro e ideal para quem está começando a investir. Além disso, é indicado para o perfil de investidor conservador.

Por sua vez, quem é arrojado também pode alocar seu dinheiro nesse investimento. Isso porque ele serve como opção para a diversificação da carteira.

Mais do que isso, para saber o que é Tesouro Direto, é preciso saber que esse programa foi criado em 2002 e administrado pelo Tesouro Nacional. Ele pode ser usado por pessoas físicas, mas exige conta em uma corretora de valores.

Mesmo assim, a negociação é feita por uma plataforma própria. Ela é operacionalizada pela B3, a bolsa de valores brasileira.

Leitura recomendada: Como calcular quando devo investir no exterior?

Quais são os tipos de Tesouro Direto?

Os tipos de títulos públicos podem ser divididos de acordo com a sua rentabilidade: prefixados, pós-fixados e híbridos. Os primeiros permitem saber quanto exatamente se vai ganhar na data de vencimento. Os segundos têm uma remuneração vinculada a um indexador. E os últimos variam de acordo com uma taxa fixa mais um índice de mercado.

Para entender melhor todas as opções, apresentamos os tipos de Tesouro Direto hoje, com suas respectivas características. Confira!

Tesouro Prefixado, com ou sem pagamento de juros semestrais

O Tesouro Prefixado apresenta uma taxa predeterminada, já conhecida antes mesmo de você aplicar o seu dinheiro. Por exemplo, 10% ao ano. Isso significa que você receberá isso na data de vencimento.

Portanto, não haverá alterações. Por esse motivo, essa opção é indicada para quem deseja saber exatamente o quanto receberá de rendimento no vencimento.

Esse é o funcionamento geral do Tesouro Prefixado. No entanto, existe uma opção que paga juros semestrais. Na prática, a diferença é que você receberá o cupom — juros devidos até a data — a cada 6 meses.

Por um lado, o recebimento desse retorno pode ser positivo, caso você reinvista o valor. No entanto, haverá o desconto de Imposto de Renda (IR) sobre o ganho, de acordo com a tabela regressiva de renda fixa. Explicaremos mais sobre a tabela depois.

Tesouro IPCA+, com ou sem pagamento de juros semestrais

O Tesouro IPCA+ é um título com rentabilidade híbrida, porque tem uma taxa fixa mais o rendimento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Por exemplo, 4% ao ano + IPCA. Portanto, é o único que sempre oferece um ganho real, já que esse indicador mede a inflação oficial do Brasil.

Nesse sentido, o valor do IPCA é útil para quem pretende investir nessa modalidade. Essa é uma forma de manter o seu poder de compra justamente devido ao ganho da taxa fixa. Essas características fazem o Tesouro IPCA+ ser o ideal para quem quer ter alguma rentabilidade real em qualquer cenário econômico. 

Ainda é importante ressaltar que o Tesouro IPCA+ também tem uma opção em que há pagamento de juros semestrais. Nesse caso, também há o desconto do IR. Por isso, é preciso pensar bem se vale a pena contar com esse cupom a cada 6 meses na sua estratégia de investimentos.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título pós-fixado, que rende igual à taxa básica de juros. Por isso, o retorno pode sofrer variações a cada 45 dias, já que a Selic é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) nesse intervalo de tempo.

A grande vantagem do Tesouro Selic é quase não sofrer a marcação a mercado. Vamos explicar esse conceito depois. Nesse momento, vale saber que isso significa que a chance de ter perdas em caso de resgate antecipado é baixíssima.

Por esse motivo, esse papel é o mais recomendado para quem deseja formar uma reserva de emergência.  Mas atenção: aqui, não existe possibilidade de pagamentos semestrais.

Tesouro RendA+

O título mais recente do Tesouro Direto é o RendA+, lançado no início de 2023. Ele tem como foco a aposentadoria, tendo um rendimento híbrido. Por isso, ele tem um retorno equivalente ao IPCA mais uma taxa fixa.

A diferença está no momento do resgate. A ideia é receber o capital acrescido de juros ao longo de 20 anos, isto é, 240 parcelas mensais. Portanto, o objetivo é, realmente, ser um complemento à aposentadoria.

Além disso, durante os recebimentos, a quantia é corrigida pela inflação, a fim de garantir o seu poder de compra.

Agora, você deve estar se perguntando: “e se eu quiser resgatar o dinheiro antes do vencimento?”. Bom, existe um prazo de carência de 60 dias. Portanto, é impossível fazer qualquer saque nesse período.

Depois desse prazo, você pode fazer o resgate dos valores quando quiser. No entanto, também sofrerá a marcação a mercado.

Como funciona o Tesouro Direto?

Os títulos do Tesouro Direto funcionam como outros tipos de ativos do mercado financeiro. Ou seja, você escolhe o título, aloca o seu dinheiro e recebe o retorno na data de vencimento — ou o valor de venda, caso faça o saque antes do prazo. Toda a negociação é feita pela plataforma própria do programa.

Apesar dessa explicação ser simples, existem detalhes importantes a considerar. Veja quais são eles.

Valor mínimo de aplicação

O valor mínimo a aplicar no Tesouro Direto é R$ 30, ou o equivalente a 1% do título. Explicando melhor: o que vale é a porcentagem do papel. No entanto, se ela for inferior a R$ 30, considera-se essa quantia.

Assim, se o valor total do título for R$ 7.000, você terá que investir R$ 70, que equivale a 1%. Por outro lado, caso o montante total seja R$ 2.000, é impossível aplicar somente R$ 20. Terá que aumentar para R$ 30.

Apesar dessa informação ser importante, você não precisa fazer esse cálculo. No momento de investir, a plataforma do Tesouro fará a adequação da quantia e você verá tudo corretamente antes de confirmar a operação.

Taxas e tributação

O Tesouro Direto sofre a tributação do Imposto de Renda, cuja tabela é regressiva. A aplicação é feita somente sobre o lucro. As alíquotas são as seguintes:

  • 22,5% para investimentos de até 180 dias;
  • 20% para 181 a 360 dias;
  • 17,5% para 361 a 720 dias;
  • 15% para períodos superiores a 720 dias.

Além disso, existe a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No entanto, ele incide somente quando o investidor resgata os valores aplicados em um período inferior a 30 dias. A taxa decresce a cada dia e vai de 96% a 0%.

Por fim, existem as taxas do Tesouro Direto de administração e custódia. A primeira é cobrada pela corretora de valores. Boa parte delas isenta sua incidência. Por isso, é importante verificar antes de abrir a sua conta.

Por sua vez, a taxa de custódia é cobrada pela B3 e é igual a 0,20% ao ano sobre o total investido. A incidência é semestral, mas há isenção para quem tem até R$ 10 mil no Tesouro Selic.

Caso você tenha mais de R$ 10 mil no Tesouro Selic, especificamente, a taxa de custódia é aplicada somente sobre o excedente.

A rentabilidade pode ser pré fixada, pós-fixada ou híbrida, como já vimos. Todas as opções são válidas e indicadas para cenários econômicos diferentes.

Liquidez

O prazo para receber os valores após solicitar o resgate, variam de acordo com as regras abaixo:

  • Resgate realizado em dias úteis (de 9h30 às 13h00): a partir das 13h do mesmo dia de resgate;
  • Resgate realizado em dias úteis (de 13h00 às 18h00): a partir das 13h do 1º dia útil após a solicitação de resgate;
  • Agendamento de resgate (de 18h00 às 5h00, finais de semana e feriados): a partir das 13h do 1º dia útil.

Lembrando que pode haver perdas devido à marcação a mercado, caso faça o resgate antes do vencimento.Além disso, o Tesouro RendA+ tem um prazo de carência de 60 dias. Por isso, as regras acima são aplicadas a partir desse período.

Horário de funcionamento

As transações acontecem todos os dias úteis, das 9h30min às 18h.

Fora desse horário ou em finais de semana, a operação será executada no próximo dia útil, com base nos preços e nas taxas válidos na abertura do mercado. 

Por isso, os preços e as taxas apresentadas na plataforma do Tesouro Direto nesses períodos valem somente para referência. Ainda há situações em que as negociações podem ser suspensas durante o dia devido às condições de mercado. Porém, essa situação é pontual.

Marcação a mercado

Marcação a mercado é uma técnica que consiste em avaliar o valor de um investimento, como ações e títulos, diariamente, de acordo com o preço atual do mercado. Esse processo ajuda a determinar um preço justo para o investimento com base nas flutuações diárias. 

No caso da renda fixa, essa volatilidade existe, mas ela não impacta o investidor que deixa o capital alocado até a data de vencimento. Por outro lado, se você fizer o resgate antecipado, a operação será feita com base nesse valor de mercado.

Portanto, quando você opta por vender um título do Tesouro antes do vencimento, poderá receber um valor diferente ao proporcional devido. Isso porque o cálculo usará o preço de mercado como referência.

Isso pode ser positivo ou negativo. Quando o preço estiver acima do que deveria ter rendido com a taxa que investiu, você ganha mais. Porém, ele também pode estar abaixo, o que pode levar a um prejuízo, até mesmo sobre o valor investido.

Qual o rendimento de um Tesouro Direto?

O rendimento de um Tesouro Direto depende da taxa aplicada a cada título no momento da negociação. De toda forma, os indexadores são a Selic e o IPCA, e também pode ter uma taxa fixa. Para entender melhor as possibilidades, veja a rentabilidade acumulada dos títulos, de acordo com a posição em 24 de fevereiro de 2023, indicada no site do Tesouro Direto.

Quanto rende 1.000 por mês no Tesouro Direto?

Para saber quanto rende R$ 1.000 por mês no Tesouro Direto, é preciso verificar o indexador e a taxa fixa, se existir. Utilizando o Tesouro Selic 2024 como exemplo, é preciso saber em quanto está a taxa básica de juros. Ela está em 13,75% ao ano em 24 de fevereiro de 2023. Assim, o retorno mensal seria de R$ 10,74, o que representa uma taxa bruta de 1,07%. Com isso, o saque após 30 dias seria cerca de R$ 1.008,31, descontando os impostos

Se a Selic se mantivesse por 12 meses nesse mesmo patamar, o valor de resgate já subiria para R$ 1.112,80. Ou seja, o lucro seria de R$ 112,80, com uma taxa líquida aproximada de 11,28%.

Como investir no Tesouro Direto?

Para saber como investir no Tesouro Direto, realize as seguintes etapas:

  1. Abra a conta em uma corretora de investimentos. Vale a pena procurar uma que ofereça isenção de taxas;
  2. Faça seu cadastro na plataforma do Tesouro Direto. Insira seus dados e aguarde a senha provisória para acessar o sistema;
  3. Escolha o título. Considere seu perfil de investidor e avalie a melhor opção para a sua realidade financeira e os objetivos que pretende alcançar;
  4. Execute a ordem de compra. Defina o valor e faça os ajustes necessários antes de realizar a compra do título. Em seguida, confirme a transação.

Existem alternativas de investimento?

Sim, existem alternativas de investimento. É recomendado estudar a  renda variável e também optar por investir no exterior para potencializar os seus ganhos. Essa é uma forma de diversificar a sua carteira e garantir uma rentabilidade maior para o seu portfólio.

Nesse sentido, vale a pena contar com uma conta global de investimentos. Com ela, você conseguirá saber como investir em dólar e poderá acessar uma série de ativos do mercado financeiro de outro país.Assim, você poderá investir no Tesouro Direto, mas também terá outros ativos na sua carteira. Isso ajudará a ter um ganho maior e a consolidar o seu patrimônio. Então, que tal abrir a sua conta global de investimentos? Acesse o site da Nomad e insira os seus dados!

Investimentos

Como investir? Saiba todas as opções e dicas [GUIA COMPLETO]

Confira um guia completo de como começar a investir mesmo com pouco dinheiro. Conheça os tipos de investimento, qual o seu perfil e mais!

Por:
Celso Filho
12/12/2023
15 min de leitura
12/12/2023

O que é necessário para começar a investir?

Antes de mais nada, você precisa ter em mente que não é necessário uma grande quantia de dinheiro para começar a investir. Tudo vai depender da sua estratégia de investimento e da análise individual da sua realidade financeira no momento.

Um dos pontos principais a ser analisado é o seu perfil de investidor. Isso porque, antes de tomar qualquer decisão, você precisa avaliar a sua tolerância ao risco. Assim, você pode definir se tem um perfil mais conservador, moderado, ou arrojado.

Entendendo o seu perfil, você pode passar a analisar quais são as suas necessidades pessoais, tanto na questão de retorno quanto sobre os motivos do investimento. Dessa forma, você vai poder traçar um prazo para a movimentação.

Você também pode analisar qual o motivo do investimento. Se for pensando em uma aposentadoria, por exemplo, deve levar em consideração que o prazo de retorno é maior. Assim, você também define o prazo para o retorno.

Outro ponto essencial para começar a investir é considerar o nível de capital que você tem disponível. Conforme dissemos, não é necessário muito dinheiro para começar a investir, mas o retorno é proporcional ao investimento, ou seja, quanto mais dinheiro investido, maior a rentabilidade.

Daí a necessidade de fazer um planejamento financeiro e, também, avaliar as opções de investimento disponíveis. No geral, o mercado financeiro é dividido em renda fixa e renda variável, ou renda passiva. E vamos explicar um pouco mais sobre isso adiante.

Por fim, outra característica importante para um bom investidor é a capacidade de expandir os conhecimentos. Por isso, é interessante aprender sobre educação financeira e sobre o mercado de investimentos.

Com mais conhecimento, você tem oportunidade de explorar novas estratégias e definir seu perfil de investidor com clareza, tendo a chance de adaptar os tipos de investimentos com o momento da sua vida e as suas expectativas financeiras.

Conheça os tipos de investimentos

Para saber como investir com segurança, você também precisa entender quais os ativos disponíveis no mercado financeiro. Isso porque cada um tem características específicas e pode atender a perfis de investidores diferentes.

Renda fixa

A renda fixa inclui os investimentos em que a forma de cálculo da remuneração é definida desde o momento da aplicação. Assim, a expectativa é que você receba, no futuro, o valor investido inicialmente, acrescido dos juros.

Esse tipo de renda é o mais indicado para investidores com perfil conservador e moderado e inclui, por exemplo, os títulos do Tesouro Direto, CDBs, Fundos de Renda Fixa e carteiras digitais remuneradas.

Renda variável

A renda variável, por sua vez, inclui investimentos com retorno imprevisível no momento da aplicação. Assim, a remuneração pode variar de acordo com as condições do mercado e não há, portanto, garantia de lucro.

Esse tipo de renda é mais arriscado e costuma ser indicado para investidores com perfil moderado e arrojado, e inclui ações negociadas na bolsa de valores, fundos imobiliários, fundos de investimentos e criptomoedas, por exemplo.

Para investir em renda variável, é recomendado que você tenha conhecimento prévio sobre o mercado, por isso, realizar algum curso ou contar com a ajuda de uma corretora é algo aconselhável!

Como investir?

Agora que você já entendeu o que é necessário para começar a investir e os tipos de investimentos disponíveis no mercado, chegou a hora de saber, de fato, como investir e escolher a melhor opção para o seu perfil de investidor.

Por isso, separamos dicas sobre as principais formas de investimento, seja em renda fixa, ou em renda variável. Continue a leitura e saiba mais!

Como investir no Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa criado pelo órgão responsável pela gestão da dívida pública do país e permite que você compre títulos do governo pela internet. Basicamente, é como se você estivesse emprestando dinheiro ao governo.

Esse é um tipo de renda fixa que ganhou popularidade pela facilidade nas aplicações. Isso porque você pode investir a partir de R$30!

Na plataforma do Tesouro Direto você pode escolher o tipo de título que pretende aplicar, de acordo com o seu perfil de investidor. Assim, é possível escolher diferentes indexadores, prazos de vencimento e fluxos de remuneração.

Há três grupos de títulos públicos à venda no Tesouro Direto:

  • Prefixados, que delimitam o valor do retorno no ato do investimento;
  • Pós-fixados, que determinam os critérios de remuneração sem delimitar o valor;
  • Híbridos, que têm parte da remuneração definida e o restante atrelado à inflação.

Depois de escolher o tipo de título e analisar o seu perfil de investidor, você pode investir no Tesouro Direto com facilidade.

Basta abrir uma conta em um banco ou corretora que tenha filiação ao programa, completar o cadastro na plataforma do Tesouro Direto, escolher o título que atende aos seus objetivos, dar a ordem de compra e começar a investir.

Como investir no Tesouro Selic?

O Tesouro Selic é um tipo de título público da dívida do governo pós-fixado, que acompanha a variação da taxa básica de juros da economia. Isso porque a taxa Selic é definida pelo Banco Central a cada 45 dias, em média.

O Tesouro Selic é uma opção pouco volátil, em que o preço do título varia pouco ao longo do tempo e a aplicação tem liquidez diária.

E o investimento no Tesouro Selic, assim como nas demais modalidades do Tesouro Direto, é feito por meio de um banco ou corretora habilitada ao programa.

Após a vinculação da conta na instituição financeira, o investimento pode ser feito pela plataforma da corretora ou do banco, pelo portal ou pelo aplicativo do Tesouro Direto, de acordo com os títulos ofertados pelo programa no momento.

Como investir na Bolsa de Valores?

A Bolsa de Valores é uma instituição que reúne empresas e pessoas que querem comprar e vender ações. O objetivo dela é garantir um ambiente seguro para que as ações das empresas sejam negociadas de maneira eficiente e justa.

As ações, também chamadas de papéis, são parcelas que compõem o capital social de uma empresa. Quando elas são emitidas por companhias abertas ou assemelhadas, podem ser negociadas na Bolsa de Valores.

Geralmente, as empresas vendem ações na Bolsa para levantar dinheiro necessário para investimentos. E essas ações podem ser compradas por qualquer pessoa, desde que observadas as características de cada ação e as regras do mercado.

Assim, para investir na Bolsa de Valores, você precisa ter uma conta em uma corretora de ações, escolher as ações mais adequadas para o seu perfil de investidor, fazer a aplicação e monitorar os lucros.

Como investir em Fundos Imobiliários?

Os Fundos Imobiliários integram ativos de renda variável e são formados por cotistas que reúnem recursos para aplicar em ativos do mercado imobiliário. Essas cotas são negociadas na Bolsa de Valores para pessoas físicas ou jurídicas.

Os Fundos Imobiliários podem ser divididos em três principais tipos:

  • Fundos de tijolo, que investem em imóveis físicos, como prédios, galpões, etc;
  • Fundos de papel, que investem em Letras de Crédito Imobiliário e Certificados de Recebíveis Imobiliários;
  • Fundos de Fundos, que investem em cotas de outros Fundos Imobiliários.

E, para investir em Fundos Imobiliários, você precisa usar uma conta em uma corretora de valores, transferir os recursos para o fundo escolhido, configurar a quantidade de cotas para aplicação e monitorar os lucros.

Como investir em Criptomoedas?

As criptomoedas são consideradas moedas digitais, uma vez que são negociadas somente pela internet e não são emitidas por governos específicos. Elas podem ser usadas como meio de troca, reserva de valor e unidade de conta.

Por serem descentralizadas, as criptomoedas não têm um valor fixo, podendo variar de acordo com a oferta e a demanda. Geralmente quando elas estão em evidência, também ganham mais investimentos por parte do mercado financeiro. Um exemplo são os NFT’s, que tiveram grande destaque devido ao alto valor de revenda.

Assim, você também pode investir em criptomoedas. É possível comprar cotas de fundos e negociar diretamente com uma corretora, a partir de carteiras digitais.

Existem algumas casas no Brasil, chamadas de exchanges, que oferecem esse tipo de serviço, indicado para que você tenha um respaldo sobre o investimento.

E você também pode investir em criptomoedas por meio de ETFs, que são fundos de investimento negociados na Bolsa de Valores em forma de ações. Nesse caso, também é necessário ter uma conta em uma corretora para realizar o negócio.

Como investir em Bitcoin?

O Bitcoin é uma das criptomoedas mais utilizadas pelo mundo e foi a primeira a ter um sistema descentralizado, sendo um ativo digital que opera independentemente de uma instituição financeira, de um banco ou de um país.

Para investir em Bitcoin, assim como para a maioria das criptomoedas, você pode optar pelas exchanges especializadas, como a Binance, pela negociação direta, ou por meio de caixas automáticos espalhados em diversos países.

Em todos os casos, você precisa ter uma conta em uma corretora de criptomoedas, escolher o tipo de investimento que vai realizar de acordo com o seu perfil, aplicar o valor definido e acompanhar o mercado para monitorar os lucros.

Como investir em Dólar?

Considerado uma moeda universal, o dólar também pode ser negociado no mercado financeiro e usado como fundo para aplicações. Para isso, há algumas opções de investimentos em dólar disponíveis.

Por exemplo, você pode investir em dólar por meio de Certificados de Depósitos de Ações, um investimento de renda variável que representa recibos de ações negociadas na Bolsa de Valores.

Outra opção é por meio dos ETFs, que são fundos de investimento negociados em corretoras. Eles são atrelados aos índices da Bolsa de Valores e a outros indicadores econômicos.

Você também pode investir em dólar por meio de fundos cambiais, que são investimentos de aplicação em ativos de moedas estrangeiras. Esses fundos são atrelados ao valor do dólar e podem ser aplicados em títulos de renda fixa.

E também é possível investir em dólar por meio de ações, que representam uma parte de uma empresa. Assim, você precisa escolher uma das opções que aceitam investimento em dólar e negociar no mercado financeiro.

Qual é o melhor investimento para quem tem pouco dinheiro?

Ao longo do texto, você percebeu que existem diversas maneiras de investir. E essa grande variedade também permite que investidores com diferentes poderes aquisitivos e perfis financeiros sejam incluídos no mercado.

Muita gente pensa que, para investir, é preciso ter uma grande quantia em dinheiro. Mas, na realidade, o investimento aos poucos e com regularidade, mesmo que em quantias pequenas, é uma ótima indicação para ter sucesso no mercado.

E as diversas opções disponíveis também podem ser indicadas para quem tem pouco dinheiro. Nesses casos, o mais importante é avaliar o perfil do investidor e as exigências de retorno e tempo para cada tipo de aplicação.

Existem alternativas de investimentos para todos os bolsos, níveis de conhecimento financeiro e tempo de dedicação e espera. Mas, geralmente, a renda fixa é a mais indicada para quem está começando no mercado de investimento.

O Tesouro Direto e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs, pós e prefixados) são ótimas opções para quem tem pouco dinheiro para investir. Isso porque eles exigem uma quantia inicial baixa e o retorno é garantido, a partir da aplicação dos juros.

Mas também há investimentos de renda variável que permitem aplicações iniciais com valores baixos. Na Bolsa de Valores, por exemplo, é possível comprar ações individuais em quantias menores, o que pode ser uma alternativa para iniciantes.

Dessa forma, a indicação é começar a investir mesmo que com um valor pequeno, estudar bastante o mercado financeiro e as opções de aplicações, entender o seu perfil de investidor e contar com a gente para sanar as dúvidas.

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Investimentos

5 vantagens do investimento em dólar

Conheça todas as vantagens de começar a investir em dólar e aumentar o seu patrimônio em uma moeda mais forte que o real!

Por:
Nomad
13/12/2023
15 min de leitura
13/12/2023

1. Moeda historicamente valorizada

Se você já tem algum nível de educação financeira, provavelmente já sabe que o investimento em dólar é uma ótima opção. A valorização histórica da moeda faz com que ela seja mais forte do que o real. Portanto, alocar seu capital no exterior é uma forma de fazer hedge, ou seja, de proteger seu patrimônio.

Isso acontece porque os Estados Unidos é a principal economia do mundo. Dessa forma, o dólar é utilizado como moeda de referência para a maioria das operações internacionais.

Além disso, ainda que o país norte-americano tenha uma crise, o dólar tende a sofrer impactos menores do que a moeda brasileira. Isso pode ser verificado por meio dos números a seguir.

Dólar x Real

A taxa de inflação acumulada de janeiro a outubro de 2022 nos Estados Unidos foi de 6,3%, enquanto no Brasil foi de 4,7%. Apesar disso, a cotação da moeda americana ainda estava em aproximadamente R$ 5,20, segundo dados do investing dolar hoje.

Outro dado relevante é que o real foi a segunda moeda que mais se valorizou em 2022. A alta foi de 5,69%. Ainda assim, a moeda norte-americana apresenta resultados melhores.

Tanto é que o dólar foi o ativo que apresentou a maior alta em setembro de 2022. O dólar PTAX — taxa de câmbio de referência da moeda americana em relação à brasileira — registrou uma rentabilidade de 4,41% no mês. Já o dólar à vista — utilizado por empresas que fecham negócios — atingiu 3,71%.

Esses resultados denunciam o que já se sabe: os Estados Unidos têm uma economia mais estável do que o Brasil. Essa solidez, que também se verifica na política, ajudam a equilibrar a sua carteira de investimentos e diminuir o risco do portfólio. Ao mesmo tempo, a rentabilidade aumenta.

2. Consolidação e crescimento do patrimônio

investir na moeda norte-americana ajuda seu patrimônio a crescer e a se consolidar. Com a valorização do seu capital, você tem uma proteção cambial natural dos seus investimentos.

Em uma situação de crise global — como aconteceu durante a pandemia do coronavírus —, os recursos financeiros alocados em dólar são uma espécie de “porto seguro”. Ou seja, você sabe que seu patrimônio continuará a crescer.

Muito disso é derivado da maturidade do mercado. O Brasil tem apenas 4,4 milhões de investidores. Considerando uma população estimada de aproximadamente 215 milhões de pessoas, o dado representa somente 2%, em média.

Enquanto isso, os Estados Unidos apresentam cerca de 55% de investidores, quando considerada a população adulta. Isso indica que mais de 50 milhões de pessoas físicas investem no país.

3. Diversificação da carteira de investimentos

A diversificação da carteira de investimentos é a regra de ouro do mercado financeiro. Isso significa alocar seu dinheiro em diferentes tipos de ativos tanto da renda fixa quanto da variável. Tudo depende do seu perfil de investidor.

Contudo, também existe a diversificação geográfica. Dessa forma, você consegue investir no exterior e diminuir o risco potencial da sua carteira, enquanto aumenta a possível rentabilidade.

4. Maior oferta de ativos financeiros

Com o dolar investing, você pode optar por ações americanas (stocks), Real Estate Investment Trusts (REITs), Exchange Traded Funds (ETFs), American Depositary Receipts (ADRs) etc. Ou seja, a oferta de ativos é bastante variada.

Por sua vez, os investimentos indiretos — como os BDRs — oferecem uma rentabilidade menor por serem negociados no mercado brasileiro. Além disso, o número de alternativas disponíveis é menor do que se você fizesse uma alocação direta de recursos financeiros.

Leia também: BDR paga dividendos? Descubra como calcular

5. Redução dos impactos inflacionários brasileiros

Por fim, todas as vantagens de investir em dólar já citadas também influenciam a redução dos impactos inflacionários. Afinal, a moeda norte-americana interfere em praticamente todas as economias do mundo — inclusive a brasileira.

Por ser mais forte do que o real, o dólar diminui o impacto da inflação brasileira nos seus investimentos. A relação é simples: com a conversão de valores, você ainda tem que calcular quanto obteve de ganho real, ou seja, acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Como você teve uma rentabilidade mais alta, o impacto diminui. Isso garante um aumento do ganho real e do poder de compra. É claro que isso também contribui para o crescimento e a consolidação do patrimônio. Ou seja, todos os fatores citados estão interligados.

Leitura recomendada: Como receber em dólar?

Investimentos

O que é Índice Dow Jones? Saiba tudo sobre!

Saiba tudo sobre o Índice Dow Jones. Veja o que é, como surgiu, como ele funciona e quais são as empresas que fazem parte!

Por:
Caio Fasanella
14/12/2023
15 min de leitura
14/12/2023

O que é Índice Dow Jones?

Ainda que não seja o índice mais antigo do país, a história do Dow Jones se confunde com a criação das bolsas dos Estados Unidos. O Índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) foi criado em 1884 pelos fundadores do The Wall Street Journal, Charles Dow e Edward Davis Jones.

Seu intuito era o de avaliar o mercado de ações de transporte e sua influência no setor logístico. O índice era composto por 12 empresas baseadas em commodities, que evidenciavam a importância das estradas de ferro para a economia dos EUA da época.

Com o desenvolvimento do país e da economia, o índice foi sendo renovado para acompanhar empresas de outros setores. Atualmente, o índice Dow Jones é baseado na cotação de 30 empresas líderes de mercado, cujo valor somado representa um grande impacto na economia e ajuda a entender o desempenho das empresas de capital aberto.

É importante notar que não existem regras pré-determinadas para que as empresas sejam incluídas no índice. Porém, elas precisam ser de grande potencial, com reconhecimento e respeitadas pelo mercado norte-americano.


Para que serve e qual a importância do Índice Dow Jones?

Usado especialmente para acompanhar ETFs e Fundos de Investimentos, o Índice Dow Jones indica os resultados das empresas norte-americanas de grande porte (também conhecidas como blue chips ou large caps).

Além de ser um índice para acompanhar e indicar tendências, é também fundamental para entender a história da economia norte-americana e sua evolução.

Ele reflete o desenvolvimento de diferentes setores ao longo da história e ajuda a comparar o comportamento do mercado em momentos mais relevantes (como durante a pandemia do Covid-19, por exemplo). Assim, faz com que os investidores tomem melhores decisões.

Mesmo que acompanhe as 30 principais empresas dos EUA, o Índice Dow Jones é de enorme relevância, pois ajuda a entender a flutuação do mercado, das economias em crescimento e a possibilidade de expansão de diferentes setores.

Teoria Dow: o que é e como ajuda na análise técnica?

Um ano após a criação do índice Dow Jones, Charles Dow criou uma teoria que dá suporte ao entendimento da relação entre as tendências de mercado de ações e outras atividades de negócio.

Ela é sustentada por seis principais pilares, que são:

  • Os índices se ajustam a qualquer situação;
  • O mercado possui três tendências;
  • A tendência primária é dividida por acumulação, participação pública e distribuição;
  • índices e médias devem se confirmar;
  • O volume deve confirmar a tendência;
  • Uma tendência permanece até que apresente sinais de reversão.


Qual é a composição atual do índice Dow Jones?

Atualmente o índice Dow Jones é composto pelas seguintes empresas:

  1. American Express;
  2. Amgen;
  3. Apple;
  4. Boeing;
  5. Caterpillar;
  6. Chevron;
  7. Cisco Systems;
  8. Coca-Cola;
  9. Dow;
  10. Goldman Sachs Group;
  11. Home Depot;
  12. Honeywell International;
  13. IBM;
  14. Intel Corporation;
  15. Johnson & Johnson;
  16. JPMorgan Chase;
  17. McDonald’s;
  18. Merck;
  19. Microsoft;
  20. Nike;
  21. Procter & Gamble;
  22. Salesforce.com;
  23. The Travelers Companies;
  24. UnitedHealth Group Inc;
  25. Verizon;
  26. Visa;
  27. Walgreen’s;
  28. Walmart;
  29. Walt Disney;
  30. 3M.

