O dólar voltou a subir frente ao real em um ambiente de maior aversão ao risco global, refletindo principalmente a escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A intensificação do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã elevou a busca proteção, impulsionando a moeda americana, movimento que também se refletiu na valorização global do dólar, com o índice DXY em alta.
Ao mesmo tempo, a forte elevação do petróleo, com o Brent avançando cerca de 5%, aumentou as preocupações com impactos inflacionários globais, especialmente diante dos riscos envolvendo o Estreito de Ormuz. Esse cenário também se traduziu em maior volatilidade nos mercados, com o VIX voltando a operar acima de 22 pontos.
Em síntese, o receio da transmissão de um “choque geopolítico” para um “macroeconômico” com maiores implicações na inflação e crescimento mundial vem sendo incorporado nas expectativas de mercado, refletindo diretamente no comportamento dos ativos de risco.







