O dia foi marcado por uma clara mudança de humor nos mercados. A escalada das tensões no Oriente Médio e o risco de interrupção no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz reacenderam temores inflacionários globais e colocaram os investidores em modo defensivo.
No Brasil, o movimento foi imediato: o Ibovespa recuou cerca de 3%, refletindo a aversão ao risco que se espalhou pelas bolsas internacionais, enquanto o dólar avançou aproximadamente 2% frente ao real, acompanhando a valorização global da moeda americana.
A alta expressiva do petróleo e o salto da volatilidade reforçaram a busca por proteção, levando à redução de posições em ativos de risco e ao fortalecimento do dólar, em um típico movimento de flight to quality.