Vale lembrar que a escolha das empresas segue alguns critérios de reputação, crescimento sustentável e interesse dos investidores. Os números oficiais podem ser acompanhados pelo site oficial do Dow Jones.


Como o índice Dow Jones é calculado?

O cálculo do índice é realizado pela soma dos valores das 30 empresas e depois dividido pelo divisor Dow (DJIA = Σp/d). Inicialmente, o valor do índice indicava uma média aritmética simples, com uma avaliação das ações das companhias. Hoje, o cálculo é mais completo e considera os valores de distribuição, proventos, splits e agrupamentos.

Um ponto importante a ser dito aqui é que não é possível investir no índice Dow Jones, que é um indicador teórico. Como opção, é possível investir em fundos que acompanham o desempenho do índice, como ETF’s ou fundos de índice, com rendimentos atrelados.

Outra alternativa é investir diretamente nas ações e replicar os resultados dos índices. A negociação é feita diretamente na bolsa americana, com custos adicionais. Além disso, há também os BDRs (Brazilian Depositary Receipts), recibos de investimentos da B3 em ações internacionais.

E então, gostou do conteúdo? Como você pode ver, o Índice Dow Jones é de extrema importância na economia e no setor de investimentos. Acompanhá-lo pode ajudar os investidores a tomar melhores decisões.

Finanças

O que é Spread Cambial e quando ele é cobrado? Descubra!

Saiba tudo sobre o que é Spread Cambial, como ele funciona, como ele é cobrado e opções para fugir dessa taxa no dia a dia!

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

O que é spread cambial?

Basicamente, o spread de câmbio é a diferença entre o valor que a instituição financeira ou casa de câmbio pagou pela compra de moeda estrangeira e o valor que recebeu por esse dinheiro na hora da venda ou empréstimo da quantia.

Ou seja, pode-se entender o spread como a diferença entre o câmbio comercial e o valor da moeda que é repassado aos clientes da instituição na hora de realizar uma operação financeira em moeda internacional. 

Dessa forma, se um banco ou casa de câmbio estiver negociando dólares a uma tarifa de R$ 4,50 para a compra e R$ 4,70 para a venda, a taxa será de, aproximadamente 4,45%; percentual de diferença entre os dois valores.

O que é spread cambial de compras internacionais?

Ao fazer uma compra internacional, o cliente precisa arcar com a cobrança de tarifas de conversão cambial e impostos que incidem sobre o valor do produto ou serviço adquirido. É importante saber quais as boas práticas de compra no exterior em dólar, pois o preço do produto pode variar de acordo com a cotação da moeda estrangeira no momento da compra. 

Nesse caso, o spread cambial é a diferença entre o câmbio oficial do Banco Central e o câmbio cobrado pela instituição financeira que o cliente utiliza para fazer a compra.

Assim, quando faz uma compra fora do país usando um meio de pagamento brasileiro, o consumidor precisa arcar com a diferença entre o câmbio do Banco Central e do seu banco, o que eleva o custo final do produto. 

Quando o spread cambial é cobrado?

O spread de câmbio é cobrado quando existe compra, recebimento ou envio internacional de dinheiro (que você pode fazer com a Nomad), ou seja, quando o real é trocado por alguma moeda estrangeira em uma operação financeira. 

Dessa forma, quando um consumidor decide adquirir dólares antes de uma viagem, fazer uma compra em comércio eletrônico do exterior, ou realizar investimentos fora do país, existe a incidência do spread.

Leitura recomendada: O que é spread bancário?

Aplicação do spread

Uma situação em que é possível perceber, de forma muito clara, como o spread cambial é aplicado na prática é em operações de compra e venda de moeda em casas de câmbio. 

Suponha que você tenha uma viagem marcada e vá a um desses estabelecimentos para comprar dólares e encontre uma cotação de R$ 4,50. Porém, um outro cliente vai à mesma casa de câmbio no mesmo dia para vender os dólares que têm e consegue negociar a venda a R$ 4,35.

Esses R$ 0,15 de diferença entre o valor pelo qual a empresa compra a moeda e o valor que vende é o spread cambial. Neste caso, ele tende a ser ainda mais elevado levando em consideração o câmbio turismo. Pode até parecer pouco dinheiro, porém, essa quantia faz bastante diferença no valor final que será pago pelo consumidor.

Em um caso de importação de US$ 100.000,00 em mercadorias de fora do país, por exemplo, a taxa seria de R$ 15.000,00. 

Isso também acontece quando um cliente faz uma transferência de dinheiro para o exterior. Geralmente, o spread será explicitado antes da operação ser finalizada pela instituição financeira. 

Se a taxa for de 1,5%, por exemplo, e a cotação do dólar comercial em vigência for de R$ 4,30, a incidência será de 0,0645. Dessa forma, a cada 1 dólar enviado para o exterior, será cobrado R$ 4,3945, além de impostos e tarifas bancárias aplicáveis. 

Por que o spread cambial é cobrado?

A cobrança do spread de câmbio é feita pelas instituições financeiras para cobrir os custos de operação, como:

  • gastos administrativos;
  • riscos de inadimplência;
  • margem de lucro. 

Por essa razão, a porcentagem cobrada pode variar de acordo com a empresa que oferece o serviço de câmbio. Assim, é importante pesquisar bem antes de comprar moedas e fazer envios internacionais, de forma a não pagar taxas mais altas. 

Geralmente, os maiores bancos costumam embutir nas operações uma taxa mais elevada, porque direcionam seus serviços a clientes menos atentos às tarifas de câmbio ou desconhecem instituições focadas em transações cambiais, Essas, por sua vez, oferecem taxas de spread mais atrativas principalmente para operações que envolvam grandes volumes financeiros.

Leitura recomendada: Saiba como funciona uma conta internacional

Demais taxas cobradas em transações internacionais

Além do spread cambial, instituições financeiras cobram outras tarifas na realização de envios de moeda para o exterior. Veja quais são elas, a seguir. 

IOF

IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras, tributo federal cobrado sobre transferências internacionais feitas por pessoas físicas ou jurídicas. 

A taxação depende do tipo de operação: em envios de dinheiro para conta bancária internacional de mesma titularidade, a incidência do IOF é de 1,1%. Já para contas de titularidades diferentes, a cobrança é de 0,38%.

Em transações com cartão de débito, crédito ou pré-pago, a taxação de IOF é mais elevada, de 6,38%. Saiba mais sobre o IOF aqui.

SWIFT (tarifa de envio)

A tarifa de envio SWIFT é cobrada sempre que o cliente realiza uma transferência internacional entre duas contas bancárias distintas que operam em moedas diferentes. Essa  taxa pode ser aplicada tanto ao remetente quanto ao beneficiário da operação, e seu valor não é fixo, variando de acordo com cada banco.

A sigla SWIFT que vem do inglês Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication, é um código universal que identifica as instituições bancárias nas transações internacionais. Conheça as principais taxas do dólar em uma conta Nomad Global.

Com a ferramenta da Nomad, você descobre o código SWIFT dos principais bancos:

Outros tipos de câmbio

Além do câmbio comercial, tarifa referência no mercado, existem outros dois tipos de câmbio.

Câmbio turismo

O câmbio turismo é aplicado em operações de compra e venda de moeda estrangeira destinada a custear viagens ao exterior, como o dólar turismo.

Essa tarifa é calculada com base na cotação do câmbio comercial de uma moeda, adicionando ao valor impostos, custos administrativos e margem de lucro, o que torna o câmbio turismo mais caro. 

Câmbio Ptax

O câmbio Ptax é uma taxa de referência fixada pelo Banco Central do Brasil, diariamente, após o fechamento das janelas de negociação do câmbio no mercado. 

Assim, ela oferece a média das operações realizadas durante o dia pelas instituições financeiras e estabelece a base para a cotação do câmbio mesmo fora do horário comercial.

Como enviar dinheiro para o exterior de forma segura

Existem diferentes opções no mercado para quem quer realizar envios de dinheiro para outros países, cada uma delas com taxas e particularidades específicas. 

Bancos

A transferência internacional feita a partir de agências bancárias, no Brasil, é chamada de ordem de pagamento. Para utilizar essa modalidade de envio, o cliente precisa se dirigir até o banco onde tem uma conta ativa e solicitar o serviço. 

Após a confirmação da transferência, pode ser feito o saque do dinheiro na instituição fora do país indicada pelo cliente. 

A ordem de pagamento costuma ser uma das opções mais caras do mercado, já que os bancos nacionais cobram tarifas de até R$500,00, além de ser preciso arcar com IOF, tarifa SWIFT e taxas dos bancos estrangeiros, que variam entre $20 e $40. 

Instituições financeiras

Já existem no mercado diversas empresas e fintechs dedicadas a facilitar as transferências de dinheiro para o exterior. Na maioria delas, é possível fazer todo o processo de forma online, utilizando um aplicativo de smartphone ou site da instituição. 

Além de agilizar esse tipo de transação, o envio de dinheiro para fora do país por meio dessas instituições costuma ser mais vantajoso para o bolso do consumidor, já que há um spread cambial mais baixo e menor incidência de taxas.

O serviço de envio da Nomad Global, por exemplo, é uma das melhores alternativas disponíveis para quem pretende transferir dinheiro para o exterior. O processo é realizado a partir da própria conta Nomad do cliente nos EUA, o que torna a transferência mais simples e rápida.

Além disso, a cotação utilizada é o dólar comercial, e não turismo, resultando em uma conversão final mais favorável para o cliente. A conta Nomad conta ainda com um recurso de cotação real time, em que o app atualiza constantemente, permitindo a escolha do melhor momento para fazer a operação. 

Agora que você já entende o que é spread cambial, que tal conhecer mais sobre a conta global Nomad e experimentar um mundo financeiro sem barreiras?

Finanças

Salário mínimo Japão 2024: tudo que você precisa saber

Confira qual o salário mínimo no Japão, quanto você recebe por hora nas principais cidades, profissões mais bem pagas e como se aposentar!

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

Qual o salário mínimo no Japão em 2024?

No Japão, o salário depende da região onde a pessoa é contratada. O país é dividido em 47 prefeituras (conceito diferente do que conhecemos) e a moeda oficial é o Iene (¥). Mesmo não tendo muito destaque na lista das moedas mais valiosas do mundo, é uma moeda forte e com alto poder de compra.

Cada prefeitura estabelece as suas regras, definidas após acordos oficiais com o governo. Diferentemente do Brasil, o salário mínimo no Japão é calculado por hora, que varia de 100 a 1500 ienes por hora trabalhada, ou 150 mil ienes por mês. Mas, vale lembrar que além da região, fatores como província, turno e até mesmo o sexo influenciam nesse valor.

Apesar dos valores variarem também com a idade do trabalhador, em média, o salário no Japão em 2024 gira em torno dos 300 mil Ienes mensais após os impostos.

Leitura recomendada: Salário mínimo Coreia do Sul 2024: tudo que você precisa saber.

Quanto se ganha por dia no Japão?

Devido ao fato da remuneração ser por hora, o valor que se ganha por dia no Japão depende da quantidade de horas trabalhadas. A carga horária média é de 8 horas por dia e 40 horas semanais, contudo é culturalmente mal visto não fazer horas extras durante a semana.

Então, para saber quanto se ganha por dia no Japão, basta multiplicar a média da cidade pela quantidade de horas trabalhadas. Veja como anda os valores da hora em algumas cidades:

  • Tóquio - 958 ienes
  • Kyoto - 856 ienes
  • Chiba - 868 ienes
  • Tottori - 738 ienes
  • Okayama - 781 ienes
  • Hyogo - 884 ienes
  • Hiroshima - 818 ienes
  • Nagasaki - 737 ienes

Qual o custo de Vida no Japão

Antes de você decidir se mudar, ou passar um tempo no país, é essencial entender o custo de vida e levar em consideração o salário mínimo no Japão.

Para isso, tenha em mente os seguintes aspectos:

Custo de Moradia

Os preços de aluguel variam significativamente dependendo da região. Naturalmente, o custo de moradia no interior será menor do que na capital.

No centro de Tóquio, por exemplo, o aluguel médio de um apartamento de um quarto pode chegar a cerca de ¥150.000 por mês. Já em cidades menores, os valores podem ser 30% a 50% mais baratos.

Alimentação

A alimentação é um dos aspectos que mais encarecem o custo de vida no Japão, no entanto, tudo vai depender se você irá se alimentar mais dentro ou fora de cara.

Uma refeição em um restaurante custará entre ¥800 e ¥2000, por exemplo.

Já se você optar por cozinhar em casa, os gastos mensais com comida para uma pessoa variam entre ¥30.000 e ¥50.000.

Transporte

Conhecido por ser eficiente e bem conectado, o transporte público será seu grande aliado.

O preço do metrô no país é cobrado pela distância percorrida. A tabela de Tóquio funciona da seguinte forma:

  • De 1 a 6 km: ¥170;
  • De 7 a 11 km: ¥200;
  • De 12 a 19 km: ¥250;
  • De 20 a 27 km: ¥290;
  • De 28 a 40 km: ¥320.

Ainda na capital, um passe mensal de metrô custa em torno de ¥10.000. Também existem as opções diárias que variam de 600 até 1.590 Ienes para 24h de uso ilimitado.

Saúde

O sistema de saúde japonês não é gratuito, Entretanto, é reconhecido pela alta qualidade e eficiência.

A maioria dos residentes do país são obrigados a participarem do seguro de saúde nacional que varia de acordo com a renda.

Em média, é normal gastar cerca de 30% do valor total em um tratamento médico, sendo o restante coberto pelo seguro de saúde.

Lazer

Encontrar o que fazer no Japão não será um problema. O país é conhecido por oferecer uma ampla gama de opções de lazer que variam desde visitas a templos históricos até participação em festivais culturais vibrantes.

Os custos dependem das suas escolhas e preferências. Ao visitar museus e pontos turísticos populares você encontrará ingressos entre ¥500 e ¥2.000, enquanto eventos especiais apresentam preços mais elevados.

Leia também: Qual o custo de vida na Noruega? Aluguel, alimentação e mais

Quais os empregos mais procurados no Japão?

Não é qualquer pessoa que pode trabalhar no país. Estrangeiros precisam de um visto de trabalho, o visto de turismo não é permitido para esta finalidade. Porém, o governo japonês só concede essa permissão para quem é descendente até da terceira geração, mais conhecidos como sansei.

E para quem cumpre os requisitos necessários para o visto, os postos de trabalho mais comuns para estrangeiros são:

  • Professor de inglês
  • Profissional de TI
  • Tradutor ou intérprete
  • Vendedor
  • Militar
  • Garçom
  • Atendente
  • Fábricas
  • Kombinis (lojas de conveniência)

E não podemos esquecer do trabalho remoto! A pessoa pode trabalhar de casa e receber o dinheiro diretamente na sua conta bancária. Neste modelo de trabalho, as vagas mais procuradas são, também, os da área de TI.

Quais as profissões mais bem pagas no Japão?

Na terra do sol nascente, existem algumas profissões com mais demanda por profissionais que outras. Isso acontece pela dificuldade do país em formar profissionais qualificados e pela maioria da população ser idosa.

Algumas das profissões japonesas mais bem pagas são:

Desenvolvedor de software

Uma profissão que está em escassez no mundo inteiro são os profissionais de TI, especialmente os desenvolvedores de software.

Muitos profissionais da área não possuem um diploma, mas é necessário comprovar suas habilidades e experiências para conseguir um bom emprego.

Nesta área, os salários oscilam para mais de ¥500.000 por mês.

Agente de comércio exterior

O trabalho dos agentes é representar importadores, exportadores e outras empresas, garantindo um transporte seguro, eficiente e econômico das mercadorias.

Quanto à educação, nem todos os empregadores exigem um diploma. Alguns preferem que você tenha experiência prática na área correspondente.

Conhecida como uma das profissões mais bem pagas no Japão, o salário mensal gira em torno de 833.000 Ienes.

Engenheiro de materiais

É uma área muito valorizada pelos japoneses e com uma grande barreira de entrada. É obrigatório ter um diploma de bacharel, porém, mestrado ou doutorado também podem ser exigidos.

No trabalho, este profissional pesquisará e estudará estruturas e propriedades químicas de diversos materiais.

Nesse caso, o salário mínimo no Japão fica totalmente de lado, pois este profissional ganha até 850.000 Ienes por mês.

Como funciona a aposentadoria no Japão?

Os benefícios da aposentadoria no Japão são concedidos por três motivos: morte, invalidez ou idade. Para se aposentar por idade, a legislação japonesa exige pelo menos 10 anos de contribuição, sendo que a pessoa só recebe o valor integral após 40 anos contribuindo com a previdência. A idade mínima, para ambos os sexos, é de 65 anos.

Há duas formas para se inscrever na previdência. Uma é para desempregados e autônomos e a outra é para quem está empregado. Para essa segunda modalidade, é necessário ter ao menos um mês de contribuição.

Como conseguir o visto de trabalho no Japão

Identifique o tipo de visto de trabalho adequado

O Japão oferece diferentes tipos de vistos de trabalho, dependendo da natureza da atividade profissional. Alguns exemplos comuns incluem visto de professor, engenheiro e de especialista em TI.

Verifique os requisitos específicos

Cada tipo de visto de trabalho tem seus próprios requisitos e critérios.

Isso inclui comprovação da qualificação educacional, experiência profissional, patrocinador no Japão e outros documentos pertinentes.

Reúna a documentação necessária

Se organize para não ter problemas, prepare todos os documentos exigidos para a solicitação do visto, sendo os principais:

  • Formulários de inscrição;
  • Passaporte;
  • Fotos;
  • Carta de oferta de emprego;
  • Comprovante de renda.

Envie a solicitação para o Consulado Japonês

Entre em contato com o Consulado Japonês ou a Embaixada do Japão em seu país para obter informações precisas sobre o processo de solicitação.

Pague as taxas de processamento

Normalmente, há taxas de processamento associadas à solicitação de visto de trabalho. Verifique as taxas aplicáveis para o seu tipo de visto e proceda com o pagamento.

Aguarde o processamento do visto

O tempo de processamento varia de acordo com a demanda e a complexidade de cada caso.

Esteja preparado para aguardar algumas semanas ou até mesmo meses para obter uma resposta sobre a aprovação do visto.

Faça o exame médico e obtenha o Certificado de Elegibilidade

Após a aprovação inicial do visto, você será instruído a fazer um exame médico e obter um certificado de elegibilidade para garantir que é capaz de exercer seu futuro trabalho.

Solicite o visto de trabalho no Japão

Com o Certificado de Elegibilidade em mãos, você poderá entrar no Japão e solicitar formalmente o visto de trabalho nas autoridades de imigração japonesas. Siga as instruções fornecidas e providencie os documentos necessários para a emissão do visto.

Lembre-se! Essas são dicas gerais e o processo detalhado irá mudar de acordo com sua profissão, recomendações e ofertas de emprego.

E para garantir que você não passe nenhum aperto ou tenha problemas com os bancos japoneses assim que chegar lá, procure ter uma conta internacional em seu nome, como a Conta Global Nomad, 100% digital e gratuita para abrir!

E se você está planejando sair do país e morar fora, não deixe de conferir nosso guia: Morar no exterior: como se planejar?

Finanças

O que é IOF e quando ele é cobrado? Descubra!

Conhecer as taxas que são aplicadas sobre as operações financeiras é fundamental, por isso, aprenda o que é o IOF e muito mais!

Por:
Nomad
21/11/2023
15 min de leitura
21/11/2023

O que é o IOF?

O IOF é um imposto federal cobrado sobre as transações financeiras realizadas tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, sejam elas de crédito, câmbio ou seguros. Esse imposto também está presente em qualquer operação com títulos e valores imobiliários, como na bolsa de valores ou fundo imobiliário. A cada operação é cobrada uma taxa, reconhecida como recolhimento proporcional aos investimentos. Qual é a função do IOF? 

Além de saber o que é o IOF, é essencial conhecer a função dele. Esse imposto foi criado com o propósito de regular a economia. Ou seja, com o IOF, o governo pode calcular como está a oferta e a demanda de crédito no Brasil, e assim é possível realizar ajustes de taxas para controlar a economia, se necessário.

Quando é cobrado IOF? 

O IOF é cobrado em operações de câmbio, crédito, seguro ou em títulos e valores imobiliários. 

Existem algumas situações cotidianas em que essa cobrança é realizada, como: 

  • Compra e venda de moeda estrangeira
  • Contratação de seguro
  • Empréstimo
  • Financiamento 
  • Cheque especial
  • Crédito rotativo
  • Resgate de investimentos
  • Utilização do cartão de crédito em compras fora do país (presencialmente ou pela internet)

Como calcular o IOF? 

A base utilizada para calcular o IOF leva em conta o tipo de operação financeira realizada. Ainda se tratando do mesmo imposto, ao incidir sobre transações diferentes, o valor cobrado varia. 

O IOF pode variar até dentro de um mesmo tipo de investimento, de acordo com algumas variáveis, como o tempo de aplicação, tipo de operação e valor movimentado. Em alguns casos, quanto maior o tempo que o investidor deixar o montante aplicado, menor será a tributação sobre a quantia. 

Vale ressaltar que, no caso de investimentos, o cálculo do IOF é realizado em cima da rentabilidade da aplicação, e não do valor que foi investido. E vários fatores podem influenciar o percentual de IOF que será cobrado, bem como a maneira que será feita a cobrança. 

Valor do IOF para as diferentes operações 

Até aqui você entendeu o que é o IOF, a função dele, quando é cobrado e como esse imposto é calculado. A seguir, confira o valor dessa taxa para os principais tipos de operações em que ela incide.

Compra ou venda de moeda estrangeira

Um dos objetivos do IOF é regular o mercado cambial e controlar a entrada e saída de moeda estrangeira do país.

A alíquota do IOF vai variar dependendo do tipo de operação e das condições específicas. 

Normalmente, as operações de câmbio para a compra de moeda estrangeira em espécie têm uma alíquota de 1,1% de IOF. 

Compras internacionais no cartão

Para realizar compras internacionais no cartão, seja presencialmente ou online (em sites estrangeiros), atualmente é cobrado 6,38% de IOF sobre o valor final da compra com o cartão pré-pago ou de crédito. 

Vale destacar que em 2022 foi assinado um decreto presidencial prevendo a redução gradual do IOF incidido em compras internacionais com o cartão de crédito. Abaixo, exemplificamos os valores e as datas de redução do imposto, que será completamente zerado em 2028:

Alíquota do IOF Data de Redução
De 6,38% a 5,38% A partir de 02/01/2023
De 5,38% a 4,38% A partir de 02/01/2024
De 4,38% a 3,38% A partir de 02/01/2025
De 3,38% a 2,38% A partir de 02/01/2026
De 2,38% a 1,38% A partir de 02/01/2027
De 1,38% a 0%  A partir de 02/01/2028

Como o IOF incide no cartão de crédito 

O IOF incide sobre o valor das transações realizadas com o cartão de crédito em situações específicas. Confira abaixo. 

Compras internacionais

Quando você utiliza o cartão de crédito para fazer uma compra em moeda estrangeira ou em sites internacionais, o IOF é aplicado sobre o valor da transação. Atualmente, a alíquota do IOF para compras internacionais é de 6,38%, e a mesma taxa se aplica caso você opte por usar um cartão de débito internacional. 

Saques em dinheiro

Se você utiliza o cartão de crédito para fazer saques em dinheiro, seja em território nacional ou no exterior, o IOF também vai ser aplicado. Vale lembrar que o IOF é uma das formas do governo equilibrar a economia. 

Para saques nacionais, a alíquota do IOF é de 0,38%. Já para saques realizados fora do Brasil, a alíquota é de 6,38%. Não se esqueça de que o IOF incide sobre o valor da transação, incluindo o valor da compra/saque e quaisquer encargos adicionais, como juros e tarifas. 

Cheque especial ou crédito rotativo

Ao falar de cheque especial e crédito rotativo, estamos abordando as operações que contam com os juros mais altos do mercado e que também têm a incidência de IOF. 

Nos dois casos há uma cobrança de 0,38% sobre o valor pendente mais 0,0082% por dia, até que a conta seja quitada. Em ambas as situações, o IOF diário acumulado não pode ultrapassar 3%, independentemente da quantidade de dias que o saldo devedor fique em aberto. 

Empréstimo ou financiamento

Em empréstimos e financiamentos, o IOF incidente é de 0,38% sobre o valor total e uma porcentagem diária que varia de acordo com o prazo do empréstimo. Quanto maior o prazo, maior será a alíquota do IOF, que é estabelecida pelo governo e pode sofrer alterações ao longo do tempo. 

No momento, a tabela de alíquotas de IOF para empréstimos é a seguinte: 

  • Empréstimos com prazo de até 30 dias: alíquota diária de 0,0082%
  • Empréstimos com prazo de 31 a 90 dias: alíquota diária de 0,0041%
  • Empréstimos com prazo acima de 90 dias: alíquota diária de 0,0041% até o 90º dia e, a partir do 91º dia, a alíquota passa a ser zero 

Vale ressaltar que o IOF de empréstimo incide apenas sobre o valor do empréstimo e é cobrado no momento da contratação, ou seja, o valor do imposto é somado ao valor total do empréstimo. Portanto, o valor a ser pago de IOF já é calculado pela instituição financeira e informado ao cliente no momento da contratação. 

Nessa categoria existe ainda uma exceção: os financiamentos de imóveis residenciais são isentos de IOF. 

Investimentos

Para diversos tipos de investimentos, o valor do IOF varia de acordo com o tempo em que o dinheiro fica aplicado, podendo ir de 0 a 96% dos rendimentos. 

Alguns investimentos sujeitos à cobrança de IOF incluem:  

  • Fundos DI
  • CDBs
  • Títulos de Tesouro Direto
  • LCs
  • Fundos de curto prazo
  • Investimentos no exterior 

É importante ficar de olho nas variações de cada tipo de investimento, a fim de escolher aqueles que mais compensam, de acordo com o seu perfil de investidor e objetivos, e pagando as menores taxas do mercado. 

Além disso, existem alguns investimentos que, independentemente do tempo de resgate, não há cobrança de IOF, como LCI, LCA e poupança. 

Lista de alíquota IOF 

Agora que você já sabe o que é IOF e muitos outros pontos essenciais sobre esse imposto, confira a tabela atual com as principais alíquotas de arrecadação do IOF, de acordo com o tipo de operação realizada:

Tipo de operação financeira
Alíquota (%)
Câmbio
1,1
Compras internacionais
6,38
Transferência internacional - titularidade própria
1,1
Transferência internacional - Terceiros
0,38
Cheque especial
0,38 + 0,0082 por dia
Empréstimos
0,38 + 0,0082 por dia
Financiamentos
0,38 + 0,0082 por dia 
Investimentos
de 0 a 96 (varia de acordo com a duração do investimento)
Seguros
de 0,38 a 7,38 (dependendo do bem assegurado)
Juros rotativos do cartão
0,38 + 0,0082 por dia

Para determinar o percentual de IOF que será cobrado sobre os investimentos, existe uma regra específica, que se baseia no tempo em que o dinheiro vai permanecer aplicado. Veja abaixo a tabela com detalhes sobre a cobrança de IOF em investimentos:

Prazo de dias corridos 
% de IOF sobre o rendimento
Prazo de dias corridos
% de IOF sobre o rendimento
1
96%
16
46%
2
93%
17
43%
3
90%
18
40%
4
86%
19
36%
5
83%
20
33%
6
80%
21
30%
7
76%
22
26%
8
73%
23
23%
9
70%
24
20%
10
66%
25
16%
11
63%
26
13%
12
60%
27
10%
13
56%
28
6%
14
53%
29
3%
15
50%
30
0

Como expresso na tabela, a alíquota equivalente ao período de investimento é descontada do rendimento da aplicação.

O que fazer para não pagar IOF ao investir? 

Se você deseja investir sem pagar o IOF, pode escolher investimentos livres dessa taxa. Veja abaixo alguns exemplos: 

  • Tesouro Direto: os investimentos em títulos públicos, por meio do programa Tesouro Direto, não estão sujeitos à incidência de IOF. 
  • Ações: as ações e os fundos de ações não são tributados pelo IOF. 
  • Debêntures incentivadas: algumas debêntures são “incentivadas” pelo governo e estão isentas de IOF. Essas debêntures são emitidas para financiar projetos específicos, como infraestrutura. 
  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA): esses investimentos, que são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, também estão isentos de IOF. 
  • Fundos de Investimento Imobiliário (FII): os FIIs são isentos de IOF se forem negociados em bolsa de valores. 

Antes de fazer seu investimento, verifique se ele está mesmo livre de IOF, pois, no caso de debêntures, nem todas as opções são isentas. O ideal é diversificar seus investimentos, pois isso permite ter melhores rendimentos e evitar taxas desnecessárias! 

Como pagar um IOF menor em compras internacionais? 

Temos uma boa notícia para você! Com a Nomad, o IOF cobrado é menor quando comparado ao realizado em outras instituições do mercado.

Há duas alíquotas de IOF nas operações de câmbio pela conta Nomad: 

  • Conversão de real para dólar: IOF de 1,1% do valor da operação 
  • Conversão de real para dólar na conta de investimentos: IOF de 0,38% do valor da operação 

Outro fator que torna a conta Nomad uma das opções mais econômicas do mercado é o fato de utilizarmos a cotação do dólar comercial com uma taxa operacional de até 1%, de acordo com o nível do seu Nomad Pass.

É essencial entender mais detalhes sobre o IOF, pois esse imposto faz parte de diversas transações. Quando você conhece taxas e especificações, pode escolher as melhores opções, seja para fazer investimentos ou para suas compras fora do Brasil.

Agora que você está por dentro de como funciona e qual o valor do IOF, nossa dica é ler sobre a Taxa Selic e continuar fazendo as melhores escolhas. Boa leitura!

Finanças

Conta internacional: o que, como funciona e como abrir uma

Conheça todos os recursos de uma conta internacional, se vale a pena ter uma e a melhor opção de conta global para você.

Por:
Nomad
21/11/2023
15 min de leitura
21/11/2023

O que é uma conta internacional?

Basicamente, uma conta internacional é uma conta bancária que permite a realização de transações financeiras em diferentes países. Assim, você consegue receber e realizar transferências internacionais, investimentos, pagamentos e compras em diferentes moedas estrangeiras.

Outro benefício de ter essa conta é a possibilidade de realizar saques em caixas eletrônicos no exterior sem pagar taxas elevadas pelas transações. Para quem prefere não usar dinheiro em espécie nas viagens, é possível optar por um cartão físico para usar em estabelecimentos comerciais.

