O dólar encerrou a semana praticamente estável frente ao real, com leve alta acumulada de 0,16%, refletindo um período de lateralidade cambial. O movimento foi guiado por fatores mistos: lá fora, a desvalorização do DXY diante de dados fracos do mercado de trabalho americano e do impasse político que prolonga o shutdown; aqui, a Selic elevada e os dados industriais acima das expectativas serviram de âncora para o real.
03/10 – Volatilidade contida em meio ao impasse americano
O dólar recuou moderadamente frente ao real, acompanhando a desvalorização global da moeda americana, refletida pelo recuo do DXY. O prolongamento do shutdown nos EUA adiou a divulgação de dados-chave como o payroll, enquanto, no Brasil, a produção industrial acima das expectativas e a Selic elevada deram suporte à moeda local.
02/10 – Sessão morna e cautelosa em meio ao shutdown
O dólar encerrou o dia praticamente estável frente ao real, em meio à baixa liquidez e à ausência de indicadores relevantes. A paralisação do governo americano seguiu no foco, tratada como ruído temporário, enquanto o mercado global manteve tom de espera e o real acompanhou a calmaria, com leve correção nos juros futuros e no Ibovespa.
01/10 – Treasuries recuam e dólar perde fôlego global
O dólar caminhou para o fechamento estável após a divulgação do relatório ADP, que mostrou a eliminação de 32 mil vagas no setor privado americano, reforçando sinais de desaceleração econômica e derrubando os yields dos Treasuries. No Brasil, o elevado diferencial de juros manteve o real atrativo e neutralizou a perda de apelo global do dólar.
30/09 – Ptax e ruído político equilibram forças no câmbio
O dólar oscilou entre altas e baixas com a disputa técnica pela formação da Ptax de fim de mês, enquanto o cenário externo seguiu favorável a emergentes diante da expectativa de novos cortes de juros pelo Fed e do risco de paralisação do governo americano. A Selic elevada continuou servindo de contrapeso e sustentou o real.
29/09 – Selic alta sustenta real mesmo com dólar fraco lá fora
O dólar oscilou sob o contraste entre sinais externos e internos. A fraqueza dos dados de emprego dos EUA reduziu os yields dos Treasuries e o apelo do dólar, mas o diferencial de juros doméstico reforçado pela Selic manteve o real como destaque entre emergentes, em um dia de ruído fiscal e petróleo em queda.





