Fotografia mostrando um canal de Veneza durante um dia ensolarado, com construções de ambos os lados e pessoas navegando no canal em lanchas e barcos.

O que fazer na Itália: roteiro de 5 a 30 dias (2026)

Lucca Costa
27/7/2026

O roteiro perfeito com o que fazer na Itália por até 30. Conecte Roma (História), Florença (Arte) e Veneza (Magia) da melhor forma. Inclui dicas de trem, hospedagem e mais.

Você está planejando uma viagem para a Itália e não sabe por onde começar? Entende-se o dilema: o país tem praias paradisíacas, montanhas com neve, cidades medievais, arte renascentista, o melhor gelato do mundo e uma gastronomia que é, literalmente, Patrimônio da Humanidade. Dá para ficar paralelo diante de tantas opções.

A boa notícia é que a Itália não precisa de visto para brasileiros e você pode montar um roteiro do zero em 5, 7, 10, 15 ou 30 dias, dependendo do tempo e do orçamento disponíveis. E neste guia você vai encontrar exatamente isso: um roteiro por Roma, Florença, Veneza e muito mais, com dicas práticas de transporte, custos e como organizar os seus gastos em euro sem surpresas.

Resumo
  • Um bom roteiro pela Itália começa com 10 dias para cobrir os clássicos; com 20 a 30 dias, é possível ir além do circuito tradicional e explorar o sul, as ilhas e as regiões menos turísticas.
  • A primavera (abril a junho) é a melhor época para a maioria dos viajantes, com clima agradável, filas menores e preços mais acessíveis que o verão.
  • O trem de alta velocidade (Frecciarossa e Italo) é a forma mais prática de se locomover: Roma a Florença em 1h30, Florença a Veneza em pouco mais de 2 horas.
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Como planejar um roteiro de viagem para a Itália

Antes de montar o itinerário, vale parar um momento para definir alguns pontos que vão moldar toda a viagem.

Quantos dias ficar na Itália?

Um roteiro de 10 dias ou mais é o mínimo para absorver o que a Itália tem de melhor. Com menos tempo, você consegue cobrir os clássicos de Roma e Florença, mas vai sentir que deixou muita coisa para trás. Com 20 a 30 dias, dá para ir além do circuito turístico tradicional, explorar o sul do país e combinar a viagem com outros destinos europeus.

Para quem tem orçamento mais apertado, a dica é otimizar: priorize 2 a 3 cidades e vá fundo nelas, em vez de tentar ver tudo de passagem.

Qual a melhor época para visitar a Itália?

A resposta depende do que você quer fazer:

  • Primavera (abril a junho): clima ameno, flores, filas menores e preços mais acessíveis. A melhor combinação geral para a maioria dos viajantes.
  • Verão (julho e agosto): praias, festas, vida ao ar livre. É a alta temporada, então espere mais turistas e valores mais altos.
  • Outono (setembro e outubro): clima ainda agradável, colheita de uvas na Toscana e menos multidões.
  • Inverno (novembro a março): ideal para quem quer esquiar nos Alpes ou curtir o Carnaval de Veneza, com preços baixos nas grandes cidades.

Como se locomover pela Itália

O trem é o meio de transporte mais prático entre as grandes cidades. Os trens de alta velocidade (Frecciarossa e Italo) ligam Roma a Florença em cerca de 1h30 e Florença a Veneza em pouco mais de 2 horas. Reserve os bilhetes com antecedência pelo site oficial das operadoras para pagar menos.

Para explorar o interior, vilarejos e regiões menos turísticas, alugar um carro vale muito a pena. Faça a locação com antecedência para garantir melhores preços.

Principais cidades para incluir no roteiro

A Itália tem dezenas de cidades incríveis. As mais populares entre os brasileiros são:

  • Roma
  • Florença
  • Veneza
  • Milão
  • Nápoles
  • Pisa
  • Verona
  • Siena
  • Bolonha
  • Palermo

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O que fazer na Itália: 10 atrações que não podem faltar

Se você não sabe por onde começar a lista de programas, aqui estão os 10 destinos que aparecem em quase todos os roteiros, e com muito mérito.

