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Guia de viagem para Bangkok: Vacinas, visto e melhor época para ir

Guia de viagem para Bangkok: Vacinas, visto e melhor época para ir

Planejando sua viagem para Bangkok? Confira nosso guia completo: saiba quando ir, o que visitar, melhores bairros para se hospedar e estimativa de gastos na capital tailandesa.

Edifício à margem de rio

Guia de Viagem para

No items found.

Planejamento inicial: O que saber antes de ir

Antes de sonhar com massagens e templos, precisamos resolver a burocracia. Felizmente, a Tailândia é um dos países mais receptivos do mundo aos turistas brasileiros.

Requisitos para viajar a Bangkok

Para entrar na Tailândia, brasileiros precisam se atentar a três pontos fundamentais:

  1. Passaporte: Deve ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada. Não arrisque viajar com validade menor, pois o embarque será negado.
  2. Visto: O Brasil possui um acordo bilateral com a Tailândia que isenta brasileiros de visto para turismo por até 90 dias. Você receberá um carimbo na imigração. Tenha em mãos a passagem de volta e a reserva de hospedagem, caso o oficial solicite (embora seja raro).
  3. Vacina contra Febre Amarela (CRUCIAL): Este é o ponto onde muitos viajantes erram. A vacina é obrigatória. Você precisa do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) emitido pela Anvisa.

Atenção: Ao chegar no aeroporto de Bangkok (Suvarnabhumi), antes de ir para a fila da imigração, você deve passar no balcão de "Health Control" (Controle Sanitário) para validar seu certificado e preencher um formulário de saúde. Sem esse carimbo do controle sanitário, você não passa na imigração.

Quando ir para Bangkok (Melhor época)

Bangkok é quente o ano todo, mas o clima se divide em três estações:

  • Fria e Seca (Novembro a Fevereiro): A melhor época para visitar a Tailândia. As temperaturas são "agradáveis" (entre 25°C e 30°C) e quase não chove. É a alta temporada, então espere preços mais altos e atrações cheias.
  • Quente (Março a Maio): O calor é intenso, frequentemente passando dos 35°C ou 40°C com alta umidade. Caminhar na rua ao meio-dia é um desafio. O Ano Novo Tailandês (Songkran) acontece em abril e é uma gigantesca guerra de água nas ruas para aliviar o calor.
  • Chuvosa (Junho a Outubro): As monções trazem chuvas frequentes, geralmente pancadas fortes no final da tarde. É a baixa temporada, com preços de hotéis muito atrativos. Dá para viajar? Sim, mas tenha flexibilidade no roteiro.

Quantos dias ficar em Bangkok?

Muitos usam a cidade apenas como conexão para as praias, ficando 1 ou 2 dias. É um erro. Bangkok merece, no mínimo, 4 dias inteiros.

  • Dia 1: Cidade Antiga e Templos.
  • Dia 2: Mercados e Chinatown.
  • Dia 3: Centro Moderno (Shoppings) e Skybar.
  • Dia 4: Bate e volta (Ayutthaya ou Mercados Flutuantes).

{{cta-checklist-viagem}}

Como ir para Bangkok: Rotas saindo do Brasil

Não existem voos diretos do Brasil para a Tailândia. A viagem é longa, durando entre 22h e 30h, dependendo da conexão.

As rotas mais comuns e eficientes são via Oriente Médio ou Europa:

  1. Via Oriente Médio (Emirates ou Qatar): Geralmente as opções mais rápidas e confortáveis, com conexão em Dubai ou Doha. Essas rotas "cortam caminho" pelo globo.
  2. Via Europa (Lufthansa, Air France, KLM, Turkish, etc.): Conexões em Frankfurt, Paris, Amsterdã ou Istambul. Podem ser boas se você quiser fazer um stopover na Europa, mas costumam tornar a viagem total mais longa.
  3. Via África (Ethiopian): Conexão em Adis Abeba. Costuma ter preços competitivos, mas o tempo de conexão e o conforto das aeronaves variam.

