A Nomad no MasterChef Brasil 2026: Brasil encontrando o mundo na cozinha
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A gastronomia internacional é um dos territórios mais ricos para explorar o mundo. Cada prato carrega séculos de história, rotas de comércio, influências de migração e a identidade de um povo. Isso é exatamente o que a Nomad busca: conectar brasileiros a experiências que só uma vida global proporciona.
A campanha da Nomad nesta temporada parte de uma ideia simples e verdadeira: a Conta Internacional Nomad é a conta global feita para quem quer explorar o mundo com facilidade. Com ela, dá para pagar em qualquer lugar com o Cartão de Débito Internacional aceito mundialmente, sem complicação. E o MasterChef Brasil 2026 é o palco perfeito para essa mensagem, porque a cozinha é, talvez, a forma mais universal de viajar.
A premiação: uma viagem gastronômica imersiva em Portugal
O ganhador desta edição do MasterChef Brasil 2026 vai ganhar muito mais do que um troféu. A premiação da Nomad é uma viagem completa para Lisboa, com uma imersão gastronômica com o chef Olivier da Costa no Time Out Market Lisboa, um dos mercados gastronômicos mais famosos do mundo.
O ganhador vai viver a experiência completa de usar a Conta Internacional Nomad no exterior, pagando com saldo em euro com o cartão e explorando a cidade com total autonomia. Uma semana inteira dentro da cena gastronômica lisboeta, além de uma experiência gastronômica com um dos chefs mais respeitados de Portugal.
Lisboa, por sinal, é uma cidade que merece muito mais do que uma passagem rápida. A culinária portuguesa mistura influências do Atlântico, do Mediterrâneo e de séculos de trocas com outros continentes. É exatamente o tipo de experiência que a Nomad quer proporcionar: você, o mundo e nada no caminho.
Os pratos do primeiro episódio e os países que eles carregam
Seis pratos. Seis países. Seis convites para viajar. Veja a história de cada receita que apareceu na estreia do programa e descubra onde experimentar cada uma delas da forma mais autêntica possível.
Bacalhau tradicional — Portugal

O bacalhau é o ingrediente mais simbólico da cozinha portuguesa. Diz o ditado que Portugal tem 365 receitas de bacalhau, uma para cada dia do ano, e quem já viajou por lá sabe que a afirmação não é exagero. A relação dos portugueses com o peixe vem dos séculos XV e XVI, quando os navegadores descobriram que o bacalhau seco e salgado resistia bem às longas viagens marítimas. O que começou como solução prática virou identidade cultural.
A versão com batatas, azeitonas e legumes, cozidos juntos e regados com azeite de qualidade, é uma das mais tradicionais do país. Sem molho elaborado, sem técnica de alta cozinha. Só os ingredientes certos, no ponto certo, com o azeite fazendo todo o trabalho. É o tipo de receita que você encontra tanto no restaurante mais simples de uma aldeia do interior quanto nas mesas de família em Lisboa no domingo.
Onde experimentar em Portugal:
- Lisboa: a Tasca do Chico, no bairro de Alfama, e a Zé da Mouraria, na Mouraria, são referências de bacalhau tradicional feito sem firulas, com receitas que não mudam há décadas.
- Porto: a cidade tem uma das cenas gastronômicas mais autênticas do país para o prato. O restaurante Adega São Nicolau, na Ribeira, serve versões clássicas com vista para o Douro.
- Aveiro e o interior: se você quiser fugir das capitais, pequenas tascas da região centro de Portugal costumam servir o bacalhau com legumes da horta e azeite local, numa experiência muito mais próxima do cotidiano português.
Dica de viagem: Portugal é um dos países europeus com melhor custo-benefício para o turista brasileiro, especialmente fora dos meses de julho e agosto. Setembro e outubro têm clima excelente, mar ainda quente no Algarve e muito menos movimento nas cidades históricas.
Quer explorar Lisboa como um verdadeiro local? Então confira as dicas de expert no Nomad Guide:
Risoto negro de lula — Croácia