1. Coliseu de Roma

Imagem do interior do Coliseu de Roma, na Itália

Entrar no Coliseu de Roma é uma experiência difícil de descrever. Com mais de 2.000 anos de história, o anfiteatro chegou a abrigar 50.000 espectadores nas épocas de glória do Império Romano. Compre os ingressos com antecedência pelo site oficial, porque as filas podem ser longas.

2. Catedral de Florença

Imagem da Catedral de Florença, na Itália

O Duomo de Florença é uma das obras mais marcantes da arquitetura renascentista. A cúpula projetada por Brunelleschi foi uma proeza de engenharia para a época e continua impressionando até hoje. Reserve o ingresso para subir a cúpula com pelo menos 2 semanas de antecedência.

3. Veneza

Imagem de um canal em Veneza, na Itália

Veneza é uma daquelas cidades que parece cena de filme romântico em cada esquina. Navegue pelos canais em uma gôndola, visite a Basílica de São Marcos e explore o Grande Canal. Evite a alta temporada de verão se puder, quando a cidade fica especialmente lotada.

4. Duomo de Milão

Imagem do Duomo de Milão, na Itália

A catedral gótica de Milão levou quase seis séculos para ficar pronta. Suba ao terraço para ter uma vista panorâmica da cidade e da Piazza del Duomo lá embaixo.

5. Costa Amalfitana

Imagem da Costa Amalfitana, na Itália

Um dos trechos de litoral mais fotografados do mundo, a Costa Amalfitana tem vilas coloridas penduradas nos penhascos, vistas que ficam na memória e uma limoncello que explica muito sobre por que os italianos são felizes. Positano, Amalfi e Ravello são paradas obrigatórias.

6. Torre de Pisa

Imagem da Torre de Pisa, na Itália

A Torre Inclinada de Pisa começou a inclinar durante a própria construção, por conta de um solo instável. Hoje faz parte da Piazza dei Miracoli ao lado da Catedral e do Batistério, e sim, vale tirar a foto clássica.

7. Ruínas de Pompeia

Imagem panorâmica de Pompeia, na Itália

Passear pelas ruas de Pompeia é uma das experiências mais surreais que a Itália oferece. A cidade foi soterrada pelo Vesúvio em 79 d.C. e conservou detalhes do cotidiano romano que parecem ter parado no tempo.

8. Verona

Imagem panorâmica de Verona, na Itália

Cenário real da história de Romeu e Julieta, Verona é uma cidade medieval conservadíssima. A Casa di Giulietta, a Arena di Verona e as praças históricas do centro fazem dela uma parada obrigatória para quem vai ao norte do país.

9. Capela Sistina no Vaticano

Afresco de Michelangelo  no teto da Capela Sistina, no Vaticano, Itália

Explorar o Vaticano, o menor país do mundo, é uma experiência à parte. A Basílica de São Pedro é uma das maiores igrejas do planeta, e a Capela Sistina guarda os afrescos mais famosos de Michelangelo, incluindo a icônica cena da criação de Adão no teto. Reserve os ingressos com antecedência para evitar filas longas.

10. Nápoles

Visão aérea de Nápoles, Itália

Nápoles é caótica, barulhenta e absolutamente fascinante. A cidade é o berço da pizza napolitana (massa fina no centro, borda alta, ingredientes simples) e tem um centro histórico que é Patrimônio Mundial da UNESCO. Não deixe de passear pelo Castel dell'Ovo, uma fortaleza medieval construída sobre uma pequena ilha ao lado do golfo, e de explorar a orla do Lungomare. Nápoles também é ponto de partida ideal para visitar as ruínas de Pompeia e a Costa Amalfitana.

Leia também: Custo de vida na Itália: aluguel, alimentação, transporte e mais.

O que fazer na Itália no inverno

O inverno italiano vai de dezembro a março, e as temperaturas variam bastante entre o norte e o sul do país. Longe de ser uma estação para ficar em casa, é uma das épocas mais charmosas para visitar certos destinos.

1. Vilarejos medievais

A Itália é o país dos vilarejos. Pequenos, com arquitetura medieval, calendários cheios de festas tradicionais e uma autenticidade que as grandes cidades às vezes perdem na alta temporada. No inverno, com menos turistas por perto, a experiência é ainda mais genuína.

2. Úmbria e Toscana

Foto de Gabriella Clare Marino na Unsplash

Úmbria e Toscana ficam ainda mais aconchegantes no frio. Ricas em cultura, história e gastronomia de alta qualidade, com pratos como trufas, ribollita e pecorino, são destinos perfeitos para quem quer desacelerar e mergulhar na Itália profunda.

