Sabe aquele "frio na barriga" que surge só de pensar em embarcar para um lugar desconhecido sem ninguém ao lado? Para muitas mulheres, esse sentimento é o primeiro passo de uma das jornadas mais transformadoras da vida. Viajar sozinha não é sobre isolamento; é sobre desbloquear fronteiras internas e externas. É descobrir que a liberdade de escolher o próprio caminho, e o próprio ritmo, é um dos maiores luxos que podemos nos permitir.
Na Nomad, acreditamos que o mundo é a casa de quem tem coragem de explorá-lo. Por isso, convidamos mulheres da nossa comunidade para compartilhar como foi "se levar para passear" pelo globo. Elas provam que, com estratégia e a parceria certa, você nunca está realmente desamparada.
Fernanda Meijon: o sonho europeu e a rede de apoio feminina
Para Fernanda, viajar para a Europa sempre foi um sonho. Em junho de 2025, ela decidiu que não esperaria mais por ninguém: colocou tudo em uma mochila e partiu para uma jornada de 15 dias que incluiu Roma, Barcelona, Mallorca, Paris, Milão, Florença, Pisa, Siena e San Giminiano.
Ela descreve a Europa como a "definição de encantadora", um lugar onde se vive cultura e gastronomia em cada esquina. Mas o que mais a surpreendeu foi a descoberta de uma rede invisível de suporte:
"Uma dica que me ajudou muito e recomendo para outras mulheres viajando sozinha foi sempre buscar informações em locais oficiais, como aeroportos, guichês de metrô, hostels. Eu amei isso!! Andei muito a pé, então estava sempre grudada com meus documentos, telefone e prestando atenção em tudo ao meu redor, pessoas, movimentos e eventos! O que eu mais amei dessa viagem foi a sensação de liberdade que eu tive e o fato de me sentir segura. É incrível o tempo de autoconhecimento que temos simplesmente por estar imerso em um lugar e cultura diferente! Percebemos muitas coisas legais que talvez antes não eram perceptíveis aos olhos e à mente!"
Chrys Castro: expandindo o repertório em Buenos Aires
Em maio de 2023, Chrys viveu sua primeira experiência solo em um destino internacional: Buenos Aires. Foram oito dias percorrendo clássicos como o Obelisco, Casa Rosada, MALBA e a livraria El Ateneo. Para ela, viajar é uma forma de "ampliar o repertório cultural" e entender que existem infinitas formas de existir.

Além de se encantar com a arquitetura do Teatro Cólon e a história de Evita Perón, Chrys trouxe dicas essenciais para quem quer saborear a Argentina com segurança:
"Recomendo muito o choripan do ‘Chorí’, o gelato do Rapanuí e um jantar no Cauce, que fica no Puerto Madero, as carnes fazem jus à fama que têm! Uma dica para as mulheres é que não façam a compra de pesos argentinos na moeda local em casas de câmbio, além de não ser muito seguro andar com tanto dinheiro nas ruas, não faz tanto sentido e não é prático. Prezando o conforto e segurança, o cartão da Nomad vai te ajudar muito e é aceito em todos os lugares :)"

Julia Mondin: imersão, estudo e segurança planejada
A Julia uniu o útil ao agradável: viajou sozinha para estudar inglês em Malta e na Califórnia. Para ela, o frio na barriga é real, mas a autonomia que vem depois é para sempre. Julia é categórica ao dizer que a segurança começa muito antes do embarque, na fase do planejamento.
Para organizar passeios e garantir que a jornada seja tranquila, ela sugere:
- Suporte profissional: Escolher bem a empresa ou escola que vai te apoiar na cidade e na acomodação.
- Passeios validados: Priorizar tours indicados pela própria escola ou por pessoas de confiança para evitar "perrengues".
- Autonomia logística: Pesquisar profundamente o transporte público e as regiões mais movimentadas antes de sair de casa.

Sobre isso, Julia complementa:
"Poder contar com uma empresa confiável para movimentar e acessar seu dinheiro, com recursos que permitem dividir e ser acompanhada por quem você destina e confia, traz uma tranquilidade enorme, especialmente quando você está viajando sozinha (Alô, Nomad!!!!). O que mais me marcou foi perceber como o mundo é diverso e como cada encontro e cada pequena descoberta no dia a dia acabam ampliando muito a nossa forma de ver a vida."
Natalia Umehara: o medo existe, mas a vontade de viver é maior

