
A grande maioria dos bancos centrais globais (95%) acredita que a participação do ouro em reservas internacionais irá aumentar nos próximos 12 meses. Um percentual recorde de 43% pretende aumentar a participação do metal precioso em suas próprias reservas, de acordo com pesquisa anual do World Gold Council publicada em junho. Para os próximos 5 anos, a projeção é de aumento (moderado ou significativo) nas reservas denominadas em ouro para 75% dos respondentes. A tendência para o dólar é de queda, com 73% dos respondentes projetando queda na participação da moeda americana nas reservas, ainda que a divisa mantenha o status de moeda dominante globalmente.
Uma demanda recorde de bancos centrais é um dos principais motores do desempenho excepcional do ouro nos últimos anos. Em 2025 até agora, o metal precioso já valorizou ~45%; nos últimos dois anos, a valorização acumulada é de 89%, e, em 3 anos, 117%. Nesta semana, o preço da onça-troy superou o pico dos anos 1980 ajustado pela inflação (US$ 3.498), chegando a US$ 3.656
E novos gatilhos apareceram recentemente. Dados de atividade nos EUA apontam para uma desaceleração da economia americana, estimulando:
1. busca por proteção, que
2. seja alternativa ao tesouro americano, já que o ciclo de cortes de juros deve ser retomado, diminuindo a rentabilidade do caixa em dólar.