Quanto custa viajar para Bangkok? Orçamento detalhado

A Tailândia tem a fama de ser barata, e ela é — especialmente comparada à Europa ou EUA. Porém, Bangkok, como grande capital, oferece desde o extremo econômico até o luxo asiático.

Nota: Os valores abaixo são estimativas para 2026 e podem variar conforme a cotação da moeda local.

1. Passagens Aéreas

O item mais caro da viagem.

  • Econômica: R$ 5.500 a R$ 8.000 (dependendo da antecedência e época);
  • Executiva: R$ 18.000 a R$ 30.000+.

2. Hospedagem (Diária para casal)

O custo-benefício da hotelaria em Bangkok é imbatível. Você pode ficar em um hotel 5 estrelas pelo preço de um 3 estrelas em Paris.

  • Hostel (Cama): R$ 40 - R$ 80;
  • Hotel Conforto (3/4 estrelas): R$ 200 - R$ 400;
  • Luxo Acessível (5 estrelas): R$ 600 - R$ 900;
  • Ultra Luxo (Mandarin Oriental, Capella): R$ 3.000+.

3. Alimentação

Aqui a discrepância é gigante.

  • Street Food (Comida de Rua): Um prato de Pad Thai ou arroz frito custa entre 50 e 100 Bahts (aprox. R$ 8 a R$ 16). É seguro, delicioso e parte da cultura;
  • Restaurantes em Shopping/Bistrôs: R$ 40 a R$ 80 por pessoa;
  • Fine Dining: Bangkok tem dezenas de restaurantes com estrelas Michelin. Um menu degustação pode custar de R$ 300 a R$ 1.000+.

4. Transporte e Passeios

  • Metrô (BTS/MRT): R$ 3 a R$ 8 por trecho;
  • Grab (App de carro): Corridas médias por R$ 15 - R$ 30;
  • Ingressos: Grand Palace é caro para os padrões locais (500 Bahts / ~R$ 80). Wat Pho e Wat Arun custam cerca de 100-200 Bahts (~R$ 16 - R$ 32).

Estimativa de Gastos Diários (Por pessoa, sem aéreo e hospedagem)

  • Mochileiro: R$ 100 - R$ 150 (Comida de rua, transporte público, pouca bebida alcoólica;
  • Conforto: R$ 250 - R$ 400 (Restaurantes com ar-condicionado, Grab, ingressos, um drink no Skybar);
  • Luxo: R$ 600+ (Jantares sofisticados, motorista, spas).

Onde ficar em Bangkok: Guia de Bairros

Bangkok não tem um "centro" único. A cidade é policêntrica e o trânsito é infernal. Por isso, a regra de ouro é: hospede-se perto do metrô (BTS ou MRT) ou do rio.

1. Riverside (Beira do Rio Chao Phraya)

  • Vibe: Clássica, romântica, luxuosa;
  • Para quem é: Casais, famílias e quem busca vistas espetaculares dos templos iluminados à noite;
  • Prós: Acesso fácil aos barcos turísticos, brisa do rio, hotéis icônicos;
  • Contras: Longe do metrô em algumas partes, preços mais altos.

2. Sukhumvit (Ao longo da linha do BTS)

  • Vibe: Cosmopolita, moderna, agitada;
  • Para quem é: Quem quer vida noturna, shoppings, restaurantes internacionais e facilidade de transporte;
  • Prós: O Skytrain (BTS) passa por cima da avenida, conectando tudo. Muitas opções de hotéis;
  • Contras: Trânsito caótico 24h, poluição sonora, menos "charme tailandês tradicional";

Dica: Fique perto das estações Asok (conexão com MRT) ou Thong Lo (bairro nobre e descolado).

3. Silom e Sathorn

  • Vibe: Wall Street de dia, festa à noite;
  • Para quem é: Viajantes de negócios e público que busca gastronomia de alto nível. Fica perto do Parque Lumpini (o "Ibirapuera" deles);
  • Prós: Boa conexão de transporte, ótimos restaurantes;
  • Contras: Algumas ruas podem ser muito movimentadas à noite (vida noturna adulta em Patpong).

