A terceira edição da nossa série Nomads pelo Mundo aterrissa em um dos destinos mais vibrantes da América do Sul. Desta vez, convidamos Marcela Amarante para desbravar Santiago do Chile. Entre vinhos premiados, montanhas imponentes e a vida urbana agitada, Marcela nos mostra como é explorar a capital chilena com liberdade, autenticidade e, claro, com a Nomad no bolso.
Se você está planejando sua próxima escapada ou apenas sonhando com novos ares, prepare-se: o diário de bordo a seguir está recheado de dicas práticas e inspirações para o seu roteiro.
Por que escolher Santiago do Chile?
Santiago é uma cidade de contrastes fascinantes. De um lado, a modernidade do arranha-céu Costanera Center; do outro, a história preservada no Centro. E abraçando tudo isso, a onipresente Cordilheira dos Andes. Para Marcela, a escolha do destino foi instintiva.
"Santiago tem uma energia única. É incrível como você pode estar tomando um café em um bairro super cosmopolita e, ao olhar para o lado, dar de cara com montanhas cobertas de neve. A cidade te convida a caminhar, a descobrir cada esquina", conta ela, logo após o check-in.
A capital chilena é versátil. Funciona para quem busca aventura, para casais em lua de mel ou para uma viagem gastronômica com amigos. Se você tem dúvidas sobre quando ir, vale conferir nosso guia sobre a melhor época para ir ao Chile e alinhar suas expectativas com o clima, seja para curtir a neve ou os dias ensolarados de verão. Para um guia geral, veja também nossas dicas de viagem para o Chile.
Planejamento e economia: a Nomad na mala
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Antes mesmo de embarcar, Marcela sabia que a organização financeira seria o pilar de uma viagem tranquila. Levar dinheiro em espécie é coisa do passado, e depender do cartão de crédito tradicional pode custar caro devido às taxas altas e ao spread bancário.
A solução? O Cartão de Débito Internacional Nomad. Aceito globalmente, ele permitiu que Marcela pagasse desde o café da manhã até os passeios turísticos com a melhor cotação do mercado.
"A sensação de liberdade é impagável. Eu não precisei ficar caçando casas de câmbio ou me preocupando se o dinheiro ia acabar. Com a Nomad, eu converti meus reais para dólares no app com uma taxa muito mais justa e usei o cartão em todos os lugares", relata Marcela.
Além da economia, a segurança é um ponto forte. Caso precisasse de dinheiro vivo para alguma feirinha local, ela poderia recorrer aos caixas eletrônicos espalhados pela cidade. Saiba mais sobre como fazer saques com a Nomad e as vantagens de usar o Cartão de Débito Internacional Nomad no Chile.
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O que fazer em Santiago: o roteiro de Marcela
Com a questão financeira resolvida, foi hora de explorar. Marcela montou um roteiro que equilibra os clássicos turísticos com achados locais.
Veja os destaques do que fazer em Santiago segundo a nossa viajante. (Para mais opções, confira nosso artigo completo sobre o que fazer em Santiago).
Centro Histórico e cultura
O ponto de partida foi a Plaza de Armas, o coração da cidade. Ali, Marcela visitou a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico Nacional. "A arquitetura é imponente, e ver a vida acontecendo na praça, com artistas de rua e o vai e vem dos locais, te conecta com a alma chilena", observa.
Ela também explorou o bairro Lastarria, conhecido por sua vibe boêmia, ruas de paralelepípedo e feiras de antiguidades. É o lugar perfeito para uma caminhada sem pressa no fim da tarde.
Gastronomia e Enoturismo

Ir ao Chile e não falar de vinhos é quase um pecado. Marcela dedicou um dia inteiro ao enoturismo, visitando vinícolas próximas à cidade. A experiência de caminhar entre as parreiras e degustar rótulos icônicos direto da fonte foi um dos pontos altos da viagem.
"Beber vinho também ajuda a entender a história do país. E o melhor: paguei o tour e as garrafas que levei para casa direto com meu Cartão de Débito Internacinoal Nomad", lembra ela.
Na gastronomia, ela se aventurou nos sabores do Mercado Central, provando a famosa Centolla (caranguejo gigante), e nos restaurantes modernos de Providencia. Quer saber mais sobre esse universo? Leia nosso post sobre enoturismo.
Passeios imperdíveis nos arredores
Dependendo da época do ano, os arredores de Santiago oferecem espetáculos à parte. Marcela aproveitou para conhecer a grandiosidade da montanha. Seja no Valle Nevado para ver a neve de perto ou no Cajón del Maipo para trilhas e termas, a natureza chilena impressiona.
Quanto custa essa experiência?
Muitos viajantes têm a impressão de que o Chile é um destino caro. Embora os preços possam ser mais elevados que em outros países vizinhos, o planejamento faz toda a diferença.
Marcela destaca que, ao usar a conta global da Nomad, a economia nos encargos e na conversão do dólar (utilizando a cotação comercial) fez o orçamento render mais do que se tivesse usado cartões de bancos tradicionais brasileiros.
"No final das contas, o que economizei nas taxas virou um jantar especial na última noite. Viajar bem é fazer escolhas inteligentes", conclui.
Para ter uma ideia de valores, veja nosso detalhamento de quanto custa uma viagem para o Chile.
A viagem de Marcela Amarante por Santiago do Chile prova que explorar o mundo pode ser simples, seguro e inesquecível. Com um roteiro bem desenhado e a parceira financeira certa, você transforma sonhos em experiências reais.
Perguntas frequentes sobre viagem para Santiago
Qual a moeda usada em Santiago?
O Peso Chileno. Mas a melhor forma de pagar é usando um cartão de débito internacional em dólar, como o da Nomad, que converte automaticamente na hora da compra.
Preciso de passaporte para ir ao Chile?
Brasileiros podem entrar apenas com o RG (emitido há menos de 10 anos).
A Nomad funciona no Chile?
Sim! O Cartão de Débito Internacional Nomad é aceito na grande maioria dos estabelecimentos e você garante a cotação do dólar comercial.
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