Geralmente, as transações em contas internacionais são baseadas no dólar comercial, que tem um valor mais baixo do que o dólar turismo, ajudando você a economizar em viagens no exterior. 

As únicas cobranças para o uso da conta são o IOF e a taxa operacional, incidente apenas quando há transferência de moeda nacional para estrangeira.

Vale a pena ter uma conta internacional?

Ao contrário de uma conta-corrente padrão, o grande benefício da conta internacional está no fato de todas as transações serem feitas em moeda estrangeira. 

Então, se você viaja com frequência para o exterior ou faz muitas compras em dólar, ter uma conta internacional vale muito a pena!

Veja alguns dos serviços que a conta internacional oferece e que facilitam  sua rotina.

Câmbio comercial

Quando vamos realizar câmbio de moedas estrangeiras, existem duas cotações: comercial e turismo, sendo a última com taxas maiores.

Em uma conta internacional, você consegue converter moedas seguindo o câmbio comercial, que tem um valor menor e exige menos taxas para realizar a operação.

Cartão de débito internacional

Ao ter uma conta internacional, você também terá um cartão de débito atrelado à conta. Ele pode ser usado em compras em moeda estrangeira sem pagar IOF toda vez que fizer uma transação, como acontece em uma conta-corrente comum.

O cartão de débito é uma das principais formas de realizar pagamentos no exterior. Com ele, você também consegue fazer saque de dinheiro em espécie, em caso de alguma emergência.

Investimentos internacionais

Uma das transações que você pode realizar com a conta internacional são os investimentos. Eles são feitos, geralmente, em dólar e são uma ótima forma de valorização do seu patrimônio, principalmente em momento de alta da moeda americana em relação ao real.

Com isso, você pode investir diretamente na Bolsa de valores americana e em ativos de renda fixa com segurança, com a garantia do Securities Investor Protection Corporation (SIPC). Ele dá direito a uma indenização de até 500 mil dólares por cliente, caso aconteça algo com o banco.

Qual o melhor banco para abrir uma conta internacional?

O melhor banco para abrir uma conta internacional é aquele que atende às suas necessidades e oferece poucas taxas. Você deve avaliar a quantidade de serviços oferecidos e comparar analisando o custo-benefício. Considere cartão de débito, tarifas reduzidas e fechamento de câmbio, para ter certeza de que é simplificado e ágil.

A seguir, vamos apresentar algumas opções com seus prós e contras. Confira.

1. Conta internacional Nomad: completa, sem taxas abusivas e simplificada

A conta internacional Nomad é a melhor opção para brasileiros que desejam ter uma via financeira global. Um dos grandes atrativos é a ausência de taxas de abertura, inatividade, manutenção e transferência entre clientes da fintech.

Você ainda tem acesso a um cartão de débito virtual, que é compatível com carteiras virtuais. Mas também pode pedir uma versão física, que é aceita em mais de 180 países.

Nós oferecemos um cartão internacional que permite fazer saques em caixas eletrônicos na moeda do país em que você está. Isso evita que você tenha que carregar muito dinheiro em espécie em suas viagens.

Outros destaques importantes da nossa análise são:

  • Parcelamento de compras em até 9 vezes
  • Realização de investimentos, com garantia de até US$ 250 mil do FIDC
  • Sem necessidade de aporte mínimo para abrir a conta global Nomad
  • Spread de até 2%, que pode diminuir para 1% no programa de fidelidade Nomad Pass
  • Conta internacional para pessoas jurídicas
  • Todas as operações podem ser feitas pelo app

2. Conta internacional Wise: aceita em vários países

Anteriormente chamada de TransferWise, a Wise conta internacional é focada em transações e transferências internacionais. A empresa é do Reino Unido e funciona globalmente, mas nós encontramos algumas limitações.

A conta tem abertura gratuita e o cartão é aceito em 170 países. No total, são oferecidas 40 moedas para as transações financeiras e elas podem ser armazenadas em carteira virtual.

Por outro lado, a conta cobra tarifas em várias operações. Por exemplo, o cartão Wise internacional tem taxa de saque adicional de R$ 6,50 a cada transação e de R$ 6,50 + 1,75% por operação em valores superiores a R$ 1.400.

Também tem uma taxa de serviço de 0,41%, informada antes da operação. E não existe a possibilidade de fazer investimentos, segundo nossa verificação.

Na sua escolha entre Nomad ou Wise, portanto, você precisa considerar algumas questões. A segunda exige saldo em moeda local para fazer as operações de saques e compras. Já a primeira trabalha somente com dólares, mas você pode utilizar em todos os locais.

A Nomad ainda oferece um rol de serviços mais completo e mais benefícios. Essa é a nossa recomendação.

3. Conta internacional XP: limitada e com muitas taxas

A conta internacional XP foi lançada para que os clientes da corretora de valores pudessem investir no exterior. Esse é o foco do serviço, apesar de serem ofertadas outras funcionalidades, como mostrou nossa análise.

Isso é tão relevante que a conta internacional só pode ser aberta se o cliente da XP atender aos seguintes requisitos:

  • Ser pessoa física
  • Morar no Brasil
  • Ter perfil de investidor
  • Ter um patrimônio de R$ 10 mil ou mais entre saldo em conta e produtos de investimento
  • Ter as contas digital e de investimentos ativas na XP

Esse já é um ponto negativo, mas nossa comparação verificou que também existem as taxas. A de câmbio é de 2,25% sobre o spread. Ainda tem 0,38% de IOF e outros custos operacionais. Quanto à corretagem, a cobrança varia de US$ 1 a US$ 8,60, dependendo do valor negociado.

Saiba que a conta também oferece o cartão XP internacional. Ele tem saldo dolarizado, cobertura pelo FDIC e versões física e digital.

Mas nós precisamos apontar os pontos negativos. Eles são o IOF de 5,38% no caso de compras no exterior e cobrança de R$ 25 por saque em outros países, além da conversão por uso internacional do cartão, que equivale a 5% + IOF.

4. Conta internacional C6: cara e faz operações somente em dólar ou euro

A conta internacional C6 é outra que vale a pena conhecer, por isso, está na nossa lista. Com ela, você faz envio de dinheiro ao exterior e transferências, e tem acesso a cartões de débito e crédito. Também existe a possibilidade de investir em outros países.

Nossa verificação percebeu que você pode ter apenas a conta nacional ou solicitar a global. No segundo caso, precisa escolher se deseja em euro ou dólar para ter acesso ao cartão de débito específico.

Um ponto negativo é o prazo de até 2 dias úteis para as transferências internacionais e o spread nas operações de câmbio. Ele é de 2% para dólar e 2,5% para euro. Ainda tem uma taxa de abertura de US$ 10.

Verificamos ainda que o cartão de débito internacional também cobra uma taxa equivalente a US$ 30. A isenção dessa e de outras tarifas é válida somente para os seguintes casos:

  • Usuário do cartão C6 Carbon Mastercard Black
  • Investimentos pelo app em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) que totalizam R$ 20 mil ou mais
  • Usuário do cartão C6 ou C6 Platinum com realização de câmbio inicial de US$ 100 ou € 100 até 10 dias depois da abertura da conta.

Outra desvantagem é que, em caso de inatividade por 12 meses, você tem que pagar US$ 10. Sem contar que as operações são feitas somente em euro ou dólar.

5. Conta internacional Inter: interessante, mas com limitações

Exclusiva para clientes do banco, a conta internacional Inter tem alguns benefícios. Nossa análise percebeu a ausência de taxa de manutenção, a possibilidade de fazer saques gratuitos de até US$ 500 por dia nos EUA e a oferta de transferências de valores gratuitas para outras contas americanas.

Mas ela também tem pontos negativos. Começamos pelo fato de ela utilizar somente dólares e funcionar apenas nos países que aceitam a moeda americana. Nesse caso, é preciso usar o cartão de débito, que faz a conversão automática.

Destacamos, ainda, que a disponibilidade de moedas é limitada, porque se restringe às mais comuns. As taxas também tendem a não ser as melhores do mercado e há limitações para o valor de transferências e recebimento de valores.

Pela rede Automated Clearing House (ACH), por exemplo, os limites são de US$ 1.000 por operação e de US$ 2.000 por dia para o envio de dinheiro.

6. Conta internacional Nubank: parceria para funcionar

Verificamos que a conta internacional Nubank, na verdade, ainda não está disponível. O banco vem com o atrativo de pouca burocracia, mas só permite fazer compras no exterior com o cartão, o que leva ao pagamento de um IOF mais alto, de 5,38%.

Então, por que está na lista? Basicamente, porque o Nubank fez uma parceria com a Remessa Online para enviar e receber dinheiro do exterior. Então, achamos válido incluir.

A questão é que as taxas válidas para as operações são da Remessa Online. Tem um spread que começa em 1,2% e uma tarifa externa de R$ 5,90 ou mais, dependendo do caso. Ou seja, são vários detalhes que você precisa analisar.

Como existe essa parceria, as operações acabam sendo um pouco burocráticas. Isso não acontece com uma conta global como a da Nomad. 

7. Conta internacional BS2: muitos serviços, mas cuidado com a segurança e as taxas

A conta internacional BS2 está disponível para pessoas físicas e jurídicas. Identificamos que não é preciso ser correntista do banco para fazer a solicitação e ter acesso a todos os recursos.

Uma vantagem é a isenção de tarifas de manutenção, abertura e transferências entre contas internacionais do BS2. Nos caixas eletrônicos da rede Cirrus, é possível fazer saques. Ainda há conversão de moedas a qualquer hora do dia, segundo mostrou nossa análise.

Percebemos que o cuidado necessário é com as taxas de serviço. Por exemplo, pode incidir uma tarifa de saque e outra do caixa eletrônico. A conta internacional também não tem proteção do FDIC, o que aumenta os riscos das transações financeiras.

Como ter uma conta internacional gratuita?

Você pode ter uma conta internacional gratuita escolhendo uma opção que ofereça isenção de tarifas. A Nomad oferece uma vida financeira global com ausência de taxas de abertura, manutenção e outras. Ou seja, é uma alternativa zero tarifas desnecessárias, sem pegadinhas.

Nesse caso, você pode fazer a solicitação de abertura baixando o app e apresentando os documentos exigidos. É bem rápido, prático e sem burocracia.

Como abrir conta internacional estando no Brasil?

Para abrir conta internacional estando no Brasil, você precisa enviar os documentos solicitados, o que pode ser feito por app. Normalmente, é um documento pessoal (como o passaporte), extrato bancário e comprovante de residência. Na Nomad, precisa apenas de RG, CNH e passaporte brasileiro.

Escolha a conta internacional que melhor atenda às suas necessidades. Analise as opções disponíveis e verifique  benefícios, descontos, taxas cobradas, prazos para transações, cotação de câmbio e outras características relevantes. 

Verifique também as moedas aceitas e os recursos disponíveis, como possibilidade de saque no exterior e cartões de débito e crédito internacionais.

Ao escolher a instituição, preencha o formulário de abertura de conta com seus dados pessoais, incluindo nome completo, país e data de nascimento, CPF, endereço de e-mail, número de telefone, endereço e documento pessoal com foto válido. Os documentos podem ser enviados diretamente pelo aplicativo.

Depois de enviar as informações, será necessário passar por um processo de verificação de identidade, que pode ser feito por meio de uma selfie. 

Aguarde a aprovação da abertura da conta, que pode levar alguns dias. Certifique-se de verificar o tempo estimado antes de escolher a instituição.

Como funciona a conta internacional da Nomad?

Se você quer uma conta internacional que permite enviar e fazer transferências, pagamentos em lojas físicas e virtuais, investimentos e saques gratuitos em dólar, a Nomad é a escolha perfeita!

A abertura da sua conta é digital, com um cartão de débito internacional aceito em mais de 180 países. Além disso, você terá em uma única conta:

  • Possibilidade de comprar em lojas físicas e virtuais do exterior, assim como realizar pagamentos e assinaturas de serviços digitais
  • Saque em dinheiro quando quiser
  • Economia de até 10% nas compras
  • Recebimento de dólar em qualquer lugar do mundo
  • Transferências entre contas Nomad ou americanas
  • Câmbio comercial, com 1,1% de IOF
  • Segurança, com proteção de até US$ 250 mil garantida por instituições financeiras dos EUA
  • Cartão de débito internacional em versões física e virtual
  • Isenção de taxas de abertura, manutenção, saldo mínimo, transferência entre contas Nomad, anuidade do cartão e transações no cartão Nomad
  • Suporte em português

Com a Nomad, você tem a possibilidade de investir em dólar, por meio de uma plataforma completa que dá acesso ao mercado de ações americano. Isso permite que você diversifique sua carteira de investimentos, aplique seu dinheiro sem intermediários e isente a taxa de corretagem.

A conta Nomad oferece ainda a possibilidade de fazer operações em moedas diferentes do real e do dólar, com conversão automática. Ideal para você viajar sem precisar levar moeda em espécie e fazer compras sem pagamento de IOF.

E, para deixar suas viagens internacionais ainda mais confortáveis, clientes da Nomad têm acesso a uma Sala VIP exclusiva no Aeroporto de Guarulhos, o Nomad Lounge, com área de descanso, bar e café, Wi-Fi, ar-condicionado e localização privilegiada, a 3 minutos de qualquer portão de embarque.

Abra sua conta global na Nomad!

Quer acesso a todos os benefícios de ter uma conta global na Nomad? É muito simples! Basta seguir o passo a passo abaixo:

  1. Baixe o aplicativo da Nomad no seu dispositivo Android ou iOS
  2. Comece o processo de abertura de conta e coloque os dados solicitados
  3. Envie o documento com foto
  4. Faça uma selfie seguindo os passos da tela

Agora é só aguardar a validação dos seus dados, que leva até 1 dia útil. Depois basta usar sua conta digital da Nomad e aproveitar todos os recursos disponíveis no app. Movimente seu dinheiro em dólar com isenção de taxas, pagando o valor comercial, IOF mais baixo e conversão automática.

Você também já poderá solicitar seu cartão de débito internacional, que poderá ser usado para compras e assinaturas de serviços em dólar. Além disso, você pode começar a investir diretamente na Bolsa de valores dos Estados Unidos, comprando ativos das maiores empresas do mundo e protegendo seu patrimônio.

Comece agora a abertura da sua conta global e viva uma experiência financeira global!

Finanças

Cartão internacional: como funciona e por que você precisa de um

Entenda o que é um cartão internacional, veja os 10 melhores, qual o melhor cartão de débito internacional e qual o melhor cartão para viagem internacional.

Por:
Nomad
21/11/2023
15 min de leitura
21/11/2023

O que é um cartão internacional?

O cartão internacional é um dos tipos de cartão de crédito e débito, sendo liberado para uso fora do Brasil. Ele tem todas as funções disponíveis, como saque, pagamentos e compras. Isso por conta da bandeira, que é aceita em estabelecimentos do mundo todo.

Ele também serve para fazer compras em sites estrangeiros, o que significa que você pode aproveitá-lo estando no Brasil. Isso deixa claro que seu funcionamento é bem semelhante ao dos cartões nacionais, apesar de existirem diferenças significativas.

Veja, a seguir, as diferenças significativas entre cartões nacionais e internacionais.

Saques

Os saques são permitidos em todo o mundo nos cartões internacionais. Basta usar redes de caixa eletrônico conveniadas à bandeira. Já nos nacionais, é preciso utilizar apenas as opções disponíveis no Brasil.

Pagamentos

Os pagamentos podem ser feitos em reais ou em  moedas estrangeiras no cartão de crédito internacional. Assim, você não precisa de um cartão americano para quitar algum valor nos EUA.

Com o cartão nacional, as transações de pagamentos são feitas somente no Brasil. Ou seja, a única moeda utilizada é o real.

Compras

A modalidade internacional dos cartões de crédito e débito permite fazer compras em lojas físicas e virtuais de qualquer país do mundo. A única exigência é que o estabelecimento aceite a bandeira. Enquanto isso, o nacional exige que todas as aquisições sejam feitas no Brasil.

Assinatura de serviços digitais

Você pode assinar qualquer serviço digital — como Uber, Spotify, streamings etc. — com o cartão internacional. Pouco importa se a cobrança é feita em reais, dólares ou outras moedas. A transação financeira pode ser realizada. Enquanto isso, o nacional só aceita aquilo que for oferecido no Brasil.

Basicamente, a diferença se refere à aceitação. Os cartões nacionais funcionam exclusivamente no Brasil. Já os internacionais são uma opção para comprar dólar, fazer compras no exterior e levar dinheiro em viagem.

É importante reforçar que existe cartão de crédito e débito internacional físico e virtual. O primeiro é aquele que você precisa ter em mãos para passar no estabelecimento. O segundo é uma versão digital, que tem numeração e CVV diferentes.

Este último pode valer para apenas uma compra, por um período predeterminado ou de forma permanente. De todo modo, é uma maneira mais segura de fazer compras e assinaturas internacionais. Isso traz menos risco de ter seus dados violados ou fraudados.

As principais bandeiras que disponibilizam o cartão de crédito internacional são Visa, Mastercard e American Express. Outras também podem oferecer essa possibilidade, como Elo e Hipercard.

Ainda podem surgir mais dúvidas. Por exemplo, qual o melhor cartão de débito internacional? Qual o melhor cartão para viagem internacional? Veja o comparativo a seguir para tomar sua decisão.

10 melhores cartões internacionais

1. Cartão internacional Nomad

https://www.youtube.com/watch?v=iCJ6KBXmav0

O cartão Nomad é internacional e está disponível para qualquer pessoa que abrir sua conta global. Ele tem a opção débito e é aceito em mais de 180 países e 35 milhões de estabelecimentos físicos.

Ele tem a bandeira Mastercard® e oferece a opção física e virtual. Ainda traz benefícios, como possibilidade de cashback e é livre de taxas.

Também permite uma economia de até 10% quando comparado ao uso do cartão de crédito tradicional. Isso devido ao dólar comercial, IOF de 1,1% e 2% de taxa de serviço, no máximo.

O cartão Nomad é ideal para quem deseja uma conta global com baixíssimo custo. Isso traz praticidade e flexibilidade para fazer compras, pagamentos e levar dinheiro em viagem.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Economia de até 10% nas compras internacionais
  • Saques gratuitos nos caixas eletrônicos Allpoint e 2 saques gratuitos por mês em outras redes
  • Aceitação em mais de 180 países
  • Compatibilidade com carteiras digitais
  • Cartão físico e virtual
  • Acesso à conta global gratuita, digital e em dólar
  • Compra parcelada de dólares para adicionar saldo na conta

Contras: somente cartão de débito.

2. Cartão XP Internacional

O cartão XP Internacional é recente, foi lançado em agosto de 2023. A empresa é uma corretora de valores e de câmbio que aumentou seu portfólio e decidiu oferecer esse produto aos clientes.

O produto só está disponível para quem investe R$ 5 mil ou mais com a XP. A bandeira é Visa e o IOF cobrado é de 1,1% para conversão de moedas, mas de 5,8% para compras no exterior.

É um cartão recente e que tem potencial, mas ainda não está consolidado. Também tem IOF mais caro e cobrança por saques.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Sem anuidade
  • Investback de 1% em todas as compras e de 2% em lojas parceiras
  • Possibilidade de ter até 10% de investback

Contras:

  • É preciso investir R$ 5 mil ou mais
  • Cobrança de saque internacional de R$ 25
  • Cobrança de conversão por uso internacional do cartão de 5% mais IOF

3. Cartão Wise internacional

O cartão Wise Internacional trabalha com mais de 40 moedas, aplica taxa de câmbio comercial e cobra 1,1% de IOF nas compras feitas no exterior. Ele tem opção física e virtual.

Ele permite 2 saques gratuitos de até R$ 1,4 mil por mês e é aceito em 160 países. Para outros saques, tem taxas e uma tarifa de 1,75% sobre qualquer valor sacado acima de R$ 1,4 mil.

Oferece bons serviços, mas tem taxas elevadas, especialmente para saques.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Sem anuidade
  • Cartão físico e virtual
  • IOF de 1,1%
  • Aceito em 160 países

Contras:

  • Cobrança de 1,75% sobre o saque superior a R$ 1,4 mil nos dois primeiros resgates
  • Cobrança de R$ 6,50 por retirada a partir do terceiro saque para valores abaixo de R$ 1,4 mil e de R$ 6,50 + 1,75% para quantias superiores
  • Taxa de conversão a partir de 0,43%

4. Cartão internacional Azul

Feito em parceria com o Banco Itaú, tem como foco o programa de milhas da Azul. Ele pode ser usado no exterior, mas o IOF é de 5,38%. Também tem taxa para compras e saques feitos em outros países.

É válido para acumular milhas, mas as compras e saques no exterior são caros.

Anuidade: zero nos meses em que a fatura for de R$ 1 mil ou mais. Abaixo disso, é R$ 30.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Ganho de 3 mil pontos bônus ao atingir R$ 1 mil por mês nas 3 primeiras faturas
  • Acúmulo de 1,5 ponto e 1,4 ponto Tudo Azul a cada dólar gasto na Azul e em compras, respectivamente
  • 10% de desconto em passagens Azul, TudoAzul, Azul Viagens e compra de pontos

Contras:

  • Anuidade de R$ 30, se não gastar R$ 1 mil ou mais
  • Renda mínima de R$ 1,5 mil
  • IOF de 5,38% em compras internacionais

5. Cartão internacional LATAM Pass

Vinculado à LATAM, esse é um cartão de crédito internacional que funciona de maneira semelhante ao anterior. Também é emitido em parceria com o Itaú e foca o programa da companhia aérea.

Os benefícios são bastante parecidos, mas a pontuação para o acúmulo de pontos é menor. Nesse caso, a sua escolha deve recair sobre a companhia aérea preferida.

Serve apenas para quem deseja viajar pela LATAM, porque o IOF é elevado, de 5,38%.

Anuidade: zero, desde que se gaste R$ 1 mil ou mais na fatura. Caso contrário, é R$ 30.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Ganho de 1,3 ponto LATAM Pass a cada dólar gasto e 70% extra se for membro do Clube LATAM Pass
  • 30% de desconto na compra de pontos LATAM Pass e 10% em resgates no Shopping LATAM Pass

Contras:

  • Cobrança de R$ 30 de anuidade, se não gastar R$ 1 mil ou mais na fatura
  • Renda mínima de R$ 1,5 mil
  • IOF de 5,38%

6. Cartão internacional Pagbank

Vinculado à conta digital, o cartão internacional Pagbank é da bandeira Visa. Ele funciona somente com a opção crédito à vista. Isso significa que você precisa ter saldo na sua conta digital, já que o desconto será feito na hora, como no débito.

O IOF para compras internacionais é de 5,38%, isto é, mesmo oferecendo a opção para usar no exterior, não é a melhor alternativa.

É uma opção para quem tem score de crédito baixo, mas é caro para fazer compras no exterior.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Disponível para pessoas com score baixo
  • Funcionamento no Brasil e no exterior

Contras:

  • Exige saldo na conta para gastar
  • Não tem opção de cartão extra ou virtual
  • IOF de 5,38%

7. Cartão internacional SX Santander

Uma das principais vantagens do cartão internacional SX Santander é poder solicitá-lo mesmo sem ter uma conta nesse banco. Ele tem bandeira Visa e faz parte do programa Esfera, que traz descontos em parceiros. O ponto negativo é ter cobrança de 5,38% de IOF nas compras feitas no exterior.

Pode ser solicitado com facilidade, mas não é a melhor opção para compras no exterior.

Anuidade: zero, se gastar R$ 100 na fatura ou deixar seu CPF e celular como chaves PIX (a segunda opção é válida somente para correntistas Santander).

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Limite a partir de R$ 250
  • Descontos em parceiros

Contras:

  • Renda mínima de R$ 1.045, ou R$ 500 se abrir a conta Santander
  • Não acumula pontos Esfera

8. Cartão internacional American Express Green Bradesco

A bandeira Amex é uma das mais famosas do mundo, mas menos aceita do que Visa e Mastercard. Permite fazer compras em qualquer lugar do mundo, mas cobra IOF de 5,38%. 

Também pontua no programa Livelo, o que favorece a troca de pontos por produtos, serviços, viagens e até cashback.

É um bom cartão, com limite de crédito personalizado, mas acaba sendo caro devido à anuidade e ao IOF.

Anuidade: R$ 526,80, em 12 vezes de R$ 43,90

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Acúmulo de pontos Livelo, que nunca expiram
  • Ganho de 1 ponto a cada US$ 1 gasto no Brasil ou no exterior
  • Seguro-viagem gratuito
  • Sem renda mínima exigida

Contras:

  • Anuidade cara
  • IOF de 5,38% nas compras feitas no exterior

9. Cartão internacional C6

O C6 Bank tem esse cartão internacional, válido para quem tem  conta na instituição financeira. Ele tem a função crédito e débito, mas a primeira está sujeita à análise.

Ainda tem acúmulo de pontos no programa C6 Átomos para trocar por cashback, pagamento da fatura etc.

Tem poucos benefícios para quem deseja usar a versão mais simples.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Acúmulo de pontos no programa C6 Átomos
  • Sem anuidade
  • IOF de 1,1%

Contras:

  • Exige abertura da conta-corrente no C6
  • Sem benefícios em outros programas de descontos e cashback
  • Pontos variam de 0,03 a 0,05 ponto por real gasto

10. Cartão internacional Inter

A versão mais simples é a Gold, que oferece pontos no programa Inter Loop. Uma característica é que o valor investido na poupança ou no CDB Mais Limite vira limite. Também é compatível com carteiras digitais e cobra IOF de 5,38% nas compras internacionais.

É um cartão vinculado à conta-corrente e que permite ter uma conta global, mas é caro para fazer compras internacionais.

Anuidade: zero.

Taxa de ativação: zero.

Prós: 

  • Possibilidade de ter até 4 cartões adicionais gratuitos
  • Acúmulo no programa Inter Loop
  • Sem anuidade

Contras:

  • Cashback pequeno, de até 0,25%, apenas
  • IOF de 5,38%

Qual o melhor cartão de crédito internacional?

O melhor cartão de crédito internacional é o cartão Nomad. Ele tem IOF baixo, de apenas 1,1%, e está vinculado a uma conta global livre de taxas abusivas. Isso faz com que ele possa ser usado tanto no Brasil quanto no exterior sem você ter problemas.

De bandeira Mastercard, é aceito em mais de 35 milhões de estabelecimentos e você não precisa pagar anuidade ou taxa de ativação.

Outra vantagem é a liberação de saques nos caixas eletrônicos da rede Allpoint. Em outros, você paga somente a partir do terceiro saque.

Tudo isso é gerenciado pelo app da Nomad e você ainda pode incluir carteiras digitais para fazer os pagamentos.

Sem contar o IOF do cartão de crédito, que é de 5,38%. Como o da Nomad é um cartão de débito, você paga somente 1,1%.

Tudo isso faz você economizar até 10% nas compras internacionais. Isso porque tem o IOF mais baixo, uma taxa de serviço máxima de 2% e o uso de dólar comercial.

https://www.youtube.com/watch?v=Q_LYi0keR34

Veja, a seguir, mais dicas para escolher qual o melhor cartão de débito. internacional:

Valor da anuidade

A anuidade pode sair bem cara. Procure um cartão que isente essa cobrança. Por exemplo, o cartão internacional da Nomad é totalmente grátis, independentemente de você utilizá-lo ou não. Portanto, você consegue economizar.

Renda mínima exigida

Boa parte das instituições financeiras exige que você tenha uma renda mínima para ter acesso a um cartão que funcione no exterior. Então, verifique se existe esse critério.

Taxas e juros cobrados

Um ponto fundamental na escolha do cartão internacional são as taxas cobradas. A anuidade já é uma delas, mas estamos falando de outras, como as de abertura, manutenção, saldo mínimo etc.

É importante fazer essa análise, porque as taxas podem ser abusivas. Na Nomad, você não paga nada. Inclusive, não há cobrança de transferência entre contas Nomad nem de transações no cartão.

 Verifique ainda a taxa de juros e os tributos cobrados. A Nomad traz um benefício, já que a conversão de moedas é feita com base na cotação comercial do dólar. Além disso, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é de apenas 1,1%.

Aceitação da bandeira

Veja, também, qual é a bandeira do cartão e em quantos lugares ele é aceito. O cartão da Nomad é aceito em mais de 180 países. Alguns deles são Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Canadá, França e Bélgica.

Benefícios oferecidos

As vantagens oferecidas também são um diferencial. Afinal, você precisa pensar no custo-benefício ao escolher o cartão internacional ideal.

Quem tem o cartão Nomad tem vários benefícios. No Aeroporto Internacional de Guarulhos, clientes Nomad têm acesso ao Nomad Lounge, onde podem descansar, recarregar o celular, tomar um drink e consultar informações sobre voos e atrações.

Ainda há descontos exclusivos com diferentes parceiros. Entre eles, estão Hotels.com, Assist Card, AVIS, Booking.com, Evino e Rent Cars. Também há cashback nos parques da Disney e da Universal, além de passeios aquáticos, aquários, musicais etc.

Programa de recompensa

Por fim, avalie os programas de recompensa. No caso do cartão internacional Nomad, você pode contar com o Nomad Pass. Com ele, a cada US$ 1 convertido, você ganha 1 ponto. Somados, eles se transformam em descontos na taxa operacional da conta Nomad. Você ainda pode acumular até 50% de desconto e envio gratuito do cartão físico.

Como funciona o cartão de crédito internacional?

O cartão de crédito internacional funciona como qualquer outro cartão, com a diferença de ser liberado para compra de produtos e serviços do exterior. Portanto, ele pode ser utilizado fora do Brasil, aceita saques em outros países e também possibilita que você adquira itens de sites estrangeiros.

Normalmente, esse cartão tem uma bandeira aceita em todo o mundo, como Visa, Mastercard ou American Express. Ele também pode ter outras designações, mas é mais difícil encontrar maquininhas no exterior que o aceitam. Esse é um ponto de atenção, portanto.

Vale a pena reforçar que toda compra feita no exterior com cartão internacional sofre taxação de IOF. No começo de 2023, a taxa baixou de 6,38% para 5,38%. Ainda assim, ela é alta e merece ser considerada.

Por isso, na hora de escolher o seu, é interessante considerar qual o melhor cartão de débito internacional. Como as compras são feitas à vista, você paga um IOF bem mais barato, de apenas 1,1%. Isso gera uma economia significativa!

Quer ver como? Vamos dar um exemplo simples, com valores em reais — desconsiderando, portanto, outras possíveis taxas. Se você fizer uma compra de R$ 1 mil no cartão de crédito, pagará R$ 53,80. Já no débito, sairá apenas R$ 11. Ou seja, mais de R$ 40 de diferença.