4. Old City (Rattanakosin) / Khao San Road

  • Vibe: Histórica e mochileira;
  • Para quem é: Quem quer ficar a pé dos templos ou curtir a festa na famosa rua dos mochileiros;
  • Prós: Perto do Grand Palace, Wat Pho, vibe jovem;
  • Contras: Longe do metrô. Para sair daqui, você dependerá de táxi, tuk-tuk ou barco. O trânsito para chegar e sair é difícil. Não recomendamos para quem busca conforto e silêncio.

O que fazer em Bangkok: As melhores atrações

A lista de o que fazer na Tailândia começa aqui. Bangkok mistura o sagrado e o profano como nenhum outro lugar.

1. Os Templos Imperdíveis (Wat)

Lembre-se do código de vestimenta: ombros e joelhos cobertos. Nada de regatas ou shorts curtos.

  • Grand Palace e Wat Phra Kaew: O antigo lar da realeza e a casa do Buda de Esmeralda (o mais sagrado do país). A arquitetura é de cair o queixo, com detalhes em ouro e mosaicos de vidro. Vá assim que abrir (8h30) para evitar multidões.
  • Wat Pho: Fica ao lado do Grand Palace. É o lar do gigantesco Buda Reclinado (46 metros de comprimento folheados a ouro). É também a escola original da massagem tailandesa (você pode fazer uma massagem lá dentro!).
  • Wat Arun (Templo do Amanhecer): Fica do outro lado do rio. Sua torre central estilo khmer é incrustada com porcelana colorida. O pôr do sol visto daqui é mágico.

2. Mercados de Rua

  • Chatuchak Weekend Market: O maior mercado a céu aberto do mundo. Acontece aos sábados e domingos. São mais de 15.000 barracas vendendo de tudo: roupas, arte, móveis, animais, comida. Se você viu algo e gostou, compre, pois nunca mais achará a loja de novo.
  • Jodd Fairs: O mercado noturno da moda. Comida instagramável, música ao vivo, roupas vintage. Ótimo para jantar.
  • Chinatown (Yaowarat Road): À noite, a avenida principal se transforma no maior restaurante de comida de rua do mundo. Os neons e o cheiro de comida chinesa/tailandesa criam uma atmosfera blade runner.

3. Shoppings e Modernidade

Os shoppings de Bangkok não são apenas para compras; são refúgios com ar-condicionado e centros de entretenimento.

  • IconSiam: Na beira do rio. Tem um mercado flutuante indoor no térreo e marcas de luxo nos andares superiores. O show de águas à noite é gratuito.
  • CentralWorld e Siam Paragon: No coração de Sukhumvit. Gigantescos. O Siam Paragon tem um aquário no subsolo.

4. Skybars (Rooftops)

Ver Bangkok de cima é obrigatório.

  • Lebua at State Tower: Famoso pelo filme "Se Beber, Não Case 2". Vista icônica, mas drinks caríssimos e muito cheio.
  • King Power Mahanakhon: O prédio "pixelado". Tem um chão de vidro a 314 metros de altura (SkyWalk).
  • Tichuca: O bar da moda com uma "árvore" de luzes LED que balança com o vento.

Como se locomover na cidade

Bangkok tem um dos piores trânsitos do mundo. Se puder evitar o carro, evite.

