Para o viajante focado na autenticidade, os 7 dias em Pequim são uma aventura cultural diária. A hospedagem é em um hotel 3 estrelas funcional, idealmente em um hutong (as ruelas tradicionais) reformado para uma experiência genuína, ou pelo menos próximo a uma das eficientes estações de metrô. A gastronomia é a estrela e custa muito pouco: o café da manhã é um jianbing (o crepe de rua local) pego na esquina, o almoço é uma tigela fumegante de lamian (noodles) em um restaurante familiar, e o jantar é um banquete de jiaozi (dumplings) comprados por peso. A mobilidade é resolvida com o cartão de metrô; o sistema é vasto, em inglês e incrivelmente barato.
O roteiro é movido pela liberdade e pela economia inteligente. Ele visita a Praça Tiananmen (gratuita) e sobe o Parque Jingshan (entrada irrisória) para ter a vista clássica da Cidade Proibida. Para a Grande Muralha, ele dispensa tours caros: pega o ônibus público até a seção de Mutianyu, paga apenas o ingresso e o teleférico, e explora no seu ritmo. Ele compra com antecedência o ingresso da Cidade Proibida e passa o resto do tempo se perdendo a pé pelos hutongs ao redor do Lago Houhai.