Cartão pré-pago internacional

O cartão pré-pago internacional é uma modalidade em que você precisa ter um saldo para fazer as suas compras. Ele é utilizado exclusivamente em viagens e costuma ter bandeira Visa ou Mastercard, por serem aceitas em estabelecimentos de todo o mundo. 

Para ter o seu cartão pré-pago internacional, não é necessário ter conta-corrente. A conversão de moedas é feita de forma automática e na hora do envio do dinheiro.

Isso gera a necessidade de você observar as taxas de câmbio do momento. Também precisa ter atenção com o saldo para evitar problemas na hora de pagar as compras.

Devido a suas características, traz conveniência e facilidade, além de controle financeiro. Você ainda pode se proteger contra as variações cambiais, carregando o cartão somente quando o câmbio for favorável.

Cartão para negativado: posso solicitar?

Sim, você pode solicitar cartão para negativado. O problema é a complexidade desse processo, que tem uma aprovação mais difícil. O banco também não é obrigado a aceitar e fará uma análise de crédito para conceder a autorização. Essa avaliação vai considerar o status do CPF, o histórico de crédito e mais.

Na prática, será mais difícil conseguir o seu cartão se estiver com o nome sujo. O limite também tende a ser mais baixo, porque o banco entende que a sua capacidade de pagamento está comprometida.

Como fazer um cartão de crédito internacional?

Para fazer um cartão de crédito internacional, você precisa fazer a solicitação para a instituição financeira. Normalmente, esse processo é realizado pelo site. No caso da Nomad, basta baixar o app (disponível para Android e iOS) e abrir a sua conta. Assim, você já saberá qual o melhor cartão de débito internacional.

Em seguida, acesse o menu “Cartões” e clique em “Cartão físico” para receber o seu. É só confirmar em “Solicite seu cartão”. De toda forma, você já terá o cartão de débito virtual disponível para as compras.

Quais são os diferentes tipos de cartão de crédito?

1. Nacional

Pode ser usado somente no Brasil. Costuma ser oferecido para pessoas que acabaram de iniciar sua vida financeira e têm uma renda mais baixa. A anuidade tende a ser menor.

2. Internacional

É liberado para uso no exterior ou compras em sites internacionais. Normalmente, tem uma bandeira aceita em todo o mundo e um limite mais elevado. A anuidade também é mais cara.

3. Gold

É um modelo com mais vantagens do que o internacional, mas também permite fazer compras no exterior. Geralmente, exige uma renda maior e traz mais benefícios.

4.Platinum

Apresentam mais benefícios, mas têm uma anuidade mais cara e exigem uma renda mais elevada. O limite é mais alto.

5. Black

É um cartão internacional oferecido para quem tem renda muito alta e um bom relacionamento com o banco. A anuidade é bem mais alta, mas também são oferecidos vários benefícios.

6. Cartão corporativo

É específico de uma empresa, que concede para o funcionário.

7. Cartão universitário

É uma opção mais simples e exige comprovação de matrícula em alguma instituição de ensino superior. A anuidade costuma ser zerada e há menos burocracia na contratação. Também oferece menos benefícios.

8. Cartão pré-pago

Se você quer saber qual o melhor cartão para viagem internacional, o pré-pago é uma alternativa para garantir o controle financeiro. Ele exige um saldo para gastar, porque todas as compras são debitadas na hora. Ainda assim, ele é da modalidade crédito.

Como controlar seus gastos com o cartão?

  1. Leia todas as taxas e encargos cobrados, inclusive as letras pequenas. Isso faz a diferença no final! Por exemplo, você acha que não vai pagar a anuidade, mas precisa gastar R$ X. Na Nomad, não tem essas pegadinhas!
  2. Escolha uma data de vencimento perto do dia que recebe o salário.
  3. Defina limites de gastos por categoria e um valor máximo geral para a fatura.
  4. Faça um bom planejamento financeiro.
  5. Tente usar o cartão de crédito somente para despesas mais altas.
  6. Tenha uma quantidade controlada de cartões.
  7. Opte por cartões internacionais sem anuidade.
  8. Pague a fatura sempre em dia para não ter aplicação de juros.

Agora você já sabe por que vale a pena contar com um cartão internacional. O da Nomad está atrelado à conta digital global, o que permite que você tenha ainda mais vantagens.

O resultado é mais praticidade e segurança nas suas transações em outros países. Afinal, você entende quais são todas as vantagens do cartão internacional.

Você também  já sabe como escolher o seu e o que é cartão internacional. Agora você pode avaliar e  comparar as vantagens da Nomad. Então, que tal aproveitar e pesquisar mais sobre esse assunto? Acesse o site do cartão internacional Nomad e veja por que vale a pena ter o seu!

Viagens

Como tirar o passaporte? Veja nosso guia com 6 passos rápidos

Precisa tirar o seu passaporte e não sabe por onde começar? Veja neste post o passo a passo para emitir o documento e continuar os seus planos de viagem!

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

Onde tirar passaporte?

O órgão responsável pela emissão do passaporte é a Polícia Federal, que tem postos espalhados pelas principais cidades do país. O serviço é agendado, mas, antes de comparecer à seção, o solicitante deve preencher um formulário online e pagar a taxa por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da União (GRU).

Como tirar o passaporte?  Um passo a passo simples e prático

Quando se fala em emitir documentação, a primeira coisa que nos vem à cabeça é a burocracia. Mas, algumas vezes, esse processo é relativamente simples, como o de tirar o passaporte, por exemplo. Como mencionado, boa parte do processo pode ser feita pela internet, o que otimiza o tempo. 

São poucas etapas e, dentro de algumas semanas, você já tem o seu passaporte em mãos. Então, confira o passo a passo para tirar passaporte que preparamos a seguir: 

Passo 1: separe os documentos

De acordo com a lista disponibilizada no site da Polícia Federal, os documentos relacionados a seguir devem ser apresentados na hora de solicitar o passaporte:

  • Documento de identificação: identidade, CNH, carteira de trabalho
  • Passaporte anterior ou comprovação de ocorrência: para cancelamento e emissão da novo documento
  • Autorização para menor: menores de 18 anos necessitam de autorização específica
  • Comprovação da emancipação: menores entre 16 e 18 anos que tiveram antecipação da capacidade civil plena podem obter o passaporte sem a autorização dos pais
  • Documentação do indígena não integrado: o indígena não integrado deve ser assistido por um representante tutor com autorização da FUNAI
  • Certificado de naturalização ou portaria: para emissão do primeiro passaporte, o brasileiro naturalizado deve apresentar o documento correspondente
  • Certidão que demonstre alteração de nome: para emissão do primeiro passaporte, todos os nomes adotados até então devem ser demonstrados
  • Comprovação do sexo: informação impressa no passaporte que deve ser comprovada pela Certidão de Nascimento, de Casamento ou documento de identificação em que conste a informação
  • Fotografia 5 x 7 para menor de 5 anos: fotografia recente, com fundo branco, olhos abertos e rosto nítido
  • Certificar-se de sua regularidade eleitoral: brasileiro alfabetizado entre 18 e 70 anos na última eleição deve estar regular como eleitor dos dois turnos
  • Certificar-se de sua regularidade com o serviço militar obrigatório: brasileiro do sexo masculino entre 19 e 45 anos (até 31 de dezembro do ano corrente) deve estar em situação regular
  • Outros documentos: em caso de divergência no cadastro, omissão de informações ou situação que justifique a solicitação

Ao entrar no site da Polícia Federal, você tem acesso à lista dos documentos necessários para a emissão do passaporte. Porém, eles podem variar, uma vez que dependem do perfil do solicitante.

Com a lista de documentos em mãos, certifique-se de estar com todas as vias originais. Não tem como tirar passaporte com cópias dos documentos, mesmo que estejam autenticadas.

A documentação não pode ter rasuras e deve estar atualizada. Caso você tenha perdido algum dos seus documentos, é permitido apresentar um Boletim de Ocorrência que comprove o extravio.

Passo 2: preencha o formulário

Após a apresentação dos documentos levados na etapa presencial, é preciso preencher um formulário com informações básicas, como: 

  • dados pessoais
  • número dos documentos
  • profissão
  • endereços físicos e eletrônicos para contato

Com a confirmação das informações fornecidas, são disponibilizados dois arquivos PDF: o protocolo de solicitação do passaporte e a guia de pagamento da taxa GRU.

Passo 3: pague a taxa GRU

O valor para tirar o passaporte (taxa GRU), em 2022, é de R$ 257,25. Essa taxa pode ser paga em qualquer banco (inclusive via app ou internet banking) ou casa lotérica. Nesta etapa,, é preciso se atentar à data de vencimento do boleto e também à compensação do pagamento. 

O agendamento para as etapas presenciais da emissão do passaporte só é liberado após a compensação desse valor. 

Para emissão emergencial do passaporte, será adicionado o valor de R$ 77,17 (gerado durante o atendimento), totalizando R$ 334,42.

Em caso de o passaporte anterior válido ter sido extraviado ou perdido, a taxa (gerada durante o atendimento) é duplicada, totalizando R$ 514,50.

Passo 4: agende a ida até um posto da PF

Os próximos passos de como tirar o passaporte devem ser presenciais, pois é quando se assina documentos e se tira a foto do passaporte, além de coletar as digitais e apresentar os documentos mencionados no passo 1. 

Há postos da Polícia Federal em todo o Brasil, portanto, escolha o mais próximo. Isso porque, depois dessa etapa, você precisa voltar a esse posto para retirar seu passaporte e finalizar todo o processo. Há um prazo de até seis dias úteis para a emissão do documento. 

Passo 5: acompanhe a emissão do passaporte 

O acompanhamento da emissão do passaporte pode ser feito na página da Polícia Federal mediante informação do protocolo gerado no atendimento presencial e CPF. O passaporte somente estará disponível para entrega quando no status da pesquisa aparecer a mesma mensagem.

Passo 6: retire o seu passaporte

A entrega  do passaporte é feita apenas ao titular, mediante apresentação de documento de identificação. No caso de menores de idade, os pais ou responsáveis devem acompanhar o titular para retirada.

Observação:  o  passaporte solicitado e não retirado dentro do prazo de 90 (noventa) dias, contados a partir da data do atendimento, são CANCELADOS, como determinado pelo artigo 29 do Decreto 5.978 de 2006, não sendo possível a devolução da taxa paga anteriormente.

Para não esquecer de nada, faça uma pequena lista das etapas e garanta que cada uma seja cumprida antes de avançar para o próximo passo:

  1. Confira seus documentos
  2. Preencha os dados do formulário
  3. Pague a taxa na Guia de Recolhimento da União (GRU)
  4. Agende seu horário no posto autorizado da Polícia Federal
  5. Acompanhe o status da emissão
  6. Retire seu passaporte

O que é preciso para tirar o passaporte pela primeira vez?

Na primeira emissão do passaporte, será preciso apresentar os seguintes documentos: 

  • Documento de identificação – carteira de identidade, carteira de trabalho ou carteira de motorista ou outro documento que comprove local de nascimento (menores de 12 anos podem apresentar certidão de nascimento como documento de identificação)
  • CPF
  • Autorização para menores de 18 anos
  • Comprovante de pagamento da GRU
  • Certidão de quitação eleitoral
  • Documento que comprove a quitação com o serviço militar para homens entre 19 e 45 anos

Quanto tempo leva a emissão do passaporte?

Há um prazo entre seis e dez dias úteis para a emissão do passaporte e a liberação de retirada pelo titular do documento.

Qual a validade do passaporte?

Após todo esse processo, a dúvida seguinte é sobre a validade do passaporte. Comumente ouvimos que ele vale por 10 anos, mas isso varia de acordo com a idade do dono do documento: 

  • até 1 ano de idade: válido por um ano
  • até 2 anos de idade: válido por dois anos
  • até 4 anos de idade: válido por quatro anos
  • até 18 anos de idade: válido por cinco anos
  • mais de 18 anos: válido por 10 anos

Quais países não precisam de passaporte para entrar?

Embora ter um passaporte válido seja essencial para quem pensa em viajar pelo mundo, alguns países não exigem o documento de viajantes brasileiros.

Graças aos acordos diplomáticos do Mercosul, a lista é grande:

  • Uruguai
  • Colômbia
  • Chile
  • Bolívia
  • Peru
  • Equador
  • Paraguai
  • Argentina

Embora o passaporte não seja obrigatório, o viajante que queira entrar em algum desses territórios precisa apresentar um documento oficial com foto, como RG ou CNH, válido.

Para quais países os brasileiros podem viajar sem visto?

Aqui vai a lista dos mais de 160 países que não exigem visto, em que o viajante pode entrar usando apenas o passaporte:

Europa

  • Albânia
  • Andorra
  • Áustria
  • Bielorrússia
  • Bélgica
  • Bósnia e Herzegovina
  • Bulgária
  • Croácia
  • Chipre
  • República Tcheca
  • Dinamarca
  • Estônia
  • Ilhas Faroe
  • Finlândia
  • França
  • Geórgia
  • Alemanha
  • Gibraltar
  • Grécia
  • Groenlândia
  • Hungria
  • Islândia
  • Irlanda
  • Itália
  • Kosovo
  • Letônia
  • Liechtenstein
  • Lituânia
  • Luxemburgo
  • Malta
  • Moldávia
  • Mônaco
  • Montenegro
  • Holanda
  • Macedônia do Norte
  • Noruega
  • Polônia
  • Portugal
  • Romênia
  • Federação Russa
  • San Marino
  • Sérvia
  • Eslováquia
  • Eslovênia
  • Espanha
  • Suécia
  • Suíça
  • Turquia
  • Ucrânia
  • Reino Unido
  • Vaticano

Américas

  • Anguila
  • Antígua e Barbuda
  •  Aruba
  • Bahamas
  • Barbados
  • Bonaire; Santo Eustáquio e Saba
  • Belize
  • Bermudas
  • Caribe
  • Costa Rica
  • El Salvador
  • Ilhas Malvinas
  • Guatemala
  • Guiana
  • Honduras
  • Nicarágua
  • Panamá
  •  Venezuela
  • Ilhas Virgens Britânicas
  • Ilhas Cayman
  • Curaçao
  • Dominica
  • República Dominicana
  • Índias Ocidentais Francesas
  • Granada
  • Haiti
  • Jamaica
  • Montserrat
  • São Cristóvão e Nevis
  • Santa Lúcia
  • Maarten
  • São Vicente e Granadinas
  • Trindade e Tobago
  • Ilhas Turcas e Caicos

Ásia

  • Camboja *
  • Hong Kong
  • Indonésia *
  • Cazaquistão
  • Quirguistão *
  • Laos *
  • Macau
  • Malásia
  • Maldivas *
  • Mongólia
  • Nepal *
  • Filipinas
  • Singapura
  • Coreia do Sul **
  • Sri Lanka **
  • Tadjiquistão *
  • Tailândia
  • Timor-Leste *
  • Uzbequistão

Oceania

  •  Ilhas Cook
  • Fiji
  • Polinésia Francesa
  • Ilhas Marshall *
  • Micronésia
  • Nova Caledônia
  • Nova Zelândia**
  • Niue
  • Ilhas Palau*
  • Papua Nova Guiné*
  • Samoa*
  • Ilhas Solomon*
  • Tonga*
  • Tuvalu*
  • Vanuatu

África

  • Botsuana
  • Burkina Faso *
  • Burundi *
  • Ilhas de Cabo Verde *
  • Ilhas Comores *
  • Egito *
  • Eswatini
  • Etiópia *
  • Gabão *
  • Guiné-Bissau *
  • Madagáscar *
  • Malaui *
  • Mauritânia *
  • Mauritius
  • Maiote
  • Marrocos
  • Moçambique *
  • Namíbia
  •  Reunião
  • Ruanda *
  • São Tomé e Príncipe
  • Senegal
  • Seicheles *
  • Serra Leoa *
  • Somália *
  • África do Sul
  • Santa Helena *
  • Tanzânia *
  • Togo *
  • Tunísia
  • Uganda *
  • Zâmbia *
  • Zimbábue *

Oriente médio

  • Armênia
  • Bahrein*
  • Catar
  • Emirados Árabes
  • Irã *
  • Israel
  • Jordânia*
  • Líbano*
  • Omã
  • Palestina

* Países com emissão do visto na chegada do viajante

** Países com exigência da Autorização Eletrônica de Viagem

Passaporte na mão? Hora de planejar a sua viagem internacional!

Agora que você já sabe como tirar passaporte, que tal planejar a sua próxima viagem internacional? Aproveite para ler o nosso checklist completo com o que não pode faltar na sua mala.

Viagens

O que são milhas aéreas? Como acumular e resgatar viagens e produtos

Quer economizar ainda mais nas suas próximas viagens? Descubra o que são milhas aéreas e como trocar seus pontos por passagens aéreas e outros benefícios.

Por:
Nomad
10/11/2023
15 min de leitura
10/11/2023

O que são milhas aéreas?

As milhas aéreas são uma forma de bonificação oferecidas por programas de fidelidade de alguns bancos e instituições financeiras. Ao acumular certo valor, você pode trocar por passagens aéreas ou por desconto no valor da passagem.

Muitos cartões de crédito são associados a programas de recompensas que geram pontos conforme você os utiliza. Os pontos podem ser acumulados a cada dólar ou real gasto. Por isso, quanto mais você compra, mais pontos pode acumular.

Esses pontos podem ser trocados por vários benefícios, como serviços, produtos ou milhas aéreas. Estas são uma retribuição das companhias aéreas e das empresas de cartões pelo uso dos serviços, como uma moeda de troca.

Quanto mais vantagens ou serviços adquiridos, mais milhas acumuladas, que podem ser trocadas por descontos cumulativos em passagens aéreas e hospedagens em hotéis parceiros, além de outros serviços exclusivos.

Qual a diferença entre pontos e milhas?

Embora muitas vezes usados como sinônimos, é crucial entender que pontos e milhas têm suas próprias vantagens e restrições.

A principal diferença entre pontos e milhas aéreas é que, apesar de ambos serem programas de fidelidade, atendem a necessidades diferentes. Milhas são a escolha de ouro para viajantes frequentes, geralmente oferecidas por companhias aéreas através de cartões de crédito e dentro dos seus programas de fidelidade, como Latam Pass, Smiles, etc. 

Pontos, por outro lado, são a moeda de fidelidade universal, usada principalmente por bancos e fintechs. Podem ser trocados por produtos, como eletrodomésticos ou até mesmo por cupons de desconto em lojas parceiras.

Como acumular milhas?

As milhas podem ser usadas para a troca de passagens aéreas, descontos em viagens e serviços, produtos de empresas parceiras e muito mais!

Os benefícios variam de acordo com o programa de fidelidade. Separamos os detalhes das principais plataformas para você entender melhor como acumular pontos e trocar por benefícios.

Para começar a acumular milhas e poder viajar com elas, primeiramente, centralize todas as suas compras e pagamentos de contas em um único cartão de crédito, preferencialmente aquele com o programa de pontos mais vantajoso. Isso não apenas simplifica o gerenciamento das suas finanças, mas também acelera o acúmulo de milhas ou pontos.

Aproveite ao máximo as parcerias do seu programa de fidelidade. Quando fizer compras, opte por lojas parceiras, pois estas geralmente oferecem oportunidades de pontuação em dobro. Isso significa que cada real gasto rende mais em termos de milhas ou pontos. 

Por último, mas não menos importante, considere fazer um upgrade no seu plano de milhas com as companhias aéreas. Muitas vezes, essas empresas oferecem bonificações mais generosas para incentivar os clientes a migrarem para planos mais premium. 

Essas bonificações podem ser uma maneira rápida e eficaz de conseguir mais milhas, com prêmios mensais e cupons de desconto exclusivos. Com essas dicas, em breve você terá o suficiente para uma viagem à Disney ou outro destino que tanto deseja visitar.

Veja também: Qual o melhor cartão de crédito internacional? Confira aqui.

Como vender milhas?

Além de acumular e trocar por passagens aéreas, outra forma de ganhar algo com as milhas é vendendo em sites especializados de compra e venda de milhas. 

No mercado brasileiro, há várias empresas atuando como intermediárias, facilitando  a busca de vendedores e compradores, oferecendo cotações competitivas em que ambas as partes saiam ganhando.

Mas é seguro vender milhas? Sim, contanto que você opte por plataformas com reputação sólida. Antes de fechar qualquer negócio, confira a política de segurança da empresa e as medidas que ela toma para prevenir fraudes. 

Um extra: consulte avaliações em sites de consumidores, como o Reclame Aqui, e considere experiências de outros usuários para garantir uma transação tranquila e rentável.

Como saber se tenho milhas no meu CPF?

Para saber se você tem milhas, primeiro é preciso verificar se está cadastrado em um programa de fidelidade da sua empresa de cartão de crédito ou em um programa de milhas de alguma companhia aérea.

Os cartões de crédito não acumulam milhas diretamente, mas sim pontos de programas de fidelidade. Para ganhar milhas, você precisa transferir os pontos desses programas para o de milhas da companhia aérea. Para saber se você já está cadastrado em algum programa de fidelidade do cartão, é só checar no seu aplicativo ou diretamente com o banco.

Se você participa de algum plano, é possível transferir os pontos para os programas de milhas aéreas. Para isso, também é necessário ter cadastro em um programa de milhas de alguma companhia.

Você pode consultar as milhas pelo seu CPF, com o cadastro de uma companhia aérea que já tenha usado. Caso tenha milhas, você será informado pelo site da empresa. Se não tiver, você pode fazer o cadastro para consultar se tem direito a milhas.

Quais são os melhores programas de milhas? 7 opções

As milhas podem ser usadas para a troca de passagens aéreas, descontos em viagens e serviços, produtos de empresas parceiras e muito mais!

Os benefícios variam de acordo com o programa de fidelidade. Separamos os detalhes das principais plataformas para você entender melhor como acumular pontos e trocar por benefícios.

1. Latam Pass

A LATAM tem o programa de milhas LATAM Pass, que possibilita que você ganhe pontos ao voar, realizar compras online, se hospedar, ou comprar produtos de empresas parceiras, como Casas Bahia, PontoStore, Avent, Intelbras e muitas outras.

Além disso, o LATAM Pass permite troca de pontos dos cartões Itaucard, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Esfera. Para acessar o programa e conferir se você tem milhas disponíveis é só:

  • Entrar no site do LATAM Pass;
  • Criar uma conta;
  • Conferir seus dados pessoais e a quantidade de milhas disponíveis.

Se você tiver pontos acumulados, pode viajar para destinos no mundo todo com milhas do LATAM Pass.

2. Smiles

O Smiles é o programa de fidelidade da empresa aérea GOL e parceiras. Para acumular milhas voando, basta se cadastrar na Smiles e informar o seu número no momento da compra da passagem.

Você também pode acumular milhas usando o cartão GOL Smiles, que transforma todos os gastos em pontos. Inclusive, você pode trocar suas milhas em passagens de linhas aéreas internacionais, como a TAP de Portugal.

Além disso, a Smiles tem parceria com mais de 30 empresas de cartão de crédito. Assim, você transforma as compras do dia a dia na sua próxima viagem.

3. TudoAzul

Com o TudoAzul, programa de fidelidade da companhia Azul Linhas Aéreas, você pode ganhar milhas de várias maneiras. A cada R$ 1,00 gasto em passagens, é possível ganhar até 6 pontos, com a vantagem de pontuar em voos realizados até um ano antes.

Já os pontos gerados com cartão de crédito podem ser transferidos para o TudoAzul ou usados para pontuar diretamente no cartão Azul Itaú. As compras online também geram pontos, assim como o Clube TudoAzul, para assinantes mensais.

Ao se cadastrar no site ou aplicativo da Azul Linhas Aéreas, é criado um número de acesso ao TudoAzul, onde você pode conferir os voos que geraram pontos. A partir de 3.000 pontos já é possível fazer a conversão para milhas aéreas na compra de passagens com destino nacional e internacional.

4. iupp

O iupp é a nova plataforma de compras com programa de pontos do Itaú. Para pontuar, é simples: basta se cadastrar e começar a usar o cartão.

Todas as compras feitas no iupp valem pontos que podem ser usados para comprar produtos, adquirir serviços ou até mesmo transferir para outros programas parceiros.

Cada real gasto equivale a um ponto, que pode ser transferido para o TudoAzul, Smiles, LATAM Pass, TAP e mais.

5. Livelo

A Livelo é um programa de pontos, que podem ser trocados por milhas e passagens aéreas. Você pode transferir os pontos para programas parceiros, como Latam Pass e Smiles, mas também adquirir passagens dentro da plataforma.

Para acumular pontos com a Livelo, basta se cadastrar no site e utilizá-lo para compras em sites parceiros ou no app. Além disso, você pode cadastrar seu cartão de crédito caso seja uma instituição parceira da Livelo, que irá gerar mais pontos a cada real gasto.

6. AAdvantage

O AAdvantage é o programa de milhas da American Airlines, que permite o cliente não só viajar com milhas pela American, mas também por outras da Aliança OneWorld, como British Airways, Qatar Airways, Iberia, entre outras.

Não só você acumula milhas ao voar com a American e suas parceiras da Aliança Oneworld, mas também com gastos em hotéis, aluguel de carros e cartões de crédito afiliados.

7. Esfera

Se você é cliente do banco Santander, pode usar seu cartão de crédito em compras do dia a dia e acumular pontos Esfera, que podem ser convertidos em milhas aéreas. 

Os pontos também podem ser transferidos para outros programas, como o AAdvantage da American Airlines, permitindo que você resgate passagens e outros privilégios para sua viagem.

Como trocar pontos por milhas?

Como vimos acima, muitos programas de pontos permitem que você transfira para programas de milhas das companhias aéreas. Cada programa tem suas próprias regras, mas a dica é esperar promoções de transferências, que dão ainda mais milhas para o cliente.

Antes, é importante verificar o saldo de milhas em cada programa e avaliar o que vale mais a pena. Pode ser que você encontre uma passagem mais em conta na GOL, mas tenha mais pontos na LATAM, e com a transferência consiga ter um custo zero.

Veja também se é melhor investir suas milhas na compra de passagens aéreas ou trocar por um prêmio mais interessante. Observe as regras e condições de resgate de cada programa antes de se fidelizar ou trocar suas milhas pelos produtos oferecidos nas companhias.

Como faço para ganhar milhas no cartão de crédito?

Vamos imaginar que você esteja planejando levar toda a família em uma viagem para a Disney no próximo ano. Acumular pontos com o uso de um cartão de crédito que ofereça um bom programa de recompensa, além da adesão a programas de fidelidade, pode acelerar o acúmulo de milhas aéreas.

Nas compras online, dê preferência às lojas que oferecem milhas como recompensa ou que geram pontos para serem trocados nas companhias aéreas. A quantidade de pontos em cada compra varia de acordo com a modalidade do cartão. Então, verifique a possibilidade de ter um cartão de nível Premium, Gold ou Platinum.

Em períodos sazonais, como a Black Friday, os cartões costumam fazer promoções de pontos extras. Programe suas compras para essas épocas e melhore sua pontuação, em média, 50% a 100% mais que o normal.

Programe o pagamento das contas concessionárias, como água, luz e telefone, no cartão de crédito e, assim, acumule mais pontos. Mesmo gastando um pouco a mais por isso, os pontos gerados valem a pena se você pretende viajar de avião em breve.

As milhas aéreas são sinônimo de benefícios, economia e realização de sonhos, já que você pode viajar para qualquer lugar do mundo por um preço mais acessível ou até sem gastar nada com as passagens.

Dicas para usar suas milhas

A forma mais atrativa de utilizar suas milhas é, sem dúvida, na compra de passagens aéreas. Dependendo do seu saldo de milhas, você tem o poder de abater uma parte significativa do custo da passagem ou até mesmo cobrir o valor total, transformando suas milhas em uma viagem dos sonhos sem o peso no bolso. 

Além disso, se você tem um saldo considerável de milhas, tem várias opções à sua disposição:

  • Vender suas milhas para gerar renda extra, especialmente através de plataformas especializadas que garantem transações seguras e rentáveis.
  • Transferir milhas para programas parceiros, possibilitando o acesso a uma gama ainda mais ampla de recompensas e benefícios.
  • Doar suas milhas para familiares e amigos, tornando-se o herói da próxima viagem em grupo ou simplesmente ajudando um ente querido a realizar uma viagem dos sonhos.
  • Trocar por produtos e serviços de alto valor, desde eletrônicos e utensílios domésticos até experiências exclusivas e estadias em hotéis de luxo.

Gostou de saber mais sobre como transformar pontos em milhas para economizar na compra de passagens aéreas? Agora aproveite para conferir mais um conteúdo, dessa vez para saber como vender milhas!

Viagens

Seguro Viagem para a Europa é obrigatório? Saiba como contratar e qual o melhor

O seguro viagem para a Europa é obrigatório para entrar em diversos países do continente. Mas como escolher? Leia e confira!

Por:
Nomad
21/11/2023
15 min de leitura
21/11/2023

É obrigatório ter seguro para viajar para a Europa?  

Com o Tratado de Schengen, brasileiros que viajam à Europa por até 90 dias devem contratar um seguro viagem com cobertura mínima equivalente a € 30 mil. Ou seja, é obrigatório. 

Em se tratando dos países que fazem parte do Tratado de Schengen, vale dizer que os brasileiros não precisam de visto para a viagem, mas, além do seguro, devem estar com um passaporte com mais de 6 meses de validade, ter um comprovante de hospedagem e passagem de ida e volta. 

Além do seguro viagem Europa e os documentos de identificação, é necessário obter uma autorização eletrônica emitida pelo Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS). 

Turistas brasileiros com mais de 18 anos precisam solicitar a autorização do ETIAS para viajar para os destinos do Tratado de Schengen. Para isso, o viajante deve ter passaporte válido, responder às questões de segurança e pagar uma taxa. 

Lembrando que o Tratado de Schengen é composto pelos seguintes países: 

  • Alemanha
  • Áustria
  • Bélgica
  • Dinamarca
  • Eslováquia
  • Eslovênia 
  • Espanha
  • Estônia
  • Finlândia
  • França
  • Grécia
  • Holanda
  • Hungria
  • Islândia
  • Itália
  • Letônia
  • Lituânia
  • Listenstaine
  • Luxemburgo
  • Malta
  • Noruega
  • Polônia
  • Portugal
  • República Checa
  • Suécia
  • Suíça

Quanto custa um seguro viagem Europa? 

Você pode adquirir um seguro viagem para a Europa a partir de R$ 11 ou R$ 14 por dia. Mas o mais importante não é o preço que você vai pagar, e sim a cobertura que o seguro oferece. Como falamos, o mínimo de cobertura exigido é de € 30 mil.

Entre os pontos mais relevantes, vale verificar a cobertura médica, hospitalar e odontológica, o suporte em caso do extravio de bagagem, o regresso sanitário, os gastos por atrasos de voo e o suporte para gestantes. 

Além disso, optar por um seguro viagem Europa que preste atendimento em português pode facilitar bastante os casos de emergência. 