  1. BTS (Skytrain) e MRT (Metrô): Limpos, gelados, rápidos e baratos. Cobrem as áreas moderna e comercial. Use para longas distâncias.
  2. Barcos (Chao Phraya Express): Identificados por bandeiras coloridas (a laranja é a mais comum/turística). É a melhor forma de ir da área moderna (Sathorn Pier, conectado ao BTS) para a Cidade Antiga (Templos). É barato e cênico.
  3. Grab / Bolt: Os apps de transporte funcionam muito bem. O "Grab" é o mais famoso (tipo Uber), mas o "Bolt" costuma ser mais barato. Você pode pedir carro ou moto (GrabBike) – a moto é a única forma de vencer o trânsito na hora do rush, mas requer coragem.
  4. Tuk-tuk: É uma atração turística, não um meio de transporte eficiente. Eles não têm taxímetro, cobram mais caro que táxi e você vai respirar fumaça. Vale pela experiência uma vez (negocie o preço antes de entrar). Cuidado com tuk-tuks que oferecem corridas muito baratas (10 ou 20 bahts); eles vão te levar para lojas de terno ou joias para ganhar comissão.

Dicas financeiras: Lidando com o Baht e economizando

A moeda oficial é o baht tailandês (THB). A cotação aproximada (em 2026) gira em torno de 1 real = 6 a 7 bahts (dependendo da valorização do dólar).

Dinheiro vivo é Rei (Cash is King)

Apesar da modernidade, a Tailândia ainda ama o dinheiro em espécie.

  • Onde você vai precisar de cash: Street food, tuk-tuks, táxis (muitos não aceitam cartão), massagens de rua, entradas de templos menores, mercados noturnos;
  • Onde usar cartão: Hotéis, shoppings, 7-Eleven (com valor mínimo), restaurantes grandes, Skybars, Grab (app).

Como usar a Nomad na Tailândia

Esqueça a ideia de levar reais para trocar lá (a cotação é péssima) ou comprar dólares em espécie no Brasil (você perde nas taxas).

  1. Converta e envie: Envie reais para sua Conta Internacional Nomad. Você paga o dólar comercial, encargos de 3,5% e taxa de conversão a partir de 1%. Isso já é muito mais barato do que comprar dólar turismo em espécie em casas de câmbio.
  2. Use o cartão: Seu Cartão de Débito Internacional Nomad (físico ou virtual nas carteiras digitais) é aceito em qualquer maquininha Visa. A conversão de baht para dólar é feita automaticamente no momento da compra com taxas competitivas.
  3. Saque nos caixas eletrônicos (ATMs): Esta é a grande sacada. Você insere seu Cartão de Débito Interncional Nomad em qualquer ATM tailandês e saca Bahts na hora.

Atenção à taxa do ATM: Os caixas da Tailândia cobram uma taxa fixa de 220 Bahts (aprox. R$ 35) por saque, independentemente do valor. Para diluir essa taxa, faça saques maiores e menos frequentes (ex: saque o máximo permitido pela máquina, geralmente 20.000 ou 30.000 Bahts) de uma vez só. E aproveite os 2 (dois) saques gratuitos por mês que a Nomad oferece!

Alerta de DCC: Se o ATM ou a maquininha da loja perguntar se você quer ser cobrado em THB (Baht) ou USD (Dólar), sempre escolha THB (moeda local). Se escolher USD, a máquina aplicará uma taxa de conversão própria que é muito pior que a da Nomad.

Conclusão

Bangkok é uma cidade que recompensa a curiosidade. Se você tiver paciência com o calor e o trânsito, descobrirá um povo incrivelmente gentil, uma cultura rica e uma energia vibrante que faz você se sentir vivo.

Seja comendo um escorpião na Khao San Road (só pela foto!) ou contemplando o pôr do sol dourado sobre o Wat Arun, a capital tailandesa vai marcar sua memória. E com o planejamento certo e a Nomad no bolso, você aproveita tudo isso sem perrengues financeiros.

Prepare o estômago para a pimenta, aprenda a dizer Sawasdee Krub/Ka (Olá) e Kob Khun Krub/Ka (Obrigado) e embarque nessa aventura. Bangkok espera por você!

{{rt-viagem-internacional-1}}

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Ganhe até US$ 50 de cashback

Abra sua conta internacional e receba 2% de cashback na primeira conversão de moeda.

