A queda do dólar na sessão de hoje ocorre em um contexto de melhora do apetite por risco nos mercados após declarações de Donald Trump sugerindo que o conflito com o Irã pode se aproximar do fim. A sinalização levou a uma forte correção nos preços do petróleo, que devolvem parte da alta recente o que ajuda a reduzir temores de um choque energético prolongado e de pressões inflacionárias globais.
Com isso, parte da demanda defensiva por dólar perdeu força. Internamente, o real registra o segundo dia consecutivo de valorização frente ao dólar, acumulando alta superior a 2,5% e voltando a níveis próximos aos observados no início do conflito. O movimento também encontra suporte em fatores domésticos, como o elevado diferencial de juros no Brasil e a retomada do fluxo estrangeiro para o Ibovespa.