3. Grandes cidades

Para os amantes de arte e cultura, as grandes cidades funcionam muito bem no inverno. Filas menores nos museus, preços mais acessíveis e o clima de cidade que continua seu ritmo independente da temporada. Roma, Florença, Milão, Veneza, Nápoles e Torino são ótimas escolhas.

4. Passeios costeiros

A região da Basilicata oferece o destino de Maratea no inverno: enseadas intocadas, grutas, ilhotas, penhascos e praias pitorescas com pouquíssimas pessoas. Não dá para nadar, mas é perfeito para relaxar em uma beleza quase particular.

5. Montanhas e esqui

Foto de Giuseppe Mondì na Unsplash

O Arco dos Alpes, que marca a fronteira norte do país, é o destino ideal no inverno. As estações de esqui do Valle d'Aosta e do Trentino-Alto Ádige são entre as mais completas da Europa.

6. Feirinhas e festivais

As feiras natalinas de Bressanone, Vipiteno e Bolzano estão entre as mais bonitas da Europa. Barracas com artesanato, vin brûlé (vinho quente), decorações medievais e aquele clima de conto de fadas que a Itália sabe criar muito bem. O carnaval de Veneza, em fevereiro, também é um dos mais famosos do mundo.

O que fazer na Itália no verão

No verão na Itália, o país se transforma. As praias ficam lotadas, os festivais se multiplicam e o dolce far niente toma conta de todo mundo. É a melhor época para explorar a costa e as ilhas.

1. Sicília

Foto de Raymond Petrik na Unsplash

A maior ilha da Itália é um dos destinos mais completos do verão. A Sicília tem praias de água cristalina, ruínas gregas, mercados de rua barulhentos e uma culinária que mistura influências árabes, normandas e mediterrâneas. O vulcão Etna, com quase 3.350 metros de altitude, é parada obrigatória para os aventureiros.

2. Puglia

Banhada pelos mares Adriático e Jônico, a Puglia é o destino italiano mais acessível em termos de custo. As famosas trulli de Alberobello, os castelos medievais, os vinhos e os azeites fazem da região uma alternativa perfeita para quem quer fugir dos roteiros mais óbvios.

3. Positano

Positano é Positano: exuberante, cara e instagramável a cada passo. As ladeiras coloridas caem direto no mar, os restaurantes têm vistas que concorrem com a comida e a Praia da Marina mistura beach clubs movimentados com cantos mais tranquilos, como a Praia de Fornillo.

4. Cinque Terre

Foto de Mike L na Unsplash

Cinco vilas coloridas penduradas nas encostas da Ligúria, todas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Cinque Terre é melhor visitada fora da alta temporada, quando as trilhas entre as vilas ficam lotadas. Mas a vista do mar Mediterrâneo contrastando com as casas coloridas justifica o esforço em qualquer época.

5. Trentino-Alto Ádige

Quem disse que os Alpes são só para o inverno? No verão, o Trentino-Alto Ádige vira um paraíso de trilhas, ciclismo, caiaque e atividades ao ar livre. Bosques, pomares, cachoeiras e lagos de cor esverdeada que parecem saídos de uma pintura.

Roteiro Itália: o que fazer em cada duração de viagem

Por ser um local tão rico em cultura e diversidade, deixar de ter um roteiro para a Itália não é a melhor das ideias. Então, vamos descobrir o que fazer na Itália em 5, 7, 10, 15 e até 30 dias?

Roteiro Itália: o que fazer em cada duração de viagem

Comparativo rápido para você escolher o roteiro ideal

Roteiro de viagem para a Itália por duração: cidades cobertas e destaque principal de cada opção.
Duração Cidades cobertas Destaque principal
5 dias Roma, Vaticano, Florença, Pisa Foco histórico e artístico
7 dias Acima + Veneza Adiciona os canais e o romantismo veneziano
10 dias Acima + Milão (3 dias) Experiência de moda e design
15 dias Acima + Verona + Nápoles Profundidade cultural e o sul da Itália
30 dias Roteiro completo + regiões menos turísticas Costa, ilhas, vilarejos e Itália profunda
5 dias
Roma, Vaticano, Florença, Pisa
Foco histórico e artístico
7 dias
Acima + Veneza
Adiciona os canais e o romantismo veneziano
10 dias
Acima + Milão (3 dias)
Experiência de moda e design
15 dias
Acima + Verona + Nápoles
Profundidade cultural e o sul da Itália
30 dias
Roteiro completo + regiões menos turísticas
Costa, ilhas, vilarejos e Itália profunda

O que fazer na Itália em 5 dias

Um roteiro de 5 dias precisa ser enxuto. O foco aqui é Roma, Vaticano, Florença e Pisa.