Planejamento inicial: O que saber antes de ir

Antes de sonhar com massagens e templos, precisamos resolver a burocracia. Felizmente, a Tailândia é um dos países mais receptivos do mundo aos turistas brasileiros.

Requisitos para viajar a Bangkok

Para entrar na Tailândia, brasileiros precisam se atentar a três pontos fundamentais:

  1. Passaporte: Deve ter validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada. Não arrisque viajar com validade menor, pois o embarque será negado.
  2. Visto: O Brasil possui um acordo bilateral com a Tailândia que isenta brasileiros de visto para turismo por até 90 dias. Você receberá um carimbo na imigração. Tenha em mãos a passagem de volta e a reserva de hospedagem, caso o oficial solicite (embora seja raro).
  3. Vacina contra Febre Amarela (CRUCIAL): Este é o ponto onde muitos viajantes erram. A vacina é obrigatória. Você precisa do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) emitido pela Anvisa.

Atenção: Ao chegar no aeroporto de Bangkok (Suvarnabhumi), antes de ir para a fila da imigração, você deve passar no balcão de "Health Control" (Controle Sanitário) para validar seu certificado e preencher um formulário de saúde. Sem esse carimbo do controle sanitário, você não passa na imigração.

Quando ir para Bangkok (Melhor época)

Bangkok é quente o ano todo, mas o clima se divide em três estações:

  • Fria e Seca (Novembro a Fevereiro): A melhor época para visitar a Tailândia. As temperaturas são "agradáveis" (entre 25°C e 30°C) e quase não chove. É a alta temporada, então espere preços mais altos e atrações cheias.
  • Quente (Março a Maio): O calor é intenso, frequentemente passando dos 35°C ou 40°C com alta umidade. Caminhar na rua ao meio-dia é um desafio. O Ano Novo Tailandês (Songkran) acontece em abril e é uma gigantesca guerra de água nas ruas para aliviar o calor.
  • Chuvosa (Junho a Outubro): As monções trazem chuvas frequentes, geralmente pancadas fortes no final da tarde. É a baixa temporada, com preços de hotéis muito atrativos. Dá para viajar? Sim, mas tenha flexibilidade no roteiro.

Quantos dias ficar em Bangkok?

Muitos usam a cidade apenas como conexão para as praias, ficando 1 ou 2 dias. É um erro. Bangkok merece, no mínimo, 4 dias inteiros.

  • Dia 1: Cidade Antiga e Templos.
  • Dia 2: Mercados e Chinatown.
  • Dia 3: Centro Moderno (Shoppings) e Skybar.
  • Dia 4: Bate e volta (Ayutthaya ou Mercados Flutuantes).

{{cta-checklist-viagem}}

Como ir para Bangkok: Rotas saindo do Brasil

Não existem voos diretos do Brasil para a Tailândia. A viagem é longa, durando entre 22h e 30h, dependendo da conexão.

As rotas mais comuns e eficientes são via Oriente Médio ou Europa:

  1. Via Oriente Médio (Emirates ou Qatar): Geralmente as opções mais rápidas e confortáveis, com conexão em Dubai ou Doha. Essas rotas "cortam caminho" pelo globo.
  2. Via Europa (Lufthansa, Air France, KLM, Turkish, etc.): Conexões em Frankfurt, Paris, Amsterdã ou Istambul. Podem ser boas se você quiser fazer um stopover na Europa, mas costumam tornar a viagem total mais longa.
  3. Via África (Ethiopian): Conexão em Adis Abeba. Costuma ter preços competitivos, mas o tempo de conexão e o conforto das aeronaves variam.

Quanto custa viajar para Bangkok? Orçamento detalhado

A Tailândia tem a fama de ser barata, e ela é — especialmente comparada à Europa ou EUA. Porém, Bangkok, como grande capital, oferece desde o extremo econômico até o luxo asiático.

Nota: Os valores abaixo são estimativas para 2026 e podem variar conforme a cotação da moeda local.

1. Passagens Aéreas

O item mais caro da viagem.

