MERCADO FINANCEIRO
Update de Mercado
Conteúdo para começar a semana bem informado, 19/01/2026
O que é o Update de Mercado da Nomad?
É um material que aborda o cenário macroeconômico atual e a evolução das principais bolsas de valores do mundo, além das principais notícias da semana. Abaixo você vê alguns dos temas abordados, mas para acessar o material completo, basta preencher o formulário a seguir e o conteúdo é baixado diretamente no seu dispositivo.
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resumo da semana
- Desempenho Semanal: Dow (0.29%), S&P (0.38%), Nasdaq (0.66%), Russell 2000 +2.04%
- Os índices de ações dos EUA fecharam a semana majoritariamente em queda, embora a amplitude do mercado tenha sido positiva, com mais ações subindo do que caindo, o que indica que a fraqueza ficou concentrada em poucos papéis de grande peso. O Russell 2000 teve mais uma semana forte, enquanto o Nasdaq ficou para trás diante da queda nas big techs: Meta caiu 5,0% e Amazon recuou 3,6%, enquanto a Nvidia avançou 0,7% e terminou no positivo..
- O índice do dólar subiu 0,2% na semana. O ouro avançou 2,0%, a prata disparou 12,2% e os futuros de Bitcoin subiram 5,5%. O petróleo WTI encerrou com alta de 0,5%, bem abaixo das máximas da semana, voltando a operar abaixo de US$ 60 por barril.
- O mercado encerrou a semana sem um catalisador direcional claro, embora os riscos de queda tenham permanecido no radar. Volatilidade nas políticas propostas pela Casa Branca e notícias que pesaram sobre o sentimento do investidor, à medida que a ofensiva do Executivo em temas de acessibilidade pressionou bancos e outros setores-alvo; a temporada de resultados do 4º trimestre enfrenta uma régua elevada; voltaram as preocupações com a independência do Fed; as expectativas de cortes de juros para 2026 recuaram; e as tensões geopolíticas envolvendo o Irã permaneceram voláteis — tudo isso em um contexto de sentimento e posicionamento de mercado esticados. Em contrapartida, a rotação outros ativos continuou, com small caps e setores cíclicos apresentando perfomance positiva, apoiados por narrativas a respeito da resiliencia do consumidor americano, melhora na percepção de crescimento, sinais fortes de investimento em IA vindos da TSMC e fluxos sólidos para ações.
- As preocupações com a independência do Fed diminuíram um pouco, já que os desdobramentos da investigação do Departamento de Justiça envolvendo Powell foram limitados até agora. A reação firme de Powell, críticas do Partido Republicano à investigação (inclusive de membros do Comitê Bancário do Senado) e relatos de confusão dentro da administração Trump ajudaram a estabilizar o sentimento. Trump também afirmou na quarta-feira que não pretende demitir Powell, enquanto reportagens indicaram que o secretário do Tesouro, Bessent, alertou a Casa Branca de que a investigação poderia ser problemática para os mercados — um ponto sensível para Trump às vésperas das eleições de meio de mandato.
- O núcleo do CPI de dezembro veio mais fraco que o esperado; o índice de habitação subiu 0,4% m/m e foi o principal vetor da inflação no mês, como já antecipado pela maioria dos analistas. O relatório não trouxe grandes surpresas e foi considerado como ruído, em parte por distorções ligadas à paralisação do governo. O PPI de novembro veio em grande parte em linha na comparação mensal, embora mais forte na base anualizada.
- Ao fim da semana, o mercado precificava apenas 48 pontos-base de cortes de juros para 2026 — o menor nível do ano até agora — refletindo a combinação de dados mais firmes e discursos pontualmente hawkish de membros do Fed.
- As tensões geopolíticas permaneceram elevadas, com foco no Irã, o que impulsionou uma forte alta do petróleo ao longo de cinco dias até quarta-feira. Protestos contra o governo e a repressão em Teerã continuaram a se intensificar. Trump sinalizou possível ação militar (mas recuou por ora) e ameaçou países que fazem negócios com o Irã com uma tarifa de 25%. A Fitch observou na sexta-feira que o prêmio de risco geopolítico do petróleo tende a permanecer limitado, dada a oferta elevada no mercado global. Em outro front, Trump também intensificou a pressão para a compra da Groenlândia, com reportagens indicando que o secretário Rubio estaria disposto a oferecer US$ 700 bilhões pela aquisição.
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