1° dia: Roma

Comece pela experiência mais emblemática da Itália: o Coliseu. Reserve o ingresso com antecedência para entrar direto. Em seguida, explore o Fórum Romano, o antigo centro político de Roma, com as ruínas que contam 2.000 anos de história a cada passo.

2° dia: Vaticano

Dedique o segundo dia ao Vaticano. Visite a Basílica de São Pedro, veja a escultura Pietà de Michelangelo e reserve as últimas horas para a Capela Sistina. Compre os ingressos com pelo menos uma semana de antecedência.

3° dia: Roma

Explore outros cantos da cidade. O Panteão, construído em 126 d.C., ainda impressiona pela preservação e pela cúpula que ilumina o interior com uma abertura aberta para o céu. À tarde, dê uma volta pelo bairro de Trastevere, com suas ruas estreitas, cafés e restaurantes e um clima que parece parado no tempo.

4° dia: Florença

Em Florença, o dia começa na Catedral de Santa Maria del Fiore. Depois, a Galleria degli Uffizi, com obras de Botticelli, Leonardo da Vinci e Michelangelo. Reserve o ingresso online para não perder tempo na fila.

5° dia: Pisa

Uma viagem de trem de cerca de 1 hora separa Florença de Pisa. A Torre Inclinada faz parte de um complexo que inclui a Catedral e o Batistério da cidade. É um dia compacto, mas muito satisfatório.

O que fazer na Itália em 7 dias

Com mais dois dias, você chega a Veneza.

6° dia: Veneza

Siga viagem para Veneza. O passeio de gôndola pelos canais, a Basílica de São Marcos e o Palácio Ducal são os pontos mais visitados. Mas reserve tempo também para se perder pelas ruelas menores, longe dos circuitos turísticos mais óbvios.

7° dia: Veneza

Use o segundo dia para explorar as ilhas da lagoa: Murano, famosa pelos seus artesãos de vidro, e Burano, com as casas pintadas em cores vibrantes. Volte para o centro no final da tarde e explore os becos tranquilos que escondem os melhores restaurantes da cidade.

Quanto se gasta em 7 dias na Itália?

Os valores abaixo são estimativas de referência para 2025/2026, sem passagens aéreas:

Estimativa de gastos: Itália em 7 dias

Quanto custa viajar pela Itália no estilo econômico e no confortável

Estimativa de gastos por categoria para uma viagem de 7 dias à Itália nos perfis econômico e confortável.
Categoria Econômico 7 dias Confortável 7 dias
Hospedagem €210–350 hostel €560–840 hotel 3★
Alimentação €70–105 lanches + 1 refeição/dia €240–350 2 refeições/dia em restaurantes locais
Transporte local e trens €80–120 €150–220
Atrações e ingressos €60–100 €100–150
Total estimado €420–675 €1.050–1.560

Hospedagem

€210–350 hostel
€560–840 hotel 3★

Alimentação

€70–105 lanches + 1 refeição/dia
€240–350 2 refeições/dia em restaurantes locais

Transporte local e trens

€80–120
€150–220

Atrações e ingressos

€60–100
€100–150

Total estimado

€420–675
€1.050–1.560

Os valores em reais variam conforme a taxa de conversão do momento. Para ter mais previsibilidade nos seus gastos na Zona do Euro, veja mais abaixo como o saldo em euro da Nomad pode ajudar.

O que fazer na Itália em 10 dias

Um roteiro para Itália de 10 dias permite incluir Milão sem abrir mão de nada do que já foi descrito.

8° ao 10° dia: Milão

Foto de Tom Podmore na Unsplash

Milão não é só moda: é também arte e gastronomia. Comece pelo Duomo di Milano, uma catedral gótica com vistas do terraço que valem o ingresso. Passe pela Galeria Vittorio Emanuele II, um elegante centro comercial do século XIX que conecta o Duomo à Piazza della Scala, e explore o Castello Sforzesco.