  • Econômica: R$ 5.500 a R$ 8.000 (dependendo da antecedência e época);
  • Executiva: R$ 18.000 a R$ 30.000+.

2. Hospedagem (Diária para casal)

O custo-benefício da hotelaria em Bangkok é imbatível. Você pode ficar em um hotel 5 estrelas pelo preço de um 3 estrelas em Paris.

  • Hostel (Cama): R$ 40 - R$ 80;
  • Hotel Conforto (3/4 estrelas): R$ 200 - R$ 400;
  • Luxo Acessível (5 estrelas): R$ 600 - R$ 900;
  • Ultra Luxo (Mandarin Oriental, Capella): R$ 3.000+.

3. Alimentação

Aqui a discrepância é gigante.

  • Street Food (Comida de Rua): Um prato de Pad Thai ou arroz frito custa entre 50 e 100 Bahts (aprox. R$ 8 a R$ 16). É seguro, delicioso e parte da cultura;
  • Restaurantes em Shopping/Bistrôs: R$ 40 a R$ 80 por pessoa;
  • Fine Dining: Bangkok tem dezenas de restaurantes com estrelas Michelin. Um menu degustação pode custar de R$ 300 a R$ 1.000+.

4. Transporte e Passeios

  • Metrô (BTS/MRT): R$ 3 a R$ 8 por trecho;
  • Grab (App de carro): Corridas médias por R$ 15 - R$ 30;
  • Ingressos: Grand Palace é caro para os padrões locais (500 Bahts / ~R$ 80). Wat Pho e Wat Arun custam cerca de 100-200 Bahts (~R$ 16 - R$ 32).

Estimativa de Gastos Diários (Por pessoa, sem aéreo e hospedagem)

  • Mochileiro: R$ 100 - R$ 150 (Comida de rua, transporte público, pouca bebida alcoólica;
  • Conforto: R$ 250 - R$ 400 (Restaurantes com ar-condicionado, Grab, ingressos, um drink no Skybar);
  • Luxo: R$ 600+ (Jantares sofisticados, motorista, spas).

Onde ficar em Bangkok: Guia de Bairros

Bangkok não tem um "centro" único. A cidade é policêntrica e o trânsito é infernal. Por isso, a regra de ouro é: hospede-se perto do metrô (BTS ou MRT) ou do rio.

1. Riverside (Beira do Rio Chao Phraya)

  • Vibe: Clássica, romântica, luxuosa;
  • Para quem é: Casais, famílias e quem busca vistas espetaculares dos templos iluminados à noite;
  • Prós: Acesso fácil aos barcos turísticos, brisa do rio, hotéis icônicos;
  • Contras: Longe do metrô em algumas partes, preços mais altos.

2. Sukhumvit (Ao longo da linha do BTS)

  • Vibe: Cosmopolita, moderna, agitada;
  • Para quem é: Quem quer vida noturna, shoppings, restaurantes internacionais e facilidade de transporte;
  • Prós: O Skytrain (BTS) passa por cima da avenida, conectando tudo. Muitas opções de hotéis;
  • Contras: Trânsito caótico 24h, poluição sonora, menos "charme tailandês tradicional";

Dica: Fique perto das estações Asok (conexão com MRT) ou Thong Lo (bairro nobre e descolado).

3. Silom e Sathorn

  • Vibe: Wall Street de dia, festa à noite;
  • Para quem é: Viajantes de negócios e público que busca gastronomia de alto nível. Fica perto do Parque Lumpini (o "Ibirapuera" deles);
  • Prós: Boa conexão de transporte, ótimos restaurantes;
  • Contras: Algumas ruas podem ser muito movimentadas à noite (vida noturna adulta em Patpong).

4. Old City (Rattanakosin) / Khao San Road

  • Vibe: Histórica e mochileira;
  • Para quem é: Quem quer ficar a pé dos templos ou curtir a festa na famosa rua dos mochileiros;
  • Prós: Perto do Grand Palace, Wat Pho, vibe jovem;
  • Contras: Longe do metrô. Para sair daqui, você dependerá de táxi, tuk-tuk ou barco. O trânsito para chegar e sair é difícil. Não recomendamos para quem busca conforto e silêncio.