O risoto negro de lula é um dos pratos mais emblemáticos do litoral croata, especialmente na região da Dalmácia, onde cidades como Split e Dubrovnik guardam séculos de tradição pesqueira. A cor preta do prato vem da tinta da lula, ingrediente que os pescadores adriáticos usavam como forma de aproveitar cada parte do animal e criar um sabor intenso, salgado e com aquele toque do mar que é impossível reproduzir longe da costa.
A versão croata, conhecida localmente como crni rižoto, é diferente do risoto italiano. O arroz é mais firme, o caldo mais rústico e o resultado é uma receita que parece ter sido feita para ser comida com os pés na areia, olhando para o Adriático.
Onde experimentar na Croácia:
- Dubrovnik: o restaurante Nautika, com vista para as muralhas da cidade velha, serve uma das versões mais celebradas do prato;
- Split: a região do Varoš, bairro histórico da cidade, tem pequenas konobas (tabernas tradicionais) onde o crni rižoto é feito como antigamente, sem firulas.
Dica de viagem: a melhor época para visitar a Dalmácia é entre maio e setembro. Fora do pico do verão europeu (julho e agosto), você encontra menos turistas e preços mais acessíveis, especialmente em maio e junho.
Churros espanhol — Espanha

A origem do churros é disputada, mas a Espanha reclama o protagonismo com razão. A teoria mais aceita é que pastores espanhóis criaram a receita como uma alternativa prática ao pão fresco, fácil de preparar nas regiões mais remotas. A massa frita em formato estrelado virou tradição nacional e hoje é presença obrigatória nas churrerías espanholas, servida com chocolate quente espesso para mergulhar.
Em Madri, tomar churros com chocolate no café da manhã é quase um ritual cultural. E a churrería mais famosa da cidade, a San Ginés, funciona 24 horas por dia desde 1894. Sim, você pode chegar às 3 da manhã e sair com uma porção quentinha na mão.
Onde experimentar na Espanha:
- Madri: a Chocolatería San Ginés é parada obrigatória, mas o bairro de La Latina tem várias churrerías de bairro igualmente deliciosas e sem a fila turística
- Barcelona: no Mercado de La Boqueria, dá para encontrar versões artesanais do prato ao lado de tudo que a gastronomia catalã tem de melhor
- Sevilha: a versão andaluza do churros é mais fina e crocante, e o costume local é tomar com café com leche em vez de chocolate
Dica de viagem: Madri em outubro é uma das melhores pedidas da Europa. Clima agradável, menos turistas e o início da temporada cultural da cidade, com museus como o Prado e o Reina Sofía em plena atividade.
Confira dicas de expert para desbravar Madri no Nomad Guide:
Nhoque na manteiga e sálvia com molho de tomate e manjericão — Itália

O nhoque é um dos pratos mais antigos da culinária italiana. Antes da chegada da batata à Europa, as versões mais antigas eram feitas com pão, espelta ou ricota, e existem registros do prato desde a época do Império Romano. A versão com batata que conhecemos hoje se consolidou no século XIX, especialmente no norte da Itália, nas regiões do Vêneto e da Lombardia.
A combinação apresentada no MasterChef Brasil 2026, com manteiga e sálvia de um lado e molho de tomate com manjericão do outro, representa dois mundos da Itália. O molho de manteiga e sálvia é tipicamente nortista, mais rico e delicado. O tomate com manjericão remete ao sul, à Campânia, à Sicília. Juntos, eles contam a história inteira do país em um prato só, com as cores da bandeira italiana.
Onde experimentar na Itália:
- Verona: capital gastronômica do Vêneto para o nhoque, especialmente às sextas-feiras, quando o hábito local de comer gnocchi al venerdì (nhoque na sexta) transforma os restaurantes da cidade velha em uma celebração semanal
- Roma: o Trastevere tem tratorias tradicionais onde o nhoque com manteiga e sálvia é feito com ricota em vez de batata, uma versão mais leve e igualmente imperdível
- Bolonha: a cidade considerada a capital gastronômica da Itália tem versões do prato em praticamente cada cantina do centro histórico
Dica de viagem: o norte da Itália em abril ou maio tem um custo-benefício excelente para turistas brasileiros. As cidades históricas ainda não estão no auge do movimento e o clima já é muito agradável para caminhar bastante.
Confira dicas de expert para desbravar Roma no Nomad Guide:
Goulash com Spätzle — Alemanha

