Quanto custa viajar para Paris: quanto você vai gastar?
Quando planejamos uma viagem para a Europa, ou qualquer outro lugar do mundo, precisamos considerar uma lista de itens imprescindíveis. Vai do seguro-viagem ao transporte, passando por chip e outros.
A seguir, nós listamos o que você precisa considerar para calcular quanto custa viajar para Paris, afinal, nem tudo é de graça por lá!
Seguro-viagem
Nem pense em não contratar um seguro-viagem para sua ida a Paris, mesmo que o tempo viajando seja curto. O seguro é uma garantia para qualquer imprevisto, afinal, os custos com saúde fora do Brasil são bem altos.
Um seguro-viagem para Paris tem valor variável, dependendo de diversos fatores, como a duração da viagem, a idade do viajante, o tipo de cobertura desejada, entre outros. No entanto, os preços podem começar em torno de R$ 100 a R$ 200 para uma viagem curta de uma semana para uma pessoa jovem com cobertura básica.
Para obter um valor mais preciso para o seu caso, confira algumas opções e leia com atenção os tipos de cobertura. Além disso, consulte seu cartão – muitas empresas trazem facilidades e preços mais acessíveis, já que contam com parcerias, como é o caso da Nomad.
Chip internacional
Geralmente, você pode encontrar chips pré-pagos internacionais que oferecem dados móveis e minutos de ligação por um preço que varia entre R$ 50 e R$ 200, dependendo da quantidade de dados e da duração da validade do chip.
Além do custo inicial do chip, é importante considerar eventuais taxas de ativação, recargas adicionais e tarifas de roaming, dependendo do plano escolhido.
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Passagens aéreas
A passagem aérea é um dos pontos mais críticos e que eleva o valor do custo de uma viagem a Paris. A boa notícia é que, quanto antes comprar, melhor o preço.
Em períodos de baixa demanda e com promoções, é possível encontrar passagens de ida e volta de R$ 2 mil a R$ 3 mil, dependendo do ponto de partida no Brasil.
Durante feriados, férias escolares e épocas festivas, os preços tendem a subir. As passagens variam de R$ 3 mil a R$ 6 mil ou mais, dependendo da disponibilidade e da antecedência da compra.
Não se esqueça também que os preços podem ser mais elevados se optar por classes superiores, como executiva ou primeira classe, fora a bagagem despachada.
Hospedagem
O custo da hospedagem vai depender de suas preferências e também do tempo de viagem. Em um hotel mais econômico, de duas estrelas, uma semana de estadia custa cerca de R$ 5 mil. Se estiver considerando hotéis de luxo, o valor pode chegar a R$ 18 mil.
Outra opção é a hospedagem em casas e apartamentos, via Airbnb. Em um local sem muito luxo, o valor gira em torno de R$ 4.800 para uma semana de estadia em Paris.
Transporte
O transporte em Paris também varia de acordo com sua preferência. Confira algumas possibilidades para entender quanto custa viajar para Paris:
- Ticket simples (1 viagem) custa cerca de € 1,90 (aproximadamente R$ 12)
- Carnê de 10 tickets tem o valor de € 16,90, ou R$ 102
- Passe Navigo semanal, válido para zonas 1-3 (cobrindo a maior parte de Paris e áreas próximas) custa € 22,80 ou cerca de R$ 140
- Tarifa básica de táxi custa por volta de € 2,40 (ou R$ 15 em média) para a bandeirada, com um custo adicional por quilômetro
Outra opção é o transporte via aplicativos, que tem valor muito similar aos custos dos táxis parisienses.
Dica bônus! O sistema de transporte público, incluindo o metrô de Paris, é extenso e eficiente, cobrindo a maioria das áreas turísticas. Com o passe Navigo, você tem uma opção econômica se você pretende utilizar o transporte público com frequência.
Alimentação
Os custos de alimentação dependem muito do seu gosto. Paris é famosa por seus restaurantes incríveis e comida diferenciada. Então, uma imersão gastronômica pode ficar mais cara.
Quem busca bons restaurantes pode gastar até R$ 300 por refeição. Já restaurantes médios oferecem refeições de até R$ 200. Um lanche ou café fica em torno de R$ 50.
Você ainda pode fazer compras em supermercados gastando até R$ 300 por semana em itens básicos para suas refeições.
E, para quem busca apreciar os vinhos de Paris, saiba que uma taça custa de R$ 30 a R$ 60.
Ingressos para atrações
Os custos dos ingressos para as atrações em Paris variam bastante, dependendo da atração específica, da idade do visitante (algumas atrações oferecem descontos para crianças, estudantes, idosos etc.) e da temporada (alta ou baixa). Conheça os principais valores:
Torre Eiffel
- Bilhete de acesso ao topo: de € 25 a € 30 (de R$ 150 a R$ 180)
- Bilhete de acesso ao segundo andar: de € 16 a € 20 ( de R$ 96 a R$ 120)
Museu do Louvre
- Bilhete normal: cerca de € 17 (ou R$ 102)
- Gratuito para menores de 18 anos, residentes da UE menores de 26 anos e em certas datas para todos
Museu d'Orsay
- Bilhete normal: € 16 (ou R$ 96)
- Gratuito para menores de 18 anos, residentes da UE menores de 26 anos e em certas datas para todos
Arco do Triunfo
Bilhete normal: € 13 (ou R$ 78)
Palácio de Versalhes
Bilhete normal (inclui acesso ao palácio, jardins e Trianon): de € 20 a € 27 (ou R$ 120 a R$ 162).
