
Praça do Comércio em Lisboa: história, o que ver e dicas
Conheça a Praça do Comércio em Lisboa: história, Arco da Rua Augusta, onde comer nas proximidades e dicas para aproveitar o cartão-postal da cidade.
Toda cidade tem um ponto turístico obrigatório para todo turista. Em Paris é a Torre Eiffel; em Barcelona é a Sagrada Família; e em Lisboa, a Praça do Comércio. Fica de frente para o Rio Tejo, na Baixa da cidade.
O visual é marcado pelo Arco da Rua Augusta e por uma história ligada diretamente ao terremoto de 1755, um dos eventos mais marcantes da capital portuguesa.
A seguir, você confere a história completa da praça, o que ver por lá, quanto custa visitar cada atração e um roteiro prático para aproveitar bem a região.
- Praça do Comércio é cartão-postal de Lisboa, marcada pelo Arco da Rua Augusta e ligada ao terremoto de 1755.
- Localizada na Baixa, de fácil acesso a pé, metrô ou elétrico, com entrada gratuita e mirante do Arco por cerca de €3,50.
- Ponto de partida para explorar Rua Augusta, Rossio e Alfama, com boas opções de hospedagem na Baixa e no Chiado.
- Saldo em euro da Nomad permite pagar restaurantes e atrações da região sem conversão, direto na moeda local.
Onde fica e como chegar na Praça do Comércio
A praça fica no bairro da Baixa, de frente para o rio, entre o Chiado e o Terreiro do Paço.
É um dos pontos mais centrais de Lisboa, o que facilita bastante o acesso vindo de qualquer parte da cidade, seja a pé, de ônibus ou metrô.
Para quem está se organizando pela Baixa de Lisboa, a praça costuma ser um dos primeiros pontos do roteiro, já que fica a poucos minutos a pé da maioria dos hotéis da região.
História da Praça do Comércio
Antes de 1755, o local era conhecido como Terreiro do Paço e abrigava o Paço da Ribeira, residência da família real portuguesa. Porém, o grande terremoto de 1755 destruiu boa parte da Baixa de Lisboa, incluindo o palácio real.
Na reconstrução, comandada pelo Marquês de Pombal, a área ganhou o novo desenho que existe até hoje: uma praça aberta para o rio, cercada por edifícios simétricos. No centro, foi erguida a estátua equestre de D. José I, rei que governava Portugal na época da reconstrução.
O que ver na Praça do Comércio
Arco da Rua Augusta
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É o principal ponto de referência da praça. Marca a entrada da Rua Augusta, a principal via de pedestres da Baixa.
O interior do arco pode ser visitado, com um mirante que oferece vista panorâmica de 360 graus da cidade.
Estátua de D. José I

Estátua equestre em bronze, no centro da praça, homenageando o rei responsável pela reconstrução de Lisboa após o terremoto.
É um dos pontos mais fotografados da praça, com o Arco da Rua Augusta ao fundo.
Edifícios históricos ao redor
Os prédios que cercam a praça seguem o estilo pombalino, com arcadas no nível térreo.
Historicamente, abrigaram ministérios do governo português. Hoje, parte deles funciona com comércio, restaurantes e espaços culturais.
Vista para o Rio Tejo
O lado aberto da praça dá direto para o Rio Tejo, com vista para a Ponte 25 de Abril ao longe.
É um bom ponto para sentar, observar o movimento das balsas e aproveitar o fim de tarde lisboeta.
Horário de funcionamento e quanto custa visitar
A praça em si é um espaço público, aberto 24 horas e sem custo de entrada. Já o Arco da Rua Augusta tem horário e ingresso próprios, por conta do acesso ao mirante.
A visita ao mirante do arco costuma durar entre 45 e 60 minutos, incluindo elevador e a escada em caracol final até o topo. Vale lembrar que o local não é totalmente acessível para cadeirantes por causa desse último trecho.
O que fazer na região da Praça do Comércio
A praça é um ótimo ponto de partida para conhecer outros bairros históricos de Lisboa a pé.
Dali, é possível seguir pela Rua Augusta até o Rossio, ou caminhar em direção à Alfama, bairro mais antigo da cidade, com ruas estreitas e miradouros.
Para quem quer aproveitar bem essa região central, vale consultar este roteiro por Lisboa, que ajuda a organizar os principais pontos turísticos próximos.
Onde comer perto da Praça do Comércio
A região da Baixa concentra desde cafés tradicionais até restaurantes voltados para turistas, com preços que variam bastante conforme a proximidade da praça.
Um bom critério é caminhar algumas quadras para longe da beira do rio, onde os preços tendem a ser mais em conta do que nos estabelecimentos com vista direta para a praça.
Para pagar sem se preocupar com conversão a cada conta, vale manter o saldo em euro na Nomad disponível no app e usar o Cartão de Débito Internacional Nomad direto nos restaurantes da região.
Quer dicas mais específicas de onde comer e beber por ali? O Nomad Guide reúne recomendações de restaurantes e bares perto da Praça do Comércio, selecionadas para quem está de passagem por Lisboa.
Onde se hospedar perto da Praça do Comércio
A Baixa é uma das regiões mais centrais para se hospedar em Lisboa, com fácil acesso a pé para a maioria dos pontos turísticos do centro histórico.
Quem prefere um pouco mais de tranquilidade pode considerar o Chiado, a poucos minutos da praça, com boa oferta de hotéis e vida noturna mais concentrada em bares e livrarias históricas.
Para fechar hospedagem, passagens aéreas e ingressos de atrações em um só lugar, vale pesquisar no Nomad Trips. A plataforma centraliza todo o planejamento da viagem e ainda dá cashback em dólar na Conta Internacional Nomad a cada reserva feita.
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Melhor época para visitar a Praça do Comércio
A praça pode ser visitada o ano todo, mas a experiência muda bastante conforme a estação.
Para quem quer fotos sem multidão e ainda aproveitar o clima ameno, o verão em Lisboa tem suas vantagens, mas os meses de primavera e outono costumam entregar a melhor relação entre conforto e menos movimento.
Um roteiro para conhecer a Praça do Comércio e arredores
Um roteiro de meio dia pode começar pela manhã na própria praça, com tempo para subir ao mirante do Arco da Rua Augusta antes do horário de maior movimento.
Na sequência, vale seguir a pé pela Rua Augusta até o Rossio, aproveitando o comércio e os cafés históricos no caminho.
À tarde, dá para completar o passeio com uma caminhada até a Alfama, encerrando o dia em um dos miradouros da região com vista para o Rio Tejo.
Esse é, inclusive, um trajeto parecido com o sugerido no roteiro do Zeca Camargo por Lisboa, que passa por boa parte desses mesmos pontos. Para organizar o restante da viagem, vale conferir também este guia de viagem para Lisboa.
Conclusão
A Praça do Comércio resume boa parte da história recente de Lisboa em um só lugar: da destruição do terremoto de 1755 à reconstrução que moldou a cidade que existe hoje.
Entre o Arco da Rua Augusta, a vista para o Rio Tejo e o acesso fácil a pé para outros bairros históricos, a praça funciona tanto como ponto de partida do roteiro quanto como parada final para ver o pôr do sol antes de seguir viagem.
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