
Quanto custa uma viagem à Europa em 2026? Orçamento real
Veja quanto custa viajar para a Europa em 2026 com valores reais por país, categoria de gasto e dicas para controlar o orçamento em euro e outras moedas.
Planejar uma viagem à Europa com o orçamento na mão é o tipo de exercício que pode assustar num primeiro momento. Os números chegam de todo lado com faixas largas e comparações genéricas que raramente refletem o que você vai gastar de verdade. Este guia existe para mudar isso.
Em 2026, o custo total de uma viagem à Europa por pessoa, em um roteiro de cerca de 15 dias saindo de São Paulo, fica entre R$ 19 mil e R$ 26 mil, incluindo passagem, hospedagem, alimentação, transporte e seguro. Mas esse número varia bastante dependendo de onde você vai, de como viaja e de como gerencia o dinheiro em euro.
Para quem está pensando em como levar dinheiro para a Europa, entender o orçamento por categoria é o primeiro passo para uma viagem sem surpresas.
- Uma viagem de 15 dias à Europa em 2026, saindo de São Paulo, custa entre R$ 19 mil e R$ 26 mil por pessoa (passagem + hospedagem + alimentação + transporte + seguro), com gasto diário local estimado entre €65 e €100 dependendo do perfil de viagem.
- O seguro viagem é obrigatório para países do Espaço Schengen, com cobertura mínima de €30.000 em despesas médicas; planos básicos para 15 dias custam entre R$ 180 e R$ 350 — clientes Nomad podem contratar o Assist Card pelo app com até 30% de desconto e segundo seguro gratuito.
- Para pagamentos na Zona do Euro, o saldo em euro da Nomad elimina conversões na maquininha e o risco de DCC; para países fora da zona (Reino Unido, Suíça), o saldo em dólar da Conta Internacional funciona normalmente em qualquer destino.
Qual o gasto médio por dia na Europa em 2026
O referencial mais útil para planejar uma viagem à Europa não é o total, mas o gasto diário. Guias de viagem e dados de mercado indicam uma faixa de 65 a 100 euros por dia por pessoa, somando hospedagem, alimentação, transporte local e passeios básicos.
Essa faixa se divide em três perfis principais:
Esses valores não incluem a passagem aérea. Para uma viagem de 15 dias com perfil intermediário, o gasto local fica entre €1.050 e €1.500 por pessoa, sem a passagem.
Quanto custa a passagem aérea para a Europa em 2026
A passagem é geralmente o item mais pesado do orçamento. Em 2026, as passagens de ida e volta do Brasil para a Europa em classe econômica costumam variar entre R$ 3.400 e R$ 7.000 por pessoa, dependendo da época de compra, da cidade de saída no Brasil e do destino na Europa.
Hubs como Lisboa, Madri, Paris e Roma tendem a ter maior oferta de voos e, consequentemente, preços mais competitivos. Comprar com antecedência de três a seis meses e ter flexibilidade de datas ainda é a estratégia mais eficiente para encontrar tarifas menores.
Seguro viagem para a Europa: obrigatoriedade, cobertura mínima e quanto custa
O seguro viagem é o único item do orçamento que não é opcional. Para quem vai a países do Espaço Schengen, que inclui os principais destinos europeus como França, Itália, Espanha, Portugal e Alemanha, o seguro é exigido por lei desde o Regulamento (CE) nº 810/2009 do Parlamento Europeu. Sem ele, o viajante pode ser impedido de entrar no país na imigração.
O que o Tratado de Schengen exige
Turistas estrangeiros precisam apresentar um seguro viagem com cobertura mínima de € 30.000 para despesas médicas e hospitalares. O seguro precisa ser válido em todos os países do Espaço Schengen e cobrir toda a duração da viagem.
Não é suficiente apresentar um plano de saúde brasileiro ou o CDAM (o acordo de saúde pública válido em Portugal e Itália): nenhum dos dois cumpre a exigência de cobertura mínima do Tratado de Schengen nem cobre repatriação sanitária.