Vale a pena verificar antes o site das atrações que você pretende conhecer, porque muitos oferecem preços reduzidos ou entrada gratuita em dias ou horários específicos. Lembre-se de que os valores podem variar, dependendo da conversão do Euro para Real.
Imprevistos
Não se esqueça de ter uma reserva para imprevistos e gastos de última hora, como souvenirs, lanches rápidos e outros.
A gente recomenda reservar, no mínimo, de € 100 a € 200 por pessoa (ou cerca de R$ 1 mil), dependendo do seu estilo de viagem e do conforto que você deseja ter em caso de emergências. Se pretende fazer muitas compras em Paris, pode considerar alguns milhares de Euros extras.
Quanto se gasta em Paris por dia
Fazer um cálculo diário permite que você entenda quanto custa viajar para Paris. Não é muito barato, porque o custo de vida na França é alto. Para facilitar, fizemos esse cálculo para você!
Excluindo passagens, seguro-viagem e hospedagem, que permitem parcelamento, considere cerca de R$ 400 por dia – não contemplando refeições em restaurantes de luxo. Esse valor abrange uma atração turística.
Se pretende fazer refeições em restaurantes de alto padrão, aí você pode considerar acima de R$ 700 ao dia.
Como economizar em Paris em 2026?
Se você converter cada Euro direto para o Real, pode acabar querendo chorar no pé da Torre Eiffel. Mas calma! O segredo dos viajantes profissionais é o "planejamento de mestre". Paris em 2026 está mais tecnológica, e isso facilita muito a vida de quem quer economizar sem deixar de viver o glamour francês.
Aqui estão os "pulos do gato" para o seu dinheiro render mais:
- Fuja da água mineral engarrafada: Paris tem mais de 1.200 fontes Wallace espalhadas pela cidade com água potável e fresquinha. Leve sua garrafa reutilizável e economize cerca de € 3 a € 5 toda vez que sentir sede. Em uma semana, isso paga um baita jantar!
- Aproveite o "Menu du Jour": No almoço, a maioria dos bistrôs oferece um menu fixo (entrada + prato ou prato + sobremesa) por um preço bem mais amigável que o jantar à la carte. É a chance de comer como um rei pagando como um plebeu.
- Piquenique é luxo acessível: Passe num Monoprix ou Carrefour City, compre um queijo Brie, uma baguete fresquinha, um vinho de € 8 e vá para as margens do Sena ou para o Jardim de Luxemburgo. É a experiência mais parisiense de todas (os locais adoram!) e custa uma fração de um restaurante.
- Transporte Inteligente: Esqueça o Uber. Paris é feita para caminhar ou usar o metrô. Em 2026, o cartão Navigo Easy (ou o app no celular) é indispensável. Carregue passes diários ou semanais e evite comprar bilhetes avulsos, que são mais caros.
- O Truque da Nomad: Pagar suas contas com o Cartão de Débito Internacional Nomad em Paris é, literalmente, ganhar um desconto em tudo. Ao fugir das taxas dos cartões de crédito brasileiros e usar a moeda comercial da Nomad, você economiza o suficiente para garantir aquelas lembrancinhas extras para a família.
FAQ: Perguntas frequentes sobre os gastos em Paris
1. Qual é o mês mais barato para visitar Paris em 2026?
Os meses de novembro, janeiro e fevereiro (fora das datas festivas) são os campeões da economia. Os preços dos hotéis caem drasticamente e as filas nos museus são bem menores. Só não esqueça o casaco pesado, porque o frio não perdoa!
2. Preciso deixar gorjeta nos restaurantes franceses?
Na França, o serviço já vem incluído na conta (service compris). Você não é obrigado a deixar gorjeta como nos EUA. Se o atendimento foi excepcional, deixar € 1 ou € 2 de "troco" é um gesto elegante, mas não é a regra.
3. O Cartão de Débito Internacional Nomad é aceito em qualquer lugar em Paris?
Pode confiar! Da padaria da esquina que vende o melhor pain au chocolat até as galerias de luxo como a Lafayette, o Cartão de Débito Internacional Nomad é aceito em praticamente 100% dos lugares em 2026. Além disso, o pagamento por aproximação (celular ou relógio) é o padrão por lá.
4. Preciso de algum documento novo para entrar na França em 2026?
Sim! Fique ligado: em 2026, o ETIAS (Autorização Europeia de Viagem) já é obrigatório para brasileiros. É uma autorização digital simples que você faz online antes de embarcar. Além disso, tenha sempre o comprovante do seu Seguro Viagem, que é obrigatório para entrar no Espaço Schengen.
5. Como evitar golpes turísticos que pesam no bolso?
Cuidado com as "pulseirinhas da amizade" perto da Sacré-Coeur ou pessoas pedindo para você assinar petições no Louvre. São táticas para te distrair e cobrar dinheiro ou até furtar pertences. Mantenha seu cartão Nomad bem guardado na carteira digital e fique atento ao redor.
Paris é sobre estilo, e não tem nada mais estiloso do que viajar sabendo que você não está sendo explorado pelas taxas bancárias. Use a Nomad para garantir a melhor conversão e foque no que importa: decidir se o seu próximo crepe vai ser de Nutella ou de queijo!
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