Eleições no Brasil, bolsa e dólar: O que esperar? | Gráfico da Semana

por

Rebecca Nossig

Paula Zogbi

2 min

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Publicado em

28/8/2026

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Fontes: Factset e Nomad Insights. Dados até: 18/08/2026.

Com a aproximação das eleições gerais de 4 de outubro, o cenário político brasileiro atrai a forte atenção de investidores globais. Nos meses que antecedem o pleito, o mercado financeiro tenta antecipar e precificar os diversos cenários governamentais possíveis, gerando um ambiente de alta especulação. Consequentemente, essa contínua reprecificação de expectativas impacta o apetite ao risco e a dinâmica de alocação de capital, provocando oscilações significativamente mais bruscas nos principais indicadores financeiros do país, com destaque direto para a volatilidade do índice Ibovespa e da cotação do dólar frente ao real.

Para entender melhor esse comportamento, realizamos um estudo sobre a volatilidade e retorno, tanto do Ibovespa, quanto do dólar, nos períodos eleitorais recentes.

Na média histórica, fica evidente que ocorre um aumento moderado da volatilidade na janela entre o primeiro e o segundo turno das eleições, que reflete a busca dos investidores por proteção e o reajuste de posições no momento em que a disputa política atinge o seu ponto mais tenso.

Rebecca Nossig

Estrategista de ações da Nomad, com foco em ações do mercado brasileiro. Possui mais de 6 anos de experiência em Equity Research Strategy, com passagem pelo Banco JP Morgan, XP Investimentos e Itaú BBA. Possui certificação CNPI pela Apimec. É graduada em Engenharia Naval pela Escola Politécnica da USP (POLI-USP).

Paula Zogbi

Estrategista-chefe da Nomad, tem mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro, foi head de conteúdo na XP, analista na Rico e jornalista na InfoMoney e EXAME. É graduada em jornalismo pela USP e tem certificação CNPI pela Apimec.

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