Leitura recomendada: Como usar o cartão Nomad na Europa? 

Existe seguro viagem Europa com cobertura para COVID-19? 

Dependendo do tipo de seguro viagem para a Europa que você contratar, pode ser que não exista cobertura para casos de COVID-19.

Por isso, na hora de fazer a escolha, verifique se existe cobrança adicional caso você precise de proteção para situações relacionadas ao coronavírus. 

Qual é o melhor seguro viagem para a Europa? 

Mais do que mencionar opções de seguro viagem Europa, vamos mostrar a você os elementos que tornam um seguro verdadeiramente eficaze. Portanto, antes de tomar uma decisão, garanta que ela ofereça os seguintes itens: 

Danos à bagagem

Está relacionado ao pagamento de despesas referentes a danos ocasionados às suas malas durante a viagem, desde que sob a responsabilidade da Companhia Aérea ou Marítima e devidamente comprovados. 

Extravio de bagagem

É o pagamento do valor contratado no caso de extravio, roubo, furto simples ou destruição total da bagagem pela empresa aérea ou marítima, dentro do período de vigência da Viagem Segurada. 

Cobertura por morte acidental

É o pagamento do valor contratado em caso de morte acidental da pessoa segurada durante o período da viagem.

Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas 

É o reembolso de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas realizadas para o seu tratamento sob orientação médica, em caso de acidente pessoal ou doença ocorrida durante o período da viagem. 

Traslado médico

Essa taxa cobre as despesas com a remoção ou transferência do paciente de uma clínica ou hospital que não tenha condições de atendimento necessário até uma clínica ou hospital mais próximo e apto a atender suas necessidades. 

Se for requisitado pelo médico mais de uma remoção, também haverá cobertura. 

Proteção para situações associadas ao coronavírus

Por mais que um seguro viagem inclua despesas médicas e hospitalares, não são todos que fazem cobertura para casos ou suspeita de COVID-19. É por essa razão que vale optar por um que trate de necessidades associadas ao coronavírus. 

Remarcação de passagem para regresso

Cobre as diferenças de tarifa para remarcação de bilhete aéreo, caso você precise antecipar ou adiar sua volta na data programada, em razão de acidente ou doença coberta. 

Invalidez permanente total ou parcial por acidente

Esse é o pagamento do valor contratado relativo à perda, redução ou incapacidade funcional definitiva, total ou parcial, decorrente de acidente. 

Cancelamento de viagem

Consiste no reembolso das despesas decorrentes do cancelamento da viagem, como multas, diferenças tarifárias ou valores não reembolsados pela companhia aérea, caso você não possa viajar devido a doença, acidente ou falecimento, seja da pessoa segurada ou de algum familiar. 

Interrupção de viagem

É o reembolso das despesas aéreas resultantes da interrupção da viagem, caso você não consiga contemplá-la devido a doença, acidente ou falecimento de um membro da sua família. 

Traslado de corpo

Consiste no reembolso de despesas com a liberação e o transporte do corpo do segurado do local da ocorrência do falecimento até o domicílio ou local do sepultamento. 

Regresso sanitário

Esse item é caracterizado pelo pagamento de reembolso das despesas com o traslado de retorno ao local de origem da viagem ou ao domicílio, caso você não se encontre em condições de retornar como passageiro regular por motivo de acidente ou doença. 

Hospedagem após alta hospitalar 

Cobre as despesas com a hospedagem em hotel após ter recebido alta hospitalar, se o repouso tiver sido prescrito pelo médico que o atendeu e autorizou a alta. 

Fisioterapia

Reembolso de despesas com o tratamento fisioterapêutico necessário após atendimento emergencial durante o período da viagem – caso tenha sido prescrito pelo médico. 

Despesas farmacêuticas

Cobertura complementar ao atendimento de Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas, incluindo despesas com medicamentos prescritos durante e/ou após o atendimento emergencial do segurado. 

Despesas jurídicas

Necessário para cobrir as despesas com os honorários de um advogado, dentro do período de viagem, caso a pessoa segurada venha a se envolver em alguma situação, inclusive com terceiros, que precise de uma intermediação legal. 

Pagamento de fiança

Cobertura das despesas com o pagamento de fiança devido à ordem de prisão ou detenção indevida da pessoa segurada durante a viagem. 

Perceba que alguns dos casos de cobertura são bem específicos, mas ainda assim são necessários, evitando dores de cabeça no futuro, tanto para quem viaja quanto para a família de quem fica no Brasil. 

Qual o valor mínimo do seguro viagem para a Europa?

Um bom seguro viagem pode ser adquirido a partir de R$ 11 por dia. Mas o preço depende de vários fatores, desde a seguradora escolhida, até a cobertura oferecida. Com isso, uma boa pesquisa de custos é recomendada. 

Além disso, o seguro Europa depende da duração da viagem, do destino específico e das necessidades do viajante. Para conhecer os países do Acordo Schengen, é necessário contratar uma cobertura médica e hospitalar de, no mínimo, € 30 mil.

  • Vital Card: R$ 200,30
  • Coris: R$ 261,09
  • My Travel Assist: R$ 169,83

Onde comprar seguro viagem para Europa?

É possível contratar esse serviço por meio dos sites das seguradoras, agências de viagem ou comparadores de seguros. 

Em sites comparadores de seguro viagem

Os comparadores são plataformas que reúnem várias seguradoras em um só lugar. Entre eles, está o Seguro Promo, que disponibiliza as melhores seguradoras, uma ampla variedade de cobertura e planos para todos os bolsos e perfis de viajante.

Outras opções incluem a Real Seguro Viagem e a Compara Online, que também oferecem boas seguradoras, preços competitivos e planos que atendem as exigências da Europa. 

No site das seguradoras

Se preferir, é possível contratar diretamente com a seguradora, utilizando o site oficial da Allianz Travel, Assist Card, Coris, Vital Card, Ita Travel ou qualquer outra seguradora de sua escolha. 

Caso você tenha um cartão de crédito que ofereça seguro viagem como benefício, também é uma opção viável. Mas é bom lembrar de verificar a cobertura oferecida e a reputação desse seguro viagem gratuito. 

Contrate um seguro viagem Europa e viaje com tranquilidade

Em geral, a gente se preocupa muito com a conversão de Real para Euro, com a compra de Euros, a segurança na hora de levar dinheiro na viagem, mas não se importa tanto com o seguro viagem para a Europa. 

Portanto, a dica é normalizar a busca por um seguro que seja realmente eficiente e permita que você viaje com toda tranquilidade. Lembrando que o seguro deve cobrir desde o primeiro dia de viagem, incluindo o dia de embarque.

Viajar é uma terapia e fica ainda mais prazeroso quando você se cerca de todos os cuidados. E já que falamos em dinheiro e segurança, entenda os benefícios de ter um cartão de débito em dólar!

Viagens

Saiba como escolher o melhor Chip Internacional para sua viagem e não fique sem internet!

Vai viajar para o exterior? Então saiba como escolher um chip internacional para fazer ligações e acessar a internet fora do país.

Por:
Nomad
21/11/2023
15 min de leitura
21/11/2023

O que é um chip internacional?

O chip internacional é um serviço oferecido por operadoras de celular que permite que você mantenha a comunicação fora do Brasil, podendo fazer chamadas locais e internacionais ou enviar mensagens SMS.Com ele, você ainda tem acesso à internet e consegue usar as redes sociais para postar suas fotos e vídeos.

Sem contar a economia em relação ao uso do roaming, já que utilizará menos dados da sua operadora enquanto estiver no exterior. O chip comprado para o país de destino habilita seu aparelho a utilizar os aplicativos que funcionam online.

Entre os serviços mais importantes quando se está em um país diferente estão os de mensagens no WhatsApp e localização em tempo real pelo GPS. Uma das principais vantagens é que você pode visitar diversos destinos da Europa e da América com o mesmo chip.

De modo geral, tanto o sinal quanto a navegação na internet tendem a ser melhores, considerando que a conexão será local no país visitado. Você pode até fazer aquela chamada de vídeos entre amigos e família para mostrar lugares e costumes.

Se optar por abrir uma conta global Nomad, por exemplo, é importante sempre conferir o seu saldo depois de fazer compras ou saques em moeda estrangeira — nesse caso, o acesso ao aplicativo demanda conexão à internet.

Leitura recomendada: Como funciona o chip internacional da Vodafone?

Vale a pena mencionar que o chip internacional é similar ao que você utiliza no Brasil, porém com as configurações de uso para o território estrangeiro. Antes de viajar é preciso verificar a compatibilidade para ter certeza de que o serviço será ativado assim que aterrissar em solo estrangeiro.  

Isso quer dizer que é preciso ter um celular desbloqueado para aceitar outros chips. Assim que você desembarcar, ainda no aeroporto do país, basta retirar o que já está no aparelho e colocar o novo para saber como usar o chip internacional.

Siga as instruções de instalação e ativação que vêm junto da embalagem até que o serviço seja disponibilizado para uso. Como os chips internacionais variam de tamanho, não deixe de verificar sobre a necessidade de um adaptador.

O chip internacional é pré-pago, ou seja, com prazo de validade dos créditos limitado a partir da data da compra. É fundamental, antes de comprar, verificar as condições e ter a certeza de cobertura no período da sua viagem.

É possível escolher planos de 5 a 30 dias, com opções de apenas ligações ou chamadas e internet. Algumas empresas permitem a recarga, mas é preciso verificar as condições do continente e do país de destino.

Uma dúvida frequente é se existe uma versão pós-paga de chip internacional e a resposta é não. Essa modalidade é voltada para os serviços de roaming da operadora no Brasil, com lançamento de cobrança dos dados utilizados conforme os termos do contrato.

Quais são os tipos de chip internacional?

eSIM Internacional

É um chip virtual que funciona como qualquer outro modelo comum, tendo um número e um plano de dados vinculado. A diferença é ser incorporado de forma digital, sem ter uma versão física.

O processo mais comum de fazer a vinculação é por um QR code, código ou instalação via app. Qualquer uma das opções é realizada de forma online, o que faz dessa alternativa a mais simples de ser utilizada em viagens ao exterior.

Chip internacional vendido no país de destino

Nesse caso, você compra um chip internacional físico ao chegar no país de destino, o que pode ser feito no aeroporto ou em outra loja física em ruas ou shoppings. A parte negativa é que ficará sem ter internet fora do país até fazer a aquisição e ativação.

Essa opção depende das regras em cada país. Alguns deles exigem que o processo de ativação seja feito de forma presencial, o que aumenta a burocracia.

Ainda pode ser necessário adquirir chips diferentes sempre que cruzar a fronteira de um país, o que pode dificultar o seu deslocamento pela Europa, por exemplo.

Chip brasileiro com roaming internacional

Essa é a opção em que você mantém o seu chip brasileiro e ativa-o para ser usado no exterior. É preciso verificar com a operadora como o procedimento deve ser feito e se seu plano permite essa mudança.

As maiores operadoras de telefonia do Brasil oferecem essa opção. Normalmente, elas têm pacotes mensais que garantem conexão com franquia e/ou ligações ilimitadas. É preciso verificar diretamente com a empresa como o serviço funciona, já que ele muda.

Chip internacional comprado no Brasil

Aqui, você compra o chip internacional diretamente da sua casa ou de um aeroporto. A principal vantagem é já chegar no destino sabendo como ter internet fora do país, já que você instala ainda quando estiver no Brasil.

A desvantagem é ter que pagar o frete para chegar na sua casa, quando for o caso. Também tende a ser uma opção mais cara.

Onde comprar um chip internacional no Brasil?

Você pode comprar um chip internacional no Brasil em aeroportos ou pela internet. A dica é fazer a aquisição em uma empresa reconhecida e com bom suporte para evitar problemas, caso o número não funcione assim que você chegar no país de destino.

Algumas opções de site para comprar um chip internacional no Brasil são:

  • EasySIM4u;
  • Best Buy Sim;
  • O Meu Chip;
  • Trip Chip;
  • America Chip.

De todo modo, a melhor forma de comprar um chip internacional é online no site das operadoras especializadas. Recebendo antes da viagem, dá tempo de conferir o tamanho, tirar alguma dúvida e ter a certeza de desembarcar e ter sinal de internet.

Se preferir, você pode efetuar a compra nos quiosques em aeroportos ou deixar para comprar nas lojas físicas quando chegar no país escolhido. Tudo vai depender do seu planejamento, tempo de estadia e roteiro no destino, em que a internet será primordial para garantir uma experiência incrível.

Compre o seu chip internacional com o Nomad Shop

Outra opção para garantir o seu chip internacional e não ficam sem sinal durante a viagem é aproveitar as promoções e descontos do Nomad Shop.

É muito simples. Basta baixar e instalar o app Nomad, abrir a sua conta digital e acessar a opção "Shop" no menu. Lá você encontra condições incríveis, como:

  • Trip Chip: Até 65% de desconto no eSIM e chip internacional por tempo ilimitado;
  • America Chip: 20% de desconto em chips internacionais;
  • O Meu Chip: Chips internacionais com 15% de desconto.

Aproveite essas e outras condições especiais no app da Nomad. Baixe agora para iOS e Android.

Quanto tempo dura um chip internacional?

O tempo de duração de um chip internacional muda conforme o plano e a operadora escolhida. Normalmente, varia de 5 a 60 dias para o modelo pré-pago com internet ilimitada. Ele também costuma ser entregue em tamanho triplo para atender a diferentes opções de smartphones.

O que acontece se o prazo de validade expirar? Nesse caso, é preciso comprar outro, na maioria dos casos. Isso porque o mais comum é que o número deixe de existir, então, o chip é inviabilizado.

Qual o chip internacional mais barato?

O chip internacional mais barato é da o Meu Chip, que tem planos a partir de US$ 30 para o e-SIM Dados Europa e o físico para a América Latina. Mas a America Chip, a EasySIM4You e a Best Buy SIM têm para os EUA a partir de US$ 31.

A seguir, vamos detalhar melhor cada uma das opções para você poder tomar a sua decisão. Mas é importante ver algumas ideias para saber como usar o chip internacional de forma econômica.

Entre as dicas para encontrar os melhores preços está a da velha e boa pesquisa, se você tiver tempo antes da sua viagem. É importante comparar os serviços considerando alguns fatores para avaliar o custo-benefício:

  • Dias de uso
  • Cobertura oferecida
  • Sinal de internet
  • Suporte em português
  • Diferenciais, como disponibilidade em mais de um país do mesmo continente

Chip internacional para a Europa

Se você vai viajar para a Europa, certamente precisará saber como ter internet fora do país, seja para usar as redes sociais, seja para conversar com parentes e amigos ou pesquisar o restaurante mais próximo. Existem empresas com serviços específicos, com planos e cobertura de acordo com seu projeto de viagem e tempo de estadia dentro do continente europeu.

Entre as operadoras onde você pode comprar o seu chip internacional selecionamos cinco referências no mercado:

America Chip

Com conexão ilimitada, atendimento personalizado, suporte ágil e cobertura ampla, a America Chip oferece um plano com internet velocidade 4G ilimitada e ligações somente via WhatsApp para contratação em um período mínimo de 5 e máximo de 60 dias, com preços que variam de US$ 40 a US$ 221,85.

Também tem um plano com 10 Gb na velocidade 4G. Ele tem duração de 30 dias, internet na União Europeia e ligações e mensagens de textos também na União Europeia. O valor é de US$ 45,90.

As principais características do chip internacional Europa (com cobertura em diversos países) são:

  • Preço em Dólar (USD);
  • Planos entre 5 e 60 dias;
  • Internet com 10GB, dependendo do plano;
  • Internet 4G dentro da UE;
  • Ligações via WhatsApp;
  • Somente internet (opcional);
  • Ligações e mensagem texto ilimitada dentro da UE.

EasySIM4u

Embora seja uma empresa de origem americana, a EasySIM4u opera também na Europa com um chip internacional que você pode personalizar de acordo com seu propósito de viagem, com preços que variam de US$ 44 a US$ 49.

Veja as principais características do plano:

  • Velocidade 4G;
  • Voz e dados 4G;
  • Internet ilimitada com franquia 4G (redução para 2G após consumo total da franquia contratada);
  • App para ligações locais;
  • Ligações internacionais através do App (0800, celular e fixo);
  • Suporte em português.

Best Buy SIM

A forte presença na Europa faz da Best Buy Sim uma boa alternativa de chip internacional para quem viaja para o exterior. Com acesso à internet e ligações ilimitadas, a operadora promete excelência nos serviços por um preço de US$ 40.

Na descrição dos serviços:

  • Suporte online 24h em português;
  • Internet 4G em toda a União Europeia;
  • Ligações locais e internacionais ilimitadas.

O Meu Chip

A operadora tem um preço competitivo e oferece cobertura para os países da Europa. Os preços para os chips físicos variam de US$ 32,5 a US$ 53. Também tem o e-SIM pelos valores de US$ 30 e US$ 32,50.

Uma característica da O Meu Chip é ter planos específicos para alguns casos. Por exemplo, tem o plano de dados ilimitados para Andorra e Suíça, e um com foco em voz e dados.

A área de cobertura é enorme, abrangendo 42 países. Os planos ainda oferecem:

  • Internet ilimitada em 5G e 4G;
  • Planos que variam de 5 a 30 dias;
  • Sem mudança de número de WhatsApp .

Trip Chip

Uma boa opção para quem quer praticidade na viagem para os EUA é a Trip Chip. Além do chip tradicional, empresa oferece diversas opções de eSIM, que é um chip digital. Com isso, não é preciso perder o número brasileiro ou trocar o chip físico no aparelho.

Entre os serviços que a Trip Chip oferece estão:

  • Redes de alta velocidade em 4G e 5g;
  • Dados de internet ilimitados;
  • Acesso ilimitado a apps como Whatsapp, Instagram, Facebook, Waze, Google Maps e Uber.
  • Suporte em português 24 horas por dia.

Viaje Conectado

Outra operadora que permite usar chip internacional na Europa é a Viaje Conectado. Existem dois planos, um de versão física e outra virtual de SIM card. O preço é de US$ 69,99. Eles ainda oferecem as seguintes características:

  • Plano de 12 Gb de dados;
  • Chip somente internet, isto é, sem ligações;
  • Ligações por apps, como WhatsApp, Facetime etc.;
  • Válido por até 30 dias;
  • Multi Operadoras.

Tanto essas quanto outras operadoras oferecem coberturas para outros países, além dos Estados Unidos, que vamos explicar melhor a seguir. Isso significa que você pode comprar um chip internacional para a Argentina, por exemplo. Basta pesquisar.

Chip internacional para os EUA

Agora, se o seu destino de viagem for os Estados Unidos, as possibilidades são maiores quando se trata das empresas especializadas em chip internacional. Veja detalhes das operadoras com planos disponíveis para a escolha do melhor chip internacional EUA:

America Chip

Com preços que variam entre US$ 31 e US$ 39,90, a America Chip é uma das mais competitivas do mercado para os EUA. O custo-benefício pode ser conferido nos serviços oferecidos:

  • Operadora T-Mobile
  • Plano para 30 dias
  • Internet com 10GB com velocidade 4G+
  • Internet 4G com 5 Gb no México e Canadá (opcional)
  • Ligações ilimitadas EUA, MÉX e CAN
  • SMS ilimitado.

EasySIM4u

Fundada nos EUA, a EasySIM4u oferece planos com preços que variam entre US$ 31 e US$ 36, com duração de 5 a 30 dias e suporte em português. Os serviços disponíveis são:

  • Voz e dados 4G/LTE ilimitado nos Estados Unidos;
  • Um número de telefone americano;
  • Ligações e SMS locais ilimitados (através do App);
  • 4G ilimitado somente para dados;
  • Cobertura padrão nos Estados Unidos;
  • Função roteador de até 5 Gb de dados incluída (disponível somente dentro dos EUA).

Best Buy SIM

Atuando também nos Estados Unidos com planos a partir de US$ 31, a Best Buy SIM oferece acesso ilimitado às principais redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e WhatsApp.

Confirma os demais serviços:

  • Operadora T-Mobile;
  • Suporte online 24h em português;
  • Internet 4G ilimitada nos EUA;
  • Ligações locais e internacionais ilimitadas;
  • Internet 4G com 5 Gb no México e Canadá (opcional);
  • Função roteador grátis.

O Meu Chip

Essa é mais uma operadora com um serviço de destaque para chip internacional para os EUA, com planos que vão de US$ 30 a US$ 41. A finalidade de uso deve ser pessoal e a empresa deixa claro no site que caso seja detectado a atividade profissional, o sinal será cortado sem direito a reembolso.

É importante reforçar que, assim como para a Europa, tem o chip físico e o virtual. Ainda tem planos específicos para dados, outros que também incluem voz, e ainda um premium, que é voltado apenas para aparelhos Motorola.

Entre os serviços, destacam-se:

  • Chip Estados Unidos;
  • Chip internet ilimitada em 5G/4G LTE (uso pessoal somente nos EUA);
  • Rede T-Mobile (somente dados);
  • Planos de 5 a 120 dias;
  • 5 Gb de franquia para rotear;
  • Ligações locais ilimitadas;
  • Ligações ilimitadas para celular e fixo no Brasil.

Trip Chip

A Trip Chip conta com planos com internet 5G em diversos países da Europa, com planos que começam a partir de R$ 135 para a opção com eSIM e R$ 170 + frete para o SIM físico.

Entre os serviços que a Trip Chip oferece estão:

  • Rede com cobertura 4G e 5G de alta velocidade;
  • Dados de internet ilimitados durante a viagem;
  • Acesso ilimitado a apps como Whatsapp, Instagram, Facebook, Waze, Google Maps e Uber,;
  • Suporte em português 24 horas por dia.

Viaje Conectado

Por fim, a Viaje Conectado oferece chip internacional para viagem aos Estados Unidos com planos de 5 a 30 dias, a partir de US$ 33,99. Também tem a recarga no valor de US$ 55,99.

Veja os principais serviços:

  • Plano de internet ilimitada
  • Internet móvel em 5G/4G/LTE
  • Ligações locais e SMS ilimitados dentro dos EUA
  • Não faz compartilhamento de internet.

Uma novidade é que a maioria dessas operadoras oferecem agora o e-SIM o chip virtual internacional que funciona como o chip físico. Ativado a distância, além de você não gastar com o frete, não correrá o risco de comprometer sua viagem por atraso na entrega.

Tão prático quanto eficiente, após a compra, você receberá no e-mail cadastrado, um QR Code de ativação. Basta fazer a leitura com o celular onde o e-SIM será utilizado e pronto, está instalado.

Os serviços são os mesmos do chip físico e os preços variam entre US$ 36 e US$ 69,99.

Comece a planejar a sua viagem para o exterior!

A preparação de uma viagem internacional, seja para a Europa, seja para a América, começa pelo planejamento. O primeiro passo é saber qual será o destino e por quanto tempo você pretende ficar no país.

Esses são elementos fundamentais para saber qual será a moeda estrangeira utilizada e quanto você gastará durante a estadia. Pode não parecer, mas como tudo é feito online hoje em dia, até mesmo a compra do seu chip internacional depende dessas escolhas.

Tenha o cuidado de pesquisar mais sobre as operadoras descritas neste conteúdo, comparando as opções de planos e serviços. O custo-benefício só será válido se você sair do Brasil, desembarcar em outro país e não tiver problemas de conexão ou falta de internet.

Com um bom chip internacional, você terá mais segurança, já que o universo online oferece uma infinidade de soluções. Seja o acesso à conta internacional ou o uso de um aplicativo de tradução simultânea, a internet vai contribuir para que você tenha uma experiência incrível na Europa ou nos EUA.Se você gostou deste conteúdo e quer uma ajudinha para planejar sua viagem ao exterior passo a passo, conte com o nosso guia prático para não esquecer nenhum detalhe!

Viagens

Conta em dólar vale a pena? Conheça as maiores vantagens!

Saiba tudo sobre uma conta em dólar. Veja se é possível abrir uma estando no Brasil, como funciona, documentos e muito mais!

Por:
Nomad
12/12/2023
15 min de leitura
12/12/2023

O que é uma conta em dólar?

A conta em dólar é uma conta bancária cujo funcionamento se dá na moeda americana. A principal diferença entre ela e as contas bancárias tradicionais são, basicamente, a moeda em que cada uma é operada.

Dessa forma, ao realizar transações internacionais, a operação é feita diretamente na moeda americana, não sendo necessário fazer conversão cambial do dinheiro que está na conta. 

Além de fazer pagamentos e transferências em dólar, também é possível receber valores em reais na conta. Nesse caso, o usuário faz uma transferência para a conta internacional e o dinheiro é convertido pelo banco de acordo com a cotação cambial em vigência. 

Vale ressaltar que cada banco possui taxas específicas para as transações realizadas em dólar. Além disso, várias instituições não são transparentes sobre quais serão as cobranças feitas ao realizar as operações internacionais, por isso, preste muita atenção na hora de escolher onde você irá abrir a sua conta em dólar. 

Leitura recomendada: Como conseguir o Green Card?

Como funciona uma conta em dólar

O funcionamento de uma conta em dólar é muito similar ao das contas bancárias tradicionais do Brasil. Para começar a utilizar esse tipo de serviço, o usuário escolhe a instituição financeira na qual deseja fazer a abertura e envia os dados e comprovantes solicitados para efetuar esse processo.

Caso o banco aprove a abertura da conta internacional, o cliente pode começar a movimentá-la fazendo um depósito ou transferindo valores para ela. No caso de remessas em reais, a instituição financeira faz a conversão automática e a quantia em dólares é disponibilizada na conta para uso em transações.

A partir dela, é possível realizar compras em sites e estabelecimentos estrangeiros, fazer investimentos fora do Brasil, enviar dinheiro para amigos ou familiares que vivem no exterior, manter uma reserva em dólares, entre outros. 

Com a conta em dólar, o usuário não precisa mais se preocupar com o câmbio ao fazer pagamentos e transferências bancárias em dólares, além de não ser necessário arcar com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) a cada transação.

No entanto, é preciso estar atento a alguns detalhes na hora de usar esse tipo de conta. Isso porque, por estarem sediadas no exterior, elas obedecem às regras bancárias locais. 

Além disso, a maioria das contas em dólar são operadas somente na função de débito, o que torna importante que o cliente se planeje para sempre ter saldo suficiente para as suas necessidades, já que a conta não poderá ficar negativa. 

As vantagens em ter uma conta americana são muitas, mas para descobrir se uma conta em dólar vale a pena para você, continue lendo o conteúdo!

É possível abrir conta em dólar do Brasil?

Sim! Quem mora no Brasil pode abrir uma conta em dólares de forma totalmente online, através de bancos digitais e instituições financeiras que disponibilizam o processo por meio de site ou aplicativo de smartphone. 

Assim, o procedimento de cadastro e abertura da conta em dólar é feito sem sair de casa, não sendo necessário comparecer à agência bancária. Em geral, o procedimento pode envolver algumas burocracias, mas na Nomad, basta enviar os dados pessoais e comprovar a autenticidade das informações.

As contas em dólar não são sediadas no Brasil, mas em países estrangeiros. Isso porque, de acordo com a legislação brasileira, somente algumas instituições têm autorização para operar contas em moeda estrangeira no país, como seguradoras, entidades de diplomacia e administradoras de cartões de crédito internacionais.

Isso quer dizer que, na prática, as contas em dólar fazem parte de um tipo de filial do banco em outro país, sendo que a sucursal da instituição no Brasil intermedia a transferência para a conta no exterior.  

Por isso, é importante se atentar para onde está sediada a conta em dólares oferecida pelos bancos, de forma a garantir que o seu dinheiro esteja seguro em um país com regulamentação financeira confiável e economicamente estável

Uma boa opção nesse sentido é a conta Nomad, sediada nos Estados Unidos, e coberta pelo fundo garantidor de depósitos (FDIC) do governo americano em até US$250 mil.

As 5 principais vantagens de ter uma conta em dólar

Para saber se a conta em dólar vale a pena para você, é importante conhecer as vantagens dessa modalidade. Conheça, então, quais são os 5 principais atrativos:

1. Estabilidade

Ter recursos em dólar, moeda mais forte e mais estável que o Real, é uma excelente forma de proteger o seu patrimônio. Isso porque a moeda americana funciona como um porto seguro contra a inflação da moeda nacional e os períodos de crise econômica e política do Brasil, uma vez que não sofre com desvalorização. 

2. Mobilidade Financeira

A conta em dólar permite realizar transações financeiras em qualquer lugar do mundo com muito mais facilidade, pois a moeda americana é amplamente aceita. 

Assim, o usuário não precisa mais se preocupar em ativar o uso internacional de cartões ou avisar ao banco antes de viajar e fazer compras no exterior. Também fica mais fácil gerenciar a conta por meio de apps e fazer investimentos em dólar.

3. Segurança em viagens

A conta em dólar é a melhor opção para quem vai viajar para fora do Brasil ou passar uma temporada morando no exterior. Afinal, com ela não é preciso levar consigo grandes valores de dinheiro em espécie, o que evita a ocorrência de furtos ou perdas. 

4. Compras em sites americanos

Fazer compras em estabelecimentos dos EUA fica muito mais simples com uma conta em dólar. Isso porque os pagamentos passam a ser feitos, diretamente, na moeda local, sem pagar tarifas extras de conversão e sem riscos de recusa da transação pelos sites americanos.

Outro fator importante é a economia, já que a cobrança de IOF só é feita na hora de depositar dinheiro na conta internacional, não sendo necessário arcar com a taxação de 6,38% em compras por cartão.

5. Câmbio comercial

Quem utiliza uma conta em dólar não precisa arcar com a cotação turismo cobrada pelas casas de câmbio, pois as transferências de reais para a conta internacional são feitas com base no câmbio comercial, diminuindo os custos de fazer uma transação no exterior.

Agora que você já aprendeu sobre vários aspectos que envolvem uma conta internacional, que tal descobrir se a conta em dólar vale a pena? Confira, a seguir!

Afinal, abrir uma conta em dólar vale a pena?

Em geral, a conta em dólar vale a pena para quem se encaixa nos seguintes perfis:

  • Viaja para o exterior com frequência;
  • Precisa enviar dinheiro para amigos ou familiares que residem fora do Brasil;
  • Faz compras em sites internacionais, como Amazon, eBay, entre outros;
  • Deseja fazer investimentos nos Estados Unidos;
  • Recebe pagamentos de fora do país;
  • Deseja manter reserva financeira em dólares.

Se você se identifica com algum desses perfis, é bem provável que abrir uma conta em dólar vale a pena para você. Para garantir que a sua experiência seja a melhor possível, procure por um banco confiável e que faça o processo de forma digital. 

Além disso, fique atento à cobrança de tarifas pela instituição financeira, o que pode encarecer o custo de manutenção da conta internacional. 