O que precisa estar coberto
Além da cobertura médica e hospitalar mínima de € 30.000, um seguro viagem completo para a Europa deve incluir:
- Despesas médicas e hospitalares: consultas, internações, cirurgias e tratamentos de urgência;
- Repatriação sanitária: transporte de volta ao Brasil em caso de impossibilidade de continuar a viagem por motivo de saúde;
- Traslado de corpo: cobertura em caso de falecimento no exterior;
- Assistência odontológica de emergência: tratamentos urgentes que não podem esperar até o retorno;
- Extravio de bagagem: reembolso ou reposição em caso de perda ou roubo;
- Cancelamento e interrupção de viagem: cobertura para casos de imprevistos que impeçam o embarque ou obriguem o retorno antecipado.
Muitos viajantes optam por coberturas de €50.000 ou €100.000, já que a diferença de preço costuma ser pequena e oferece mais segurança. Para quem vai praticar esportes de aventura, esqui ou atividades de risco, é necessário contratar um plano com cobertura específica para essas atividades.
Quanto custa o seguro viagem para a Europa
O custo varia conforme a duração da viagem, a faixa etária do viajante e o nível de cobertura escolhido. A partir de R$ 12 por dia de viagem, é possível contratar um seguro com todas as coberturas exigidas pelos países do Tratado de Schengen.
Para um roteiro de 15 dias, o valor médio de um plano básico fica entre R$ 180 e R$ 350 por pessoa. Planos com coberturas mais amplas, para viajantes acima de 60 anos ou com cobertura de bagagem mais robusta, podem chegar a R$ 600 a R$ 900 para o mesmo período.
O seguro precisa ser contratado antes do embarque, ainda no Brasil. Deixar para contratar no aeroporto ou no destino não é possível na maioria dos planos.
Seguro viagem Assist Card com condições exclusivas para clientes Nomad
Quem é cliente Nomad pode contratar o seguro viagem Assist Card diretamente pelo app, com condições que não estão disponíveis no mercado convencional. As vantagens incluem até 30% de desconto exclusivo para clientes Nomad, parcelamento em até 4 vezes sem juros e acesso a salas VIP nos aeroportos de Guarulhos, Rio de Janeiro (Galeão), Belém e Recife.
Além disso, ao contratar dois seguros juntos pelo app, o segundo sai gratuitamente, com as mesmas condições do primeiro. Uma economia considerável para casais ou duplas que viajam juntos.
O seguro inclui cobertura médica e hospitalar no mundo todo, suporte 24 horas em português via WhatsApp e proteção para bagagem. Para quem está montando o orçamento da viagem à Europa, contratar o seguro pelo app da Nomad resolve mais um item da lista sem precisar sair da plataforma.
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Custo de hospedagem na Europa por tipo e cidade
A hospedagem é o segundo maior item do orçamento e varia muito conforme o destino. A diferença entre Europa Ocidental e Oriental é significativa: com €50, é possível jantar bem em Lisboa ou Budapeste, enquanto em Zurique esse valor mal cobre um prato principal e uma bebida.
Como referência geral para diárias em 2026:
Lisboa, Porto, Madri e as capitais do Leste Europeu (Praga, Budapeste, Varsóvia) são consistentemente mais acessíveis do que Paris, Amsterdam, Copenhague ou Zurique. Para quem está planejando o financeiro da viagem para a Europa, escolher o destino considerando o custo local pode fazer uma diferença de €30 a €50 por dia.
Quanto custam as atrações e passeios
Os ingressos de atrações turísticas parecem pequenos individualmente, mas se você somar três ou quatro por dia, facilmente chega a €80 ou €100 só em entradas. Planejar quais atrações realmente importam para o seu roteiro e comprar ingressos com antecedência online é uma das formas mais eficientes de controlar esse gasto.
Referências de preços em 2026:
Muitos museus europeus têm gratuidade em determinados dias ou horários, como primeiros domingos do mês. Vale pesquisar antes de cada destino.
Quanto custa se alimentar na Europa
A alimentação é o item onde o viajante tem mais controle. Uma refeição simples em um restaurante popular na Europa custa entre €12 e €20 por pessoa. Um almoço num restaurante de nível intermediário, com entrada, prato principal e bebida, sai entre €25 e €45. Jantar em um restaurante de melhor nível pode facilmente passar de €60 por pessoa.
Algumas estratégias que funcionam bem para economizar sem abrir mão de qualidade:
Transporte dentro da Europa: quanto gastar
O transporte interno é uma das categorias que mais varia conforme o estilo da viagem. Para quem vai ficar em uma cidade, o metrô e os ônibus resolvem com passes diários ou semanais que custam entre €15 e €30.
