MERCADO FINANCEIRO
Update de Mercado
Conteúdo para começar a semana bem informado, 16/03/2026
O que é o Update de Mercado da Nomad?
É um material que aborda o cenário macroeconômico atual e a evolução das principais bolsas de valores do mundo, além das principais notícias da semana. Abaixo você vê alguns dos temas abordados, mas para acessar o material completo, basta preencher o formulário a seguir e o conteúdo é baixado diretamente no seu dispositivo.
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resumo da semana
- Desempenho Semanal: Dow (1.99%), S&P (1.60%), Nasdaq (1.26%), Russell 2000 (1.79%)
- Os principais índices de ações dos EUA voltaram a cair nesta semana. Os principais índices agora acumulam três semanas consecutivas de queda; o Nasdaq recuou em oito das últimas nove semanas. As grandes empresas de tecnologia também tiveram desempenho majoritariamente negativo, com META (-4,8%) e MSFT (-3,3%) sendo os destaques de queda entre as chamadas Mag 7; NVDA (+1,4%) foi uma exceção positiva.
- Os Treasuries enfraqueceram ao longo de toda a curva, à medida que os investidores reduziram as expectativas de cortes de juros em 2026 (a precificação dos futuros agora aponta para menos de 25 pontos-base de cortes para o restante do ano). O dólar se fortaleceu frente às principais moedas, com o DXY subindo 1,5%. O ouro caiu 1,9% e a prata recuou 3,5%. Os futuros de Bitcoin avançaram 4,4%. O petróleo WTI subiu 8,2% nesta semana, em meio às contínuas disrupções no Oriente Médio, acumulando agora alta superior a 47% desde o início do conflito.
- A guerra no Irã e seus impactos mais amplos permaneceram como a principal n arrativa para os mercados. Embora autoridades da administração Trump continuem destacando a superioridade militar de EUA e Israel e os ataques a alvos iranianos tenham continuado, o regime de Teerã parece permanecer firmemente no poder,enquanto a tensão na região continua elevada, sobretudo pelo impacto do conflito sobre as rotas de energia no Golfo.
- O foco permaneceu fortemente concentrado na paralisação do transporte marítimo ao redor do Estreito de Ormuz, na interrupção da produção por parte de produtores do Golfo Pérsico e nos preços do petróleo próximos de US$ 100 por barril. Entre as tentativas de alívio anunciadas nesta semana estiveram planos de liberação de 400 milhões de barris de reservas por países da AIE (IEA), embora essa medida já fosse amplamente antecipada e tenha tido pouco impacto imediato nos preços. Segundo autoridades do governo, escoltas militares para navios petroleiros ainda podem levar semanas para serem implementadas.
- Fora da guerra, outro foco importante nesta semana foi o crédito privado, que gerou uma série de reportagens reacendendo preocupações sobre o setor. O JP Morgan rebaixou o valor de alguns empréstimos ligados ao setor de software e restringiu novas concessões de crédito a fundos que detêm esses ativos. Morgan Stanley e Cliffwater limitaram resgates diante de grandes pedidos de retirada. Já o Deutsche Bank destacou uma exposição de US$ 30 bilhões ao setor em sua atualização anual, embora tenha ressaltado que não está exposto a riscos significativos no segmento não bancário.
- No campo econômico, a semana também foi movimentada. O relatório de inflação CPI de fevereiro veio exatamente em linha com o consenso, embora pareça já um pouco defasado diante das pressões inflacionárias recentes associadas à alta do petróleo. O PCE cheio e o núcleo de janeiro também vieram em linha com as expectativas. Por fim, a segunda leitura do PIB do quarto trimestre foi revisada para baixo, refletindo ajustes negativos nos gastos do consumidor e do governo.
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