O goulash tem origem húngara, mas a versão com Spätzle que apareceu no MasterChef Brasil 2026 é um clássico da culinária do sul da Alemanha e da Áustria, especialmente da Bavária e de Swabia. O Spätzle é um tipo de massa irregulares e pequenas, feitas de farinha, ovos e água, que servem como acompanhamento perfeito para o guisado de carne temperado com páprica, cebola e ervas.
A combinação chegou à Alemanha no século XVIII, quando húngaros e alemães do sul compartilhavam rotas comerciais e fronteiras porosas. Com o tempo, a receita foi adaptada, o caldo ficou mais encorpado e o Spätzle substituiu o pão como acompanhamento padrão. Hoje é um dos pratos mais reconfortantes da culinária germânica, perfeito para os invernos rigorosos da região.
Onde experimentar na Alemanha:
- Munique: qualquer cervejaria tradicional da cidade, como a Hofbräuhaus ou a Augustiner Bräustuben, serve versões caprichadas do prato em porções generosas
- Stuttgart: capital do estado de Baden-Württemberg e coração da culinária suábia, é o melhor lugar para encontrar o Spätzle feito de forma artesanal, raspado diretamente na panela de água fervente com uma tábua específica chamada Spätzlesbrett
- Heidelberg: a cidade universitária tem uma cena gastronômica descontraída com ótimas opções de restaurantes tradicionais ao redor do castelo
Dica de viagem: a Bavária no outono, entre setembro e outubro, é especialmente vibrante por conta do Oktoberfest em Munique. Mas se você prefere evitar o maior evento de cerveja do mundo e curtir a gastronomia com mais tranquilidade, novembro tem preços bem menores e as cidades ficam com uma atmosfera mais intimista.
Ovos nevados — França

Os ovos nevados, conhecidos na França como “œufs à la neige” ou “île flottante”, são um dos sobremesas mais poéticas da confeitaria francesa. Claras em neve cozidas na água ou no leite, flutuando sobre um creme anglaise de baunilha, com caramelo ou amêndoas tostadas por cima. A imagem é quase um quadro.
A receita aparece em livros franceses desde o século XVIII e foi consagrada pela grande cuisine clássica como uma sobremesa elegante e tecnicamente exigente, mas que, ao mesmo tempo, usa ingredientes simples. É esse paradoxo que faz a cozinha francesa ser tão admirada: transformar o básico em extraordinário com técnica, paciência e muito respeito pelo produto.
Onde experimentar na França:
- Paris: a sobremesa está presente no cardápio de brasseries clássicas como a Brasserie Lipp, no Saint-Germain-des-Prés, e a Brasserie Julien, no 10º arrondissement, ambas preservando o ambiente e os pratos da Paris do início do século XX
- Lyon: considerada a capital gastronômica da França, Lyon tem os bouchons, restaurantes tradicionais onde a île flottante é quase um item obrigatório no menu do almoço de domingo
- Tours: na região do Loire Valley, os restaurantes locais servem a receita com uma versão regional do creme anglaise aromatizado com baunilha de Bourbon e flor de sal da Bretanha
Dica de viagem: Lyon é uma das cidades europeias mais subestimadas por turistas brasileiros. A cidade tem uma densidade gastronômica impressionante, fica a menos de 2 horas de trem de Paris e os preços são consideravelmente menores do que na capital.
Confira dicas de expert para desbravar Paris no Nomad Guide:
Leve esses sabores para além da tela
Cada prato do MasterChef Brasil 2026 tem um endereço no mundo. Uma rua em Dubrovnik, uma churrería aberta de madrugada em Madri, uma tratoria esquecida em Verona, uma cervejaria com teto de madeira em Munique, uma brasserie centenária em Paris. Esses lugares existem, estão esperando por você e fazem parte de uma experiência que nenhuma tela consegue reproduzir completamente.
A Nomad foi criada exatamente para tirar o que está no caminho entre você e essas experiências. Com a Conta Internacional Nomad, você chega em qualquer um desses países com o Cartão de Débito Internacional na carteira, pronto para usar, sem burocracia e sem surpresas. Do jantar em Split à sobremesa em Lyon, a conta vai junto.
Abra sua Conta Internacional Nomad e comece a planejar a próxima viagem. O mundo tem muitos sabores esperando por você.
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