Com a conta Nomad, o seu dinheiro fica seguro nos EUA e não é preciso pagar taxas de abertura ou manutenção. O controle da conta em dólar é feito pelo aplicativo Nomad, ou seja, o cliente tem acesso aos detalhes da sua conta e recebe notificações de todas as transações realizadas direto no seu celular.

Além de tudo isso, quem abre uma conta em dólar da Nomad recebe um cartão de débito virtual para usar em suas compras. Acesse o site e saiba mais!

Gostou de aprender se uma conta em dólar vale a pena? Então, confira outros artigos que podem ser úteis para você!

Nomad

Quais países aceitam a Nomad? Lista completa!

Veja uma lista completa de todos os países ao redor do mundo que aceitam o seu Cartão Nomad para compras. Clique e saiba mais agora!

Por:
Nomad
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Quais países aceitam a Nomad?

São mais de 180 países e territórios que aceitam a Nomad, seja para realizar compras presenciais ou virtuais, além de saques em caixas eletrônicos (ATMs).

Os principais destinos internacionais estão incluídos na lista e é só usar o cartão normalmente, sem se preocupar com bandeira ou aviso de viagem ao banco. A bandeira VISA é uma das mais aceitas mundialmente. 

Basta ter a versão virtual ou física, saldo em conta e senha cadastrada para usar. Se quiser saber como cadastrar o seu cartão na sua carteira digital.

Utilizando o cartão Nomad em todo o mundo

Acesse aqui para conferir a lista completa dos países para realizar compras e saques com a Nomad. 

Para fazer compras em lojas presenciais com o seu cartão físico é muito simples. Basta inseri-lo na maquininha e digitar a senha cadastrada. Com saldo suficiente, a transação é aprovada.

No momento, a versão física ainda não tem a possibilidade de pagamento por aproximação. Se quiser fazer compras por meio contactless, basta adicionar o seu cartão virtual na carteira digital de preferência e ter um smartphone com a tecnologia NFC (Near Field Communication).

Fora dos Estados Unidos, pode ser necessário informar a opção crédito no momento do pagamento. A operação será realizada normalmente, com o valor debitado do saldo, caso haja dinheiro em sua conta-corrente.

Lembrando que nos países e territórios que a moeda oficial não é o dólar, o valor é convertido automaticamente para dólares americanos. A cotação utilizada é a do momento da transação.

Insira a data da compra, complete com as moedas (dólar americano - do seu cartão Nomad - e a do país de transação), mais a taxa bancária, que pode ser considerada como zero.

Leitura recomendada: Roteiro de viagem para a Europa

E como realizar saques pelo mundo?

Para saques, o processo é bem prático. Independente do país, basta procurar um ATM (caixa eletrônico) que aceite a bandeira VISA, inserir seu cartão físico, o valor que quer sacar do seu saldo e digitar a sua senha.

A Nomad oferece dois saques gratuitos por mês em qualquer ATM. Quando utilizados, uma taxa de US$ 5 será cobrada a cada retirada. Já em ATMs da rede Allpoint a gratuidade é ilimitada.

Não se esqueça que as empresas de caixas eletrônicos cobram uma taxa própria para permitir o saque, que é sempre informada antes de você confirmar a operação. Os valores costumam ficar entre US$ 2 e US$ 4.

Em alguns estabelecimentos, ainda é possível realizar um saque no próprio caixa da loja. Basta solicitar uma cobrança maior que o valor dos produtos e o troco em dinheiro. Mas é preciso checar antes se aquele local realiza tal prática e quais os valores e condições permitidas.

Vem ser global com a Nomad

Agora que já sabe quais países aceitam a Nomad, não espere a próxima viagem para ter um saldo em dólar. Em poucos cliques, você envia seus dados e já pode começar a ter uma conta verdadeiramente global.

Nomad

Como fazer saques com a Nomad?

Quer sacar valores da sua conta Nomad, mas não sabe como? Confira nosso passo a passo de como sacar seu dinheiro de forma rápida e prática!

Por:
Nomad
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Como sacar com a Nomad?

O primeiro passo para começar a sacar com a Nomad é ter saldo suficiente. O mesmo acontece para desbloquear o cartão virtual ou pedir o seu cartão físico. Por isso, essa é uma etapa essencial para a utilização do app como um todo.

Por ser uma conta global e cartão de débito internacional, as atividades só acontecem com dinheiro disponível em seu extrato. Fique tranquilo, pois o processo é super prático e, uma vez realizado, as demais vezes funcionarão da mesma forma.

Esta primeira transferência habilita a funcionalidade para solicitar o seu cartão físico Nomad. Com ele, além de compras presenciais ou online, será possível fazer saques internacionais em diversos caixas eletrônicos (ATMs).

As entregas da versão física são feitas somente para endereços brasileiros ou norte-americanos e, assim que receber o cartão, acesse o app para o desbloqueio e configuração da senha.

Como fazer saques com a Nomad em caixas eletrônicos pelo mundo

Com o cartão físico desbloqueado e senha configurada, basta procurar entre os diversos ATMs disponíveis para realizar o saque do seu saldo. Seu cartão de débito é da bandeira Visa, o que facilita na hora de encontrar caixas habilitados.

No caixa eletrônico, basta inserir o cartão na leitora, informar o valor necessário e senha da versão física. Com o saldo disponível, o valor já sai no mesmo instante e na moeda do país. Alguns caixas até permitem a retirada de valores em outras moedas, mas o mais comum é a oferta somente na moeda local. 

São mais de 180 países e territórios em que você pode procurar os ATMs disponíveis. Em localidades que não possuem o dólar como moeda oficial, a conversão acontece de forma automática, de acordo com a cotação no momento da transação, utilizando a taxa de câmbio Visa.

Se quiser simular qual será a conversão de outras moedas para o dólar, acesse a calculadora Visa e complete com as duas moedas, dia da transação e taxa bancária, que pode ser considerada como “zero”.

Uma outra forma de sacar do seu saldo Nomad é diretamente em estabelecimentos que permitam a cobrança de um valor superior ao da compra, com o troco sendo entregue em espécie. Mas isso só acontece em lojas específicas. Consulte no caixa a possibilidade da operação e os valores máximos.

Qual o custo para realizar saques com o cartão Nomad?

São dois saques gratuitos por mês em todo o mundo. Caso os ATMs sejam da rede de caixas eletrônicos Allpoint e MoneyPass, essas operações com gratuidade são ilimitadas, devido à parceria da empresa com a Nomad. Na internet, você consegue localizar os ATMs da rede Allpoint e MoneyPass na sua região. 

Após os dois saques mensais gratuitos em caixas fora da rede Allpoint e MoneyPass, será cobrada uma taxa de US$ 5 por transação, que será debitada diretamente da sua conta.

É comum que o proprietário/operador da rede de ATMs cobre uma taxa para permitir o saque. Esse valor sempre será informado antes de você confirmar a operação e cada empresa cobra de uma forma, com valores que giram entre US$ 2 e US$ 4. Nos ATMs da rede Allpoint e MoneyPass, essa taxa também não é cobrada, devido à parceria.

Nos EUA, conte ainda com a facilidade do nosso localizador de ATMs dentro de app. Basta acessar a área do cartão físico no aplicativo e clicar na funcionalidade, que te mostra a distância entre os caixas mais próximos, inclusive os da rede Allpoint.

Leia também: Nomad ou Wise? Descubra qual é a melhor conta internacional

Qual o limite de saque no exterior?

Não há limites para o número de saques com seu cartão Nomad, mas há cobranças, dependendo das redes operadoras e da quantidade de transações mensais. Só há um valor máximo para as transações, que são:

  • US$ 500/dia;
  • US$ 7.000/mês;
  • US$ 36.000/ano.

Onde consigo realizar saques com o cartão Nomad?

Para sacar na Nomad, insira seu cartão na ATM (caixa eletrônico) e siga as instruções digitando sua senha. É essencial estar ciente dos limites de saque: o limite diário é de US$ 500 (quinhentos dólares).

Se você possui um cartão Visa da Nomad, pode sacar em qualquer caixa eletrônico (ATM) que aceite Visa nos países habilitados na rede de ATMs MoneyPass, onde não há cobrança de taxas, uma vez que a MoneyPass é uma rede parceira da Nomad. 

Encontre as ATMs da MoneyPass mais próximas de você clicando aqui. Lembre-se, o valor sacado será convertido para a moeda local do país onde o saque é realizado.

Além dos caixas eletrônicos MoneyPass, a Nomad permite que você faça saques em estabelecimentos que oferecem essa opção. Basta solicitar uma cobrança maior que o valor da sua compra pelo cartão e o valor do troco em espécie. Antes de realizar a operação, confira com o estabelecimento a disponibilidade desse serviço e o limite máximo de saque permitido.

Qual a conversão utilizada para saques em países que não usam dólar americano?

Ao realizar saques fora dos EUA com seu cartão Visa, o valor será convertido para dólar americano, usando a cotação do momento da transação conforme a taxa de câmbio da Visa. Para ter uma ideia dessa conversão, utilize a calculadora de conversão de moeda aqui. Lá, você poderá adicionar informações como:

  • A data da transação
  • A taxa adicional da Nomad, que deve ser considerada como 0%
  • A moeda e o valor da transação
  • A moeda do seu cartão, que é o dólar americano

Informe todos esses detalhes na calculadora para obter uma estimativa do valor da transação na moeda de sua escolha.

Posso depositar valores em espécie na conta digital Nomad?

Sim, você pode fazer depósitos em dinheiro usando o seu cartão físico da Nomad nas farmácias Walgreens. Quando estiver lá, é só se dirigir ao caixa e pedir para realizar o depósito. Tenha em mente que a farmácia pode cobrar uma taxa pelo serviço, que não é de responsabilidade da Nomad.

Quanto aos limites de depósito:

  • O valor mínimo por depósito é de US$ 20 (vinte dólares)
  • Você pode depositar até US$ 500 (quinhentos dólares) por dia
  • O dinheiro depositado deverá estar disponível na sua conta em até um dia útil americano, seguindo as regras da farmácia

IMPORTANTE: Não é possível fazer o depósito em caixas eletrônicos ATM. Não se esqueça de guardar o recibo da operação.

Uma conta que te acompanha

Viu como fazer saques com a Nomad é simples? Esqueça aquelas altas taxas para retirar dinheiro no exterior ou ter que avisar ao seu banco que vai viajar. Seja pagando em espécie ou direto no débito, sua conta te acompanha em cada nova aventura e com mais economia em cada transação.

Ao baixar o app da Nomad, você abre as portas para uma experiência bancária internacional sem igual. Além da facilidade nos saques, você desfruta de uma conta global com câmbio transparente, sem taxas escondidas, compatível com as principais carteiras digitais. 

A segurança é garantida e você tem o mundo financeiro na palma da sua mão. Então, que tal começar essa jornada global agora? 

Baixe o app da Nomad e viva a liberdade de gerenciar seu dinheiro sem fronteiras!

Nomad

Como usar a Nomad na Argentina? Tire todas as suas dúvidas

Saiba como usar a Nomad na Argentina e no mundo! Saiba como realizar saques e qual o câmbio utilizado.

Por:
Nomad
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Posso usar a Nomad na Argentina?

Sim, você pode usar a Nomad na Argentina para compras locais, pagamento de hotéis, aluguel de veículos, alimentação, lazer e muito mais. A mesma regra é válida para mais de 180 países que aceitam o cartão de débito internacional da fintech, que tem a bandeira Visa.

Esse é um ponto bastante favorável, já que mais de 35 milhões de estabelecimentos aceitam o cartão de débito Nomad com a bandeira Visa. Ele está vinculado à conta global, que é isenta de taxa mensal de manutenção e de taxa de abertura.

Como usar a Nomad na Argentina e no mundo?

Você pode usar a Nomad na Argentina e no mundo em compras online ou presenciais por aproximação e cartão físico. De toda forma, você não precisa se preocupar em levar dinheiro em espécie, e pode contar com a conversão automática do câmbio.

Veja mais detalhes sobre como usar a Nomad na Argentina e no mundo.

Compras online

Para fazer compras online em lojas argentinas ou de outros lugares do mundo (como as dos países da Europa), faça o seguinte:

  • Abra o app da Nomad na tela para finalizar a compra
  • Acesse a aba “Cartões”
  • Utilize os dados do seu cartão virtual, como data de validade, número e Card Verification Value (CVV)
  • Preencha os dados do cartão no site e finalize a compra

Esse processo pode ser feito enquanto você estiver na Argentina, mas também estando no Brasil. Fácil e rápido, concorda?

Compras presenciais por aproximação

Você também pode vincular o seu cartão internacional Nomad (físico ou virtual) à sua carteira digital para fazer pagamentos por aproximação. Isso permite que você conclua a compra com o máximo de rapidez pelo seu smartphone ou smartwatch.

Saiba que o cartão de débito da Nomad é compatível com a Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. Ou seja, você poderá cadastrá-lo sem problemas.

Compras presenciais com cartão físico

Se você preferir fazer compras presenciais com cartão físico, apenas informe o estabelecimento da bandeira Visa. Então, insira o cartão na máquina ou aproxime o celular para pagar com a carteira digital. Confira o valor e digite a senha.

Fica claro, assim, que o cartão Nomad é prático de usar, mais seguro e mais barato do que dinheiro físico e tem taxas mais baixas do que o cartão de crédito internacional. Isso porque você paga apenas 1,1% de IOF.

Como fazer saques na Argentina?

Para fazer saques na Argentina, basta usar o cartão Nomad da bandeira Mastercard na rede de caixas eletrônicos Allpoint. A retirada de dinheiro é gratuita, e o limite diário é de US$ 500. Clientes cujo cartão é Visa também podem fazer o processo em qualquer ATM que aceite a bandeira.

Em alguns estabelecimentos, ainda é possível fazer saques diretamente no caixa da empresa. Nesse caso, você deve solicitar uma cobrança em valor mais alto do que o da compra, recebendo o troco em espécie.

De toda forma, você faz saques em redes de caixas eletrônicos em mais de 180 países. Isso é importante, porque sempre há passeios e estabelecimentos que podem se recusar a receber o pagamento via cartão.

Com isso, você curte tudo o que Buenos Aires e qualquer outra cidade argentina tem a oferecer, e nem precisa levar dinheiro em espécie, porque pode sacar a quantia de que precisa a qualquer momento.

Qual o câmbio que a Nomad utiliza na Argentina?

O câmbio que a Nomad utiliza na Argentina é o comercial, sendo que a conversão para o dólar americano é automática de acordo com a cotação da Mastercard ou da Visa, bandeiras dos cartões. Vale a pena lembrar que a moeda oficial do país é o peso argentino.

Em uma simulação realizada no dia 22 de setembro de 2023, US$ 100 na conta geravam a compra de 10 mil pesos argentinos. Na conversão de valor do dólar para o peso argentino, o resultado foi de US$ 28,57.

Ainda é interessante saber a diferença entre câmbio comercial e turismo. A primeira é a taxa utilizada em operações comerciais e financeiras. Ela não tem margem de lucro. Já a segunda é usada nas negociações entre os bancos e pessoas físicas, e é muito usada no turismo, mas tem acréscimo.

Isso significa que a taxa de câmbio comercial é a melhor para você — e é exatamente ela que a Nomad utiliza. Inclusive, o dólar comercial é mais barato do que em casa de câmbio ou cartão de crédito internacional. Esse é mais um benefício de usar Nomad na Argentina.

A Nomad acompanha você pelo mundo

Com todas essas informações, você já percebeu que a Nomad te acompanha pelo mundo. Seja na Argentina, seja em outros países, você poderá abrir sua conta em dólar com uso global.

Isso permitirá que você tenha uma vida financeira global completa, sem taxa de abertura e sem taxa mensal de manutenção. Ainda poderá fazer investimentos, comprar no exterior e viajar pelo mundo. Quem sabe, até mesmo, conhecer o custo de vida na Argentina e morar lá — por que não?

Agora é só você aproveitar os benefícios da conta global sabendo como usar Nomad na Argentina. Com isso, pode curtir os passeios e todas as belezas que os nossos hermanos oferecem em seu país.

E você, também quer viajar para a Argentina? Baixe o app, conheça as vantagens e abra a sua conta.

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Abra a sua conta global e ganhe 3.000 pontos LATAM Pass e até 20 dólares de cashback!

A Nomad continua inovando ao oferecer a experiência de uma conta global e em dólar, com mais economia e simplicidade para explorar o mundo.

Por:
Nomad
24/1/2024
15 min de leitura
24/1/2024

Como ganhar pontos LATAM Pass?

Se você ainda não tem uma conta global Nomad, essa é a sua chance de aproveitar mais essa facilidade para uma vida financeira global completa.

Abra sua conta pelo app da Nomad utilizando o código de convidado LATAMCASHBACK, faça a primeira operação de câmbio em até 15 dias e ganhe 3.000 pontos LATAM Pass + 2% de cashback até 20 dólares.

Confira aqui as regras e critérios de legitimidade para a promoção:

  • Campanha especial válida apenas para novos clientes cadastrados com o código de convidado da promoção e durante o período de 19/01 a 08/02/2024.
  • Os pontos serão creditados em até 30 dias úteis após a operação do câmbio. 
  • O cashback será creditado em até 1 dia útil após a operação de câmbio.
  • Para o crédito dos pontos, é necessário ter uma conta LATAM Pass já aberta com o mesmo CPF. 
  • Não cumulativa com outras ações e promoções.

Sobre o LATAM Pass

O LATAM Pass é o programa de fidelidade oficial da LATAM Airlines, sendo atualmente o quarto maior do mundo. O programa oferece várias maneiras de acumular pontos. Em seu marketplace, o Shopping LATAM Pass, são mais de 50 parceiros varejistas em um só lugar para resgate de pontos e compras em dinheiro, e o cliente também é recompensado com pontos.

A Nomad é sua conta global

O cartão internacional de débito Nomad é aceito em mais de 180 países para compras e saques, sem taxas ou anuidade. Você adiciona saldo em dólar em tempo real pelo app, com IOF de 1,1% e taxa de serviço de até 2%, além de ter acesso à cotação comercial da moeda. Isso representa uma economia de até 10% em relação aos cartões de crédito tradicionais.

Pelo aplicativo, acesse todas as informações do seu cartão digital ou solicite a versão física. Dá para fazer compras online ou em lojas físicas pelo mundo, além de integrá-lo em suas carteiras digitais, como Apple Pay, Google Pay, Samsung Pay ou Paypal.

Compras

Como rastrear compras internacionais? Aprenda a acompanhar o rastreio!

Comprou algo no exterior e precisa saber onde está? Veja como rastrear suas encomendas internacionais de forma rápida e grátis!

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

O que é o rastreamento de encomendas?

Quando compramos algo online em lojas locais, é muito comum que as transportadoras sejam usadas para fazer o frete até nossas casas. Também existe a possibilidade de o conteúdo ser enviado por um serviço postal, como o dos Correios, no Brasil.

As compras internacionais funcionam da mesma maneira. Transportadoras até podem percorrer longas distâncias, mas o serviço fica muito mais caro, tanto para o vendedor, quanto para o comprador, o que torna o serviço postal tão necessário para uma encomenda internacional.

Com isso, o serviço de rastreamento de objetos é um ponto crucial oferecido por esses meios postais. Essencialmente, ele serve para avisar ao comprador onde está o item adquirido. Em alguns casos, é por meio desse rastreamento que possíveis cobranças são atreladas ao pacote.

Para ilustrar esse cenário, imagine que você comprou uma blusa ou um celular dos Estados Unidos. A loja irá enviar a sua encomenda por meio de alguma empresa de serviço postal americana, como a USPS, e fornecer um código de rastreamento, que serve para monitorar uma compra internacional. 

Por meio desse código, você poderá acompanhar todo o trajeto do pacote, desde a postagem no país de origem (nesse caso, os Estados Unidos) até a chegada à sua casa. Não é um sistema de acompanhamento em tempo real, mas uma maneira de receber atualizações periódicas sobre o seu pacote.

Códigos de rastreamento

Os códigos de rastreamento de objetos para o Brasil seguem um padrão determinado pelos Correios. Eles são sempre compostos por duas letras no começo, nove números no meio e mais duas letras no final, em um modelo como este: YY123456789ZZ.

Cada parte do código tem um propósito, especialmente no caso da importação de produtos. As duas primeiras letras informam o tipo de encomenda enviada ao serviço postal. LI, por exemplo, significa que a encomenda é um objeto internacional Prime, uma categoria dos Correios.

Os números servem para determinar uma identificação única ao pacote e podem ser ordenados de maneira aleatória. Já as últimas duas letras do código informam o país de origem do pacote. Então, se um código acaba em KR, por exemplo, a encomenda a qual ele está atrelado está vindo da Coreia.

Como rastrear um pacote?

Agora você já sabe o que é e para que serve um rastreamento, mas como rastrear uma compra internacional? Para isso, existem alguns passos que devem ser seguidos, conforme detalhado a seguir.

1. Confira as opções de frete da loja

Ao rastrear uma compra fora do país, verifique se a loja em que está comprando faz envios registrados (com código) para o Brasil. Também vale pesquisar a experiência que outros brasileiros tiveram ao comprar na loja.

2. Receba e cadastre o código

Depois de receber o código de rastreio, você deve cadastrá-lo no site dos Correios. Se você ainda não tem uma conta no idCorreios, crie-a, oferecendo as informações necessárias. Depois, cadastre seu código de rastreamento em Minhas Importações e atrele-o ao seu CPF. 

Esse passo é muito importante para você rastrear a encomenda internacional, acompanhando onde ela está e se você precisa tomar alguma providência. A Receita Federal não permite a entrada de objetos registrados que não estejam atrelados a um CPF.

Código não segue o padrão dos Correios

Se o seu código de rastreamento não seguir o padrão dos Correios, você deverá rastrear o objeto diretamente pelo site do serviço postal ou da transportadora que está enviando o pacote. Quando chegar ao Brasil, o pacote receberá um novo código, que poderá, então, ser acompanhado pelo site dos Correios.

3. Rastreie 

Depois de cadastrado, você poderá rastrear a compra internacional pelo CPF ou pelo código. A encomenda passará por diversas etapas, como a chegada aos centros de distribuição e a fiscalização aduaneira. 

É possível que a mercadoria esteja sujeita a impostos e taxas. Qualquer pagamento ou ação necessária da sua parte será informada pelos Correios, por meio do código de rastreamento. Se você não fizer os pagamentos a tempo, sua encomenda pode voltar ao destinatário ou ser extraviada.

Como rastrear um pedido vindo da China?

A China é mais uma alternativa de compras no exterior, com diversas opções de lojas e variedade de produtos. A relação comercial entre Brasil e China está cada vez mais popular, tanto para importação quanto para exportação, com destaque para as compras.

O preço dos produtos chineses é bastante atrativo, mas é preciso ter cuidado com as compras para garantir que a mercadoria chegue em suas mãos. Com o rastreamento certo, você consegue acompanhar em tempo real cada etapa de envio da sua compra.

Com o código de rastreio chinês, disponibilizado assim que o pagamento é confirmado, e o código brasileiro, liberado 7 dias úteis depois, você pode usar uma dessas ferramentas:

Rastreamento pelos Correios

Passados os 7 dias úteis é possível rastrear uma encomenda vinda da China com o código gerado pela loja e transformado no novo código. Depois de entrar no site dos Correios ou pelo aplicativo, é só acessar o canal de rastreamento, inserir o código, informar o CPF e clicar na busca.

Rastreador de encomendas Nuvemshop

Com a ferramenta Rastreamento de Correios, a Nuvemshop permite a localização das encomendas transportadas pelos Correios. De posse do código de rastreio, é só entrar na página ou acessar pelo aplicativo baixado e fazer a pesquisa.

Muambator

O Muambator é uma plataforma que monitora todos os pedidos cadastrados desde a China e envia notificações todas as vezes que a encomenda mudar de status. A qualquer alteração, um alerta é enviado e assim você não terá que acessar a plataforma ou o aplicativo com tanta frequência.

17TRACK

No site do 17TRACK ou no aplicativo, você pode rastrear uma compra internacional da China para o Brasil. Após a consulta com o código, ele mostrará o dia e horário das movimentações, além do status de onde a mercadoria está no momento.

Em caso de atraso ou problema com a mercadoria, é recomendado entrar em contato direto com a loja para verificar o ocorrido. A central de atendimento pode buscar informações junto ao responsável pela logística de entrega e orientar os próximos passos. 

Informação Importante

Um aviso no site, comunica a descontinuação dos serviços, entre eles o rastreio de pedidos, da EBANX Track, bastante conhecida, a partir do início de 2023, orientando sobre alternativas de rastreamento.

Como rastrear compras internacionais da Shopee?

A Shopee é uma das campeãs de vendas de produtos diversos para o público brasileiro e tem um sistema de rastreamento próprio que funciona com um passo a passo bem simples:

  1. Abra o aplicativo e acesse "Minhas compras";
  2. Clique na informação de envio que aparece em verde, bem abaixo das informações do pedido;
  3. Encontre o código do rastreio que está nas informações de envio, abaixo da informação de Objeto encaminhado, ou clique em "visualizar" para abrir um detalhamento.

Lembre-se sempre de que o código gerado pela loja não é o mesmo depois que a mercadoria der entrada no Brasil. Logo, esteja atento a essa alteração para o caso de precisar informar o código para o time de atendentes, se houver algum problema ou atraso na entrega da compra.

Facilite suas compras internacionais com a Nomad

Viu só como é importante saber rastrear uma compra internacional? Outra maneira de facilitar esse processo é usando um cartão internacional em dólar, como o que oferecemos na Nomad.

Se as informações deste conteúdo foram úteis, então aproveite e saiba como realizar compras nos EUA e receber no seu endereço do Brasil com toda segurança!

Compras

Como comprar com cartão americano estando no Brasil?

Saiba o que é um Cartão Americano, como conseguir o seu e como utilizar no Brasil para compras no exterior como Amazon e mais!

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Além disso, hoje já existem diversas empresas de redirecionamento de encomendas, que possibilitam que você compre em lojas online mesmo que elas não façam entregas no Brasil. O serviço fará essa entrega e você pode aproveitar todas as oportunidades das compras internacionais tranquilamente. 

Mesmo que você esteja no Brasil, comprando no exterior, não precisa pagar as compras em real. A melhor forma de fazer isso é usando um cartão americano, assim você fica livre de taxas cambiais.

Como comprar de fora estando no Brasil?

Ainda segundo o estudo da SBVC, o tíquete médio do brasileiro em sites ou aplicativos estrangeiros foi 7% acima do tíquete médio do e-commerce nacional. As categorias mais compradas são:

  • eletrônicos (36%); 
  • beleza (29%);
  • acessórios femininos (29%). 

Todos esses números só confirmam que o brasileiro já aproveita o melhor das compras em dólar. E, para aproveitar todas as vantagens das compras internacionais, basta ter um cartão americano.

Vantagens do cartão americano

As principais vantagens de quem faz compras no exterior estando no Brasil com um cartão americano são a praticidade e economia. Com ele, você agiliza as transações digitais na moeda americana e ainda reduz os custos das compras. 

Confira, a seguir, de que forma você economiza mais nas compras internacionais com um cartão americano.

Dê adeus ao cartão de crédito

Com um cartão americano, você já pode dar adeus ao cartão de crédito internacional e todas as desvantagens desse método de pagamento – IOF abusivo de 6,38% e spread perto dos 5%. 

Quem utiliza o cartão americano consegue aproveitar todas as vantagens dos pagamentos em débito. O cartão americano da Nomad, por exemplo, possui um IOF de apenas 1,1%, enquanto o spread cambial é de 2%.

Optar pelo cartão americano te garante as melhores taxas do mercado quando o assunto são compras em dólar. A economia total é de cerca de 10% nas suas compras no exterior.

Na Nomad, você ainda tem a possibilidade de controlar todas as movimentações de transação do cartão americano, seja na sua versão física ou digital, por um único aplicativo. 

Compre em dólar comercial

Outra vantagem de se utilizar o cartão americano nas suas compras internacionais é a cotação do dólar. Quem compra com o cartão americano estando no Brasil consegue utilizar a cotação do dólar comercial, que garante mais economia nas transações. 

A conversão para o dólar comercial é feita em tempo real e você consegue comprar a moeda americana de uma maneira mais fácil e rápida, por meio do próprio aplicativo da Nomad. Após pagamento, que pode ser feito por TED ou Pix, o dinheiro fica disponível na sua conta americana em até 1 dia útil.

Utilize a conta em dólar para guardar dinheiro

Os brasileiros que utilizam o cartão americano para fazer as suas compras internacionais ainda têm a vantagem de possuir uma conta americana aberta para guardar dinheiro em dólar.

Afinal, por ser uma moeda atrelada a uma economia forte e estável, guardar dinheiro em dólar garante rendimentos mais satisfatórios em comparação com o real. Assim, a sua reserva financeira fica mais segura e você tem mais facilidade nas próximas transações. Se não quiser apenas guardar dinheiro, você também pode investir em dólar! A Nomad é a única que oferece uma conta sediada nos Estados Unidos e é assegurada em até 250 mil dólares pelo FDIC. Você pode contar sempre com a Nomad para ter acesso a todas essas vantagens da conta em dólar e do cartão americano.

Compras

O que é desembaraço aduaneiro? Aprenda como funciona

Ao comprar algo do exterior, o produto passa pelo desembaraço aduaneiro na alfândega. Saiba como o processo funciona e como não ser taxado!

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

O que é o desembaraço aduaneiro?

O desembaraço aduaneiro é um processo que verifica se as mercadorias importadas seguem as leis brasileiras e internacionais de comércio exterior. Com o cumprimento dessas normas, espera-se garantir que os produtos movimentados não apresentam risco para o consumidor e que são originais.

Essa verificação das mercadorias é feita independentemente da maneira como o produto entrou no Brasil – via marítima, aérea ou rodoviária.

Por que o processo de desembaraço aduaneiro é importante?

Vale lembrar que o processo de desembaraço aduaneiro tem várias etapas, mas esses diferentes estágios é que ajudam a garantir a conformidade com regulamentos governamentais e a rastreabilidade das mercadorias.

Vamos dar exemplos de situações que você, enquanto consumidor, certamente não quer passar.

Imagine se você comprou um produto importado, acontece algum problema no processo de processamento do material no Brasil, e a empresa da qual você comprou simplesmente não tem notícias da sua compra porque não tem rastreio dos produtos? Isso poderia acontecer caso a empresa não soubesse em qual etapa do desembaraço sua compra se encontra, por exemplo. 

Ou, ainda, que alguma pessoa tente exportar para o Brasil um produto perecível que pode estar contaminado com um pequeno inseto? O problema, além da integridade do alimento contaminado, é que esse pequeno intruso pode comprometer o ecossistema local.

Podem parecer exemplos exagerados, mas esses cuidados tomados durante o desembaraço aduaneiro ajudam a garantir a segurança dos compradores.