O que fazer em Bangkok: As melhores atrações

A lista de o que fazer na Tailândia começa aqui. Bangkok mistura o sagrado e o profano como nenhum outro lugar.

1. Os Templos Imperdíveis (Wat)

Lembre-se do código de vestimenta: ombros e joelhos cobertos. Nada de regatas ou shorts curtos.

  • Grand Palace e Wat Phra Kaew: O antigo lar da realeza e a casa do Buda de Esmeralda (o mais sagrado do país). A arquitetura é de cair o queixo, com detalhes em ouro e mosaicos de vidro. Vá assim que abrir (8h30) para evitar multidões.
  • Wat Pho: Fica ao lado do Grand Palace. É o lar do gigantesco Buda Reclinado (46 metros de comprimento folheados a ouro). É também a escola original da massagem tailandesa (você pode fazer uma massagem lá dentro!).
  • Wat Arun (Templo do Amanhecer): Fica do outro lado do rio. Sua torre central estilo khmer é incrustada com porcelana colorida. O pôr do sol visto daqui é mágico.

2. Mercados de Rua

  • Chatuchak Weekend Market: O maior mercado a céu aberto do mundo. Acontece aos sábados e domingos. São mais de 15.000 barracas vendendo de tudo: roupas, arte, móveis, animais, comida. Se você viu algo e gostou, compre, pois nunca mais achará a loja de novo.
  • Jodd Fairs: O mercado noturno da moda. Comida instagramável, música ao vivo, roupas vintage. Ótimo para jantar.
  • Chinatown (Yaowarat Road): À noite, a avenida principal se transforma no maior restaurante de comida de rua do mundo. Os neons e o cheiro de comida chinesa/tailandesa criam uma atmosfera blade runner.

3. Shoppings e Modernidade

Os shoppings de Bangkok não são apenas para compras; são refúgios com ar-condicionado e centros de entretenimento.

  • IconSiam: Na beira do rio. Tem um mercado flutuante indoor no térreo e marcas de luxo nos andares superiores. O show de águas à noite é gratuito.
  • CentralWorld e Siam Paragon: No coração de Sukhumvit. Gigantescos. O Siam Paragon tem um aquário no subsolo.

4. Skybars (Rooftops)

Ver Bangkok de cima é obrigatório.

  • Lebua at State Tower: Famoso pelo filme "Se Beber, Não Case 2". Vista icônica, mas drinks caríssimos e muito cheio.
  • King Power Mahanakhon: O prédio "pixelado". Tem um chão de vidro a 314 metros de altura (SkyWalk).
  • Tichuca: O bar da moda com uma "árvore" de luzes LED que balança com o vento.

Como se locomover na cidade

Bangkok tem um dos piores trânsitos do mundo. Se puder evitar o carro, evite.

  1. BTS (Skytrain) e MRT (Metrô): Limpos, gelados, rápidos e baratos. Cobrem as áreas moderna e comercial. Use para longas distâncias.
  2. Barcos (Chao Phraya Express): Identificados por bandeiras coloridas (a laranja é a mais comum/turística). É a melhor forma de ir da área moderna (Sathorn Pier, conectado ao BTS) para a Cidade Antiga (Templos). É barato e cênico.
  3. Grab / Bolt: Os apps de transporte funcionam muito bem. O "Grab" é o mais famoso (tipo Uber), mas o "Bolt" costuma ser mais barato. Você pode pedir carro ou moto (GrabBike) – a moto é a única forma de vencer o trânsito na hora do rush, mas requer coragem.
  4. Tuk-tuk: É uma atração turística, não um meio de transporte eficiente. Eles não têm taxímetro, cobram mais caro que táxi e você vai respirar fumaça. Vale pela experiência uma vez (negocie o preço antes de entrar). Cuidado com tuk-tuks que oferecem corridas muito baratas (10 ou 20 bahts); eles vão te levar para lojas de terno ou joias para ganhar comissão.