Natalia já carimbou o passaporte na Colômbia, Espanha, Itália, Holanda, França, Hungria e Portugal. Ela encara as dúvidas comuns ("como vou tirar fotos?", "vou me sentir só?") com praticidade e bom humor. Para ela, a tecnologia é a ponte para a confiança.
"Amo hostels pela sociabilidade! Uso o app Hostelworld para ler avaliações e priorizo quartos femininos para maior conforto e segurança. Não viajo sem seguro viagem e uso sempre o eSIM da Nomad, o Nomad Chip. Estar conectada para pedir um carro ou traduzir algo rapidamente me dá muita confiança. Como vou tirar minhas fotos?! Perdi a vergonha! Peço para desconhecidos. O importante é registrar a memória. Dica de ouro: Sacos a vácuo na mala! Como amo umas comprinhas, eles salvam o espaço na volta."

Ariene Ribeiro: 11 países e a imensidão do mundo

A jornada de Ariene foi épica: quatro meses explorando 11 países. O roteiro incluiu Portugal (Lisboa e Porto), Espanha (Barcelona), Itália (Milão, Palermo, Roma, Puglia), Inglaterra (Londres), Holanda (Amsterdã), Bélgica (Bruxelas), Albânia, Croácia, Hungria (Budapeste), Sérvia e Bósnia.
A sensação de Ariene ao final dessa jornada foi de humildade diante da grandeza do planeta:
"O que eu mais senti durante essa viagem foi como nós somos pequenos em relação ao mundo. Passei 4 meses explorando diversos lugares e ainda não conheci 0,5% do que é o mundo. E acho isso incrível. Foi lindo conhecer pessoas de outras culturas, entender como elas vivem. Dicas 'de mulher pra mulher': Eu nunca fiquei bêbada sozinha, nem dava papo pra conversa de gente estranha. Conheci bastante gente, mas sempre dos hostels onde eu ficava ou do pub crawl que fiz em Palermo e em Roma."
Giovanna Guerra: "me levando para passear"

Giovanna percorreu Malta, Paris, Bruges, Londres, Zurique, Budapeste e Praga. Para ela, a viagem solo é o exercício máximo do amor-próprio. Ela incentiva outras mulheres a não deixarem de ir por causa dos medos que a sociedade ensina.
Foi em Malta que ela viveu seu momento mais cinematográfico:
"Um dos momentos que mais me marcou foi uma noite em que saí para fazer um walking tour em Valletta, em Malta. Depois do passeio, acabei encontrando um restaurante pequeno e meio escondido em uma rua mais afastada, super charmoso. Entrei, pedi uma taça de vinho e uma sugestão do chef — me trouxeram uma burrata divina. E lembro de me sentir 'tendo um date comigo mesma'. Ali, sozinha, em outro país, curtindo aquele momento. E aí eu pensei: eu sou uma ótima companhia. E foi incrível perceber isso :)"
Segurança e tecnologia: como a Nomad simplifica sua jornada solo
Para que a sua única preocupação seja decidir qual será a próxima descoberta, a Conta Internacional Nomad funciona como o seu braço direito estratégico:
- Cartão de Débito Internacional virtual: Como a Giovanna e a Chrys destacaram, a segurança de não carregar bolos de dinheiro vivo é essencial. Usar o cartão via Apple Pay ou Google Pay no celular ou relógio permite que você pague tudo com um toque, sem precisar expor sua carteira em locais movimentados.
- Conectividade com eSIM: Ter internet desde o momento do pouso, como a Natalia faz, é indispensável para mapas, tradutores e segurança.
- Controle em tempo real: Pelo app da Nomad, você acompanha cada centavo gasto, garantindo que o seu planejamento financeiro esteja sempre sob seus olhos.
Dicas práticas de quem já foi (e recomenda)
Se você está pronta para o seu primeiro "date" solo, anote este compilado de ouro:
- Canais oficiais sempre: Peça informações em guichês de aeroportos e recepções de hostels (Fernanda).
- Socialize com estratégia: Prefira quartos femininos em hostels bem avaliados (Natalia).
- Planeje a logística: Pesquise rotas de transporte e áreas seguras antes de sair (Julia).
- Atenção aos detalhes: Não aceite caronas de desconhecidos e não exagere no álcool se estiver sozinha (Ariene e Julia).
- Treine a selfie: Viajar sozinha exige habilidades de fotografia para registrar suas memórias (Giovanna).
O mundo espera por você
Viajar sozinha é um ato de independência. É entender que você é capaz, estrategista e, acima de tudo, uma excelente companhia para si mesma. Como disse a Giovanna: "Se deem a devida importância. Não vacilem com segurança. Confiem na sua intuição. Experimentem suas próprias companhias. Se levem para passear!!".
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