Você usa o Spotify todo dia, compra na Amazon e talvez até tenha um iPhone no bolso. Mas já parou para pensar que também pode ser dono de um pedaço dessas empresas? É essa a provocação por trás da nova campanha institucional da Nomad, estrelada pelo diretor de televisão José Bonifácio de Oliveira, o Boninho.
A ideia é simples: mostrar que investir em ações de empresas americanas não é um privilégio de quem já tem grande patrimônio. Com a Conta Investimento Nomad, qualquer brasileiro pode comprar ações de multinacionais listadas em Nova York e sair da posição de consumidor para se tornar, literalmente, sócio dessas marcas. Veja a seguir como a campanha começou e como você também pode dar esse passo.
Como a campanha "sócio" começou
Tudo começou com um post enigmático de Boninho em suas redes sociais: "I'll be back". A frase gerou burburinho nas redes sobre qual seria a nova grande volta do showrunner.
O suspense cresceu com uma segunda publicação, em que ele avisava que estava prestes a virar sócio de "um gigante do entretenimento". As especulações tomaram conta da internet até a revelação, feita no próprio filme da campanha: Boninho contou, em tom bem-humorado, que virou "sócio" do Spotify (SPOT), da SpaceX (SPCX), da Amazon (AMZN) e da Nvidia (NVDA), um movimento viabilizado de forma simplificada pela Nomad.
O que significa ser "sócio" de uma empresa como Spotify ou Amazon
Na prática, "virar sócio" significa comprar ações dessas empresas na bolsa americana. Quando você compra uma ação, passa a deter uma fração pequena daquele negócio, com direito a acompanhar seus resultados e, dependendo do desempenho da empresa, a valorização (ou desvalorização) desse pedaço que é seu.
É importante lembrar que investir em ações envolve risco: o valor pode subir ou cair de acordo com o desempenho da empresa e do mercado, e não há garantia de retorno. Por isso, antes de começar, vale entender seu perfil de investidor e seus objetivos.
Boninho, Vic Ceridono e Mohamad Hindi: os embaixadores da campanha
Além de Boninho, a narrativa da campanha é reforçada por outras figuras públicas e criadores de conteúdo:
- Vic Ceridono aparece como "sócia" da Ralph Lauren (RL);
- Mohamad Hindi aparece como "sócio" da Kraft Heinz (KHC).
Os três mostram, cada um à sua maneira, como a Nomad reúne no mesmo lugar a praticidade de usar o cartão em viagens internacionais e a possibilidade de comprar frações de ações de multinacionais consolidadas.
Por que a Nomad decidiu provocar essa conversa
Para Thais Souza Nicolau, diretora de Marketing da Nomad, a campanha nasce de uma barreira cultural que a marca quer quebrar: que investir no exterior é algo complexo e restrito a grandes fortunas:
"O brasileiro já usa o Spotify, compra na Amazon e tem um iPhone. A nossa estratégia com essa campanha é provocar o público a dar um passo além: sair do papel de apenas consumidor para se tornar dono de um pedaço dessas gigantes."
A ideia é mostrar que é possível investir em empresas globais e construir patrimônio em moeda forte com a mesma facilidade de passar o cartão em uma viagem internacional.
Danilo Maia, diretor de criação associado da agência GUT, responsável pela campanha, resume a sacada criativa:
"Uma grande sacada para mostrar que com a Nomad, o cliente viaja e investe no mercado americano, acessando as maiores empresas listadas nas bolsas de Nova York para virar sócio delas também!"
A ativação também repercutiu no LinkedIn, rede que já concentra boa parte das conversas sobre mercado corporativo e que se tornou o ambiente ideal para brincar com a ideia de "virar sócio" de diferentes empresas. Para Thais, essa abordagem leve é proposital:
"Disputar o engajamento do público em um ambiente digital saturado exige que a marca entregue muito mais do que o discurso financeiro tradicional. Escolhemos uma abordagem criativa e propositalmente leve para quebrar a fricção inicial do consumidor com o mercado de capitais, transformando a complexidade da bolsa americana em um diálogo leve."
Quer saber como ser sócio das marcas que já fazem parte da sua vida? Acesse o site e confira como viajar, fazer compras e ter acesso aos principais investimentos e marcas do mercado americano.
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