Dicas financeiras: Lidando com o Baht e economizando

A moeda oficial é o baht tailandês (THB). A cotação aproximada (em 2026) gira em torno de 1 real = 6 a 7 bahts (dependendo da valorização do dólar).

Dinheiro vivo é Rei (Cash is King)

Apesar da modernidade, a Tailândia ainda ama o dinheiro em espécie.

  • Onde você vai precisar de cash: Street food, tuk-tuks, táxis (muitos não aceitam cartão), massagens de rua, entradas de templos menores, mercados noturnos;
  • Onde usar cartão: Hotéis, shoppings, 7-Eleven (com valor mínimo), restaurantes grandes, Skybars, Grab (app).

Como usar a Nomad na Tailândia

Esqueça a ideia de levar reais para trocar lá (a cotação é péssima) ou comprar dólares em espécie no Brasil (você perde nas taxas).

  1. Converta e envie: Envie reais para sua Conta Internacional Nomad. Você paga o dólar comercial, encargos de 3,5% e taxa de conversão a partir de 1%. Isso já é muito mais barato do que comprar dólar turismo em espécie em casas de câmbio.
  2. Use o cartão: Seu Cartão de Débito Internacional Nomad (físico ou virtual nas carteiras digitais) é aceito em qualquer maquininha Visa. A conversão de baht para dólar é feita automaticamente no momento da compra com taxas competitivas.
  3. Saque nos caixas eletrônicos (ATMs): Esta é a grande sacada. Você insere seu Cartão de Débito Interncional Nomad em qualquer ATM tailandês e saca Bahts na hora.

Atenção à taxa do ATM: Os caixas da Tailândia cobram uma taxa fixa de 220 Bahts (aprox. R$ 35) por saque, independentemente do valor. Para diluir essa taxa, faça saques maiores e menos frequentes (ex: saque o máximo permitido pela máquina, geralmente 20.000 ou 30.000 Bahts) de uma vez só. E aproveite os 2 (dois) saques gratuitos por mês que a Nomad oferece!

Alerta de DCC: Se o ATM ou a maquininha da loja perguntar se você quer ser cobrado em THB (Baht) ou USD (Dólar), sempre escolha THB (moeda local). Se escolher USD, a máquina aplicará uma taxa de conversão própria que é muito pior que a da Nomad.

Conclusão

Bangkok é uma cidade que recompensa a curiosidade. Se você tiver paciência com o calor e o trânsito, descobrirá um povo incrivelmente gentil, uma cultura rica e uma energia vibrante que faz você se sentir vivo.

Seja comendo um escorpião na Khao San Road (só pela foto!) ou contemplando o pôr do sol dourado sobre o Wat Arun, a capital tailandesa vai marcar sua memória. E com o planejamento certo e a Nomad no bolso, você aproveita tudo isso sem perrengues financeiros.

Prepare o estômago para a pimenta, aprenda a dizer Sawasdee Krub/Ka (Olá) e Kob Khun Krub/Ka (Obrigado) e embarque nessa aventura. Bangkok espera por você!

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E na hora do embarque, aproveite para descansar no Nomad Lounge, a sala VIP da Nomad no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. O lugar perfeito para uma pausa para o café, recarregar o celular, aproveitar um milk-shake e descansar com conforto.

A Nomad também te ajuda a construir ou fortalecer o seu patrimônio e começar a investir no exterior em ativos de renda fixa em dólar, como bonds e CDS (em breve), ETFs, REITs, ações de empresas globais e fundos de investimento selecionados.

Além disso, os valores mobiliários da sua Conta Nomad são assegurados por órgãos americanos de proteção ao investidor, garantindo mais segurança para você. E você economiza nas suas movimentações com taxa zero de corretagem (saiba mais) e ainda recebe relatórios completos para declarar seu imposto de renda com facilidade.

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