No terceiro dia, vá à Igreja de Santa Maria delle Grazie para ver a Última Ceia de Leonardo da Vinci. Reserva obrigatória e com meses de antecedência. Quem quiser fazer compras, o Quadrilátero della Moda reúne todas as grandes grifes.

O que fazer na Itália em 15 dias

Com 15 dias, dá para aprofundar o roteiro com mais uma noite nas cidades já visitadas e adicionar mais dois destinos no final.

14° dia: Verona

Verona é Patrimônio Mundial da UNESCO e um dos destinos mais românticos da Europa. Visite a Casa di Giulietta, onde visitantes deixam cartas de amor nas paredes do pátio, e a Arena di Verona, um anfiteatro romano que ainda recebe óperas.

15° dia: Nápoles

Aproveite o último dia para ir a Nápoles. É a capital informal da pizza napolitana, tem um centro histórico que é Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e abriga o Castel dell'Ovo, uma fortaleza medieval sobre uma pequena ilha com vista para o golfo. De Nápoles, também dá para fazer um bate-volta para as ruínas de Pompeia, a cerca de 30 minutos de trem.

O que fazer na Itália em 30 dias

Com um mês, a Itália se abre por completo. Além de tudo o que já foi mencionado, estas regiões completam a experiência:

Costa Amalfitana

Cidades coloridas, vistas panorâmicas do Mediterrâneo, limonadas que parecem mágica e praias que exigem escadarias de 300 degraus para ser alcançadas. Amalfi, Positano e Ravello merecem pelo menos 3 dias.

Matera

Foto de Teodor Kuduschiev na Unsplash

Famosa pelos Sassi di Matera, casas e igrejas escavadas diretamente na rocha calcária, a cidade é um dos assentamentos humanos habitados mais antigos da Europa. Pequena, mas absolutamente única.

Ilhas Eólias

Um arquipélago vulcânico no Mar Tirreno, com praias de pedra vulcânica preta, águas turquesa e o espetáculo do vulcão Stromboli em erupção à noite. Uma das experiências mais cinematográficas da Itália.

Lago de Como

Paisagens pitorescas, vilas históricas e montanhas ao redor de um lago que inspirou artistas por séculos. Um destino para quem quer desacelerar e entender por que os italianos chamam de dolce vita.

Região do Piemonte

No norte do país, o Piemonte é o endereço dos melhores vinhos italianos, como o Barolo e o Barbaresco, e de uma gastronomia refinada com pratos como vitello tonnato e risoto de trufas.

Sicília

Termine a viagem explorando a maior ilha da Itália. Palermo, Siracusa e Taormina têm histórias que se misturam entre gregos, romanos, árabes e normandos. Os templos de Agrigento são um dos conjuntos arqueológicos mais impressionantes do Mediterrâneo.

Como pagar na Itália como um local

A moeda oficial da Itália é o euro. Cartões de crédito e débito internacionais são aceitos na maioria dos estabelecimentos, mas é bom ter algum dinheiro em espécie para mercados locais, pequenas cafeterias e transporte urbano.

Um ponto importante para quem vai pagar com cartão: ao realizar uma compra em euro, alguns estabelecimentos oferecem a opção de converter o valor para reais na hora (o chamado DCC, Dynamic Currency Conversion). Recuse sempre essa opção e escolha pagar na moeda local, o euro. A conversão feita pelo lojista costuma ter taxas bem menos favoráveis do que as do seu cartão.

Para ter mais controle sobre os gastos na Europa, a Nomad oferece o saldo em euro no app. Com ele, você converte reais para euros antes de embarcar, trava o valor na taxa do momento e usa o Cartão de Débito Internacional Nomad diretamente em euros durante a viagem, sem surpresas no checkout. O saldo em euro fica disponível dentro da mesma Conta Internacional Nomad, ao lado do saldo em dólar.

Vale reforçar: o saldo em euro é uma opção adicional para quem prefere organizar os gastos já na moeda local da Zona do Euro. Quem já tem saldo em dólar pode continuar usando normalmente na Itália e em qualquer destino europeu. Para saber mais sobre como ativar o saldo em euro, confira o guia completo.

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