Para roteiros com mais de um país, as opções são:
Para se locomover dentro das cidades, o aplicativo Google Maps é suficiente para navegar pelo transporte público em qualquer destino europeu.
Euro ou dólar: qual usar na Europa
Euro ou dólar? Essa é uma das dúvidas mais comuns para quem vai à Europa pela primeira vez. A resposta depende do destino e do seu planejamento.
Para os países da Zona do Euro, como França, Itália, Espanha, Portugal, Alemanha, Grécia e outros 16 países, o euro é a moeda oficial. Quem é cliente Nomad tem a opção de pagar com o Cartão de Débito Internacional Nomad usando o saldo em euro na Nomad. Assim, cada transação já é feita na moeda local, sem conversão adicional no momento do pagamento e sem risco de DCC.
Para países fora da Zona do Euro que também fazem parte da Europa, como Suíça (franco suíço), Reino Unido (libra) e República Tcheca (coroa tcheca), o saldo em dólar da Conta Internacional Nomad funciona normalmente, com a conversão automática para a moeda local.
Vale reforçar um ponto importante: o saldo em euro é uma opção adicional para quem prefere operar na moeda local na zona do euro. Se você quiser, pode continuar usando o saldo em dólar normalmente, que funciona para pagamentos em qualquer país do mundo, incluindo os europeus que não adotam o euro, como Reino Unido, Suíça e Noruega.
Planeje toda a viagem à Europa em um só lugar com o Nomad Trips
Montar o orçamento de uma viagem à Europa costuma envolver pelo menos cinco abas abertas ao mesmo tempo: um site de passagens, outro de hotéis, um de aluguel de carro, um de ingressos e ainda um de roteiros. O Nomad Trips foi criado exatamente para fechar todas essas abas.
Disponível dentro do app Nomad e pelo site, o Nomad Trips é a plataforma de viagens da Nomad onde você centraliza todo o planejamento em um único lugar. Por lá, é possível:
- comprar passagens aéreas com monitoramento de preço e alertas quando a tarifa cair;
- reservar hospedagem em hotéis e acomodações em todo o mundo;
- alugar carro no Brasil e no exterior;
- comprar ingressos para passeios e atrações em milhares de destinos;
- criar roteiros personalizados com ajuda de inteligência artificial, a partir do destino, das datas e do estilo de viagem desejado.
Além de centralizar o planejamento, o Nomad Trips oferece até 40% de economia em voos, hotéis, ingressos e aluguel de carro, com pagamento via Pix ou em até 4 vezes no cartão de crédito. E quem é cliente Nomad ainda recebe 3% de cashback em dólar direto na Conta Internacional em cada compra feita pela plataforma.
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Quanto custa levar dinheiro em espécie para a Europa
Uma das dúvidas recorrentes no planejamento financeiro é se vale levar euro em espécie. A resposta é: em pequena quantidade, sim. Alguns estabelecimentos menores, mercados de rua e gorjetas ainda exigem dinheiro físico. Mas carregar grandes quantias em espécie tem custos e riscos que não compensam.
Ao comprar euro em espécie no Brasil, você paga a taxa de conversão mais os encargos das casas de câmbio físicas, que costumam ser menos competitivos do que a conversão digital. Além disso, carregar dinheiro em espécie no exterior implica o risco de perda ou roubo.
A combinação mais prática para a maioria dos viajantes é manter um pequeno valor em espécie para gastos pequenos e usar o Cartão de Débito Internacional Nomad para tudo o mais, pagando diretamente em euro nos países da Zona do Euro ou dólar em todo o continente.
Simulação de orçamento real para 15 dias na Europa em 2026
Para facilitar o planejamento, aqui está uma simulação com perfil intermediário, para uma pessoa, em um roteiro de 15 dias por Portugal, Espanha e França:
A viagem à Europa cabe no seu planejamento
A Europa não é barata, mas também está longe de ser inacessível com planejamento real. A diferença entre gastar R$ 15 mil ou R$ 25 mil na mesma viagem está, em grande parte, nas escolhas de destino, hospedagem e no controle do dinheiro durante o roteiro.
Converter o saldo em euro antes de viajar, acompanhar os gastos pelo app e evitar armadilhas de conversão são os três hábitos que mais fazem diferença no orçamento final.
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