Quanto tempo dura o processo de desembaraço aduaneiro?

Em média, espera-se que o desembaraço aduaneiro demore 8 dias para ser concluído. O que influencia esse tempo total do processo é a necessidade de diferentes órgãos fiscalizarem o produto, ou caso seja identificada alguma irregularidade com as mercadorias.

É importante que o consumidor saiba que, de acordo com o Artigo 4º do Decreto de Lei nº 70.235/72, relativo ao processo administrativo fiscal, qualquer período que ultrapasse 8 dias de processo é considerado um excesso de prazo.

Na prática, é bem comum que o processo aduaneiro demore mais do que 8 dias. Porém, é importante você ter esse critério em mente e saber seus direitos caso a entrega se prolongue demais. 

Quais as principais etapas do processo de desembaraço aduaneiro?

As etapas do desembaraço aduaneiro são separadas em três diferentes momentos:

1) O produto chega na alfândega e entra em uma lista de espera para conferência aduaneira. Todos os produtos nesta fila são avaliados em busca de irregularidades.

2) Começa a verificação do produto e o cadastro da mercadoria é feito no Siscomex.

3) O registro no sistema oficial usado para essas operações, o Siscomex, gera um comprovante. Esse documento é emitido pela Receita Federal brasileira e comprova que o processo está todo em ordem e a mercadoria pode ser movimentada dentro do Brasil.

Vale lembrar que as mercadorias só são liberadas para envio ao consumidor depois que todas as taxas envolvendo o processo são pagas, incluindo custos de importação.

Quem paga o desembaraço aduaneiro?

O consumidor final não precisa se preocupar em entender detalhes técnicos e aprofundados do processo de desembaraço aduaneiro.

Esses meandros (incluindo os pagamentos) são de responsabilidade da empresa importadora. Normalmente, um profissional despachante é contratado para acompanhar essas etapas e resolver impasses que possam surgir.

Esse profissional que gerencia os trâmites do desembaraço aduaneiro tem grande valor no processo como um todo. Afinal, essa é a pessoa responsável por acompanhar as exigências de desembaraço

E, vale lembrar, esses cuidados com as mercadorias podem mudar de acordo com o país de origem e de destino, o tipo de produto, quais tributações precisam ser pagas, e até mesmo como os produtos são transportados.

Quais os documentos necessários para o desembaraço aduaneiro?

O tipo de documentação varia de acordo com o produto importado. Existem vários tipos de documentos e certificados, mas listamos alguns que são mais comuns e têm grande impacto no processo aduaneiro.

Documentos de uso (praticamente) obrigatório

Fatura comercial (invoice)

Este documento contém os dados referentes à negociação internacional e o trâmite entre os países envolvidos. Nele constam registros como dados de identificação do exportador e importador, volumes movimentados, descrição das mercadorias, país de origem, aquisição e procedência dos produtos, etc.

Conhecimento de embarque

Essa documentação é emitida pela transportadora. Tem o objetivo de registrar informações sobre a mercadoria, o processo de transporte e a conclusão bem sucedida do carregamento.

Também é conhecida como conhecimento de transporte ou de carga.

Certificado de origem

Este documento comprova a origem da mercadoria. É emitido pelo exportador e é um documento de grande importância porque ele precisa ser emitido tanto de acordo com as regras de acordos internacionais, quanto com as leis dos países envolvidos no processo de comércio exterior.

Comprovante de importação

Ter esse documento emitido é um ótimo sinal, já que ele é usado para registrar que o processo de desembaraço aduaneiro está finalizado. Essa declaração é emitida por meio do Siscomex e declara que a mercadoria está no país de forma regular.

Declaração de importação

Documento eletrônico que especifica as informações sobre o produto que está sendo movimentado. Podem constar informações sobre unidade de transporte, peso e medidas do produto, etc. Essa documentação é emitida e analisada logo no início do processo de desembaraço aduaneiro.

Outros tipos de documentos

O modelo de documento obrigatório vai depender de várias informações a respeito do produto movimentado: país de origem, categoria do produto, se é perecível ou não, quantidade movimentada, etc.

Outros documentos que podem estar envolvidos no processo de desembaraço aduaneiro de acordo com as condições listadas acima e outras mais são: licença de importação, packing list e manifesto de carga.

O que acontece após o desembaraço aduaneiro?

Estando tudo certo, os produtos são liberados para envio e armazenamento. O que acontece a seguir realmente depende do tipo de produto e uso esperado.

Se o objetivo for entregar as mercadorias para o consumidor final, a próxima etapa é seguir com o envio via Correios ou transportadora, por exemplo.

Quando os produtos chegam ao Brasil com o propósito de serem comercializados por uma marca ou revendedores, é provável serem armazenados em instalações especialmente designadas para esse fim, de onde serão distribuídos para lojas ou consumidores.

Quem paga o desembaraço aduaneiro?

Caso haja alguma taxa extra envolvendo, por exemplo, compras de produtos internacionais acima de US$ 50, os produtos serão liberados após pagamento de uma taxa – e o custo dessa taxa vai variar conforme o valor total da compra.

Como saber se fui taxado no desembaraço aduaneiro?

Todas essas etapas e meandros envolvendo a importação de produtos para o Brasil trazem uma vantagem – para além da segurança e conformidade do produto. Você consegue rastrear o produto e saber conforme avança em cada estágio até chegar às suas mãos.

O mesmo princípio acontece caso sua compra seja taxada. Acompanhando a movimentação da compra pelo site dos Correios, você recebe a informação se houve taxação e qual o valor a ser pago.

Ou seja, as principais dicas para saber se sua compra foi taxada são: não perca o código de rastreio do seu produto e acompanhe toda a movimentação da compra pelo site dos Correios.

Pronto! Agora você sabe o básico sobre o processo de desembaraço aduaneiro e entende por que existem tantas etapas e cuidados envolvendo as mercadorias importadas. Sabe qual o próximo passo? Descobrir como usar um cartão de débito internacional para fazer suas compras fora do país pagando o mínimo de taxas!

Compras

Como importar dos EUA e receber no Brasil? Guia completo!

Achou um produto que não tem no Brasil e quer saber como trazer para cá? Saiba como importar dos EUA com segurança!

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Passo a passo: como importar dos EUA

O processo de compra importando dos Estados Unidos é bem parecido com o que estamos acostumados quando compramos dentro do Brasil. 

Mas, como envolve o envio internacional de mercadorias, você precisa ter atenção extra a estes pontos que apresentamos a seguir. 

Escolha do fornecedor

O primeiro ponto é escolher a loja de onde vem o produto. 

É importante procurar por fornecedores que sejam confiáveis, que tenham boa reputação e que apresentem recursos de ajuda caso algum problema aconteça com a compra – seja um defeito ou a necessidade de devolução.

Escolha do produto

Não basta encontrar a loja com o produto que você tem interesse: é preciso ficar atento se o produto pode ser entregue no Brasil.

Isso porque existem produtos com importação restrita. Veja alguns exemplos de mercadorias com importação proibida para o Brasil:

  • narcóticos e drogas,
  • itens associados ao terrorismo ou trabalho escravo,
  • materiais biológicos (produtos derivados de mamíferos, alguns frutos do mar, aves, sementes, mudas de plantas, etc.).

Alguns produtos também podem precisar de uma licença especial para importação, como bebidas alcoólicas, tabaco e medicamentos.

Durante o processo de compra, preste atenção também para restrição de envio internacional de determinados tipos de produtos. 

Escolha o modelo de entrega

Nesse ponto, você decide qual é a forma de entrega que melhor funciona para você. Identifique quais as opções de frete disponíveis, entendendo qual a variação de preço e como isso afeta o prazo de entrega

Também pode ser interessante entender se existe um código de rastreio para fazer o acompanhamento da compra.

taxas e valores para enviar produto da macy's para o brasil

Na imagem acima, também do site da Macy’s, vemos que os valores das taxas de envio e impostos podem alterar drasticamente o preço total da compra. 

Lojas online EUA: onde comprar com segurança

Quando se vai fazer uma compra fora do país, é preciso ter em mente que a encomenda pode demorar um pouco para chegar: isso porque a compra vai passar por diversas etapas e contar com a participação de agentes envolvidos no processo de importação

Por isso, não adianta ter pressa para receber suas compras: paciência é a chave.

Reputação de peso 

Quando se pensa em compras, é natural lembrar dos Estados Unidos. As maiores marcas do mundo têm pelo menos uma loja com zip code norte-americano!

As lojas mais famosas dos Estados Unidos para fazer compras são Amazon, eBay, Walmart… essas são redes que não existem no Brasil, mas que têm popularidade, porque oferecem uma variação grande de produtos com preços acessíveis. 

Atenção: algumas lojas oferecem envio  dos Estados Unidos para o Brasil, mas esse serviço pode não funcionar para determinados tipos de produtos – como eletrodomésticos, móveis, cosméticos ou perfumes. 

Verifique com atenção se a loja escolhida apresenta essas restrições para determinados tipos de produtos.

No banner abaixo, retirado do site da Macy’s, temos a informação de que produtos da categoria de mixers eletrônicos não são enviados internacionalmente. 

banner mostrando que a mercadoria não está disponível

Integridade e segurança do produto 

A escolha da loja e dos agentes que vão intermediar esse processo pode fazer a diferença tanto na sua experiência de compra quanto no resultado – que é ter, de fato, seus produtos em mãos.

Quanto maior a loja e a empresa, maiores suas chances de conseguir que o processo de envio para o Brasil seja feito diretamente por ela. 

Por um lado, isso traz comodidade; por outro, a logística de cada empresa pode variar. O resultado pode ser a falta de um processo de rastreamento da encomenda ou a dificuldade em fazer o acompanhamento caso a encomenda se perca.

Quando a responsabilidade do envio do produto é feita por uma empresa especializada em logística e distribuição aduaneira, as chances de alguma coisa sair do curso são menores.

Com isso, você tem a possibilidade de acompanhar melhor o que está acontecendo com sua encomenda até chegar ao destino  final..

Impostos em compras internacionais

Imposto sobre Operação Financeira (IOF)

Essa sigla é uma velha conhecida para quem já fez alguma operação financeira envolvendo aquisição de moedas estrangeiras, empréstimos ou compras internacionais realizadas com seu cartão de crédito do Brasil.

O Imposto sobre Operações Financeiras acontece a partir de qualquer transação que envolva crédito, investimentos, seguro e câmbio.

No caso de compras internacionais, a taxa do IOF pode pesar a partir do momento que a compra feita em uma moeda estrangeira (dólar norte-americano, por exemplo) é paga em reais com um cartão de crédito. Neste caso, o IOF aparece na conversão entre diferentes moedas.

Imposto de importação (II)

Desde agosto de 2023, compras de até US$ 50 não são taxadas com o Imposto de Importação quando feitas por pessoas físicas – contanto que as lojas estrangeiras recolham os impostos estaduais e façam parte de um programa do governo federal.

O Imposto de Importação pesa um pouco no bolso porque ele pode chegar a custar 60% do preço total da compra feita, incluindo o valor do frete e eventual seguro contratado para proteger o bem material adquirido.

Mas, atenção: a taxa de importação não pode passar de 60% do valor total da compra nem do valor de US$ 3 mil.

Dicas para importar dos EUA sem surpresas

Dependendo da loja em que estiver comprando, você pode se deparar com diferentes opções de entrega

Por exemplo, a Macy's, uma das maiores varejistas dos Estados Unidos, entrega para o Brasil. No momento do check-out, o cliente recebe opções: pagar direto o frete de envio e impostos ou ir pagando conforme a entrega avança em diferentes etapas do processo aduaneiro.

taxas e impostos da macy's
tarifas de envio da macy's

Proteção extra para as compras

A depender do produto que você comprar, pode valer a pena incluir um seguro. Caso você esteja trazendo para o Brasil um objetivo raro ou frágil, a contratação do serviço é uma boa opção.

Esse serviço adicional é uma garantia extra de que qualquer dano no objeto ou perda durante o processo de envio envolverá o devido ressarcimento para quem comprou o produto.

Saiba seus direitos

Entenda quem são os agentes e sua participação em cada etapa do processo: por exemplo, você sabia que, a partir do momento que a compra está com os Correios, qualquer avaria ou problema com a perda dessa compra é responsabilidade dos Correios

Esse tipo de conhecimento ajuda a rebater quaisquer eventuais tentativas de isenção de culpa.

Comprar de lojas estrangeiras é bem possível hoje em dia, especialmente com a facilidade de pagar dólares. É necessário ter atenção aos fretes e prazos de entrega, e saber quando usar o recurso de entrega feito pela loja ou por uma empresa intermediadora

Agora que você sabe os trâmites básicos de como importar dos EUA, pode continuar aprimorando seus conhecimentos e conferir como economizar em compras feitas no exterior.

Compras

Entenda a taxa de compra internacional e como ela afeta suas importações

A taxa de compra internacional pode influenciar o valor pago nas suas compras no exterior. Saiba o que é e como funciona!

Por:
Bruna Moreira
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

O que é a taxa de compra internacional?

A taxa de compra internacional é o Imposto de Importação, um tributo federal cobrado na aquisição de produtos estrangeiros. Esse valor incide na alfândega, isto é, assim que entra no Brasil.

Nem toda mercadoria passará por essa taxação. Tudo depende da análise da Receita Federal durante o processo de fiscalização.

Caso haja essa incidência, será enviada uma notificação por e-mail ou via Correios com o valor a ser pago na liberação do produto. Somente depois disso é que a entrega pode ser realizada.

A taxa de compra internacional existe para garantir o recolhimento de impostos à União. Também é uma proteção às empresas brasileiras, já que a ideia é favorecer o comércio nacional.

Ainda assim, existem alguns casos em que você pode obter isenção de imposto para importações, que falaremos a seguir.

Outra possível cobrança nas importações é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Esse tributo incide em alguns estados, dependendo de onde você mora.

Em junho de 2023, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) decidiu adotar uma alíquota de 17% de ICMS nas importações.

Esse percentual comum a todas as unidades da Federação ainda não está valendo, porque depende de um convênio de ICMS.

Por fim, existe a taxa de R$ 15 cobrada pelos Correios a título de Despacho Postal. O pagamento desse valor é obrigatório para garantir a liberação da mercadoria.

Quanto é cobrado de taxa de importação?

É cobrado de taxa de importação o equivalente a 60% do valor total da compra. Esse percentual considera a soma de todos os produtos adquiridos, frete e seguro. O cálculo desse imposto é feito em dólares, sendo que é realizada a conversão para reais sempre que você comprar no exterior.

O principal detalhe é que a taxa de compras internacionais nunca pode ultrapassar US$ 3 mil. Para entender melhor, veja o seguinte exemplo.

Imagine que você vai comprar um iPhone nos EUA por US$ 899. Com o frete e o seguro, a compra finaliza em US$ 1.000. Considerando que US$ 1 equivale a R$ 4,80, o valor total da compra convertida é de R$ 4.800.

Para saber quanto é cobrado de taxa de importação, você primeiro faz o cálculo da alíquota sobre o valor total da aquisição. Isso significa multiplicar US$ 1.000 por 60%, o que resulta em US$ 600.

Fazendo a conversão da taxa de importação para reais, você vai pagar R$ 2.880. Na prática, o montante a ser pago é de R$ 7.680. Sobre esse valor, ainda pode ser aplicado o ICMS e o Despacho Postal.

A boa notícia é que, com a medida do Governo Federal instituída em agosto de 2023, as compras internacionais de até US$ 50 serão isentas da taxa de importação, nas compras online de pessoa física para pessoa física.

De acordo com a Portaria MF nº 612, a redução da alíquota para 0% será aplicada sobre os bens integrantes de remessa postal ou de encomenda aérea internacional limitada ao valor em dólar ou equivalente em outra moeda.

A regra é válida para pessoas físicas e para e-commerces que aderirem voluntariamente ao programa Remessa Conforme, da Receita Federal. É preciso atender aos requisitos do programa, entre eles, o recolhimento do tributo estadual que incide sobre a importação, de modo geral, o ICMS.

Produtos taxados pela alfândega com mais frequência

Os produtos taxados pela alfândega com mais frequência são aqueles que se enquadram nos seguintes critérios:

  • Produtos pesados: se o pacote tiver mais de 2kg, o frete tende a ser mais elevado e isso aumenta a chance de ser taxado pela Receita Federal
  • Produtos tecnológicos: incluem videogames, notebooks, monitores, celulares nos EUA etc. A taxação é derivada do preço mais elevado
  • Muitos produtos em um mesmo pacote: se você receber muitos itens na mesma encomenda, corre mais risco de receber a taxa aplicada nos sites de compras internacionais

Valor da compra internacional para não ser taxado

O valor da compra internacional para não ser taxado é de US$ 50, conforme determinação da Receita Federal em 2023. Esse é o montante para isenção da aplicação do Imposto de Importação.

Vale a pena destacar que essa regra vale para a importação simplificada e para quem usa o redirecionador de encomendas. Ou seja, se você quer evitar os impostos, busque manter o valor da compra em US$ 50.

O que é o Programa Remessa Conforme?

O Remessa Conforme é um programa do Governo Federal que tem como principal objetivo agilizar o tratamento aduaneiro e tornar o processo mais econômico para as empresas de comércio eletrônico.

A adesão voluntária é um dos requisitos para que os e-commerce de todos os portes possam se beneficiar da isenção da taxa de importação para compras com valor limite de US$ 50.

Com o Remessa Conforme, os impostos são aplicados no momento da compra, ou seja, a mercadoria já chega no destino taxada, por isso, a liberação é mais rápida.

Além da agilidade, a aplicação antecipada facilita a arrecadação de impostos sobre os produtos importados e a liberação das mercadorias na alfândega — uma vantagem em meio a tanta competitividade entre as milhares de empresas de comércio eletrônico.

Grandes empresas de comércio eletrônico como AliExpress, Shein, Shopee e Mercado Livre, já estão certificadas e aptas a operar de acordo com as regras do programa, sobre a taxação de tributos para as compras online internacionais.

Dicas para evitar sustos com a taxa de compra internacional

Veja dicas para compras no exterior e como evitar sustos com a taxa de compra internacional.

  • Pesquise sempre. Compare os preços e a qualidade dos produtos e encontre a melhor oferta. Isso ajudará a se manter dentro do limite de isenção
  • Use cupons de desconto para economizar
  • Aproveite as promoções, especialmente em datas como Black Friday, Natal, Cyber Monday etc. Uma dica é se programar para fazer as principais compras nesses períodos
  • Use o frete econômico, mesmo que demore mais para chegar
  • Saiba recorrer ou devolver o produto, caso receba uma taxa elevada. Normalmente, os sites de compras internacionais apresentam o passo a passo

Qualquer que seja o caso, você já sabe quanto é cobrado de taxa de importação e quais produtos são taxados pela alfândega. Também entendeu o que fazer para que a operação seja isenta desses valores.

Ao entender como a taxa de compra internacional funciona, fica mais fácil evitar surpresas e garantir seu planejamento financeiro. Ainda vale a pena usar a conta global da Nomad, que faz a conversão de valores com o câmbio comercial e nas melhores condições. O resultado é um pagamento mais justo para todas as partes.

Agora, que tal saber mais sobre o processo de receber produtos vindos do exterior? Veja o passo a passo para comprar nos EUA e receber no Brasil com segurança.

Intercâmbio

Como fazer intercâmbio? Guia de como se planejar

Confira um guia completo de como se preparar para fazer um intercâmbio, desde a escolha do curso, cidade e dicas de como começar!

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Defina seu objetivo de fazer um intercâmbio

Antes de pensar em passaporte, visto ou qualquer outra coisa, você precisa definir seu objetivo ao fazer intercâmbio. Por exemplo:

Ganhar dinheiro

O foco é trabalhar em outro país e ganhar dinheiro em dólar ou euro, ao mesmo tempo, em que você vivencia uma nova cultura e se aperfeiçoa no idioma. Para isso, o intercâmbio de au pair pode ser uma ótima escolha.

Experiência de trabalho internacional

Já se formou, mas quer ter um currículo diferenciado? Trabalhar em outro país acaba sendo interessante, tanto para seu currículo quanto para sua vida.

Estudar fora do Brasil

Seja um semestre de faculdade ou mesmo o high school (Ensino Médio), esse tipo de intercâmbio é muito buscado e com um leque de possibilidades, como intercâmbio no Canadá ou na Irlanda — Dublin, inclusive, é bem buscado por brasileiros.

Outra opção é estudar a língua estrangeira numa experiência imersiva, como um semestre, dois meses, entre outros.

Ainda, pra quem já está no mercado de trabalho, tem as opções de cursos de férias para se especializar na área.

Viver uma nova cultura

Para entender como é viver fora do Brasil, você pode escolher um intercâmbio voluntário, oferecendo sua ajuda em inúmeros projetos sociais.

O importante é definir seu objetivo com clareza, pra garantir que você vai cumprir seu propósito.

Escolha o país e a cidade para o intercâmbio

Definido seu objetivo, fica mais simples escolher o destino. Alguns pontos vão trazer mais clareza aqui!

Considere o idioma

Se o aprendizado do idioma é um dos seus principais objetivos, considere países onde se fala o idioma que deseja aprimorar. Por exemplo, se você deseja aprender inglês, países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido ou Austrália podem ser boas opções.

Agora, se você quer ir para trabalhar ou se especializar, escolha um país cuja língua você já domine. Portugal acaba sendo uma opção pra quem não tem uma segunda língua forte.

E orçamento

Verifique seu orçamento disponível para o intercâmbio — os custos podem variar significativamente de um país para outro. Considere não apenas as despesas com aulas e acomodação, mas também os gastos com alimentação, transporte e atividades de lazer.

Se o dinheiro está apertado, a Argentina ou outro país da América Latina é a melhor pedida.

Analise o clima e preferências pessoais

Leve em conta suas preferências em relação ao clima e ao estilo de vida. Algumas pessoas preferem cidades movimentadas e cosmopolitas, enquanto outras gostam de locais mais tranquilos e próximos à natureza.

Se você ama frio e neve, pode escolher o Hemisfério Norte mesmo no inverno.

Duração do intercâmbio

Pense na duração do programa de intercâmbio — aqui, as variáveis são o quanto você aguenta ficar longe da família, seu dinheiro disponível, principalmente.

Oportunidades educacionais

Se você estiver participando de um programa acadêmico, verifique a reputação das instituições educacionais no país e na cidade que está considerando. Pesquise sobre os programas, professores e recursos disponíveis.

Cultura e estilo de vida

Pesquise sobre a cultura local, tradições, valores e estilo de vida do país que você está considerando. É bom saber que você vai se sentir confortável em relação às práticas culturais do lugar, além de ter respeito pela cultura.

Por exemplo, intercâmbio no Japão acaba sendo uma experiência bem diferente de intercâmbios ocidentais.

Depoimentos e experiências de outros intercambistas

Procure depoimentos de pessoas que já realizaram intercâmbios no país ou cidade que você está considerando. Suas experiências podem fornecer informações valiosas e perspectivas diferentes pra garantir que você fez a melhor escolha.

Escolha o curso e a instituição de ensino

Neste tópico, 3 dicas se destacam:

Os requisitos necessários

Verifique os requisitos de admissão para o curso e a instituição escolhidos. Certifique-se de que você atenda a todos os pré-requisitos, incluindo nível de proficiência no idioma, notas acadêmicas e quaisquer outros requisitos específicos.

Pra quem está fazendo faculdade, a instituição de ensino pode ajudar, seja com parcerias em instituições fora do Brasil ou na documentação.

Quanto vai custar

Avalie o custo total do intercâmbio, incluindo taxas de matrícula, acomodação, seguro de saúde, custo de vida no país de destino e outras despesas adicionais. Certifique-se de que seu orçamento esteja alinhado com o custo total.

Um intercâmbio em Montreal pode ter um custo mais acessível do que em Nova York, por exemplo.

A opinião (sincera) dos ex-alunos

Entre em contato com ex-alunos da instituição ou do curso que você está considerando. Eles podem fornecer informações valiosas sobre sua experiência e permitir que você faça a melhor escolha.

Faça um planejamento financeiro

Intercâmbio custa dinheiro, mesmo que você vá a trabalho. Tem a questão da acomodação, passagens aéreas, alimentação e cia.

O ideal é fazer algum tipo de investimento de curto ou médio prazo para não se endividar, combinado?

Prepare-se para a viagem

Este é o momento de juntar toda a documentação necessária, vacinas, entre outros. Confira nosso checklist abaixo!

  • Passaporte — a maioria dos países exige que o passaporte tenha pelo menos seis meses de validade restante a partir da data de entrada
  • Visto de estudante, que vai depender do país de destino e da duração do programa. Verifique os requisitos específicos da embaixada ou consulado do país
  • Carta de aceitação, sobretudo para programas de intercâmbio educacionais
  • Comprovante financeiro, necessário em alguns países para você demonstrar que tem fundos suficientes para cobrir suas despesas durante o período de intercâmbio
  • Seguro de saúde internacional para todo o período de intercâmbio. Verifique os requisitos específicos do país
  • Vacinas exigidas por alguns países, como a de febre amarela. A Anvisa mostra isso, caso queira checar
  • Formulários de inscrição do programa de intercâmbio, complete todos os formulários necessários fornecidos pela agência ou instituição responsável pelo programa de intercâmbio
  • Autorização dos pais ou responsáveis para quem é menor de idade.

Deu pra perceber que precisa de preparação, certo? Então, se você está se questionando como fazer um intercâmbio, seja na Austrália ou nos Estados Unidos, salve este post nos seus favoritos.

Dica bônus: confira algumas possibilidades de bolsa para intercâmbio, já que está aqui no blog. Quem sabe não dá certo?

Ah, e não se esqueça de se preparar financeiramente para o período de estudos fora do país. Confira como juntar dinheiro para o intercâmbio e não passar perrengue.

Intercâmbio

Como juntar dinheiro para o intercâmbio: as melhores dicas para realizar seu sonho

Se você quer estudar em outro país, o primeiro passo é se planejar e saber como juntar dinheiro para intercâmbio. Confira dicas para se organizar.

Por:
Eduardo Sena
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Quanto custa um intercâmbio?

O valor de um intercâmbio varia dependendo do país para onde você pretende ir e quanto tempo pretende ficar. Também precisam entrar na conta os custos do programa de ensino, o tipo de acomodação e as despesas pessoais.

Considerando o segundo semestre de 2023, um intercâmbio de um ano nos Estados Unidos com acomodação em residência estudantil, seguro-viagem e passagem fica por volta de R$ 25 mil, mas sem os gastos com o programa de ensino.

Já um intercâmbio de 4 semanas em Malta sai por R$ 10 mil ou R$ 18 mil, pensando em 25 semanas na Irlanda. Ambos também sem o acréscimo do programa de educação.

O fato é que você precisa colocar na conta os seguintes itens:

  • O destino o valor muda de acordo com o país e a cidade para onde você vai. Locais mais caros, como cidades metropolitanas ou países desenvolvidos, saem mais caro
  • A duração do intercâmbio quanto mais longo for, maior será o custo total
  • O tipo de programa Cursos de idiomas, programas de graduação, pós-graduação, programas de voluntariado, estágios etc. – cada um deles tem seu próprio custo. Além disso, o custo da matrícula ou das taxas escolares varia de instituição para instituição. Escolas de prestígio geralmente cobram mais
  • A acomodação — As opções incluem residências estudantis, aluguel de apartamentos, casa de família (homestay) ou hostels. Em geral, as residências estudantis são mais baratas
  • Passagens aéreasO segredo é se antecipar ao máximo para comprar a  passagem
  • Seguro de saúde — contrate antes de viajar para garantir que suas despesas médicas estejam cobertas
  • Despesas pessoais fique de olho nos custos com alimentação, transporte, lazer e outros gastos. Quem faz intercâmbio e trabalha ao mesmo tempo pode ter uma redução aqui nas despesas
  • Visto e taxas de aplicação dependendo do país, você pode precisar pagar taxas de visto e outras despesas relacionadas à documentação
  • Flutuações cambiais — elas podem afetar o custo do intercâmbio, especialmente se você estiver convertendo moeda

Dicas de como juntar dinheiro para o intercâmbio

A seguir, a gente traz nove dicas de como juntar dinheiro para o intercâmbio, que vão desde o planejamento até mesmo o renegociamento de dívidas e investimentos.

1. Defina um objetivo claro e programe-se

Estabeleça metas específicas para o seu intercâmbio, como a quantidade de dinheiro que você precisa economizar e a data de início do intercâmbio. Isso tornará mais fácil acompanhar o seu progresso.

É importante se programar com certa antecedência, isso facilita a compra de passagens mais baratas e também permite juntar uma boa reserva de dinheiro.

2. Crie um orçamento

Faça uma planilha de orçamento detalhada e coloque todas as suas despesas, como pontuamos antes. Assim, você tem previsibilidade e sabe exatamente quanto precisa economizar

3. Reduza gastos desnecessários

Avalie seu orçamento e encontre maneiras de cortar gastos supérfluos, como sair menos para comer fora, reduzir o consumo de produtos de luxo ou cancelar assinaturas que você não usa com frequência.

Aquela mentalidade de "eu preciso mesmo disso?" antes de sair comprando pode funcionar aqui.

4. Tenha uma conta focada no intercâmbio

Vai ser mais simples juntar dinheiro para seu intercâmbio com uma conta separada para esse objetivo. Crie uma nova conta e transfira uma porcentagem específica do seu salário ou mesada para essa conta todos os meses.

É interessante já ter uma conta global, como a da Nomad Assim você já tem meio caminho andado para guardar e investir em dólares.

5. Estude sobre educação financeira

Agora os assuntos sobre investimento e educação financeira têm ficado mais comuns, mas nem todo mundo está a par das possibilidades. Conhecer opções de investimento e rentabilidade lhe dá poder de fazer as melhores escolhas.

6. Aumente sua renda

Considere trabalhar em tempo parcial ou fazer trabalhos freelancers para aumentar sua renda. Qualquer dinheiro extra que você ganhar pode ser direcionado para os investimentos com foco no intercâmbio.

7. Venda itens não utilizados

Faça uma limpeza em sua casa e venda itens que você não usa mais, como roupas, eletrônicos, móveis etc. O dinheiro arrecadado pode ir direto para a sua conta de intercâmbio.

8. Procure por bolsas de estudo e financiamento

Pesquise por bolsas de estudo ou programas de financiamento que possam ajudar a cobrir parte dos custos do intercâmbio. Muitas instituições de ensino e organizações oferecem essas oportunidades.

9. Evite dívidas ou renegocie as dívidas que já tem

Evite acumular dívidas de cartão de crédito ou empréstimos para financiar seu intercâmbio. É melhor economizar o valor necessário antecipadamente. Agora, caso já tenha dívidas, vale conversar com o gerente do seu banco e tentar renegociá-las.

Como fazer intercâmbio de graça ou com baixo custo?

