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Palácio Imperial do Japão: Um refúgio de história no centro de Tóquio

Palácio Imperial do Japão: Um refúgio de história no centro de Tóquio

Vai a Tóquio? Saiba como visitar o Palácio Imperial do Japão, conheça os Jardins Orientais, a história do Castelo de Edo e como chegar de metrô.

Palácio Imperial do Japão durante o pôr do sol

Tóquio é uma cidade que vive no futuro. Luzes de neon, trens-bala, robôs em restaurantes e uma energia frenética que nunca para. Mas, no centro geográfico e espiritual dessa megalópole, existe um "buraco negro" de serenidade onde o tempo parece passar em outra velocidade. Estamos falando do Palácio Imperial do Japão.

Cercado por fossos profundos e muralhas de pedra maciça, o Palácio é a residência oficial da Família Imperial Japonesa. Para o viajante, ele representa um contraste fascinante: de um lado da rua, os arranha-céus de vidro do distrito financeiro de Marunouchi; do outro, pinheiros negros cuidadosamente podados e portões que guardam séculos de história.

Se você está montando seu roteiro, este é um ponto de parada obrigatória. Vamos desvendar como visitar (já que nem tudo é aberto ao público), o que ver e como chegar a este ícone japonês.

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Onde fica o Palácio Imperial e um pouco de história

O Palácio Imperial (Kokyo) ocupa uma área gigantesca no distrito de Chiyoda, bem no coração de Tóquio. Para se ter uma ideia, a área verde do complexo é tão vasta que funciona como um pulmão para a cidade.

Mas antes de ser a casa do Imperador, este local abrigava o Castelo de Edo. Durante o Xogunato Tokugawa (1603-1867), Edo (a antiga Tóquio) era o centro militar e político do Japão, enquanto o Imperador vivia uma figura cerimonial em Quioto. Quando o xogunato caiu e a Restauração Meiji devolveu o poder ao Imperador em 1868, ele se mudou de Quioto para Edo, e o antigo castelo samurai foi transformado no Palácio Imperial.

Embora o castelo original tenha sofrido com incêndios e com os bombardeios da Segunda Guerra Mundial, as muralhas, os fossos e as torres de guarda (yagura) que restaram são testemunhas vivas da era dos samurais. Se você gosta de mergulhar no passado, confira nossas dicas de roteiro histórico nosso post sobre viagem para o Japão.

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O que ver no complexo do Palácio

A visita ao Palácio não é como visitar o Palácio de Versalhes ou o Palácio de Buckingham, onde você entra nos salões reais. Aqui, a experiência é contemplativa e externa, focada na arquitetura e nos jardins.

Nijubashi: O cartão-postal

Esta é a foto clássica. A Nijubashi (Ponte Dupla) refere-se às duas pontes que formam a entrada principal dos terrenos internos. A vista da ponte de pedra anterior com a ponte de ferro ao fundo, sobre o fosso, com a torre Fushimi-yagura branca completando o cenário, é uma das imagens mais famosas do Japão.

Jardins Orientais (Kokyo Higashi Gyoen)

Esta é a joia da visitação. Os Jardins Orientais ocupam a área onde ficavam as principais defesas do antigo Castelo de Edo (Honmaru e Ninomaru).

  • O que você vai ver: As fundações maciças da antiga torre de menagem (que foi a mais alta da história do Japão antes de queimar em 1657), um jardim japonês tradicional belíssimo, casas de chá e um museu com coleções imperiais.
  • A melhor parte: A entrada é gratuita e não exige reserva.

Fossos e Muralhas

Caminhar ao redor do perímetro do Palácio (cerca de 5 km) é um passeio popular entre os locais e corredores. Observar o contraste entre as muralhas feudais e os prédios modernos ao redor é uma aula de história visual.

Quer saber o que mais combinar nesse dia de passeio? Veja nosso guia com os principais pontos turísticos de Tóquio.

Como visitar o Palácio Imperial do Japão?

É importante alinhar as expectativas para não perder a viagem. O complexo é dividido em áreas com regras diferentes:

  1. Jardins Orientais (East Gardens): Abertos ao público quase o ano todo, exceto às segundas e sextas-feiras. A entrada é livre.
  2. Jardins Exteriores (Kokyo Gaien): A grande praça de cascalho em frente à Nijubashi. Aberta 24h e livre. É daqui que se tiram as melhores fotos das pontes.
  3. Área Interna do Palácio: Geralmente fechada ao público. Só é possível entrar através de tours guiados (gratuitos) organizados pela Agência da Casa Imperial. É preciso reservar com antecedência pelo site oficial ou tentar a sorte nas vagas do dia (chegue cedo!).
  4. Datas Especiais: Os portões se abrem para o público geral (sem tour) apenas duas vezes por ano: no Aniversário do Imperador (23 de fevereiro) e na Saudação de Ano Novo (2 de janeiro). Nessas datas, a Família Imperial aparece na varanda para acenar à multidão.

Planejando a data da viagem? Descubra a melhor época para ver as cerejeiras ou as folhas de outono nos jardins do palácio em nosso artigo sobre quando ir a Tóquio.

Como chegar: Transporte e Acesso

Chegar ao Palácio é muito fácil, dada sua localização central.

  • Metrô: A estação Otemachi é a mais próxima dos Jardins Orientais (linhas Chiyoda, Tozai, Marunouchi, Hanzomon e Mita). Saída C13a ou C13b.
  • Trem/JR: A Estação de Tóquio (Tokyo Station) fica a cerca de 10 a 15 minutos de caminhada da entrada Nijubashi. A própria caminhada da estação (que é um prédio histórico lindo de tijolos vermelhos) até o Palácio, pela avenida Gyoko-dori, é majestosa.

Se o mapa do metrô de Tóquio parece um prato de espaguete para você, não se preocupe. Temos um guia descomplicado sobre como usar o metrô de Tokyo.

Curiosidades sobre a Família Imperial e o local

  • A Monarquia mais antiga: A linha sucessória japonesa é considerada a mais antiga monarquia hereditária contínua do mundo.
  • O terreno mais caro da história: Durante a "bolha econômica" do Japão no final dos anos 80, o valor dos imóveis em Tóquio disparou a níveis insanos. Dizia-se que o valor do terreno do Palácio Imperial era superior ao valor de todos os imóveis do estado da Califórnia, nos EUA, inteiros. Embora a bolha tenha estourado, o local continua sendo um dos endereços mais exclusivos do planeta.

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Conclusão

Visitar o Palácio Imperial é respirar um pouco de paz no meio do caos organizado de Tóquio. É entender que a modernidade japonesa é construída sobre bases muito antigas e sólidas.

Seja para tirar a foto clássica na ponte Nijubashi ou para meditar nos Jardins Orientais, coloque esse passeio no seu roteiro. E lembre-se: para explorar o Japão com liberdade e economia, a Nomad vai com você no bolso.

Sayonara e boa viagem!

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