Para o viajante focado na autenticidade, os 7 dias em Pequim são uma imersão cultural profunda. A hospedagem é em um hotel 3 estrelas funcional, talvez em um hutong (ruelas tradicionais) reformado, mas o mais importante é estar perto de uma estação do vasto e baratíssimo metrô. A gastronomia é o ponto alto e custa centavos: o café da manhã é um jianbing (crepe local) comprado na rua, o almoço é uma tigela fumegante de lamian (noodles) em um restaurante familiar, e o jantar é um banquete de jiaozi (dumplings) comprados por peso. A mobilidade é garantida pelo metrô, que te leva a qualquer canto da cidade por menos de R$ 6.
O roteiro é movido pela liberdade e pela economia inteligente. Ele sabe que um VPN instalado no celular é essencial antes de embarcar. Ele visita a Praça Tiananmen (gratuita) e sobe o Parque Jingshan (entrada irrisória) para ter a vista clássica da Cidade Proibida. Para a Grande Muralha, ele dispensa tours caros: pega o ônibus público até a seção de Mutianyu, paga apenas o ingresso e o teleférico, e explora no seu ritmo. Ele compra com antecedência o ingresso da Cidade Proibida e passa o resto do tempo se perdendo a pé pelos hutongs ao redor do Lago Houhai.