Uma das possibilidades de fazer intercâmbio com baixo custo é trabalhando fora do Brasil. Programas de au-pair, que são babás nos Estados Unidos, ou com foco em trabalhar na Disney são muito buscados por brasileiros e acabam sendo uma boa chance de fazer intercâmbio nos Estados Unidos pagando menos.

Há também algumas opções para fazer intercâmbio de graça, quando você faz trabalho voluntário ou quando faz intercâmbio cultural com Rotary Club ou Youth for Understanding, ou intercâmbio voluntário.

As bolsas de estudo também são boas opções para reduzir os custos da experiência.

Os países mais baratos para fazer intercâmbio

Como dissemos, grandes metrópoles, como Nova York, Paris e Melbourne, ficam mais caras e vai ser preciso mais tempo para juntar dinheiro para esse tipo de intercâmbio. Então, se você tem pressa, confira nossa lista de países mais baratos para intercâmbio!

  • Irlanda, com custo de vida mais baixo, costuma atrair muitos brasileiros que querem estudar inglês
  • Malta tem o euro como moeda oficial, o que pode pegar um pouco na hora de fazer o câmbio. Ainda assim, os programas educacionais tendem a custar menos
  • Canadá conta com excelente custo-benefício pra quem tem o objetivo de estudar inglês
  • Portugal tem uma excelente qualidade de ensino a preços acessíveis, especialmente se comparado com outros países europeus
  • Espanha é outra opção acessível na Europa, com várias universidades de alta qualidade e um custo de vida relativamente baixo
  • Polônia oferece programas acadêmicos de qualidade a preços competitivos, e o custo de vida no país é razoável
  • Índia é um destino econômico para estudantes internacionais, com universidades de renome e uma variedade de cursos disponíveis

Por que planejar financeiramente seu intercâmbio?

O planejamento financeiro é a chave principal para que você saiba como juntar dinheiro para o intercâmbio e acaba trazendo boas lições para a vida toda.

É com ele que você entende sua situação financeira atual, olhando para o que precisa melhorar, quais gastos devem ser sanados e até mesmo permite investir dinheiro (inclusive em dólar). 

Ao fazer um planejamento adequado, você entende a necessidade de ter uma conta global, fato que vai facilitar na hora de reunir a documentação para o intercâmbio.

Bom, agora que falamos de como juntar dinheiro e opções mais em conta, confira nosso guia de como fazer um intercâmbio!

Intercâmbio

Como fazer intercâmbio na Inglaterra? Dicas para estudar no exterior

Saiba como é fazer um intercâmbio na Inglaterra, como planejar, quanto custa e como ter essa estada no exterior no estilo voluntário.

Por:
Eduarda Paschoal
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Como é fazer um intercâmbio na Inglaterra?

Fazer um intercâmbio na Inglaterra é uma grande oportunidade de você se qualificar. Você pode morar no país para estudar, trabalhar ou apenas aproveitar, caso tenha condições financeiras para isso.

De toda forma, consegue praticar o inglês. Ainda existem outros fatores que justificam a viagem. É o caso da qualidade das escolas e universidades, além das grandes empresas que estão sediadas ou têm filiais no país.

A Inglaterra também tem cidades metropolitanas e outras menores, o que permite aproveitar diferentes tipos de destinos. A cultura e a arte são vibrantes, já que o país é a terra de Beatles, Amy Winehouse, David Bowie, Rolling Stones, William Shakespeare, Isaac Newton e Charles Darwin.

Tudo isso mostra que há muito o que visitar por lá! Seja para estudar ou para fazer um intercâmbio au pair, os benefícios de estar na Inglaterra são variados e abrangem aspectos históricos, culturais e profissionais.

Vantagens de fazer um intercâmbio na Inglaterra

  • História rica e cultural;
  • Destinos turísticos variados, que abrangem castelos, paisagens, museus e ciência;
  • Possibilidade de você aperfeiçoar o inglês;
  • Oportunidade de conhecer outros países do Reino Unido e da Europa;
  • Universidades bem conceituadas, que estão entre as melhores do mundo;
  • Experiência cultural diversificada;
  • Possibilidade de fazer diferentes tipos de viagem, até um intercâmbio voluntário.

Como planejar seu intercâmbio na Inglaterra?

Para planejar seu intercâmbio na Inglaterra, vale a pena começar com antecedência. É importante saber inglês (pelo menos, o nível intermediário) e verificar os detalhes burocráticos. Também organize as finanças. Isso ajudará a fazer a viagem e construir relações pessoais assim que você chegar lá.

Veja, a seguir, um passo a passo para você fazer um intercâmbio de estudos na Inglaterra.

Escolha a sua escola/universidade

Existem várias instituições disponíveis para você fazer o high school, um estudo de idiomas, um programa de férias e até uma graduação ou pós. Cada curso tem uma especificidade diferente. Veja:

  • High school: implica a realização de 1 ou 2 semestres letivos no equivalente ao Ensino Médio;
  • Curso de idiomas: pode levar de 2 semanas a 1 ano e tem como foco o aprendizado do inglês;
  • Programa de férias: abrange estudo e entretenimento. Costuma durar algumas semanas;
  • Graduação e pós: exige a aceitação de alguma universidade.

Conheça os critérios de aprovação

Qualquer universidade escolhida tem um processo de seleção. Você deve pesquisar a instituição de ensino que deseja entrar e verificar os critérios de aceitação.

Normalmente, é preciso entregar documentos, como diploma, histórico escolar e carta de motivação. Ainda é necessário preencher o formulário disponibilizado no site da universidade escolhida.

Outra opção é usar o sistema unificado de candidaturas, conhecido pela sigla UCAS. Ele funciona de maneira semelhante ao SISU e você pode se candidatar para até 5 cursos em 5 universidades.

Já em relação às escolas, o procedimento é feito em parceria com uma empresa especializada. Isso garante a matrícula e a equivalência no retorno ao Brasil

Documentos exigidos aos brasileiros para estudar em uma universidade na Inglaterra

  • Diploma;
  • Histórico escolar;
  • Carta de motivação;
  • Cartas de recomendação;
  • Certificado de proficiência, geralmente, o IELTS.

Com esses documentos, você ingressa no foundation year, no caso da graduação. Esse é um ano de estudos que prepara os alunos estrangeiros para chegarem ao Ensino Superior com todos os conhecimentos necessários.

Em alguns casos, é possível pular esse ano extra. Para isso, você deve adquirir um Internacional Baccalaureate (IB) ou comprovar o término de 1 ano de Ensino Superior no Brasil.

Faça o seu visto

O visto é exigido para quem vai fazer mais de 6 meses de intercâmbio na Inglaterra. Existem 2 possibilidades, que têm características específicas.

Tipos de vistos para estudantes fazerem intercâmbio na Inglaterra

  • Short-term Study Visa: é para cursos que duram de 6 a 11 meses. Não permite trabalhar nem prolongar o visto
  • Tier 4 Visa: é para quem vai cursar Ensino Fundamental ou Médio por mais de 6 meses, ou fazer curso de idiomas por mais de 11 meses

O Tier 4 Visa permite que o intercambista trabalhe por até 20 horas, desde que faça algum curso acima de Ensino Superior. Ele pode ser prolongado e permite levar familiares como dependentes, desde que você tenha condições financeiras.

Tenha em mente que a Inglaterra não está na lista dos países sem visto. Ainda assim, você pode estudar por até 6 meses sem precisar dessa exigência.

Também é importante saber como tirar passaporte. Esse processo deve ser feito no Brasil por meio da Polícia Federal. É cobrada uma taxa e existe um prazo de validade.

Portanto, se você quer saber como fazer intercâmbio na Inglaterra, vale a pena ter um passaporte com mais de 6 meses de validade. Contrate também um seguro de viagem, que será exigido para permitir sua entrada no país.

Leia também: Como morar em Londres: Guia Completo

Quanto custa um intercâmbio na Inglaterra?

Um intercâmbio na Inglaterra custa entre R$ 25.300 e R$ 52.500, dependendo das opções escolhidas. A esses valores, você ainda deve acrescentar cerca de R$ 46.300 de despesas pessoais durante sua estada e a matrícula escolar, que varia conforme o curso e a instituição de ensino. Somando tudo, a viagem sairá entre R$ 71.600 e R$ 98.800.

Confira a média de despesas por categoria na tabela a seguir.

Gastos de um intercâmbio na Inglaterra Média de valores em reais
Matrícula escolar Entre R$ 56.400 e R$ 435.700
Acomodação Entre R$ 3.500 e R$ 12.000
Alimentação R$ 3.600
Transporte R$ 632
Seguro viagem A partir de R$ 240
Passagem aérea R$ 5.000 entre ida e volta


Agora, você sabe quanto custa um intercâmbio na Inglaterra. Mas é possível economizar. Uma ideia é ter a conta global da Nomad, que não cobra taxas abusivas e utiliza o câmbio comercial.

Essa também é uma forma de você levar dinheiro em viagem sem correr riscos. Isso porque terá um cartão internacional que poderá ser usado nos estabelecimentos ingleses.

Ainda existem possibilidades de fazer intercâmbio de graça. A seguir, vamos explicar o modelo voluntário.

Seja qual for o intercâmbio que você deseja fazer, é muito importante saber como juntar dinheiro para o período que vai passar fora do país. Assim você evita perrengues e estresses desnecessários.

Como fazer um intercâmbio voluntário na Inglaterra?

O intercâmbio voluntário na Inglaterra, geralmente, dura de 1 a 3 meses e é realizado junto a um curso de idiomas. Para participar, você precisa ter mais de 18 anos, conectar-se a uma ONG ou comunidade com vagas abertas. Ainda é preciso ter os documentos básicos (como visto e passaporte) e ter a aprovação no processo de seleção.

No voluntariado, você pode trabalhar como fotógrafo, ajudante de cozinha, voluntário de limpeza, assistente de social media, jardineiro, recepcionista, bartender, etc. Tudo depende das suas capacitações e do que a ONG precisa.

Cuidados para fazer um intercâmbio voluntário na Inglaterra

  • Busque uma ONG ou outra organização recomendada pelo governo britânico. Por exemplo, a ONU
  • Verifique seus deveres e direitos como voluntário
  • Tire o seu visto
  • Procure uma acomodação, caso não seja oferecida
  • Pesquise e prepare-se para o custo de vida na região
  • Faça um bom planejamento financeiro
  • Tenha uma conta global Nomad para facilitar a sua vida financeira

Seguindo essas dicas, você já pode fazer seu intercâmbio na Inglaterra, seja voluntário, seja com outra finalidade. Isso permitirá fazer a sua viagem do jeito que você sempre quis e pelo tempo que desejar.

E você, quer fazer a sua viagem para a Inglaterra? Veja outra forma de economizar conseguindo bolsas de intercâmbio para estudar no exterior.

Intercâmbio

Quanto custa e como fazer um intercâmbio no Canadá? Descubra!

Fazer intercâmbio no Canadá abre portas para oportunidades profissionais, além de ser uma experiência incrível. Confira custos e como fazer.

Por:
Eduarda Paschoal
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

Intercâmbio de inglês no Canadá: conheça algumas oportunidades

Estudar em um país em que o inglês é língua nativa aumenta e muito as chances de evolução, por isso, o intercâmbio é tão importante para o domínio do idioma.

Para uma viagem de férias ou contatos eventuais com pessoas que falam inglês, nem sempre é preciso fluência. No entanto, quem deseja uma carreira internacional ou até mesmo morar no exterior de forma permanente, o melhor caminho é o intercâmbio.

Entre os programas de intercâmbio disponíveis no Canadá, é preciso escolher de acordo com a disponibilidade de tempo e de recursos financeiros. Listamos as principais opções e características de cada uma delas:

Intercâmbio de verão

Se você já fala inglês ou faz curso no Brasil e deseja dar um upgrade no idioma, pode aproveitar as férias e optar por um intercâmbio de verão. Algumas semanas ou um mês inteiro em contato direto com a língua, dividir o estudo com pessoas que têm o mesmo objetivo é um avanço e tanto no aprendizado.

A conversação fulltime em inglês ajuda a destravar, especialmente com a população local, nos momentos de intervalo das aulas. Sem contar que é uma oportunidade única de aprender e, ao mesmo tempo, se divertir explorando as belezas do Canadá.

Intercâmbio semestral

O semestre de estudo no exterior proporciona uma experiência mais intensa, ou seja, um tempo mais longo de contato com o idioma. Os cursos de média duração elevam o nível de proficiência na aprendizagem, já que são, no mínimo, 24 semanas de comunicação diária em inglês.

Embora seja mais caro que um curso de verão, é importante pensar no custo-benefício de melhor progressão do aprendizado. Com um pouco mais de planejamento, já que você vai pagar um valor considerável pelas passagens aéreas, que seja para aproveitar o que o Canadá tem de melhor.

Intercâmbio de imersão total em inglês

Fazer um superintensivo de inglês em terras canadenses pelo prazo de 20, 30 ou 45 dias com imersão total no idioma pode ser uma boa estratégia. Se você tem pressa de aprimorar sua proficiência, esse é o melhor caminho para voltar ao Brasil dominando a língua.

Das escolas de idiomas reconhecidas internacionalmente, a ILSC e a EC English oferecem programas interessantes nesses formatos. Com a proposta de desenvolver as habilidades de comunicação em outro idioma, bem como habilidades pessoais, as escolas promovem um verdadeiro intercâmbio cultural.

As duas escolas estão presentes nas cidades canadenses Montreal, Toronto e Vancouver, com programas para alunos de todas as idades. Os valores dependem do tipo de curso, duração e escolha por ter ou não a acomodação inclusa.

Vale dizer que, sendo o Canadá um país bilíngue, mesmo que você tenha escolhido o intercâmbio para aprimorar o seu inglês,  você terá contato com a língua francesa. O idioma é, majoritariamente, falado na província francófona de Quebec, logo, estudando em Montreal, é bem provável que você volte de lá falando algumas palavras francesas.

O povo canadense, acostumado com a presença de estrangeiros, é muito educado e receptivo, tanto nas instituições de ensino quanto no comércio e nas ruas. As famílias hospedeiras dão todo o suporte que o intercambista precisa para se ambientar quando chegam para estudar no país.

Intercâmbio no Canadá: preço e outras despesas

O salário mínimo no Canadá definido para 2023 tem uma variação média de 13,00 CAD a 16,77 CAD por hora, de acordo com a região. Convertendo para o real, em julho cotado em R$ 3,66, isso daria um valor médio de R$ 47,58 a R$ 61,38 por hora.

No entanto, sabemos que a conversão não funciona para quem está em um país do exterior, pois os preços e custos são aplicados na moeda local. Além do valor gasto com as passagens aéreas e com o próprio curso, é preciso incluir no planejamento financeiro gastos com o dia a dia.

Para saber quanto custa um intercâmbio no Canadá, é essencial somar todas as possíveis despesas, incluindo transporte, alimentação, entretenimento, internet, telefone etc..

O dólar canadense é mais barato que o dólar americano e mais valorizado que o real, porém, os custos envolvidos são maiores no Canadá. Vamos imaginar que você escolha fazer um curso semestral na EC English de Montreal:

Leitura recomendada: Como comprar dólar canadense? Cotação turismo e comercial e mais!

O valor do Intercâmbio de inglês, cotado em julho de 2023, para o próximo semestre é de 8.880,00 CAD, já inclusas as taxas de registro e os materiais do curso. Com um desconto de 35%, o preço cai para 6.0008,00 CAD.

A acomodação em ambiente familiar tem valores a partir de 5.500 CAD. Os preços variam de acordo com as opções de quarto individual ou compartilhado, com ou sem banheiro privativo.

Intercâmbio no Canadá por 1 mês: vale a pena?

Em caso de um intercâmbio de curta duração, além dos programas de verão, o voluntariado é uma alternativa interessante. Com ele você pode fazer um intercâmbio quase de graça enquanto aprende ou melhora sua proficiência no idioma.

O intercâmbio voluntário consiste na troca de serviços por acomodação e alimentação, em geral, por um período de quatro a seis semanas. É ideal para quem não tem recursos suficientes para frequentar uma escola e procura uma forma de viajar e ajudar em projetos sociais. 

Se por um lado é uma ótima oportunidade para conhecer pessoas de vários lugares do mundo, por outro, você não terá a didática de aprendizagem oferecida pelas escolas. Logo, saiba que será necessário se empenhar ainda mais para aprender o idioma corretamente.

Neste conteúdo, você confere tudo sobre o intercâmbio voluntário, inclusive sobre como se inscrever e quais as plataformas e ONGs que oferecem esse tipo de programa, bem como os custos envolvidos.

Dicas para planejar seu intercâmbio no Canadá

Depois de avaliar os programas e escolher qual faz mais sentido para os seus objetivos, chegou a hora de planejar seu intercâmbio,. A escolha da cidade, do período e da escola faz total diferença na projeção de custos e adaptação quando já estiver em solo canadense.

As melhores cidades para fazer um intercâmbio são Toronto, Vancouver e Montreal, mas é possível optar por algumas menores e menos movimentadas. Depois de escolhida a cidade, a escola e o tempo de estudo, é preciso pensar nos documentos necessários para solicitar o visto de estudante.  

Para os cursos de até quatro semanas, você só precisa do visto de turismo, já que ele é válido para a permanência de até 6 meses. Para períodos mais longos,é necessário requerer o visto específico de estudo. Entre os documentos solicitados, estão:

Passaporte válido

Seu passaporte precisa estar válido por pelo menos seis meses a contar do mês que sua viagem estiver programada, ou seja, fique atento ao fato de que o documento deve ter validade de, no mínimo, 180 dias após a volta ao Brasil.

Comprovação de suficiência financeira

O Canadá exige que o estudante estrangeiro comprove que tem condições de pagar pelo curso e também de se manter no país em todo o período.  Para não correr o risco de ter o visto negado, a renda apresentada deve sugerir a cobertura de gastos com:

  • passagens aéreas ida e volta;
  • moradia (em caso de não escolher as opções disponibilizadas pela escola);
  • alimentação;
  • transporte e locomoção;
  • lazer;
  • gastos extras.

É possível comprovar a renda por meio dos 3 últimos extratos da conta bancária ou pela declaração do Imposto de Renda. Caso o intercambista seja patrocinado pelos pais ou terceiros, será preciso preencher uma declaração afirmando ser o responsável financeiro e anexar as devidas comprovações.

Carta de aceitação

A aceitação na instituição de ensino é etapa primordial para qualquer estudante estrangeiro, com admissão feita por carta. Nela, a instituição informa que tem disponibilidade para aceitar o novo estudante no programa e no período sugerido.

Vínculo com o país de origem

Sim, uma das exigências canadenses é que todo estrangeiro que decida viajar para o Canadá comprove que tem vínculos com o país de origem. A medida se dá para evitar a permanência ilegal quando finalizado o prazo do visto e pode ser comprovada por:

  • vínculo familiar;
  • residência fixa;
  • carta de trabalho ou universidade.

Exame médico

Caso o programa de intercâmbio que você escolher tenha duração superior a seis meses, o exame médico é obrigatório. Um dos requisitos é que sejam aceitos somente  exames realizados por médicos credenciados no Consulado do Canadá.

Leia também: Como juntar dinheiro para o intercâmbio?

Como pagar pelo seu intercâmbio no Canadá?

Você vai precisar de um meio seguro para pagar seu curso de intercâmbio no Canadá e demais despesas. Uma das formas mais práticas, fáceis e econômicas é abrindo uma conta global Nomad, que dará direito ao cartão internacional para você usar de diversas formas quando estiver em solo canadense.

Uma das vantagens de abrir a conta a partir do Brasil, é que você pode aproveitar o câmbio e já ir comprando o dólar americano, que é aceito em muitos estabelecimentos no Canadá. Assim, você economiza para pagar as despesas cobradas em dólar canadense.

O cartão Nomad não tem cobrança de anuidade e, com ele, você pode fazer saques ilimitados e sem taxa na rede de caixas eletrônicos (ATMs) da AllPoint. Além da versão física que você receberá em casa, no app Nomad, é possível criar um cartão virtual e facilitar suas compras e pagamentos online.

Tudo isso atrelado à conta global, com a qual você pode gerenciar sua vida financeira e deixar o dinheiro guardado para usar sempre que precisar. Uma forma de dar adeus à burocracia dos bancos convencionais e às tarifas abusivas.

Vida e cultura no Canadá durante o intercâmbio

O Canadá é um país de clima frio, com um inverno rigoroso que dura cerca de quatro meses. Quem está acostumado com o clima quente do Brasil pode se assustar no início com as temperaturas negativas caso decida viajar no inverno.

Em contrapartida, você terá uma experiência incrível, sobretudo com os esportes na neve, como esqui e patinação. Se preferir viajar no verão ou na primavera, você encontrará um clima agradável, florido e ideal para passear nos parques, lagos, praias e fazer piqueniques.

O outono, com suas cores em tons de amarelo, laranja e vermelho, com aquele friozinho característico do inverno brasileiro, é um espetáculo à parte. O turismo no Canadá é riquíssimo, com opções de lazer e entretenimento em ambientes fechados e ao ar livre.

Da comida aos costumes, com certeza o que não vai faltar são atividades extracurriculares para maximizar sua experiência de intercâmbio. Afinal, ao partir para um intercâmbio no Canadá, esteja preparado para fazer novas amizades e construir boas memórias.

Se você gostou do conteúdo, então aproveite para saber em detalhes quais são os passos e requisitos para tirar o visto canadense!

Intercâmbio

Intercâmbio voluntário: como funciona, valores e como fazer um

Já pensou em fazer um intercâmbio voluntário? Descubra como funciona, quais os tipos de atividades e como se inscrever em um.

Por:
Eduarda Paschoal
11/1/2024
15 min de leitura
11/1/2024

O que é intercâmbio voluntário

O intercâmbio voluntário, como o próprio nome já sugere, é uma forma de viajar e ao mesmo tempo oferecer ajuda em projetos sociais pelo mundo afora.

É uma chance de unir o prazer de descobrir novos lugares com o propósito de fazer a diferença na vida de outras pessoas e comunidades.

Como surgiu o intercâmbio voluntário?

Essa prática ganhou força nas últimas décadas quando as pessoas passaram a buscar por vivências mais interessantes e que tivessem realmente um significado.

ONGS, instituições de caridade e projetos sociais começaram a abrir suas portas para ajudantes internacionais, reconhecendo o valor dessas pessoas que queriam ajudar.

Afinal, todos podem participar ou existem restrições?

A beleza do intercâmbio voluntário é que ele, realmente, é muito acessível.

Independente da sua idade, formação acadêmica, condição financeira ou conhecimento profissional, sempre existem possibilidades para contribuir e se envolver. Não há requisitos estritos que impeçam alguém de participar.

Por exemplo, se você é um estudante universitário em busca de uma aventura ou alguém que deseja fazer algo significativo, há projetos que valorizam suas habilidades.

Até mesmo aposentados podem participar do intercâmbio voluntário. Muitas organizações acolhem pessoas com vasta experiência de vida, pois acreditam que elas têm muito a oferecer em termos de sabedoria e conhecimento.

Como funciona o intercâmbio voluntário

Mesmo sendo acessível para a maioria da galera, o intercâmbio voluntário exige preparação e atenção dos participantes: não é só fazer as malas e bater na porta da primeira ONG que você encontrar!

Caso deseja fazer um intercâmbio voluntário, se atente aos seguintes itens:

Processo de inscrição

O primeiro passo para participar de um intercâmbio voluntário é encontrar uma instituição ou programa confiável que ofereça vagas alinhadas aos seus interesses e objetivos.

A maioria das entidades possui sites onde você pode encontrar informações detalhadas sobre os projetos, requisitos, datas e custos envolvidos.

Ao achar um programa que te agrade, você precisará preencher um formulário de inscrição, fornecendo informações pessoais, suas motivações para participar e qualquer experiência relevante que possua.

Tipos de atividades

As atividades que você pode praticar no intercâmbio voluntário vão variar demais, tudo dependerá do projeto e da organização.

Você pode se envolver em áreas como:

  • Educação;
  • Saúde;
  • Meio ambiente;
  • Construção;
  • Proteção de animais;
  • Empoderamento cultural;
  • Entre várias outras, dependendo do país e suas necessidades.

Via de regra, tenta escolher um projeto que esteja alinhado com seus interesses e capacidades, já que o lance é contribuir de forma significativa.

Responsabilidades do voluntário

Ao participar de um intercâmbio voluntário, é essencial estar comprometido com as responsabilidades que serão atribuídas a você, e isso inclui:

  • Ser pontual e dedicado às atividades programadas;
  • Respeitar a cultura local e as normas da ONG;
  • Trabalhar em equipe com outros colaboradores;
  • Ser flexível durante os possíveis desafios.

Estrutura de suporte

A maioria das empresas que oferecem intercâmbios voluntários possuem uma estrutura de suporte para garantir que os participantes tenham uma experiência segura e enriquecedora.

Muitas organizações também oferecem atividades de integração, sessões de treinamento e acompanhamento regular para garantir que você esteja aproveitando ao máximo.

Por isso, é tão importante viajar e se preparar com uma empresa de confiança e com boas recomendações.

Como realizar um intercâmbio voluntário

Se você está empolgado para embarcar em um intercâmbio voluntário e fazer a diferença no mundo e de quebra conhecer novas culturas, será necessário um planejamento, certo? Veja o passo a passo do que você vai precisar.

Pesquise programas e organizações confiáveis

Faça uma pesquisa detalhada e verifique se elas possuem uma reputação sólida, experiência na área em que você deseja atuar e projetos que você goste e bote fé.

Algumas das principais ONGS e empresas de intercâmbio voluntário são:

Tenha em mente seus objetivos e interesses

Antes de se inscrever em um programa, pense no que você quer fazer nessas viagens, seus objetivos e desejos. Suas vontades dirão para qual país você deverá ir, afinal, cada um tem um projeto ou necessidade diferentes.

Verifique os pré-requisitos

Alguns programas de intercâmbio voluntário podem ter pré-requisitos específicos, como idade mínima, conhecimento de idiomas ou habilidades. Antes de dar continuidade com seu processo de inscrição garanta que está tudo certo para não ter dor de cabeça ou decepções mais à frente.

Se Prepare culturalmente

Ter um certo choque ao chegar no país é normal, existem muitas culturas diferentes das nossas, mas tudo é questão de costume. Entender os costumes do país ou comunidade em que você irá atuar vai ajudar muito para que você não dê uma surtada no início.

Organize seus documentos

Para qualquer tipo de viagem a organização é muito importante. Pesquise quais documentos são necessários, como passaporte, visto e seguro de viagem. Garanta que todos os seus documentos estejam em dia e providencie qualquer renovação necessária.

Aproveite a experiência

Por fim, o que resta é aproveitar, aprender e ajudar. Ao participar de um intercâmbio voluntário, esteja aberto a novas vivências, faça amizades com outros ajudantes e membros da comunidade local.

Leia mais: Intercâmbio na África do Sul: tudo o que você precisa saber

Intercâmbio voluntário de graça: mitos e verdades

Você já deve ter ouvido falar sobre intercâmbio voluntário de graça, não é mesmo? Muitas vezes, surge a ideia de que é possível participar de um programa sem nenhum custo.

Mas calma lá, não é bem assim que as coisas funcionam e existem muitos mitos e verdades sobre isso e tá na hora de dar uma desmistificada nessas questões.

Mito: Intercâmbio voluntário sempre envolve custos elevados.

Verdade: Embora existam programas que cobrem taxas de inscrição, acomodação e alimentação, é possível encontrar vagas onde os custos são reduzidos. Muitas instituições oferecem programas de voluntariado onde os participantes contribuem com seu trabalho em troca de hospedagem e alimentação.

Mito: É impossível participar de um intercâmbio voluntário sem pagar nada.

Verdade: Até que existem alguns raros casos que você vai conseguir sim participar de um intercâmbio voluntário de graça. Algumas entidades oferecem bolsas de estudo ou financiamentos para cobrir as despesas dos participantes.

Mito: Todas as oportunidades de intercâmbio voluntário gratuito são confiáveis.

Verdade: Se nem todas as vagas pagas são confiáveis, imagina as gratuitas? Tudo vai depender da instituição e sua reputação. Fique de olho nas taxas ocultas ou condições desfavoráveis.

Mito: Financiar um intercâmbio voluntário é impossível para pessoas com poucos recursos.

Verdade: Financiar um intercâmbio voluntário pode parecer desafiador para algumas pessoas, existem maneiras de minimizar os custos e buscar apoio financeiro.

Ah, você também pode buscar bolsas de estudo e patrocínios.

Leia também: Como juntar dinheiro para o intercâmbio?

Intercâmbio voluntário: Londres e Canadá - explorando destinos incríveis!

Londres

Ao escolher essa metrópole como sua casa por alguns meses você terá acesso a vários projetos e iniciativas sociais que visam melhorar a vida das pessoas e comunidades locais.

Uma das grandes vantagens de fazer um intercâmbio voluntário em Londres é a diversidade cultural. A cidade abriga pessoas de diferentes origens e culturas, o que significa que você terá a chance de conhecer e interagir com gente do mundo todo.

A capital inglesa possui uma infinidade de projetos sociais em áreas como educação, assistência social, meio ambiente e arte. Opções para você escolher não irão faltar.

Outro benefício de realizar um intercâmbio voluntário em Londres é a possibilidade de explorar uma cidade cosmopolita. Durante seu tempo livre, que tal visitar museus renomados, desfrutar de peças teatrais no West End, explorar mercados vibrantes e experimentar a rica gastronomia local?

Canadá

O intercâmbio voluntário no Canadá é a opção perfeita para quem deseja se envolver em projetos de preservação ambiental.

O país possui uma rica diversidade de ecossistemas, desde as majestosas montanhas rochosas até as vastas florestas e lagos cristalinos. Ao participar de programas, você poderá contribuir para a conservação de recursos naturais.

Este grande país também oferece oportunidades para trabalhar com comunidades indígenas, tais tribos têm uma rica herança cultural e tradições únicas.

Como você provavelmente já ouviu falar, o Canadá é extremamente seguro e tem uma infraestrutura surreal. E para os participantes existem diversos sistemas de apoio para que você se sinta bem e em casa.

Se você escolher este país não deixe de conferir alguns fast foods famosos e que só existem por lá como Harvey's e Tim Horton’s.

Algumas aventuras e grandes momentos na vida só conseguimos ter explorando o mundo, conhecendo e ajudando pessoas. E este é o espírito do intercâmbio voluntário.

Seja em Londres, no Canadá, ou em qualquer outro destino, esse voluntariado permitirá que você amplie seus horizontes, desenvolva habilidades, crie memórias únicas.

Independente do país que você escolher, você terá que ter um passaporte atualizado em mãos. Se não sabe como fazer isso, venha conferir nosso guia para aprender como tirar o passaporte.

Confira nossas regras e documentos




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